História Anjo Caido - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Tags Anjos, Drama, Romance
Exibições 19
Palavras 965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - A Víbora


Fanfic / Fanfiction Anjo Caido - Capítulo 3 - A Víbora

Depois de alguns minutos de um silêncio constrangedor, ele começou a puxar conversa comigo, Nathan me contou que ele viera da Flórida e que surfava quase todos os dias, então é por isso que sua pele era tão bronzeada, e que ele dava aulas de surf para crianças de 10 anos de idade, a cada palavra que sai de sua boca eu ficava cada vez mais encantada por ele. Quando fui falar sobre mim ele desviou o olhar e direcionou para a porta, eu não estava acreditando nisso, a garota mais mimada, patética, antipática e por pior que seja ter que admitir a garota mais bonita da escola, Karoline Sumer a filha do deputado de Palm Springs está na minha turma, ela com seus longos cabelos castanhos claros, com seus olhos azuis escuro, seu narizinho empinado, com seu corpo cheio de curvas e com a sua pele bronzeada. Quando ela entrou dentro da sala os olhos dela foram parar no Nathan, e para piorar ela estava andando em nossa direção, mas ela costuma sentar do outro lado da sala, o que será que ela estava vindo fazer aqui ? Como se eu já não soubesse a resposta.

-Prazer garoto novo! Meu nome é Karoline e o seu?

  Eu estava torcendo para que ele a ignorasse, mas como tenho sorte de sobra, ele olhou para ela com uma cara de tarado que eu odiei, eu vi um brilho em seu olhar, não tive certeza do significado daquele brilho, mas era parecido com desejo.

-Nathan este é o meu nome, e o prazer foram todo meu!

   Quando ele falou aquilo me senti enjoada, e com raiva muita raiva,e não sei explicar porque me senti dessa forma, se acabei de conhecê-lo.

   Eles ficaram lá batendo papo, fingindo que eu não estava ali ouvindo tudo, me deu uma vontade de pegar o meu livro de história de 300 paginas e bater na cara dos dois até sair sangue do nariz de ambos.

-Bom a conversa está ótima, mas tenho que voltar para a minha mesa, a gente se vê no horário de almoço tudo bem ? Diz ela com aquela voz de taquara rachada.

-Claro, vai ser uma honra ficar com você no almoço.

   Nossa essa doeu, tentei me controlar eu não ia chorar por causa desse garoto ridículo, patético e totalmente e insanamente lindo. Fiquei repetindo para mim mesma, se controla Tina se controla ele não vale as suas lagrimas, se ele caiu nos encantos dessa perua ele é igual a todos nessa escola.

-Oi Tina tudo bem, eu não tinha te visto!

   Até parece.

-Nossa oi Karoline quando você chegou? Eu nem percebi que você esta ai!

-Sério, logo eu que chamo atenção por onde passo.

-Me desculpe é que eu estava fazendo coisas mais importantes do que prestar atenção em você!

  Adorei a cara que ela fez, eu também sei ser mal quando quero.

-Tanto faz, tchauzinho Naty, até mais.

   Naty?! Estão trocando ate apelidinhos,ninguém merece. Ele se virou na minha direção e disse :

-Então Tina, do que estávamos falando mesmo? Pergunta ele com aquela voz angelical.

-O que? Me desculpe eu estava prestando atenção na aula e acho que você deveria fazer o mesmo !

   Virei-me para frente, a cara que ele fez foi o maximo, ele ficou me encarando como se não tivesse feito nada, me aproveitei dessa oportunidade e disse:

-O que foi? Tem alface no meu dente? Sussurrei, repetindo a mesma frase que ele tinha me dito quando eu estava encarando-o.

   Tomei uma decisão, eu iria fazer a vida dele e da nojenta da Karoline um verdadeiro inferno, tá eu sei é infantil e imaturo da minha parte, mas a Valentina ciumenta falava mais alto.

-OK, não entendi nada, falei alguma coisa que te ofendeu Tina? Disse ele fazendo cara de garotinho inocente.

-Imagina Nathan, e não me chama de Tina, só os meus amigos me chamam assim, e você não faz parte do meu ciclo de amizade.

Toma essa idiota.

-Mas foi você que me pediu para te chamar assim, dá pra você me explicar o porque de você estar me tratando dessa forma ? Exige ele.

-Olha Nathan, é melhor você prestar atenção na aula.

-Você que sabe. Finaliza ele se virando pra frente.

   Depois dessa breve conversa ele não falou mais comigo, uma parte de mim ficou decepcionada e magoada por ele ter falado com a Karoline, tudo bem é irracional ele pode falar com ele bem entender, mas mesmo assim doeu ver a forma como eles conversaram, até trocar apelidos eles trocaram, depois da conversa deles meu estômago ficou embrulhado. Meia hora depois o sinal tocou, e comecei a me retirar quando Nathan me segurou pelo braço, quando ele fez isso tive a sensação de uma corrente elétrica passar pelo meu braço me fazendo estremecer com o seu toque, tirei meu braço de suas mãos.

-O que foi Nathan? Estou atrasada!

-Pra onde você vai ? Pergunta ele curioso demais pro meu gosto.

-Não te interessa.

-Espera ai, você está com ciúmes, é isso ? Exclama ele com um sorrisinho debochado.

-O que ?! Você só pode está maluco, eu nem te conheço direito, como é que vou ficar com ciúmes de você ?

  Ele soltou uma gargalhada e todo mundo que estava se arrumando para sair pro intervalo olhou pra gente, inclusive a Karoline.

-Você está com ciúmes sim Tina, eu sei identificar quando uma garota está com ciúmes, principalmente se for de mim !

  Estou começando a odiar esse cara.

-Olha aqui Nathan só para você saber, você não me interessa, você pode se esfregar na Karoline o quanto quiser que eu não ligo, eu já disse pra você não me chamar de Tina o meu nome é Valentina, agora se você me der licença.



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