História Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Bts Bangtan Boys, Demonios, Drama, Hentai, Humanos, Jikook, Jungmin, Lemon, Min Yoongi/suga, Mistério, Namjin, Romance, Taekook, Taeseok, Vhope, Vidas Passadas, Vkook
Exibições 641
Palavras 1.203
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - You (Part. 1)


Fanfic / Fanfiction Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 2 - You (Part. 1)

- Fracassado! – Uma voz masculina e desconhecida gritou, se ofuscando em meus ouvidos.

Eu estava em um lugar vazio, onde o único barulho existente era a voz masculina e misteriosa.

- Quem está aí?! – Indaguei gritando, ouvindo o eco de minha própria voz.

O cenário era branco e frio, um lugar no qual me dava arrepios.

- Não fracasse novamente! – A voz novamente gritou.

Eu me via olhando para lá e para cá, procurando a pessoa dona daquela voz.

Alguém me tocou no ombro, o que fez eu virar o corpo rudemente para olhar quem me tocara.

A pessoa.

A pessoa dona daquele rosto que tanto desenho.

- Você... – Eu estava de olhos arregalados.

Meu coração estava acelerado. Eu arfava enquanto falava.

- Jeon... – Aquele rosto tão perfeito me encarava tristonho.

Uma lágrima caiu dos olhos pequenos daquele menino, os olhos que eu conhecia como a palma de minha mão.

Pela primeira vez, pude ver o corpo dono daquele rosto no qual sou apaixonado. Um corpo delicado e pequeno, assim como o rosto, os traços.

A mão segurava uma faca.

Levantei o olhar assustado.

- Mas que...? – Indaguei me afastando.

- Você fracassou... – A voz fina e baixa ecoou todo o local branco.

Observei o garoto, lentamente, levantar a faca até o seu pescoço e afundar tal na pele morena.

 

6:10 a.m. - Seul - Coreia do Sul

Acordei do pesadelo, arregalando os olhos e logo me incomodando com a luz forte da manhã, que invadia meu quarto através da grande janela de vidro. Pisquei diversas vezes, por conta de meus olhos estarem irritados. Esfreguei os olhos úmidos e sentei na cama, afastando o cobertor quente, que estava sobre mim. Apoiei os cotovelos nos joelhos, apoiando minha cabeça nas mãos. Eu estava soando frio, eu estava desesperado por algum motivo.

Triste por algum motivo.

Meu coração estava acelerado e se acelerava mais a cada vez que aquele garoto passava por minha cabeça. Eu queria respostas.

Por que DIABOS DESENHO ESSE ROSTO?

Por que DIABOS SONHEI COM AQUILO?

Podia ser um sonho qualquer, aqueles sem sentido que você não entende porra nenhuma, mas algo me dizia que aquilo era sério. Sério o bastante para me deixar agitado, agitado de uma forma extravagante.

Minha garganta estava seca e áspera e eu, só conseguia olhar aqueles desenhos e me preocupar, de certa forma, com o dono daquele rosto.

- Quem é você? - Indaguei olhando os desenhos na parede, como se eles fossem me responder.

Algo me dizia que aquela pessoa era existente, algo me dizia que estou relacionado a ela, algo me dizia que ela corria perigo.

Mas era algo impossível de se aderir. Digo, o fato de eu desenhar um rosto desde os oito anos de idade, o fato de ter sentimentos por aqueles desenhos, o fato de me sentir preocupado, de certa forma, o fato de sentir que o dono daquele rosto está perto de mim.

Tomei um banho rápido e gelado, para eliminar o suor. Saí de casa nas pontas dos pés, tentando não chamar a atenção de omma e appa.

E lá estava eu, novamente, caminhando desnorteado pelas ruas movimentadas de Seul.

“Se ele realmente existe, tal não liga para mim. “ – A voz daquela pessoa do bar, não saía de minha cabeça. Aquela voz fina atravessava meus ouvidos, me seguia.

Meu peito doía, meu corpo pesava o bastante para cambalear e bater nas pessoas que andavam por ali.

- Desculpa... – Murmurava para cada pessoa que me encarava bravamente após eu esbarrar nelas.

Meus olhos estavam embaçados, mais do que quando saí de casa. Me apoiei em uma árvore qualquer de uma das calçadas, tentando voltar aos meus sentidos.

Meu mundo girava.

Socorro.” – Uma voz sussurrou.

Olhei para lá e para cá, tentando encontrar a pessoa que acabara de pedir socorro.

Não havia ninguém. Ninguém perto o suficiente para eu escutar como escutei o “socorro”.

“Jeon, me ajude”. – A voz novamente pediu.

Uma voz doce e fina, como a da pessoa do bar, a do sonho com o rosto de meus desenhos. Minha cabeça doía a cada palavra. A voz vinha de minha cabeça, de dentro de minha cabeça.

- Estou ficando louco. – Murmurei para mim mesmo.

Uma das coisas que eu me perguntava era: A pessoa do bar, é a pessoa dona do rosto de meus desenhos?

Senti meu corpo pesar e eu cair no chão, sentindo uma dor absurda nos cotovelos, que tentaram evitar que meu rosto fosse ao chão.

Várias pessoas vieram ver o que havia comigo, as vozes se ofuscavam em meus ouvidos.

Fui levantado por uma das pessoas, que pelos ombros pequenos, suponho que era uma garota.

Alguém passou ao meu lado.

Foi a única pessoa que pude ver claramente, a única pessoa que pude prestar toda a minha atenção. Foi como se estivesse acontecendo em câmera lenta, lenta o bastante para poder ouvir a respiração pesada, os passos delicados, os suspiros cansadas. Uma pessoa que usava as mesmas vestes do garoto do dia anterior, no bar.

Observei a pessoa caminhar, ainda em câmera lenta.

Siga ele” – a mesma voz ecoou em minha cabeça.

- Você! – Tentei gritar, quase caindo novamente.

- Acalme-se, senhor. – A pessoa que me segurava falou, sua voz ofuscou em meus ouvidos.

Me livrei de seus braços e tentei seguir a pessoa. Eu não sabia o motivo por estar fazendo aquilo, mas eu precisava, eu realmente me via necessitado a fazer aquilo. Me apoiei nas paredes das lojas, casas ou sei lá do que sejam aquelas paredes, apenas me apoiei, tentando seguir a pessoa, que continuava a andar calmamente.

Mesmo a pessoa andando lentamente, eu tinha dificuldades em alcança-la, por conta de minha tontura.

Depois de minutos andando, chegamos em uma ponte.

Onde ele atravessara a pista dupla e já tentava subir no centro de uma passarela.

- VOCÊ! – Gritei com todas as minhas forças.

A pessoa não me escutou, fazendo-me correr entre os carros que passavam por ali, que buzinaram raivosos por eu estar me metendo na frente deles.

- EI! – Repeti, mas a pessoa continuava sem me escutar.

Eu estava atravessando a segunda pista quando o garoto já se equilibrava no cano da passarela, abrindo os braços igual a um suicida de filme.

Corri o máximo que pude.

Ele já estava soltando o corpo quando o puxei para mim, caindo no chão após puxá-lo com tanta força.

A pessoa gritou com tal ação minha. Logo senti uma dor repentina invadir minhas costas. Meus braços se viam envolvendo a cintura fina do garoto.

- Você é louco? – O garoto indagou tirando meus braços de sua cintura e saindo de cima de mim.

Olhei o garoto que estava em pé me encarando raivoso.

O sol deixava o rosto da pessoa, escuro. Me levantei ignorando as dores nas costas.

- Você quem estava prestes a se matar e eu sou o louco? – Estralei as costas e encarei o garoto. – Você!

Exclamei após ver, claramente, o rosto da pessoa.

O corpo menor que o meu, os traços no rosto fino e moreno. As madeixas lisas e finas, a boca rosada e carnuda.

Exatamente como a pessoa do meu sonho, exatamente como o rosto de meus desenhos.

Porém, uma diferença, a figura, agora, era real.



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