História Animals Instincts - Season 2 - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Kurt Hummel, Personagens Originais
Tags Animal, Glee, Instincts, Klaine
Exibições 47
Palavras 3.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então, apareci!

Quase matei vocês do coração? Sim.
Recebi várias ameaças de morte? Sim.
Quis correr do Brasil? Sim.

Mas voltei com mais um capítulo de tão desesperados que vocês ficaram, atropelando a próxima atualização que seria Bring Me To Life. Kkkkkk'

E um aviso para alguém que pode não curtir, o final pode ser "pulado". ;)

Boa leitura! =]

Capítulo 12 - Me obedeça.


- Se eu não posso te ter… Ninguém mais terá.

Blaine chegou a pressionar um pouco a faca contra o pescoço de Kurt. O suficiente para fazer um pequeno corte, quase insignificante, mas o moreno parou quando viu o castanho soluçar.

- B, o que você tem? Sou eu, Kurt… Porque você está fazendo isso comigo?

- Você está chorando? - Blaine parecia surpreso e então tirou a faca do pescoço do marido - Não era pra você estar chorando tanto…

- Me perdoa por te deixar assim, Blaine… Isso tudo é minha culpa, não há um dia da minha vida que eu não me odeie por ter corrompido você. Se não tivesse me conhecido com aquele meu maldito vício, talvez você não fosse assim hoje em dia. - Kurt soluçou - Porque a gente não se conheceu no hospital? Assim você nunca saberia daquele meu lado…

Blaine, sem dizer nada, tirou do bolso uma pequena chave e abriu as duas algemas de Kurt que ficou confuso pelo silêncio do moreno.

- Talvez você não queira, mas me perdoa por tudo isso, Kurt. Eu realmente pareço doente, a ideia de te perder para outra pessoa me atormenta e tudo o que eu estou fazendo, só te afasta ainda mais de mim… Eu… Eu vou procurar ajuda ou vou me entregar para polícia mesmo. Comigo preso, posso te dar paz e você poderá seguir sua vida sozinho ou com outra pessoa. Pode ir embora.

- Blaine, eu não quero outra pessoa ou ficar sozinho. Eu apenas quero você, quero o meu Blaine de volta. Aquele que entrou de surpresa no meu carro para me chamar para jantar. Que me tatuou e me deixou um bilhete. Até aquele que tentou me agarrar uma vez em meu próprio consultório… - Kurt deu um meio sorriso segurando as mãos de Blaine nas suas fazendo o moreno chorar - Eu já disse e vou repetir até morrer. Eu te amo e sempre te amarei, eu não quero sair do seu lado nunca.

- Mas eu estou quase fora de controle, Kurt. Já tentei contra sua vida várias vezes! Olhe o seu pescoço, porque você não vai embora?

Blaine começou um choro desesperado e Kurt o puxou para se sentar em seu colo como se fosse uma criança que tinha acabado de acordar de um pesadelo. O castanho afagava os cachos do moreno que chorava em seu ombro.

- Eu não vou embora e nem vou deixar você ir a lugar nenhum, vamos para cama e dormir. Amanhã será outro dia.

- Mesmo depois de tudo isso, você ainda confia em dormir ao lado de alguém como eu…

- Vamos apenas esquecer isso. Vem, deite-se, me deixe te abraçar.

Os dois se deitaram na cama com Kurt abraçando Blaine por trás como se tivesse o protegendo. 
O cardiologista demorou para adormecer já que sua mente estava a mil pensando em tudo que havia acabado de acontecer. Talvez Blaine tivesse razão, ele estava quase fora de controle, precisava de ajuda.

[…]

No dia seguinte, Blaine acordou primeiro e cuidadosamente foi até a cozinha preparar o café da manhã para ele e Kurt que ainda dormia serenamente.

Ele terminou o preparo de tudo e levou a bandeja até a cama e acordou Kurt com alguns beijos sutis.

- Bom dia, B… - Kurt disse se espreguiçando.

- Bom dia, amor… Trouxe café para nós dois.

- Parece delicioso, meu amor, obrigado.

Depois de um certo tempo de silêncio com apenas os dois comendo, Kurt começou a falar.

- Eu preciso ir trabalhar, quer ir comigo? Podemos almoçar juntos…

- Não precisa, eu vou ficar bem.

- B, me promete não fazer nenhuma besteira enquanto eu estiver no hospital?

- Prometo, eu só irei arrumar a casa, nada além. Eu posso… Te buscar mais tarde?

- Eu vou adorar.

- Tudo bem… - Kurt sorriu e foi saindo do quarto quando Blaine o chamou ainda sentado na cama - Kurt…

- Sim?

- Obrigado por confiar em mim mais uma vez. Mesmo depois de ontem.

Kurt voltou e ficou de joelhos na frente de Blaine que estava com seus olhos marejados, e segurou seu rosto delicadamente fazendo o moreno fechar os olhos com o toque.

- Quando amamos alguém do jeito que eu te amo, sempre damos uma segunda, terceira, quarta, quinta chance! Fique bem aqui que mais tarde eu farei o nosso jantar, okay? Te espero lá.

Kurt deu um beijo em Blaine longo e apaixonado finalizando com um selinho acompanhado de um sorriso e finalmente saiu.

[...]

Estava no meio da tarde, Blaine havia terminado de arrumar a casa e por isso estava descansando no sofá passando os canais esperando dar a hora de ir buscar Kurt no hospital.

Ele se lembrou do que quase fez noite passada e começou a chorar sendo corroído pela raiva de si mesmo e imaginando a culpa que sentiria se tivesse ido até o fim. Todo aquele ciúme e insegurança que ele estava sentindo era realmente sem sentido, afinal, se Kurt não o amasse de verdade já teria o denunciado para polícia ou para um manicômio na primeira oportunidade, não ficaria ao lado dele continuando a correr risco de vida caso Blaine perdesse o controle outra vez.

Blaine estava imerso em seus pensamentos quando o barulho da campainha o assustou. Quem poderia ser aquela hora? Ele não estava esperando ninguém.

O moreno foi até a porta e antes que pudesse abrir, ele verificou pelo olho mágico quem era, não queria que outro ex namorado seu pulasse em seu pescoço do nada o agarrando que nem Gabriel fez. 
Quando finalmente viu, ficou abismado abrindo a porta no mesmo instante.

- Eu não acredito, é mesmo você?!

- Oi maninho!

- Coop!

Blaine puxou o irmão e o abraçou fortemente como se quisesse saber se ele era mesmo real. Tanto tempo que ele não via seu irmão e nunca pôde o visitar, já que ele havia sido transferido de uma prisão para outra e nunca soube o novo endereço.

- Cooper, como me achou aqui?! Não me diga que você fugiu da prisão e veio me pedir para te esconder?

- Claro que não, Blainey! - Cooper riu - Eu fui solto, quer dizer, eu peguei mais tempo de cadeia, mas eu fui liberto antes por bom comportamento. Agora só preciso fazer alguns serviços comunitários, mas é melhor do que ficar preso naquele lugar.

- Nossa, como eu estou feliz por te ver outra vez, Coop! Vem, eu tenho cervejas na geladeira, pode ir lá pegar!

Blaine deu passagem para o irmão passar e Cooper foi para cozinha enquanto o mais novo trancou a porta de casa e seguiu para a cozinha encontrando seu irmão bebericando uma garrafa de cerveja sentado na mesa de jantar.

- Você está muito tempo solto? - Blaine perguntou pegando sua própria garrafa para se juntar ao irmão na mesa.

- Um pouco mais de um mês. Queria ter te encontrado antes, mas eu nem sabia como te procurar, você podia estar em outro estado ou até mesmo outro país e então eu não poderia sair daqui para te procurar. Tenho minha liberdade, mas com algumas condições. - Cooper tomou outro gole - Aí ontem de manhã, encontrei uma garota loira no mercado, acho que era Quinn o nome dela. Então ela me praticamente me parou achando que era você e quando viu que não se explicou que eu era muito parecido com um amigo que ela não via a muito tempo, porém mais baixo. Eu fiquei curioso e perguntei o nome desse amigo e então ela me disse que era você e eu a expliquei quem eu era e então ela me deu o seu endereço que talvez eu ainda te encontrasse aqui.

- Quinn! Realmente faz algum tempo que não a vejo. Nós morávamos juntos.

- Não me diga que você, ela já foi sua namorada?!

- O que? Não! Éramos apenas amigos e nós dividíamos o aluguel da casa. Mas aí eu casei e me mudei para cá.

- Você casou?!

- Sim! Agora estou tão feliz, Coop…

Blaine disse pensativo. Ele não estava mentindo, era fato que ele estava feliz, mas não podia ignorar sua atual condição estável.

- E onde ele está? Quero conhecer meu cunhado!

- Ele está trabalhando agora, Kurt é cardiologista cirurgião, o melhor da cidade.

- Uau, meu maninho sabe escolher um bom partido! - Cooper bagunçou os cachos de Blaine que riu - Fico feliz que tenha encontrado alguém que o ame, Blaine. Muito feliz mesmo.

- Sim, eu também o amo incondicionalmente. Posso dizer que sou louco por ele. - Blaine sorriu envergonhado - E você, Coop? Não achou ninguém nesse pouco tempo de liberdade?

- Você namoraria um ex presidiário que assassinou o próprio pai a sangue frio?

- Talvez… - Os dois riram - Ah Coop, ninguém precisa saber desse seu passado.

- Acontece que eu simplesmente não consigo esconder isso de ninguém, não quero enganar as pessoas para elas descobrirem mais tarde de uma forma pior e terminar comigo.

- Entendo…

- Está acontecendo alguma coisa, Blaine? Você está com uma certa… Tristeza no olhar.

- Eu… Eu estou bem, está tudo bem!

- Blaine…

- Okay, você venceu, não está tudo bem. Mas você acabou de chegar, não começar a despejar uma montanha de problemas sobre você.

- Maninho, você sabe que pode contar comigo, só dizer! Vamos, desembucha.

- Bem… Vou começar pelo pior. - Blaine respirou fundo e soltou o ar nervoso pela reação do irmão - Eu matei duas pessoas…

- Você o que?! Blaine, você enlouqueceu?! Olha o que aconteceu comigo por matar uma pessoa! E se o seu marido descobrir! Ele vai te denunciar!

- Ele não vai...

- Como não?

- Ele sabe, aliás, foi quase por causa dele que eu matei. Um era meu ex namorado que voltou dizendo que me queria de volta e por isso armou para Kurt pegar nós dois se beijando no sofá e o outro era o ex namorado do Kurt que também era obcecado por ele e invadiu aqui para mata-lo. Mas isso nem foi o pior…

- O que seria pior que isso?

- Ontem eu quase matei Kurt. - Blaine disse envergonhado e Cooper quase engasgou com sua cerveja - Desde que eu matei Adam, ando tendo um comportamento estranho, parece que não sou eu. Então eu vi Kurt abraçando outro cara ontem e isso me fez enlouquecer, era apenas um paciente dele, mas foi o suficiente para fazer eu sequestrar Kurt e quase mata-lo.

- Nesse caso, não é melhor você procurar uma ajuda profissional?

- Eu ia, mas Kurt não quer. Ele mesmo quer cuidar de mim.

- Tudo bem… Mas você me promete uma coisa?

- Sim...

- Se você se descontrolar de novo, tente pensar antes em mim antes de fazer qualquer besteira e vá procurar ajuda profissional. Ou me chame que eu te ajudo com isso.

- Eu vou tentar…

- Obrigado, maninho. - Cooper terminou de beber sua cerveja - Eu vou embora, preciso fazer algumas coisas antes de ir pra casa.

- Vem jantar aqui amanhã, Coop, quero te apresentar ao Kurt.

- Com certeza, aqui está meu número, é só me ligar para qualquer coisa, a qualquer hora como antigamente.

- Obrigado, Coop. Foi muito bem te ver outra vez.

- Foi bom te ver também, B…

Os dois se abraçaram e Cooper foi embora.

[…]

A noite caiu e Blaine foi buscar Kurt.

- Boa noite, meninas…

- Blaine, boa noite! Estava sumido.

- Andei um pouco… ocupado. Kurt ainda está atendendo alguém? Vim buscá-lo.

- Não, ele deve estar terminando de assinar alguns papéis, não há mais ninguém para ele atender.

- Eu posso ir até o consultório dele?

- Pode.

- Obrigado.

Blaine foi até a sala de Kurt e bateu na porta ouvindo um "entra" em seguida.

- Boa noite, Dr. Kurt…

- Blaine…

- Oi, meu amor, vou ficar aqui te esperando quietinho.

Blaine se sentou na cadeira em frente a Kurt que continuou a assinar mais alguns papéis até que ele soltou a caneta e foi até a porta a trancando.

- O que você…?

- Eu acho que você está precisando de uma consulta… particular… - Kurt colocou os seus óculos.

- Adoro quando você coloca esses óculos…

- Ora Sr. Anderson, não me dê cantadas desse tipo, eu sou casado. Me respeite.

- Eu aposto que o seu marido é muito feliz por ter você em casa todos os dias só pra ele…

- Eu acho que ele é sim… - Kurt deu uma meia risada, mas logo voltou ao "personagem" - E então, como vai o coração do senhor?

- Nesse momento ele está bastante acelerado pela bela visão que eu estou tendo…

- Hum… - Kurt abriu os primeiros botões de sua camisa junto com os primeiros do seu jaleco e deu a volta na mesa - O senhor poderia se sentar ali naquela maca, por gentileza?

- Claro…

Blaine se levantou e fez o que Kurt mandou observando cada passo do castanho, curioso pelo o que ele faria a seguir.

- Posso? - O castanho se referiu aos botões da camisa de Blaine.

- A vontade…

Kurt puxou um pouco seus óculos para frente do nariz e abriu alguns botões da camisa de Blaine que já estava ofegante, apenas com os toques dos dedos do castanho sobre sua pele recém nua e pela grande tensão no ar. 
O médico o olhou nos olhos e abriu um pequeno sorriso antes de posicionar o estetoscópio na direção do coração do moreno.

- O senhor de fato está com o seu coração muito acelerado, talvez eu tenha um tratamento aqui…

Kurt tirou o estetoscópio do pescoço, seus óculos do rosto e voltou sua atenção para Blaine lhe dando delicados beijos na abertura da camisa, subindo gradualmente para seu pescoço a medida que o moreno ia erguendo sua cabeça para abrir passagem.
Quando Blaine tentou passar seus dedos entre os cabelos de Kurt, ele parou com um sorriso travesso nos lábios.

- Nada de toques, eu sou casado, lembra?

Blaine resmungou algo e Kurt se segurou para não rir. Em seguida, o castanho foi até os lábios do moreno e lhe deu um beijo calmo e profundo.

- Vejamos se o tratamento foi eficaz…

Outra vez Kurt pôs seus óculos e estetoscópio e voltou a examinar Blaine que agora tinha seu coração ainda mais acelerado.

- Terei que aplicar um tratamento mais agressivo no senhor, mas não aqui... - Kurt disse saindo do "personagem".

- Como eu vou conseguir me concentrar para dirigir depois disso tudo?

- Vamos por um caminho mais deserto…

Blaine e Kurt saíram sala e o castanho se despediu de Jane e Kyra como se nada tivesse acontecido enquanto Blaine cumprimentou elas um pouco desconfortável por estar excitado demais. Coisa que Kyra percebeu e começou a rir.

Os dois chegaram em casa e assim que Kurt trancou a porta, Blaine o prendeu contra a mesma o beijando como se não tivesse amanhã.
Mas logo o castanho o parou.

- Ah, por favor, Kurt! Não me torture assim!

- Mas eu vou, como nos velhos tempos…

Kurt sorriu da forma mais sacana possível e puxou Blaine pela mão até o quarto deles.
Lá, ele jogou Blaine sentado na cama e pendurou seu jaleco. Tirou seu cinto e o do moreno para prender os pulsos do Anderson na cabeceira da cama.

- Como eu sinto falta desse seu lado psicopata…

- Vai matar a saudade daqui a pouco…

- Você vai ver meu coração outra vez?!

- Hoje não, mas vou lhe torturar de outro jeito…

Kurt em frente a Blaine, retirou suas roupas ficando apenas com sua boxer. Depois fez o mesmo com o marido, o deixando na mesma situação.
O castanho fez questão de beijar cada milímetro do corpo do moreno e como ainda possuía suas unhas grandes, ele foi arranhando a pele de Blaine a medida que ia descendo seus beijos e quando chegou na barra da boxer branca do Anderson, ele parou e continuou de baixo para cima, começando em suas coxas torneadas, virilhas e mais uma vez suas mãos se encontravam na barra da boxer.

Blaine praticamente implorava com o olhar para Kurt prosseguir o que ele estava prestes a fazer e exatamente por isso, o castanho fez mistério e permaneceu ali encarando o moreno com um sorriso divertido nos lábios.

- Kurt, eu amo esse seu sorriso, mas por favor, faça logo o que eu acho que você está querendo fazer. Já está quase doendo.

- Você sabia que em sessões de sadomasoquismo, aquelas que um é submisso e o outro dominador, o submisso só pode gozar depois que o dominador permitir?

- Eu já imagino a dor que isso deve causar…

- Sabe, amor… Eu estou com um espírito bastante dominador hoje…

- Você não…

- Vou sim…

Kurt pegou uma gravata e amordaçou Blaine, tirando a boxer dele em seguida revelando a ereção bastante presente do moreno.
Ele começou a estimular ainda mais Blaine e lhe deu uma ordem.

- A partir de agora eu quero que você me obedeça e quando eu tirar essa gravata da sua boca, você só vai se dirigir a mim com um "sim, senhor" ou "Não, senhor" e claro, só vai falar quando eu mandar ou lhe perguntar alguma coisa. Entendeu? - Kurt perguntou e retirou a mordaça de Blaine.

- Assim eu vou a loucura, Kurt… Não vou aguentar! - Blaine começou a reclamar e Kurt parou imediatamente o que estava fazendo.

- Essa não é a resposta.

- Kurt…

- Se você não quiser entrar na brincadeira, eu vou te deixar sozinho na mão. Literalmente.

- Sim, senhor. Eu entendi perfeitamente.

- Ótimo, bom menino!

Kurt voltou a masturbar Blaine lentamente e ele gemia e resmungava algo incompreensível.
Aquela sensação de poder sobre o moreno estava agradando ao castanho como nos velhos tempos.

O castanho o abocanhou e fez movimentos para cima e para baixo alternando sua velocidade entre um ritmo mais rápido e mais lento.

- Senhor, eu preciso…

- Ainda não.

- Mas Kurt!

- Como é?

- S-senhor!

- Bom menino.

Kurt então se levantou da cama e buscou apenas o lubrificante no criado mudo, passou um pouco em seu próprio membro e depois retornou ao moreno que o esperava ansioso se concentrando ao máximo para não descumprir a ordem do marido. 
O castanho introduziu um dedo e depois dois na entrada de Blaine que mais uma vez gemeu. Com isso, Kurt calmamente penetrou Blaine que soltou um grande suspiro ao senti-lo "o preencher" daquela forma.

- Eu quero ouvir você implorar, Blaine. Mas seja convincente, ou eu não te darei o que deseja.

- P-por favor, s-senhor… Mais r-rápido…

- Não me convenceu...

- Mais rápido, senhor! Eu te imploro!

- Bom menino.

Kurt aumentou sua velocidade o máximo que pôde fazendo Blaine puxar seus pulsos e arquear suas costas.

- M-mais, Senhor… Eu t-te…

O castanho sorriu e tentou acelerar ainda mais, porém ele mesmo já estava chegando ao seu próprio ápice.

- Blaine, você já pode gozar, mas eu quero te ouvir gritando meu nome...

- Obrigado, senhor…

Blaine chegou ao seu ápice praticamente berrando o nome de Kurt e puxando tão forte seus braços que estalou a cama com a "corrente elétrica" que sentiu passar pelo seu corpo.

- Gostei dessa brincadeira…

- Eu também, se quiser podemos repetir mais vezes…

- Com certeza…

Ambos começaram a rir e foram tomar uma ducha bem quente juntos com mais algumas carícias.

Agora sim parecia que tudo estava bem.


Notas Finais


Gostaram? Estão mais tranquilos? Kkkkkk'
Não sou tão sem coração assim, viu? Sou do bem. Kkkkkk

Beijos e até o próximo! ;)


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