História Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Bts Bangtan Boys, Demonios, Drama, Hentai, Humanos, Jikook, Jungmin, Lemon, Min Yoongi/suga, Mistério, Namjin, Romance, Taekook, Taeseok, Vhope, Vidas Passadas, Vkook
Exibições 242
Palavras 1.390
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não consegui colocar tudo nesse capítulo, então o próximo também passara no mesmo dia

Capítulo 21 - 2 days


Fanfic / Fanfiction Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 21 - 2 days

- Deixe eu falar com Taehyung, a sós – pedi educadamente, passando por appa e envolvendo o punho do mais velho em meus dedos.

- Como quer que eu permita isso após esse ato tão... – Sr. Kim procurou as palavras corretas, arfando relutante em deixar o seu filho comigo – animal.

- Tudo bem, appa – Tae replicou inocentemente, como sempre, mandando-o um sorriso retangular. – Realmente precisamos conversar.

Os olhos fixados no moreno, eram predominados pela fúria e enjoo, como ele conseguia jogar tão bem?

Puxei-o para fora de casa, apertando seu punho fino com os meus dedos, sem dó. Os sapatos pretos dele soltavam barulhos a cada passo, pela sola dura. Deixei a casa, antes de ouvir um “seu filho é um selvagem” da senhora Kim.

- O que diabos pensa que está fazendo?! – Elevei a voz, o soltando brutalmente, fazendo-o cambalear para trás.

O céu estava nublado, assim como os olhos do garoto em minha frente, que me encarava com amargura e desgosto.

- Eu é quem o pergunto, o que diabos pensa que está fazendo? – Fez uma careta, tateando o pulso avermelhado. – Você acha que tem o direito de me tratar dessa forma?

- Não estou brincando, Taehyung – proferi impaciente.

- Você é realmente muito corajoso, anjo inútil – gracejou passando um dos dedos no maxilar definido.

- Pare de me chamar de anjo! Pare de dizer coisas sem eixos! Estou ficando completamente confuso com tantas baboseiras!  - Articulei raivosamente. – Por que diabos está fazendo isso?!

- Aish – revirou os olhos. – Você é burro ou se faz? Francamente, Jungkook! Terei de explicar tudo novamente? – Arqueou uma sobrancelha.

- Devo acreditar que sou um anjo e você também? – Franzi o cenho, formando um sorriso de lado, sarcástico.

- É, você é realmente burro. Por que acha que desenha aquele idiota desde os oito anos de idade?

Enrijeci.

- Como sabe sobre isso? – Cambaleei para trás, incrédulo.

- Sério que você se surpreende com isso? Olhe o tanto de coisas que já te contei, não está mais do que óbvio que eu sei de tudo aqui? Aliás, só relembrando, eu cumpri a minha missão e não recebi castigo algum, diferente de você, que vive em um cérebro humano, não se lembrando de nada do passado – deu um passo para frente, com o olhar fixo em mim. – Agora me dê licença, tenho que continuar a conversa com os seus pais, sobre o nosso casamento.

Meu coração estava acelerado. Ninguém sabia de meus desenhos, nem mesmo meus pais ou Hoseok, como diabos aquele garoto sabia sobre eu desenhar, e ainda especificamente, desde os oito anos de idade.

Ele iria passar por mim, mas o interrompi, cercando seus braços pelos meus dedos.

- Vejo que você tem as respostas que preciso, então por quê, detalhadamente, desenho ele desde criança?

- Primeiramente, me solte – se livrou de minha mão, se posicionando defronte a mim. – Desenha ele pois se sente culpado, por ter sido uma das demasiadas desgraças da vida dele.

- Quem é ele, na verdade? – Murmurei cabisbaixo, realmente era muita para se aderir.

- Ele é o seu garoto – riu abafado, apreciando a minha fraqueza sendo atingida -, o garoto que precisava de você e da sua proteção, e ainda precisa.

- Por que tenta nos separar?

Por mais que aquilo estivesse justificado, o fato de ele dizer ser um anjo do mal não se encaixava em minha cabeça.

- Aish, você é muito chato – abrochou o corpo. – Já falei demasiadas vezes, eu separo vocês porque essa é a minha missão! – Elevou a voz, deixando nítido o tédio com tal conversa.

- Você diz ser um anjo, mas o fato de você falar isso não me convence em nada – franzi a testa, pedindo indiretamente provas sobre ser um anjo ou não.

- É, parece que terei que mostrar a você da pior forma, já que com palavras você não se convence – grunhiu a última palavra, abaixando o queixo em um sorriso ameaçador e mordaz.

Assenti com a cabeça, o lançando o mesmo olhar, esperando o seu ato. Os olhares fixados um ao outro, pareceu se fundirem em minha cabeça, como se eu estivesse entrando em Taehyung, no corpo frio do moreno. Foi como se tudo estivesse passando em câmera rápida, aqueles tipos em que não se dá para ver nada, exceto Jimin sendo atacado por algo... peculiar. Arregalei os olhos, eu não estava no mesmo local, o cenário estava completamente mudado, tudo ao meu redor era desconhecido, exceto – novamente – o garoto pequeno sendo prensado na parede, desviando o olhar da criatura que o mostrava as presas negras.

Voltei à realidade, cambeteando para trás, tropeçando em meus próprios pés, como se eu estivesse pousando na terra, após voar por longos minutos.

- O que foi isso? – Murmurei, pressionando as palmas das mãos contra a minha cabeça, que redopiava.

- Devo lhe dar mais alguma prova? – A voz rouca ecoou em meus tímpanos.

- O que era aquilo atacando Jimin? – Arfei.

- Era eu, mais especificamente, eu atacando através do meu querido boneco chamado YoonGi, ou Suga, o apelido carinhoso que o dei.

- Aquilo era real? – Tentei me recompor, fail, me recostando na parede novamente.

- Não por enquanto, é o que vai acontecer daqui a pouco – replicou suavemente, como se aquilo fosse algo completamente natural.

- Ok, eu acredito – o desespero tomou conta de mim. – Eu acredito, agora pare! Não faça isso com ele, eu imploro!

- Implorar não é o suficiente.

- O que devo fazer?! – Elevei a voz, meus olhos queimavam.

- Desistir, talvez? Bom, como já percebeu, você não é páreo para mim e enquanto aquela peste estiver viva, eu estarei fazendo da vida dele um inferno, para que ele repita o que fez no passado. Então, desistir é a melhor solução, já que você nem sabe das habilidades que tem, já que você não passa de um humano inútil, assim como ele, simplesmente desista.

- O que significa desistir nessa situação? – Meu coração estava acelerado.

Eu não queria dar o sabor da vitória a sei lá quem seja Taehyung, mas Jimin estava sofrendo demais e realmente, eu não me via como um “anjo protetor”. Aquilo tinha que acabar!

- Traí-lo, o rejeitar. Ele faz questão de estar aqui por você, então desfaça esse laço nojento, como no passado – riu, ainda apreciando a minha fraqueza perante a ele.

- Como eu poderia viver com isso?

- Jungkook, sem Jimin, não há nós aqui na terra. Se ele morrer, simplesmente sumimos e voltamos para onde moramos de verdade.

Se eu continuar a lutar por ele, ele continuará a sofrer. Se eu desistir, ele se mata e todo o sofrimento se ofuscara.

- O.k. eu desisto – me afastei da parede, caminhando até o moreno risonho. – Mas, quero lhe pedir algo, pelo menos isso.

- Diga.

- Me deixe fazê-lo ser feliz por apenas uma semana, depois disso, o deixarei.

- Uma semana? Acha que tenho paciência para isso? Quero logo receber os parabéns do inferno, então, dois dias, tudo o que lhe dou. E se pensar em continuar com ele depois desses dois dias, juro que o inferno que ele vive hoje, multiplicara cem vezes.

Engoli em seco. O que eu estava fazendo? Eu realmente estava acreditando em tudo aquilo? Eu não sabia ao certo como explicar, mas, eu tinha de colocar um fim naquilo. Eu tinha que fazer o meu Jimin ter momentos felizes, mas com um preço, o meu abandono.

- Não faça nada com ele nesses dois dias, o deixe em paz.

- Desculpa, mas a minha diversão está começando, não pararei agora – pendeu a cabeça para o lado, formando um biquinho nos lábios.

- Aonde ele está?! – Elevei a voz, imaginando aquele monstro mostrando as presas para o pequeno.

- O.k, o.k, darei o endreço, pois sou bondoso ás vezes, vá até lá e tenha esses dois dias nojentos com ele. Mas não se esqueça, dois dias e tchau Jimin – soltou uma gargalhada demoníaca. – Nem precisaremos nos casar, você está facilitando tudo. Ah, e mais uma coisa, Jungkookie, aquele seu amigo, Hoseok, tem mais pegada que você. 



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