História Angels and Demons ⚜️ Jikook | kookmim - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Esquizofrenia, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Visualizações 194
Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⚠AVISO⚠
Esse capítulo terá:
- assédio (estupro) a menor de idade
- suicídio
- violência

Só pra deixar claro neste capítulo será voltado ao passado do Yoongi e o início de tudo.
Boa leitura omma ama você ❤❤
E DÊEM UMA OLHADA NA FIC QUE EU RETOMEI "the lest village"
❤❤ Obrigada e boa leitura

Capítulo 12 - Memories


Fanfic / Fanfiction Angels and Demons ⚜️ Jikook | kookmim - Capítulo 12 - Memories

"A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem."

-Epicuro


- você não acha que a aproximação dos dois não é muito rápida, sabe o Jungkook é violento e perigoso, Jimin é sensível por causa do distúrbio. Acho perigoso para os dois isso -Namjoon andava de um lado para o outro no quarto do platinado de sorriso doce, enquanto falava do que martelava em sua mente, sobre a relação do moreno com o loiro esquizofrênico para Yoongi.

- sabe o que eu acho? -Yoongi mexia no lençol que cobria a cama, no qual estava sentado, demonstrando seu claro desinteresse. O mais velho nega prendendo sua atenção no que o outro iria dizer- que você está com medo do Jimin.

Os olhos de Kim se arregalam; querendo ou não, gostando ou não, sim Namjoon tinha medo do que Park era capaz de fazer.

- da onde você tirou esse ideia ridícula? -bufou como se a afirmação do outro fosse realmente tola.

- negue o quanto quiser Kim Namjoon, sei que morre de medo do baixinho -o platinado abriu um sorriso vitorioso no rosto, deitando a cabeça de lado observando as expressões do mais velho.

- quando aquele garoto explodir, pois saiba que ele irá um dia, não digam que eu não avisei -o maior sai do quarto pisando fundo, deixando Min pensativo.

Ele sabia que o menor era como uma bomba relógio, e por mais que tentassem evitar o inevitável, um dia essa bomba irá ser detonada, e com ela viria muitos mortos e feridos; e certamente ele não queria estar entre eles.

Duas batidas na porta entreaberta acorda Yoongi de seus devaneios. Através da pequena entrada pode ver os cabelos castanhos de Taehyung.

- posso entrar hyung? -seu rosto já era visto pelo mais velho, os olhinhos curiosos do menor rondavam por todo o quarto evitando as iris escuras do branquelo.

- entre Tae -o mais novo passa pela porta de cabeça baixa- do que precisa?.

- não julgue o Jimin, ele não faria mal a ninguém se tivesse totalmente o controle -o Kim tinha os olhos lacrimejando, enfim biquinho tentando conter o choro.

- eu sei -o mais velho caminha até o menor e com uma das mãos segura um ombro do outro, e a outra mão levantava o queixo de Taehyung o forçando a olhar para si- as vezes até nós, pessoas comuns com a razão certa perdemos o controle.

A voz calma e baixa do maior fez o coraçãozinho do Kim se acalmar. Amava de mais seu amigo o considerando um irmão; a primeira vez que viu o loiro perdendo o controle nunca irá sair de sua mente.

Fora logo após a primeira punição do homem que os mantinham presos, as costas do menor não haviam sido curadas, e todos sabiam a grande cicatriz que ficaria no local, junto com uma ferida que não poderia se curar.

Escondido estrada da porta viu com os próprios olhos assustado, o mais novo repetindo "mate-o, mate-o agora" enquanto deferia diversos golpes com a faca em um peixe já morto, porém o sangue que saia do animal tornava a cena mais aterrorizante para o garoto.

Apesar do medo que sentia, o amor e afeto era maior; depois daquilo passou a cuidar e mimar mais o menor. Parecia que apenas Taehyung via por trás daquele lindo e doce eye smile o verdadeiro demônio que Jimin abrigava.

- está tudo bem Tae? -Yoongi tinha um tom preocupado, do nada as íris do garoto a sua frente se fixou em um canto no quarto, como se estivesse preso em seus próprios pensamentos e lembranças. Não obtendo nenhuma resposta o platinado movimenta os ombros do de cabelos castanhos, balançando seu corpo na tentativa de chamar sua atenção- Taehyung!.

Os chamados do maior fizeram o mais novo a sair de suas terríveis memórias.

Sem dar nenhuma resposta ao mais velho, apenas agarrou com força a cintura do mesmo com seus longos braços, deixando seus rosto no pescoço de Yoongi que correspondeu o abraço do menor, fazendo um pequeno afago em seus fios.

- o que te deixou assim? -Yoongi se aconchega mais no corpo do mais novo com a voz abafada por estar com o rosto em meio aos cabelos do outro.

- lembranças... -a voz chorosa e repleta de amargura faz o coração de pedra de Yoongi deixar de ser tão rude assim.

Seja lá o que Taehyung se lembrará, Min sabia que devia ser marcante para o Kim.

- vamos garoto tem muito o que fazer ainda! -a voz bruta de seu padrasto invade o quarto simples e minúsculo do até então moreno.

Aos dezesseis anos de idade Yoongi trabalhava loucamente, para bancar os e sessões de quimioterapia da mãe. Quem tomava conta da casa era os dois irmãos, Yoongi e Yoona, de quinze anos, uma garota doce e amavel apesar de todas as circunstâncias.

Era sempre assim, levantava de madrugada e passava o dia todo trabalhando pesado. Sem que a mãe soubesse o Yungjae tirou os dois Min's da escola, ambos trabalhavam o dia todo e viam calados seu padrasto gastando todo o dinheiro com mulheres, enquanto sua mãe se encontrava em estado crítico no hospital.

Por não possuírem dinheiro, o tratamento da Sra. Min era de pouco qualidade, apenas adiava o que todos sabiam; mas não aceitavam; o que estava por vir.

Se pudessem saber a verdade...

- Yoongi Oppa, quando vamos poder visitar a omma? -a morena de cabelos longos e pele pálida assim como o de seu irmão, pronuncia com a voz baixa e carregada de tristeza assim que ouve seu irmão adentrar na cozinha. A mais nova lavava o que sujara para fazer o café da manhã.

- não sei Yoo, espero que logo ja fazem alguns meses -Yoongi caminha até a garota tomando de suas mãos pequenas e delicadas a bucha cheia de sabão, passando a fazer o que a menor fazia antes.

- não precisa deixa que eu lavo -a morena tenta pegar a esponja novamente porém o moreno a impede, e o que parecia ser um momento entre irmãos é interrompido pelo homem que ambos abominavam.

- chega disso, Yoongi coma o que sua irmã preparou e vá logo para o trabalho -o homem ordena se sentando na mesa e tomando seu café enquanto olhava as notícias no jornal. O irmão mais velho se senta sentindo um nó na garganta, quantas vezes essa aberração os ameaçou e nada podia ser feito.

Qualquer notícia ruim que chegasse aos ouvidos de seu mãe gerariam uma piora em seu estado de saúde.

Era o que pensavam.

Quantas vezes Yungjae levará mulheres para a casa da mulher que o amava e lhe deu abrigo, enquanto ele estava fodendo diversas postitutas.

Isso deixava Yoongi realmente revoltado. É esse o agradecimento que a mulher teve? Viver o resto do pouco tempo de sua vida em uma cama de hospital vendo a própria morte cada vez mais perto, enquanto era traída e seus filhos sofrem por causa do homem que ela achava que a amava?. 

Esse pensamento o matava por dentro.

Assim que o moreno dá um selar na testa da irmã, logo se retirando da casa; o coração da mais nova varia rápido, seu corpo estremecia e seu nariz ardia, queria chorar o mais alto que pudesse, gritar o quão difícil era viver.

- você não pensou que iria escapar de mim hoje não é criança -aquela voz. Os dedos do homem retiraram os cabelos longos que tampavam os ombros da menina, logo acariciando aquela área.

Sua pele ardia, sentia nojo e repulsa, aqueles toques doíam em si. Com os olhos fortemente fechados, pedindo que se alguém escutasse suas preces mandasse uma ajuda, ou a fizesse acordar desse terrível pesadelo.

- Y-Yungjae -os soluços saiam na tentativa falha de serem contidos- E-eu te peço misericórdia.

Naquele ponto um sorriso perverso estava no rosto do mais velho, que já podia imaginar as lágrimas descendo pelo rosto branco da menor.

- talvez eu tenha, mas hoje não -seus dedos puxaram com força os cabelos da moreno que apenas chorava. Ela não podia dizer nada ou sou mãe pode sofrer mais do que já sofria. 

Era o que ele os fazia pensar.

As mãos do mais velho tiravam com brutalidade as vestes da menor enquanto a mesma tentava lutar em meio às lágrimas.

- pare de chorar! -logo em seguida tapa foi deferido no rosto branco, que agora se encontrava em um tom de vermelho no local- você é uma puta igual a sua mãe! -outros tapas foram recebidos em todo o corpo.

A menina estava no canto da pequena cozinho com o rosto molhado e inchado pelo choro e diversas marcas vermelhas pelo corpo, com as roupas de qualquer jeito mostrando grande parte de seu corpo ainda não tão desenvolvido.

- não irei fazer nada com você hoje, só de ver essa sua cara eu me enojo -ele sai da casa deixando a garota para trás.

A se eles soubessem a verdade tudo seria diferente

Assim que a porta da casa bateu com força, alguns minutos foram o suficiente para a menina engolir o choro e tomar a decisão que mudaria o mundo em que vive.

Caminhou com dificuldade até o telefone da casa enquanto arrumava suas roupas soltando leves soluços.

Com os dedos trêmulos discou o número que sabia de cor, iria fazer o que devia ter feito a muito tempo.

- hospital bom dia -a voz da atendente saiu do aparelho em suas mãos.

- gostaria de saber sobre Min Jiwoo, sou filha dela Min Yoona, a muito tempo não temos notícias dela -sua respiração estava pesada, junto com sua ansiedade estava a confusão da moça do outro lado da linha.

- mas senhora Min faleceu a dois meses atrás -o mundo traiçoeiro e injusto da menina parou de girar, ouvia apenas alguns murmúrios da moça mas nada entendia. Sua mãe falecera e até isso ele os escondeu.

Colocou o telefone no gancho ainda tentando raciocinar, uma das únicas razões de se manter viva havia morrido e ela não sabia.

Andou lentamente até seu quanto com os olhos arregalados, caminhou até seu antigo caderno e começou a escrever tudo o que sabia e sentia para o agora único motivo de sua vida.

E assim poderia viver me paz.

-Jiwoo? -Yoongi havia chegado mais cedo, queria ir visitar sua mãe, coisa que a mais nova estava ansiosa para ver.

Caminhou pelos cômodos até chegar na porta fechada do quarto da mais nova, seu coração dois misteriosamente, sua mente estava embaralhada. Assim que entrou viu a cena que jamais poderia esquecer, nunca havia chorado tanto, gritou tão alto que os vizinhos foram saber o que havia acontecido, e também presenciavam a triste cena.

Com uma corda no pescoço amarrada ao ventilador de teto, o corpo da menina estava já sem cor, seus olhos fechados e em sua mão um papel que foi retirado com delicadeza em meio aos soluços e choro sem fim do mais velho.

"Me perdoe por desistir assim, por mais que eu tente ou lute eu sempre perco, hoje descobri a verdade; nossa omma não se encontra mais nesse mundo frio e amargo.

Você e ela foram as únicas razões pelo qual eu tentei me manter viva durante esse tempo.

Não consigo mais viver com esse corpos, me sinto suja e impura, as palavras me machucam e os toques me torturam. Desejei a minha morte tantas vezes, mas apenas agora com a notícia que a mulher que nos criou já não anda junto a nós eu pude me permitir ir em bora.

Em meu corpo carrego as marcas de todo o que sofri, em minha alma carrego a armargura de ter vivido.

E hoje eu me junto com nossa mãe, e irei te proteger junto a ela. Lute por nós.

Lembre-se eu te amo e sempre te amarei.

-Yoona."

Yoongi chorou tanto que já nem sentia mais seu rosto, desejava para que aquilo acabasse, ver as marcas no corpo de sua irmã e ver o quanto ela sofreu nas mãos daquele homem só lhe fazia subir uma raiva.

Iria matar aquele infeliz bem que tivesse que ir ao inferno caça-lo.

A polícia já se encontrava na porta da casa dos Min e o corpo da mais nova já estava dentro do plástico preto para ser levada ao IML.

As acusações de violência, estupro, trabalho infantil entre mais algumas coisas foram levadas ao tribunal, porém ele só foi condenado a três meses de prisão e trabalho voluntário, pelo simples fato de que Yungjae conhecia o juiz é assim conseguiu diminuir sua pena, ocultaram as provas e ele só foi julgado por trabalho infantil. A morte de Yoona foi em vão.

O que so fez a raiva de Yoongi aumentar. O mundo era uma mentira movida a dinheiro, suborno e mulheres.

O moreno queria mudar isso, e iria. Numa das noites que saia escondido do abrigo que ficava, viu a oportunidade de conseguir sua vingança, fazendo pequenos trabalhos, cobrando o dinheiro dos usuários, olhando a movimentação da polícia, era basicamente isso. E de pouco em pouco ao dezoito anos já era bem conhecido no mundo do crime, a oportunidade de matar o homem que destruío por completo sua família.

Já conhecia Jungkook, e com dezesseis anos anos o mais novo era mais violento que o -agora- platinado.

Assim que conseguiu uma brecha, chamou o mais velho combate desculpa de um possível contato, porém a casa de encontro era afastada, longe do alcance da polícia e políticos.

Os dois amigos estavam dentro da casa escura e esquecida esperando como caçadores sua vítima se aproximar.

A porta estava entreaberta, apenas esperando o ranger da madeira indicando uma movimentação.

- Sou eu Yungjae -aquela nome, aquela voz. os punhos do patinado se contraem, a como queria socar aquela face até a última gota de sangue escorrer do corpo do mais velho.

- entre -o mais novo diz se aproximando do homem como uma cobra estreitando sua presa.

- vim aqui por causa do contrato -nada via o homem, o breu da casa o assustava os passos sabeis que ouvia acelerava seu coração.

- eu sei. Só queria que soubesse que você já assinou o contrato -o sopro varia nas costas do homem que se virou rapidamente para trás, mas nada enxergava lá.

- C-como? -agora sim Yungjae estava realmente com medo.

- assinou seu contrato com o próprio diabo assim que decidiu, enganar uma mulher doente, colocar seus filhos em trabalhos pesados e estuprar e provocar o suicídio da mais nova -o corpo do mais velho gelou, enquanto a raiva de Yoongi só aumentava.

- C-como você sabe disso? -os olhos do home tentavam procurar inútilmente alguém em meio a escuridão.

- eu sei de muita coisa Yungjae, coisa de mais que só lhe prejudica, o mundo está mudando e aqueles que você se encontre por trás dos panos estão perdendo o poder que lhe protege -por mais novo que seja a voz do moreno era ameaçadora, assassinatos, torturas, ameças era o que o menor fazia, e fazia melhor como ninguém.

- Q-quem é você? -uma risada sádica se faz presente no ambiente. Uma risada de um verdadeiro psicopata.

- sou o próprio diabo.

Uma pequena luz se acende rapidamente dando a visão da máscara de coelho, nas mãos de Bunny estava um taco. Essa foi a última visão que teve antes de ser golpeado com o material de ferro.

Assim que acordou estava amarrado em uma cadeira, e viu dois garotos a sua frente, ambos com máscaras, uma de um panda, é a outra de um coelho.

- me soltem! -ordena o homem tentando se soltar das cordas que prendia seu lado pulsos e tornozelos.

- não tão cedo -o coelho anda em sua direção carregando uma pequena faca em suas mãos.

- não até você perder a voz de tanto gritar o meu nome -pela primeira vez o panda abriu a boca, o homem podia até estar em choque mas nunca esqueceria aquela voz.

- Y-yoongi? Me solta! -agora foi a vez do branquelo rir sadicamente.

- não antes de fazer você pagar por tudo o que minha família sofreu -o pequeno objeto foi entregue nas mãos do panda que analisava seu reflexo na lâmina, enquanto ouvia o desespero do mais velho.

Os gritos de dor eram notados por todos em volta daquela casa, todos sabiam quem estava lá dentro e sabia que o homem castigado havia feito. O poder dos garotos cresciam a partir dali, do medo, mas também do sentimento de justiça.

A sangue do homem já sem forças estava esparramado por todo o chão, as mãos dos garotos cheias de sangue, e o odor metálico se alastrava por toda a casa.

Os vários cortes pelo corpo de Yungjae eram vistos como uma obra, ele serviria de exemplo, se a justiça não é injusta, então eles pagariam de outra maneira.

A foto do corpo do homem foi revelada diversas vezes e enviada para todos os homens que contaminavam a cidade, políticos e policiais desonestos, além das imagens espalhadas pela cidade.

"A dois anos atrás uma família foi vítima desse homem, uma mãe doente foi enganada e seus filhos sofreram nas mãos desse ser imoral. A filha mais nova fora violentada e desistiu de viver nesse mundo injusto, a morte da mulher foi ocultada de seus próprios filhos e quando tudo foi a julgamento. Nenhuma justiça foi feita, por causa de homens desonestos que os protegeu.

Hoje a justiça foi feita.

~Bunny "

- Yoongi hyung, está tudo bem? -Taehyung chamava o mais velho que apenas sorriu fraco e assentiu.

- apenas relembrando o passado.


Por mais que doa, o passado nós torna o que somos hoje. Ele nos dá forças para conquistarmos novos sonhos, nós espelhando no que já vivemos.

Sempre irá machucar, e as piores feridas não são as que cobrem a nossa pele, e depois de um tempo ela cicatriza; e sim aquela que está em nossa alma e por mais que tentamos ela nunca se fecha.




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