História Animals Instincts - Season 2 - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Kurt Hummel, Personagens Originais
Tags Animal, Glee, Instincts, Klaine
Exibições 19
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Antes de vocês descerem a página para ler o capítulo quero pedir desculpas! Pelas palavras que vão encontrar em determinado momento no capítulo e pelo conteúdo abordado aqui também.

Não quis de forma alguma (e também espero) não ofender ninguém de forma alguma. Até se quiserem pular e não ler, eu vou entender completamente.

Avisados, boa leitura.

Capítulo 14 - Só meu.


- Só fica bem quietinho…

- NÃO, ME LARGA! ME LARGA, COOPER!

Antes que Kurt pudesse tentar se soltar, Cooper pôs sua mão dentro da calça do castanho o masturbando sem cerimônia deixando o Hummel quase entregue.

- N-não faz isso, Cooper…

- Quanto mais você tenta me afastar, mais aumenta a minha vontade…

O Anderson começou a beijar e sugar a pele do pescoço do castanho que aproveitou essa distração do moreno para tentar alcançar um adorno que tinha na mesa de centro. Porém, antes que o castanho pudesse alcançar o objeto, a maçaneta girou. 
Kurt ouvir o barulho e a partir dali tudo pareceu em câmera lenta. Seus olhos encontraram os de Blaine quando ele viu seu próprio irmão em cima do seu marido, agora ele entendia o que Kurt sentiu quando viu a mesma cena entre ele e Gabriel.

Blaine bateu a porta com toda força e com isso, Cooper saiu de cima de Kurt que correu em direção ao marido parando atrás dele.

- Você está vendo só, Blaine? Esse é o marido que você tem!

- O que?! - Kurt se desesperou.

- Eu vim até aqui me desculpar pelo meu comportamento de mais cedo, mas ele me agarrou!

- Você é louco?! Eu não fiz nada, estava dormindo esperando Blaine e você invadiu nossa casa e quase me estuprou! - Kurt gritava - Blaine, você viu. Cooper estava em cima de mim!

- Seu marido é um ótimo ator, Blaine. Ele me agarrou! Ah qual é, você vai acreditar no seu irmão que te salvou do nosso pai carrasco ou nesse estranho que você chama de marido?

Blaine não disse uma palavra e Kurt já estava prevendo o que aconteceria ali, por isso ele segurou o braço do mesmo.

- Blaine, por favor não…

O Anderson mais jovem puxou o próprio braço para Kurt soltar e assim o fez. O castanho ia tornar a segurar Blaine, mas antes ele lhe deu um soco que fez o castanho desmaiar.

- Pronto, ele está desacordado e vai ficar assim por um tempinho. - Blaine sorriu e Cooper ficou confuso - O que quer fazer agora, maninho?

- E-eu vou embora… Como eu disse, só vim pedir desculpas. Se está feito, não há mais nada para fazer aqui. Boa noite, Blainey!

Cooper já ia passando por Blaine quando o mesmo segurou seu braço.

- Não, fica mais um pouco, vamos… Conversar.

- Está ficando tarde, Blaine, preciso ir… - O mais velho já estava apreensivo com aquele jeito misterioso do irmão - Eu volto amanhã se quiser.

- Amanhã, você vai estar ocupado. E pode dormir aqui se quiser, tenho certeza que meu querido marido não irá se importar.

Cooper assentiu um pouco incerto e então Blaine o empurrou sem aviso até o sofá fazendo-o cair sentado sobre o móvel.

- Eu já volto, maninho, só um instante - Blaine trancou a porta da frente deixando o irmão ainda mais nervoso - Não queremos que nenhum ladrão invada nossa casa e impeça nossa conversa, não é mesmo?

Blaine sorriu balançando a chave e foi até a cozinha. Enquanto isso, Cooper parecia estar a beira de uma crise de pânico, olhando para todos os lados tentando encontrar uma saída antes que seu irmão caçula voltasse. 
Ele via nos olhos de Blaine que algo de ruim aconteceria ali e depois de vê-lo socar o próprio marido com força o suficiente para apaga-lo e sorrir como se nada tivesse acontecido em seguida, foi ainda mais desesperador.

- Pronto, agora podemos conversar.

O jovem Anderson voltou com suas mãos vazias o que fez Cooper ficar confuso e aliviado. Blaine então se sentou ao seu lado no sofá.

- Eu estou entediado, maninho… Vamos brincar? - Blaine soou quase infantil - Sente-se aqui, na minha frente.

- Para que? Eu realmente preciso ir embora, Blaine, não estou com vontade de brincar com nada.

- Sempre foi assim, você nunca teve tempo de brincar com seu irmãozinho mais novo… - O moreno fez uma expressão triste para fazer um drama - Mas eu não me importo, porque hoje você vai brincar querendo ou não.

- Eu não…

Cooper engoliu as palavras quando viu Blaine tirar do seu bolso de trás da calça uma faca, provavelmente ele trouxe escondida da cozinha.

- Estou mandando você sentar na minha frente. Agora.

O tom de voz de Blaine mudou completamente e Cooper logo o obedeceu sem saber o que exatamente seu irmão estava tramando.
Porém, ele logo entendeu, quando viu seu o caçula começar a abrir seu cinto.

- Blaine, o que você está fazendo?! Eu sou seu irmão! Você enlouqueceu!

- Me dá seus pulsos.

- Blaine!

- ME DÁ A PORRA DOS PULSOS!

Blaine gritou ameaçando Cooper com a faca em seu pescoço e o mais velho o obedeceu novamente sem escolha estendendo seus braços.
O caçula então uniu os pulsos do irmão e outra vez dos seus bolsos traseiros, retirou um rolo de fita adesiva e começou a enrolar bem apertado em volta dos braços o prendendo.

Feito isso, Blaine voltou sua atenção a sua calça terminando de abrir a mesma descendo-a até a metade de suas coxas deixando exposto o seu membro.

- Blaine, não faça isso. É loucura! Foi eu quem agarrou Kurt, eu te peço desculpas por hoje, sumo da vida de vocês, mas não me faça fazer isso! Por favor! É nojento, você é meu irmão caçula!

- Acalme-se, vou te ajudar a apagar o seu fogo. Eu até te entendo, deve ter sido difícil aguentar todos esses anos na cadeira sem foder ninguém ou dar sua bunda, não é mesmo? Então, viu o marido do irmão e achou que era a melhor oportunidade para se aliviar, não é mesmo? - Blaine tornou a posicionar a faca na direção da jugular de Cooper que agora choramingava - Chupa.

- Não posso, eu não vou fazer isso.

- Eu não estou perguntando! Faça o que eu mandei!

Blaine perdeu o pouco de paciência que tinha, soltou a faca ao seu lado e com uma mão agarrou os cabelos de Cooper e com a outra, seu membro ainda desestimulado.

- Abre a boca, ou será pior.

Cooper ainda tentou relutar, mas Blaine puxou sua cabeça contra si e com isso ele não viu saída além de abrir a boca e chupar o próprio irmão. 
Ele jamais imaginaria que Blaine, o garoto que há tantos anos atrás, que ele deixou estático e assustado se tornaria doentio daquela maneira.

Mesmo com Cooper chorando e quase engasgando a cada vez que sua cabeça era pressionada para baixo, Blaine gemia e dizia palavras obscenas. O mais velho nunca tinha sido tão humilhado em toda sua vida e ele desejava com todas as suas forças ter sido assassinado por aquela faca.

- Não sabia que era tão habilidoso assim com sua boca, maninho…

- Me mata de uma vez, Blaine. Eu sei que você vai fazer isso, então só me mata logo.

- Mas eu ainda não acabei de brincar com você, maninho…

- Eu já fui humilhado o suficiente, Blaine!

- Eu não tenho tanta certeza.

Blaine se levantou e tirou sua calça e boxer por completo. Pegou Cooper pela gola da camisa e colocando de pé, mas então o jogou contra o sofá fazendo seu rosto bater ali com tudo já que suas mãos ainda estavam atadas.
Em seguida, o caçula abriu e abaixou as calças do mais velho. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, pegou mais um pedaço de fita e tampou a boca de Cooper que começou a dar gritos abafados.

Sem nenhum aviso ou preparação, Blaine penetrou Cooper com certa violência e fez o mesmo gritar e chorar mais ainda. Seu ritmo e gemidos estavam cada vez mais fortes até que ele chegou ao seu ápice derramando seus fluidos dentro de Cooper.

O Anderson mais velho caiu de lado aos prantos e então Blaine o puxou mais uma vez pelos cabelos. Olhou bem nos olhos de seu irmão e disse:

- Obrigado por me salvar do nosso pai há anos atrás. E não conte ao Kurtie, mas você agora foi tão melhor quanto ele… Será o nosso pequeno segredinho que você levará para o túmulo.

Dito isso, Blaine pegou a faca e fez um corte profundo na garganta de Cooper e o assistiu sangrar e agonizar até a morte.
Depois de terminar o serviço, o Anderson arrastou o corpo do seu irmão e o embrulhou no tapete da sala e depois o escondeu no porta malas do seu carro.

O que estava sujo, o moreno limpou tudo rapidamente depois de pôr Kurt cuidadosamente na cama ainda desacordado. Tomou um banho e se deitou ao lado do marido o abraçando e antes de adormecer, sussurrou:

- Você é só meu, Kurtie… Só meu.


Notas Finais


Me pediram para não deixar o Cooper machucar o Kurt e não fiz, viu? Nosso castanho está intacto ou só com um olhinho roxo de leve, coisa pouca.

Aguardem que o próximo (e último) virá por esses dias mesmo...

Beijos e até o próximo! ❤


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