História Angeline - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Baile De Máscaras, Comedia, Diversão, Maluca, Máscaras, Princesa, Principe, Rainha, Rei, Reino, Romance, Universo Futurístico
Visualizações 31
Palavras 653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


e olha quem tá de volta!! eu mesma! Deu medo quando o meu PC não quis mais ligar, sendo que meus capítulos estão todos nele, mas ainda bem que o problema foi resolvido, hein? Boa leitura<3

Capítulo 24 - Um Pedido, Uma Ordem


Estevam

Avancei pelo corredor e a cada passo o destino parecia mais distante.

Minha cabeça estava cheia e minha respiração pesada. Quantos mais dias sufocantes eu terei? Passei a mão nos cabelos.

Sobre o dia de hoje, eu mesmo cuidaria para resolver as coisas. Bem... espero que resolva mesmo.

Parei em frente à porta e respirei fundo. Nem parecia que estava entrando em meu quarto quando dei um passo hesitante para dentro.

Apesar da notável fúria, Hannah ainda tinha serviços a fazer e pelo pouco que a conheço ela não deixa suas emoções decidirem sua vida.

Eu tinha razão. Ela estava lá. Calada e pensativa, uma expressão dura no rosto e nem pareceu notar quando eu adentrei o lugar.

-Será que posso falar com você? – a pergunta ficou no ar, ela estava pouco se importando comigo ali. Socou um dos meus travesseiros e o colocou no lugar. Revirei os olhos. – Você está sendo infantil.

Hannah balançou a cabeça afirmativamente com um ar cínico e irônico. Imaginei ela me xingando das piores coisas mentalmente. Estava furiosa e tinha razão.

-Deram uma olhada em seu quarto. – continuei já que eu sabia que ela ouviria. Eu estava começando a sentir pena daqueles travesseiros. – Como esperado, não encontraram nada.

Ela hesitou por um momento, mas voltou a arrumar a cama.

-Ainda não encontraram as joias e vão continuar procurando. – fiz uma pausa. – Não acho que foi você. Agora pode parar de sentir raiva de mim?

Ela finalmente deixou a cama e me olhou soltando o ar.

-Não estou com raiva de você.

-Sério? – arqueei as sobrancelhas. – Porque lá na biblioteca...

-Você disse uma idiotice. – ela deu de ombros. – Todos dizemos idiotices.

Levaria esta frase para o resto da vida. Me perguntei o que Hannah já passou para hoje pensar como pensa. Minha admiração por ela crescia cada vez mais e eu respirei aliviado.

-Apesar de que inevitavelmente eu ainda estou um pouco chateada com você. Ou muito. Muito chateada. Bastante chateada.

Sorri – não sei por quê – e Hannah voltou a ajeitar os lençóis.

Lembrei que segurava algo nas mãos e me aproximei dela.

Ela se virou novamente e olhou para a caixa branca em minhas mãos.

-O que é isto? – perguntou ela.

-Meu pedido de desculpas. – respondi e ela me olhou desacreditada. – É sério.

Então ela pegou a caixa meio desconfiada e abriu a tampa.

-Hã... – lá dentro tinha duas calças jeans e algumas blusas. – Por que está me dando isso?

-Foram os “trajes” mais adequados que encontrei em última hora.

-Adequados para quê?

-Para andar à cavalo. – ela ergueu uma sobrancelha.

-Ah... Estevam, eu... agradeço, mas não tenho onde usar isso.

-Tem sim. – falei. – Que tal hoje? À tarde.

-O-o quê? Andar a cavalo? Com você?

-Não sou um verme. Você aceita ou não?

-Bem... se eu dizer não será uma desfeita?

-E das grandes. – eu não tinha considerado essa hipótese depois que ela disse que não estava zangada comigo.

-Desculpe, mas não posso aceitar. As calças, o passeio... não, obrigada. – e colocou a caixa sobre a cama e passou por mim. Me virei para vê-la com o cenho franzido.

-Por que não?

-O que vão pensar se me virem passeando com você?

-Tem vergonha de mim, é isso?

-Claro que não, você entendeu.

-Não, não entendi. – me aproximei dela. – O que há de errado em eu sair com você?

-Muitas coisas. Coisas que você não entenderia. – olhei em seus olhos tentando entender, mas ela era indecifrável.

-Ah, tudo bem. – me endireitei e adotei a postura que me ensinaram. – Se é assim, então considere isso uma ordem.

-Como é?

-É o que ouviu. Estou ordenando, Hannah, e você tem que me obedecer. Esta tarde você sairá a cavalo comigo pelo jardim do palácio. Portanto, não se atrase.

Eu praticamente podia ouvir os mil protestos que ela elaborava na cabeça, mas ela não sabia o que dizer. Sorri internamente. Eu venci.

-Agora preciso almoçar. – falei. – Nos vemos.


Notas Finais


hummm, parece que eu detectei um pedido de encontro? (me iludo até com minha própria história) kkkkk
gente, por hoje é só e não sei quando volto, mas estou louca para que vcs leiam o próximo! <3 beijos, até a próxima!


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