História Angels: Ato I - O Despertar. - Capítulo 2


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Categorias Originais
Visualizações 12
Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yooo pessoal ^-^ Espero que gostem do Capítulo de hoje, perdoem os erros e obrigado pela sua presença.

Capítulo 2 - Raios de Sol


Fanfic / Fanfiction Angels: Ato I - O Despertar. - Capítulo 2 - Raios de Sol

   Já era manhã, e o resplandecente brilho do sol já iluminava a pequena cidade de Pipper Falls, (Canadá). – Uma cidade comum, com lindas casas ao longo de suas ruas, pequenos comércios e muitas árvores que enfeitavam as calçadas com suas lindas folhas douradas, devido ao outono. –

Hunter estava sentado sobre um dos degraus que levavam a sua varanda. Fitando o áspero asfalto da rua a sua frente; Sentido o doce calor da manhã sobre seu rosto. - O mesmo utilizava uma calça jeans escura, um tênis de cabo longo marrom, e uma camisa avermelhada e quadriculada de botões, aberta com uma blusa branca por baixo.-

-- Bom dia maninho!! – Exclamou Bia. Saindo pela porta; Vestida com uma bermuda e uma blusa simples. – O que esta fazendo aqui? –

-- Pondo os pensamentos no lugar. – O rapaz olhou para o céu. – Gosto da sensação que o sol da manhã dá, é tão relaxante. –

-- Vindo de alguém que passa maior parte do tempo jogando, e no computador. – Deu uma breve risada – Isso é estranho. –

-- Muito engraçada você. – Falou Hunter em um tom irônico. – Não é só porque eu gosto dessas coisas que eu sou um bicho das trevas. Eu também gosto de coisas ao ar livre, principalmente as relaxantes. –

Beatriz deu de ombros, e se sentou a lado de seu irmão.

-- Se você tá dizendo. –

Uma leve brisa soprou, balançando suavemente as árvores da rua. O agridoce aroma da grama recém-regada pelo orvalho da manhã pairava pelo ar, trazendo uma sensação refrescante ao ambiente.

Alguns carros passaram pela rua.

-- Maninho, sobre ontem à tarde. – Falou Bia meio receosa. – Por que aquele homem te deixou daquele jeito? –

Nada disse por um tempo..

-- Porque ele estava no sonho. Com aquele mesmo moletom preto e capuz. – Disse em um tom baixo com a voz tremula. – Ele estava ao lado de nossa mãe, e dizia que eu havia matado ela. –

-- Nossa. Mas poderia ser só coincidência, talvez fosse apenas uma pessoa comum com o mesmo casaco –

-- Poderia. Mas sei lá, a sensação que eu senti quando eu o vi, era como se algo me dissesse que aquele homem não era boa coisa. – Olhou para sua irmã. – Você o viu Bia, mas você se lembra do rosto do homem? –

-- Não –

-- Exatamente. Era como se ele não tivesse rosto, ele estava de frete para nós, mas mesmo assim a gente não se lembra de nenhum traço do rosto dele – Olhou para a rua novamente. – E o jeito que desapareceu. Aquilo não tem explicação, não existia beco, nem nada ali, e o ônibus nem demorou a passar, seria impossível alguém normal sumir daquele jeito. –

-- Você tem razão, aquilo foi estranho mesmo. – Olhou para Hunter com uma expressão assustada. – Mas se fosse mesmo a coisa do seu sonho, o que ela iria querer com a gente. Não fizemos nada –

-- Eu não sei Bia. Mas precisamos tomar cuidado –

A garota assentiu.

-- Não deveríamos contar para a Mamãe maninho? –

-- Ainda não. Se contarmos agora ela irá achar que estamos imaginando isso tudo. E talvez até estejamos mesmo – Olhou para sua irmã novamente. – Por isso devemos esperar, e caso algo estranho aconteça novamente, ai sim contamos pra Mãe –

-- Ok –

-- Bom, chega dessa historia por um tempo –

A garota olhou para a casa a frente. Se deparando com uma linda jovem de pele clara, cabelos curtos e levemente roxos. – A mesma utilizava uma blusa preta e simples, com uma bermuda jeans escura com leves cortes na direção da coxa, uma gargantilha com detalhes trançados e um colar com uma cruz --

A mesma saía de sua casa, caminhava lentamente até seu pequeno jardim, colhendo uma linda flor branca e cheirando a mesma próxima ao seu nariz. As pequenas gotas do orvalho refletiam o brilho do sol, dando um toque especial àquela cena.

-- Olha maninho, é a Elizabeth – Falou Bia. Seguido por uma pequena risada. – Vai lá falar com o seu amor –

-- Não enche Bia – Murmurou o rapaz olhando para o chão.

-- Vai logo seu bobo. Aproveita que ela tá solteira –

-- Vai à merda Bia!! Eu já disse que não --

-- Assim você magoa a sua irmãzinha – Fala sarcástica começando a rir, fitando as expressões de seu irmão bravo.

-- Oi, bom dia pessoal – Exclama uma doce voz, em um tom suave.

Era Elizabeth que havia se aproximado sem que ninguém percebesse. O coração de Hunter gelou após ouvir a voz da garota, à fitando na mesma hora e paralisando por alguns segundos. Encantado com à mesma, que permanecia parada a sua frente com um meigo sorriso.

-- Bo..Bom dia — Falou o rapaz gaguejando um pouco.

--Bom dia Eliza – Exclamou Bia alegremente. – Desculpe meu irmãozinho, ele fica com vergonha perto de você –

Hunter sente seu rosto esquentar um pouco. Metralhando sua irmã com um olhar ameaçador.

-- E porque isso? – Sorriu a mais velha. Olhando para os irmãos um pouco confusa.

-- É que o Hunter ... –

-- É que eu te acho muito bonita – Respondeu o rapaz rapidamente. Cortando a frase de sua irmã pela metade.

-- Que fofo – Sorriu. – Obrigada Hunter.

A mesma olhou para a flor em sua mão.

-- Nossa eu já tinha esquecido. Preciso compra um regador novo pras minhas flores – Soltou a flor, que caiu com delicadeza até tocar o solo. – Eu já vou indo pessoal, a gente se encontra por ai. Tchau. – Saiu caminhando.

“- Tchau!! – Os irmãos falaram em conjunto.

O rapaz se levantou do degrau e bateu a poeira de sua calça com as mãos, subindo para varanda.

-- Você me paga Beatriz –

A garota revirou os olhos -- Por que maninho? Eu só estava tentando te ajudar. – Conteve um sorriso.

O garoto bufou e entrou em sua casa sem dizer mais nada. Subiu as escadas e foi para seu quarto batendo os pés.

“ O que deu nessa garota pra sair falando as coisas assim, que droga.” – Pensou, se jogando na cama e olhando para o teto em seguida.

-- Aff – Bufou. Se virando para o lado e se deparando com seu computador ligado.

-- Será que ... – Levantou de sua cama e sentou na cadeira, se ajeitando na mesma e abrindo o navegador de seu computador.

‘O que procura?’ Apareceu exibido na barra de pesquisa. O rapaz começa a digitar rapidamente.

‘ Aparições de seres em sonhos e na vida real’ – Vários resultados foram exibidos.

[Aparições de fantasmas em sonhos] – [Manifestações demoníacas através de sonhos] – [Saiba se você foi abduzido por alienígenas] – [ Droga dos sonhos, saiba mais.] –

O rapaz tamborilava seus dedos sobre a escrivaninha.

-- Eu devo estar ficando doido de vez – Suspirou. – Droga dos sonhos? Mas que merda é essa. – Fechou o notebook.

-- Vou deitar um pouco – Se jogou na cama novamente e fechou seus olhos.

* * * * *

-- Tic tac, tic tac, o tempo está passando —Uma voz calma, porém sombria soou no quarto.

-- O que? – O rapaz se levantou rapidamente da cama, olhando ao redor. Se deparando com uma densa luz avermelhada que escapava pela janela para dentro do seu quarto.

O mesmo se levanta de sua cama, meio tonto e desajeitado, caminhando até a janela. Se deparando com uma cena um tanto que peculiar e assustadora; Um céu totalmente avermelhado como sangue, as pessoas caminhavam pelas ruas desfiguradas, seus rostos estavam borrados, como uma pintura manchada, as casas estavam destruídas e abandonadas e as árvores totalmente mortas.

-- Parece que você chegou atrasado – Uma voz ecoou de trás do rapaz, o fazendo se virar. – Não pode salvar o seu mundo, como não salvou sua mãe. –

O rapaz se depara com o homem encapuzado novamente, mais sombrio do que nunca. Parado a sua frente sem um rosto reconhecível.

-- O que você quer comigo? O que quer com a minha família?—

-- Você sabe o que eu quero, a pergunta é o que eu sou capaz de fazer para alcançar isso, e bom, eu sou capaz de tudo. –

* * * * *

“Ahhhhhhhh !!!” Um grito agudo e desesperado ecoou pela casa. Acordando o garoto que levanta de sua cama em um pulo. Meio confuso e assustado o mesmo olha para seu o relógio rapidamente. Eram 15:11h

“15:11h?” ....... – Eu já vi isso antes. --


Notas Finais


Obrigado a todos que leram ^-^ Até a próxima.


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