História ANIMALS - A Newtmas Fanfic - Capítulo 40


Escrita por: ~ e ~DearTommy

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Teen Wolf, The Maze Runner, Thomas Sangster, Tyler Hoechlin, Tyler Posey
Personagens Alby, Allison Argent, Ava Paige, Ben, Brenda, Caçarola (Frypan), Chris Argent, Derek Hale, Isaac Lahey, Liam Dunbar, Lydia Martin, Minho, Newt, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Sonya, Theo Raeken, Thomas
Tags Casa Branca, Dylan O'brien, Ki Hong Lee, Lacrosse, Maze Runner, Minho, Newt, Newtmas, Otp, Rosa Salazar, Scott Mccall, Serial Killer, Ship, Stydia, Suicide Squad, Teen Wolf, Thomas Sangster, Tommy, Washington
Exibições 142
Palavras 1.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Animals,

O que será que Thomas quer?
Vamos descobrir?

>> recadinho nas notas finais.

Capítulo 40 - XXXIX - What Thomas wants?


Fanfic / Fanfiction ANIMALS - A Newtmas Fanfic - Capítulo 40 - XXXIX - What Thomas wants?

 

Point of View of Thomas O’Brien

 

A direita, direita, não esquerda.

Argh!

Viro o pescoço freneticamente, para um lado e em seguida para o outro, procuro pelo ser humano que ousa estar me seguindo, mas não encontro ninguém, vagueio pelo extenso corredor polido da Casa Branca. A sensação de estar sendo vigiado jamais deixa o meu peito, é agoniante, sufocante como o inferno.

A sua direita!

Giro o pescoço e encontro meu reflexo no enorme espelho emoldurado, minha reação automática é socar a porra do objeto, mas seguro meus próprios punhos, tranquilamente na lateral do meu corpo.

Quanta paranoia, O’brien!

Observo ao longe Newt deixar a sala oval, ele me lança um olhar cúmplice. Ele está uma delicinha hoje, com uma skinny escura e uma blusa branca de maga comprida, um colírio para meus olhos a essa hora da manhã. Mas espera... Não está indo para a escola hoje?

O que andou aprontando, hein Blondie? O loirinho está uma verdadeira delícia, sua franja está uma bagunça completamente desorganizada, um fio pende sobre sua testa como a franja do Superman. Rio da cena inusitada, o imaginando vestindo uma cueca vermelha por sobre as calças.

- O Senhor me chamou? – Minha batida ressoa na porta da grande sala.

Janson está de costas, e então gira a cadeira finalmente me fitando, deposita os óculos sobre a mesa e faz um gesto para que eu me sente.

- Sim, O’brien. Precisamos rever certos relatórios e pedidos em meu nome para algumas organizações.

- Ah... – Afirmo ciente de que essa reunião se prolongará até o entardecer, acerto o corpo na cadeira executiva, erguendo a mão, pronto para receber a primeira pilha de documentos.

- Você acha que Newt está seguro agora? – Indaga Janson após alguns minutos de silêncio no cômodo.

Lembro-me só quão bem ele está. Se tem uma coisa a qual Newt está, essa coisa é bem. Pelo menos é o que me parece. E se ele não estiver, farei ficar bem, não há nada que não esteja a meu alcance para fazer esse garoto ficar bem.

- Creio que sim, Senhor. Houve alguma coisa? – Indago encenando uma preocupação aparente.

Janson dá de ombros fitando um contrato em mãos.

- Creio que não. Mas eu estava pensando aqui... – Reflete ele em voz alta.

Ouço tudo atentamente, qualquer assunto que não seja uma pilha escrota e inútil de papeis me interessa.

- Não vejo Newton com uma namoradinha, sabe?

Seguro a risada que se forma em meu peito, ela está prestes a explodir, contudo, tudo o que esboço é um sorriso simpático.

- Talvez ele tenha, e não queira apresentar. – Arrisco.

Ah, Senhor Presidente, se tem uma coisa a qual Newt NUNCA terá é uma namoradinha. Não enquanto eu estiver vivo. E ninguém lhe contou a grande novidade do ano não? O filho do Presidente dos Estados Unidos é gay. Isso mesmo, ele curte rola, curte levar surra de pau naquela bundinha rosada. Ah, sem contar que seu filho adora chupar meu pau, feito uma cadelinha no cio. Como ele chupa bem! Baba feito uma vadiazinha, sempre sedento pela minha porra. Uau! Aquela boquinha rosada é o meu segundo lugar favorito. E aquela língua, hein? Aquela língua quente, molhada e gostosa babando e lambuzando meu pau enquanto geme meu nome, como uma verdadeira bênção em seus lábios...

A réplica perfeita a menção de Janson flutua em minha mente,  qual seria a reação do homem a minha frente? Seria algo que não teria preço. Disso estou certo, mas eu sei que isso vai contra as minhas próprias regras. Queria eu abrir a boca e jogar tudo isso na cabeça do pobre homem a minha frente.

- Talvez... – Ele suspira.

Estreito os olhos, hesitante, com uma penca de papéis em mãos. Aonde Janson quer chegar com esse papinho todo?

- Eu percebi toda a aproximação de vocês dois, O’brien! – Ele me fita sério.

Fodeu?!

Mordo o lábio, reprimindo uma risada doentia.

- Senhor... – Começo e sei que minha face tomou uma expressão engraçada.

A ideia de Janson estar a par do meu relacionamento com Newt é uma adrenalina e tanto, mas não é bem isso que acontece.

-... Eu acho que você pode ajudar meu filho com as mulheres. Você é novo, mas é certo de que tenha mais experiências com jovens. – Janson termina sua frase, me pegando de surpresa com a maneira tão estúpida que lida com as coisas.

Francamente. Você é o presidente dos Estados Unidos. Quando finalmente penso descobrir o que rola debaixo do seu nariz vinte e quatro horas, me vem com essa?

Solto uma risada baixa e abafada. Não consigo me conter. Ah, porra!

- Isso foi um sim? – Janson ainda me encara, em expectativa.

- Claro! Eu ajudarei o Senhor Sangster se assim for preciso.  Sorrio, reprimindo mais uma onda de risadas.

Ah, caralho! Preciso de um banheiro urgentemente e dessa vez não é para bater uma e sim para liberar toda a maldita risada reunida em meu peito.

*****

Caminho acompanhado do loirinho no enorme jardim da Casa Branca. Vários seguranças estão apostos cercando todo o local, observo ao longe um Volvo adentrar a Casa pela entrada dos funcionários, chuto algumas pedrinhas a minha frente, andando despreocupado, com as mãos nos bolsos da calça social, estou sem a gravata e o paletó, as mangas da minha camisa social estão arregaçadas, o vento fresco do final da tarde rebate contra meu rosto, me proporcionando uma tranquilidade desacerbada, mas eu sei que tem algo me perseguindo, algo está errado, não está nada balanceado. Para um bom libriano que sou, coisas balanceadas são essenciais, nada pode fugir dos padrões, nada pode pesar um pouco mais. E essa sensação esmagadora e constante de uma conspiração interna contra mim... Puta que pariu!
Newt está pianinho ao meu lado, ainda não entende o motivo do passeio. Após desmanchar-me de rir em sua frente, o catei pelo corredor que cruzava no mesmo instante que eu, ele está perdido e confuso, não faz ideia do que essa pequena reuniãozinha Newtmas reserva. E então finalmente abro a boca, proferindo uma série de palavras.

-Veja bem... Pra você conquistar uma moça... Deverá ser galanteador, mas não muito porque senão...

Newt me interrompe, com uma careta esquisita e engraçada.

- Que diabos está falando, Thomas?

- Ué. Soube que está tendo problemas para se relacionar com o sexo oposto, então eu, Hitch, oconselheiro amoroso oficial da Casa Branca estarei aqui para resolver todos os problemas.

A testa de Newt franze cada vez mais, como se tomasse vida própria.

- Meu pai mandou você falar comigo, é?

- Isso mesmo. Agora... Vamos lá... – cruzo as mãos atrás do corpo, caminhando tranquilamente, um passo de cada vez, iço o rosto fitando as nuvens densas no céu. Sinto-me como Sigmund Freud.

Sinto a risada abafada de Newt ao meu lado. Ambos sabemos que Janson está a alguns metros de distância, na janela de um de seus gabinetes observando o passeio.

- Afinal, Newton, o que querem as mulheres? – Deslizo a palma de uma das minhas mãos no ar, com um tom sério e profissional na voz.

- Deixe-me ver, O’brien. – Newt está pensativo. – Querem sexo.

- Errado! – Nego com a cabeça, o repreendendo. – Querem que vocês as queiram, mas não muito, pois se muito, nada terás.

Newt concorda em um movimento rápido de cabeça.

- E ah, querem sexo também, mas pra chegar lá... Você precisa ser o cara certo.

Agora caminhamos pela parte quase vazia do gigantesco jardim, hoje não está permitido a entrada dos turistas, e não estará por um bom tempo, desde o sequestro de Newt. Circulamos pela parte onde estão centralizadas as tulipas vermelhas e a horta da primeira dama, Ava Sangster.  É tanto verde que Bob Marley provavelmente formaria uma pensão nesse lugar mesmo, se ainda fosse vivo.

- O que preciso para ser o cara certo? – Indaga Newt, curioso.

- Você precisa ser galanteador, misterioso, mas não muito, pois ela pode pensar que você é um assassino em série disfarçado... – Faço uma pausa quando o peitoral de Newt sobe e desce com uma risadinha incontrolada. – Isso não é nada bom. Nada bom!

- E o que quer Thomas O’brien?

Estamos mesmo nos divertindo as custas de Janson. O velho assiste tudo, com um sorriso orgulhoso em seus lábios. Finalmente, seu filhinho querido está recebendo dicas de como conquistar uma garotinha. O sol ainda se faz presente em certas partes, nos proporcionando um pouco da sua calidez.

- Thomas O’brien quer apenas uma coisa. – Sorrio, agora olhando para o loirinho que me seca com seus olhos ávidos por informações.

- E o que seria?

Posso sentir os olhos de Janson grudados na cena, minhas mãos estão estrategicamente posicionadas atrás do corpo, os pulsos cruzados, presos por uma algema invisível.

- Te foder até que não possa andar mais. E depois foderei mais e mais. Cada vez mais, até que mesmo em uma cadeira de rodas. Agora faça o favor de sorrir, compreensível, como se eu estivesse acabado de lhe dar uma dica importantíssima sobre as garotas.

Newt sorri, mas eu sei que sorri para minha audácia sobre como desejo fodê-lo horrores. E realmente desejo. Agora mesmo meu pau pulsa em minha calça, sinto a imensa vontade de arrastá-lo pelo cabelo e fodê-lo entre as arvores.

- Quero foder você aqui! – Sorrio, tranquilamente.

- Quero dar pra você aqui! – Sussurra ele, cruzando os braços.

- Aposto que seu pau está meladinho na cueca agora mesmo! – O provoco, com fogo nos olhos.

Newt umedece os lábios e morde o inferior. Como em um reflexo, mordo a parte interna da bochecha remoendo todos os meus pensamentos impuros no exato momento.

Inspiro.

Expiro.

Sorrio calmamente.

- Tommy... – Entreabre os lábios, permitindo a passagem de uma respiração descompassada.

- O que foi? Está incomodado com seu papai assistindo tudo? – Inclino a cabeça para o lado.

Quem observa a cena de longe, imagina um homem mais velho e experiente, apenas conversando com um jovem rapaz sobre a vida sexual, sobre como se precaver e até mesmo sobre como o mundo não é colorido. Mas ele não é mesmo, ele é preto e branco. Thomas e Newt. O mundo é nosso!

- Estou incomodado por não poder dar pra você agora, isso sim! – Newt geme frustrado.

O repreendo com um olhar fuzilante.

- Gema assim mais uma vez e mais tarde acertaremos as contas.

Newt coça a testa, com movimentos suaves e infantis, sei que isso não é encenação, é apenas ele sendo ele.

- Mais tarde?

Afirmo com a cabeça, em um movimento seguro.

- Sim. Espero você mais tarde em meu apartamento.

- Como eu sairei daqui? Eu...

O interrompo com um sorriso doce nos lábios.

- Foda-se! Dê seu jeito!


Notas Finais


A partir de hoje somente eu, LadyNewt, farei as postagens de Animals aqui no site. Peço a compreensão de vocês para possíveis atrasos nas atualizações, pois estou no aguardo de alguns capítulos da DearTommy.

BejinXX


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