História Animals Instincts - Season 2 - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Kurt Hummel, Personagens Originais
Tags Animal, Glee, Instincts, Klaine
Exibições 34
Palavras 1.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Postando aqui rapidinho!

Boa leitura! ❤

Capítulo 11 - Desequilíbrio.


- O que?!

- Ah não se faça de desentendido, Kurt, não agora.

- Você está enlouquecendo, Blaine?!

- Responda a porra da pergunta e pare de tentar tirar o foco de você! Está me traindo ou não?!

- Não! Eu passei o dia todo na merda daquele hospital, tentando esquecer de toda aquela coisa que aconteceu com a gente e Adam, por isso resolvi sair para beber um pouco já que aqui em casa não tinha bebida, chego em casa querendo paz, você me oferece uma massagem todo estranho como se porra nenhuma tivesse acontecido, a gente acaba de transar e vem você ainda me acusar de traição?! Por favor, Blaine! Desde aquele dia que eu o vi matar Adam a sangue frio, na minha frente, você anda estranho, sombrio, nem parece a mesma pessoa.

- Você amoleceu, Kurt. Antes você via prazer nesse tipo de violência, tanto que foi graças a isso que nos conhecemos e casamos. Agora você, logo você, me chamar de estranho e sombrio?! Você sentia prazer em ver as pessoas sofrerem, implorar para parar porque sentiam algo tão pior quanto a dor. O desespero intenso. - Blaine se levantou da cama e foi caminhando lentamente até Kurt que continuou firme no lugar o encarando - Então não venha me dar lição de moral, okay? Você é tão sujo quanto eu! Se não sabe, tortura também é crime.

- Então é assim? O que você quer? Que demos as mãos e saia pulando de alegria até a delegacia mais próxima? Eu estou estou estressado, Blaine, porque eu não quero denunciar o meu próprio marido só porque eu o amo. E hoje de manhã você pareceu que queria me matar e agora também. Eu ainda te amo, mas estou com medo de você.

- D-desculpa, Kurt... - Blaine disse com a voz embargada - Eu… eu…

- Eu vou embora.

- O que?! Você não pode ir, não tem motivo para ir! Eu não quero me separar de você outra vez, por favor Kurt, não faça isso.

- É preciso, B… Antes que aconteça alguma coisa ruim entre nós. - Kurt chegou perto de Blaine e segurou seu rosto secando seus lágrimas com o polegar - Me promete que não vai fazer nenhuma besteira enquanto eu estiver fora.

- Prometo…

- Obrigado. Um dia eu volto, tudo bem? Mas agora precisamos desse tempo afastados.

- O seu vício vai voltar?

- Não, nunca mais farei aquilo porque eu te amo.

- Eu também te amo.

Os dois se beijaram e Kurt foi arrumar suas coisas em algumas malas e foi embora dando uma última olhada em Blaine.

[…]

Kurt se hospedou em um hotel que havia perto do hospital e assim que fechou a porta do seu quarto, deixou sua malas escorregarem pelas suas mãos, assim como seu corpo caiu no chão.

Nesses últimos dias, ele até chegou a desejar nunca ter conhecido Blaine porque agora tinha alguém que ele realmente o amava, mas ele se sentia culpado pelo moreno ter se tornado o que era hoje. Um assassino que praticamente se livrava de qualquer um que ele julgasse uma ameaça para o casamento deles.
O castanho abriu uma de suas malas e pegou um comprimido que o faria dormir mais rápido, que era o que ele precisava agora. Desligar.

O resto da semana foi horrível para Kurt, tudo parecia estar dando errado. Ele chegava praticamente todos os dias atrasado ao hospital, os pacientes estavam reclamando do seu atendimento, pela sua falta de atenção.
Até o dia em que ele decidiu que aquilo precisava melhorar. Já que sua vida pessoal estava arruinada, ele não queria estragar também a profissional.

[…]

Blaine não conseguia ficar em casa esperando notícias de Kurt, ele precisava descobrir sozinho já que Kyra e Jane não o diziam absolutamente nada, talvez a pedido do próprio castanho.
Por isso, o moreno ia todos os dias até o estacionamento do hospital, via Kurt chegar e ir embora. 
Avaliava sua aparência e ficava estranhamente feliz por vê-lo abatido nos primeiros dias, pois na sua cabeça aquilo significava que o médico realmente estava sentindo sua falta e não havia arranjado outro. Porém, na semana seguinte ou mais, Kurt começou a chegar com uma expressão neutra e séria no rosto e bem arrumado, diferente dos outros dias em que ele nem ao menos parecia arrumar seus cabelos e aquilo deixou Blaine desconfiado.

Em um desses dias, o Anderson viu o Hummel sair do hospital com o celular na orelha falando com alguém. Ele sorria e ria conversando com a pessoa do outro lado da linha. 
Quando a ligação terminou, Kurt tornou a entrar no hospital e depois de alguns breves minutos, Blaine pôs um disfarce e entrou sem ser percebido no hospital e ficou escondido atrás de um jornal sentado na recepção.

No final da tarde, Blaine acordou sobressaltado com a voz de Kurt falando com alguém. O moreno pegou rapidamente a revista e conseguiu espiar o castanho sorrindo para um homem que aparentava ser da mesma idade que ele e depois o mesmo ir embora.
Aquilo deixou Blaine possesso, ele largou a revista de lado chamando um pouco de atenção e saiu a passos duros de dentro do hospital. Ele ia seguir o tal homem, mas teve outra ideia melhor.

[…]

- Tchau meninas, até amanhã! E mais uma vez, parabéns Jane!

- Eu adorei a surpresa! Eu nem desconfiei da Kyra indo comprar o bolo!

- Eu até liguei para Kurt para perguntar qual o sabor do bolo! Você é fácil de fazer surpresa, não desconfia de nada!

- Isso é verdade! - Jane riu junto com os outros - Boa noite, Kurt, obrigada pela surpresa! Até amanhã!

- Até amanhã, Kurtie!

Kurt mandou um beijo no ar para elas e saiu um pouco sorridente do hospital, pelo menos algo de feliz no meio de tanta confusão que estava sua vida.

Distraído, nem viu de onde veio o pano com um cheiro forte que agora estava em seu nariz. Só se deu conta do que estava acontecendo quando já estava perdendo seus sentidos, assim desmaiando.

Algum tempo depois, que Kurt realmente não sabia quanto, ele acordou completamente tonto como se tivesse bebido durante toda a noite e estivesse de ressaca. Tentou levar as suas mãos a cabeça, mas algo estava o impedindo. Eram algemas, uma para cada braço presas nas pernas da mesa segurando seus pulsos. 
Nesse instante, Kurt entrou em desespero tentando desesperadamente se livrar daquilo.

- Fique calmo, amor…

- BLAINE?! O que é isso?!

- Uma mesa de jantar, seu bobo… - Blaine sorriu pousando a tigela de salada na mesa e se sentando em seguida ao lado do castanho - Hoje nós vamos jantar juntos, estava com saudades.

Blaine foi tentar dar um selinho em Kurt, mas o mesmo desviou.

- Me solta, Blaine! Fora enlouqueceu, olha o que está fazendo! Você me algemou! Você me sequestrou!

- Apenas busquei meu marido no trabalho dele como fazia antes… E essas algemas são para mais tarde.

Blaine deu um sorriso malicioso e beijou a bochecha de Kurt que tremia com a tranquilidade na voz do moreno agindo como se nada tivesse acontecido e ele estivesse ali por vontade própria.

- Não vai ter mais tarde, Blaine. Me deixa ir embora, eu não quero fazer nada com você nesse estado.

- AGORA EU FIQUEI DOENTE, LOUCO! PORQUE NÃO ME INTERNA LOGO, DOUTOR KURT HUMMEL?! - Blaine bateu na mesa e se levantou dando meia volta e segurando os ombros do castanho de forma agressiva - Eu vou perguntar mais uma vez. Você está me traindo?

- Claro que não, Blaine! Você já está vendo coisa onde não tem!

- EU TE VI NO HOSPITAL HOJE COM AQUELE GAROTO! É SUA PRÓXIMA VÍTIMA?! - Blaine pegou a faca sobre a mesa e colocou abaixo do queixo de Kurt que começou a soar frio e chorar - Sabe Kurt, eu te amo muito, mas tanto a ponto de não querer te dividir com ninguém. Eu achei que já tinha te demonstrado isso, mas acho que não entendeu muito bem o recado, mas tudo bem. O plano é o seguinte: Se eu não posso te ter…

…Ninguém mais terá.


Notas Finais


Não me matem, heein?!
Beijos e até o próximo! ❤


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