História Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Bts Bangtan Boys, Demonios, Drama, Hentai, Humanos, Jikook, Jungmin, Lemon, Min Yoongi/suga, Mistério, Namjin, Romance, Taekook, Taeseok, Vhope, Vidas Passadas, Vkook
Exibições 158
Palavras 1.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláá :3
Eu já terminei a fic, tipo, tenho ela toda escrita e vou postar devagar
E sim, ela terá 25 capítulos, pois - agora - eu não consigo fazer mais

Capítulo 22 - My life is you


Fanfic / Fanfiction Angel (JiKook-JungMin) - Capítulo 22 - My life is you

“(...) sem Jimin, não há nós aqui na terra. Se ele morrer, simplesmente sumimos e voltamos para onde moramos de verdade. “

As palavras agrediam minha mente, ameaçando-a de explodir. Tudo não fazia sentido algum, digo, alguém vir e falar a você que somos anjos mandados do céu e do inferno para uma missão, não é algo normal, é tão repentino e embaraçoso.

Depois de pegar algo necessário em casa, roubei – novamente – o carro de appa e omma, tendo novamente que xingar o motorista que ameaçara contar aos meus pais, com um “vai se foder e sai da frente”. As rodas assoviavam nas ruas de Seul, ao acelerar a velocidade a cada vez que me lembrava daquela cena, a cena em que Jimin pedia socorro através dos olhos que brilhavam como estrelas a noite.

Farol, o meu mais odiado inimigo. Parei, esperando o sinal vermelho mudar de cor. Um de meus dedos batiam impacientemente no volante.

 “Ele é o seu garoto...”

Acelerei, sem esperar o sinal abrir.

“...o garoto que precisava de você...”

Faltava poucos quarteirões.

“...da sua proteção...”

- Me desculpa – murmurei, tornando os lábios uma linha fina, tentando conter o desespero que aos poucos me corroía.

“...e ainda precisa. ”

Essa é a melhor opção, certo? O deixar e poupá-lo de sofrer ainda mais nas mãos de Taehyung, de seu pai, de YoonGi e Namjoon.

Estacionei o carro defronte a uma casa pequena e bem decorada, simples e apreciável. Pelo GPS, eu estava no lugar correto, na casa do namorado de Jimin.

- Jimin! – Gritei inutilmente, ao sair do carro e correr para a grade pequena que cercava a entrada.

Arfei após perceber que não seria atendido. Fitei atento a grade pequena, pensando seriamente em pulá-la, mas, e se essa não fosse a casa dele? E se Tae tivesse me dado o endereço errado, propositalmente? Não importa, apenas ergui um pouco a perna direita, passando pela grade e entrando no lado de dentro, no gramado verde da frente. Subi os dois degraus pequenos da varanda, colocando levemente a minha orelha na porta.

Nada, nenhum barulho sequer.

Contornei a casa, caminhando pelo corredor direito da casa bem pintada, bom, pelo menos na frente, quando adentrava mais aos fundos, tudo se resumia em malcuidado. As paredes do corredor eram manchadas por barro, que destacavam na parede cor gelo. Para a minha sorte, um vidro médio estava aberto, não me dando nenhuma dificuldade de passar por ela. Apoiei minhas mãos no peitoril da janela de vidro, colocando os pés pressionados à parede e me puxando para dentro, quase pendurando meu corpo no chuveiro mal fechado, que pingava gotas grandes de água. Que descuidado – pensei.

Socorro – a voz de Jimin invadiu minha mente, fazendo-me sentir uma dor repentina na cabeça, novamente, aquela voz pedia socorro, a mesma voz que me invadiu antes de conhecer Jimin, a voz do próprio Park.

Na verdade, minha cabeça vivia sendo invadida, tanto por YoonGi, que na verdade é Taehyung, o meu “anjo interior”, Jimin e puta que pariu, é tudo tão confuso.

Saquei um bastão apoiado na parede, ao ouvir grunhidos vindos de outro cômodo, grunhidos não humanos. Abri a porta já semiaberta do banheiro, avistando a mesma imagem de mais cedo, a criatura abrindo um sorriso largo enquanto se aproximava do menor, que pedia socorro com o olhar – como na visão.

Me aproximei quase tropicando em meus próprios pés, aquilo era medonho. O bastão tremia com os movimentos de minhas mãos, inclinei em direção à criatura, me pondo atrás da mesma, percebendo não ter atraído a atenção de ninguém. Cutuquei as costas meladas, recebendo o olhar negro, o atacando sem pensar duas vezes. O atingi, o derrubando no chão e recebendo o olhar medonho e as presas finas, que eram “enfeitadas” por algo negro e brilhante, que se iluminava com a luz que entrava pelo fim do corredor.

Encarei a figura se debater no chão, enquanto me encarava mostrando os dentes negros. Ignorei, virando o rosto para olhar o garoto que respirava abafado, como se estivesse em um colapso.

- Você está bem? – Indaguei, dando passos mínimos até ele.

- O que era aquilo? – Murmurou, ainda encarando o chão. - O que aconteceu com o YoonGi?

É, o chão, o monstro sombrio não estava mais lá, em um desvio de olhar, ele simplesmente sumira.

- Esqueça – falei, envolvendo sua nuca fina em minha mão, o trazendo para os meus braços. – Está tudo bem.

Apoiei meu queixo em sua cabeça, acariciando a pele macia e sensível de sua nuca, enquanto ainda encarava o local que aquele monstro havia caído. Isso não pode ser real. Meu coração subia e descia. Como diabos um alguém como eu poderia protege-lo das armadilhas de V?

- Você sempre chega nas melhores horas – envolveu os braços pequenos em minha cintura. – Você é como um anjo que está aqui para me proteger.

Eu realmente não esperava ouvir aquilo. A palavra anjo me atingia de uma forma tão...

- Não, estou longe de ser um anjo – respondi, enfim. – Me perdoa pelas coisas que falei, fui muito grosso...

- Tudo bem – se afastou, ainda com os braços em minha cintura, me encarando nos olhos. – Foi minha culpa também, eu confio em você e contarei a verda... – o interrompi, colocando o dedo indicador em seus lábios, encarando os olhos que ainda aparentavam assustados.

- Shh! Eu já sei de toda a verdade – sorri, recebendo o olhar confuso do menor. – Quero te levar a um lugar.

- - - -

- Ooah! – Exclamou, avistando a paisagem da montanha. – Jungkook! Olhe isso! – Maravilhado e empolgado, as palavras que definiam Park Jimin, que sorria olhando Inwangsan, pelo pequeno caminho de pedras. As madeixas lisas se enturmavam com o vento forte que fluía das árvores que rodeavam e enfeitavam o lugar alto, fazendo um caimento perfeito das madeixas em sua testa. 

Sorri, aquele sorriso era o que me desviava do mundo real, o sorriso que eu pretendia ver para sempre. A única pessoa que conseguia me tirar das desgraças da vida, a única pessoa que fazia meu coração acelerar, com apenas um olhar. O delicado Park Jimin.

As horas passaram rapidamente e o frio aumentava de acordo com o sumiço do sol. Park não se cansava de trilhar o caminho de pedras, tendo a vontade de explorar cada parte daquela montanha, que pelo visto, via pela primeira vez na vida. Arfei, eu realmente não aguentava mais andar.

- Jimin, você nunca se cansa? – Arfei, apoiando as mãos nos joelhos, cansado. – Estamos andando por horas.

- É que eu nunca havia visto isso aqui! – Abriu os lábios, como uma criança.

- Tá, mas já é tarde.

- Oh, você está cansado? – Se virou, se segurando para não rir das minhas pernas cambaleantes, que pediam urgentemente um descanso.

- Estou, que tal irmos embora? – Implorei com os olhos.

- Vamos voltar aqui semana que vem?! – Correu até mim, envolvendo meu pescoço em seus braços. – Quero vir aqui mais vezes!

Paralisei, as palavras foram como facas no peito.

- Apenas vamos embora, o.k.? – Pedi, desviando do assunto.

- Aonde vamos dormir? – Agarrou minha mão, saltitando para o lado oposto da montanha.

Aquele toque;

O toque que realmente fluía sentimentos profundos em mim.

Sorri e apertei sua mão pequena e aquecida contra a minha.

- Sou esperto e sei que gasto quando estou com você, trouxe o cartão de crédito do meu pai e ficaremos em um hotel.

- Seu pai? – Abriu os lábios, surpreso. – Você não tem amor na vida?

- A minha vida é você – respondi calmamente.

“(...) sem Jimin, não há nós aqui na terra. Se ele morrer, simplesmente sumimos e voltamos para onde moramos de verdade. “


Notas Finais


Vai ter lemon pq sim


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