História Anjo Corrompido - Capítulo 9


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Categorias Originais, Robbie Kay
Personagens Personagens Originais
Tags Agegap, Milf, Ouat, Robbie Kay, Shotacon
Exibições 85
Palavras 2.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá meus anjos corrompidos sfuhidfje
desculpem a demora pra atualizar.
Aviso: quem já leu a Anjo Corrompido, vai notar que alterei vários detalhes. Mas quem tá acompanhando agora, pode ler tranquilamente que aqui inciamos uma nova fase da fic. Haverá um 'salto' no tempo e etc, estejam preparados para essa mudança.

Espero que gostem s2
Fotos do novo personagem nas notas finais.

Capítulo 9 - Mikkelsen Models Inc


 

 

De energias sugadas, Robbie  ficou dormindo, como um anjo caído sob a iluminação macabra e avermelhada do cenário de terror. Eu o deixei, após corrompê-lo, após "roubar" sua virgindade. Talvez eu tivesse me cansado, ou simplesmente somente consegui o que queria. Ele ficou sozinho e eu fui embora, como se nada tivesse acontecido. Eu sabia que era errado. Eu sempre soube que me arrependeria.  Mas eu jamais imaginei que tipo de consequências isso traria. A minha única certeza era que meu tempo com Robbie foi o suficiente, e chegou a hora de eu partir pra outra. 

POV Gabriela

Deixei Robbie dormindo sozinho no cenário do quarto do filme O Exorcista do trem do terror, e parti para meu apartamento. Há tempos tenho tentado entrar em uma famosa agencia de modelos dos Estados Unidos, a Mikkelsen Models Inc, como fotógrafa. E fazia exatamente uma semana desde que recebera uma mensagem do diretor dessa mesma empresa, que por acaso era amigo meu, confirmando minha aprovação como profissional.

Sim! Eu consegui! O emprego de meus sonhos! Robbie havia reclamado que eu tinha "sumido", quando fui buscá-lo no fliperama. Acontece que eu estava  ocupada demais cuidando dos assuntos de minha carreira. Agora, de emprego novo e um diferente destino a seguir, tratei de "despedir-me" do Robbie da melhor maneira: tirando a virgindade dele. E o que me restava? Desaparecer do mapa era a melhor opção, antes que fosse tarde.

Eu previa o pior. De certa forma, estava ciente que Robbie ficaria em pânico ao acordar, ao ver-se sozinho, iria chorar na barra da mamãe. Sobraria  pra mim. Preferi partir para evitar esse tipo trágico de drama. De malas prontas, tomei um banho demorado, e me preparei para ir ao aeroporto.

Não demorei para sumir, em direção à Miami, onde ficava a famosa agencia de modelos. 

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6 anos depois.

Passaram-se seis anos desde aquela noite. Confesso que demorei para esquecer Robbie. E no fundo, não o esqueci de fato. Dia após dia algo me atormentava por dentro. Culpa, talvez? Ou saudades? Não sei dizer. Mas o garoto me "assombrava" em sonhos. A princípio, me hospedei na casa de uma velha amiga modelo, Iggy. E pouco depois, iniciei meus dias na Mikkelsen Models Inc.  Mads, o diretor dinamarquês e também grande amigo, era absurdamente rico e influente. 

Não demorei pra perceber que Mads estava apaixonado por mim, e nada mais pude fazer além de corresponder as suas investidas. Eu costumava chamar Robbie de anjo, mas anjo mesmo era esse dinamarquês mafioso. Fui facilmente seduzida, embora ele não fizesse meu tipo, era um caso a parte. Charmoso e grisalho, com um sotaque carregadíssimo, inexpressivos olhos castanhos e lábios grandes. Seus traços eram rústicos, como se fosse esculpido em madeira. Era completamente o oposto de Robbie, com seus bem vividos cinqüenta anos.

Fiquei grávida, e logo nos casamos. Mads já tinha dois filhos, Carl de 16 anos, e Viola de 14. Eles não me aceitaram bem, sendo que ainda sofriam pela falta da mãe que morreu há pouco tempo. Porém, depois que meu bebê nasceu, os jovens dinamarqueses se deixaram fascinar pelo novo irmãozinho, que foi batizado por eles com o nome Axel.

Meu pequeno Axel. Nunca imaginei que no meu coração pudesse caber tanto sentimento e amor. Me tornei uma mãe zelosa, algo que me surpreendeu. Nos apegamos como familia. Mads, Viola, Carl e Axel, meu mundo. Viajávamos constantemente, e nos divertíamos como melhores amigos. 

Ainda sonhava com Robbie, e me culpava pela maldade que fiz à ele, por ter corrompido sua pureza, em especial depois de me tornar mãe. Que raios acontecia comigo?  Entretanto,  anos depois, minha curta passagem no Reino Unido virou sombra do passado.  Mads era gentil e educado, e viramos os melhores pai e mãe, além de diretores da Mikkelsen Models Inc. 

Era mais um dia comum da minha vida tipicamente perfeita. Desejei boa aula para Axel, que agora estava com cinco anos, e lhe dei um abraço demorado acompanhado de uma sequência de beijos na bochecha.  Ele foi levado pela babá até a escola. Me despedi de Carl e Viola, que também foram com o motorista para suas aulas, e eu parti para a empresa. Nessa manhã, Mads se encarregou de eleger pessoalmente um novo fotógrafo na agência de modelos. Houve uma seleção com vinte, e os três melhores  foram escolhidos. Minha função era entrevistar os três rapazes selecionados por Mads, e um deles ganharia a vaga na agência. Não era pra qualquer um. 

Cheguei na empresa correndo, atrasada. Tentei ajeitar os fios pretos do meu cabelo, e arrumei a camisa social, fechando os botões. Mads odiava que eu deixasse decote, como sempre tive costume, enquanto seguia no salto alto pelos longos corredores. Meninas magras e esbeltas passavam por mim, eu conhecia todas, e tentava ser gentil as cumprimentando na pressa.

Alcancei a porta do escritório de Mads, e bati duas vezes. 

– Entre. - ouvi a voz grave e rouca de meu marido, do outro lado. 

Entrei no escritório, que mais parecia uma gigantesca sala de estar. Poltronas grandes e confortáveis estavam distribuídas pelo cômodo, com a mesa de madeira comprida ao centro. Uma das paredes era inteiramente de vidro, com vista alta e ampla de Miami ao fundo. O dinamarquês estava sentado, e se levantou ao me ver. 

Me adiantei retribuindo o sorriso adorável, e apliquei um beijo em seus lábios. O doce e amadeirado perfume dele complementava sua postura impecável. 

– Bom dia, elsker. 

– Bom dia, querido.

– Vou deixá-la a sós com o primeiro fotógrafo. Ele é bastante jovem, mas clicou a modelo com excelente perspectiva artística, parecendo tão perito quanto o mais experiente. - explicou ele, me entregando uma pasta que guardava os documentos do entrevistado. - Vou mandar chamarem.

Assenti, sem me atentar às informações nos papéis. Esperei Mads usar o telefone para avisar à secretária que o fotógrafo podia vir.  Poucos instantes depois, a porta do escritório se abriu, e o garoto entrou. Levantei a cabeça em direção à ele, e meu ar falhou. Por um breve momento, perdi as noções básicas. O tempo pareceu travar, e eu me esqueci como se respirava.

Era ele... Robbie. Estava alto, não era mais o mesmo menino. O que  ele fazia ali??? Como... como ele veio parar justamente na MINHA empresa?! O rapaz entrou tranquilamente, seus olhos se encontraram com os meus, e meu queixo caiu. Ele permaneceu estável. Sorriu para minha cara de pânico, e caminhou até mim e meu esposo sem nenhuma preocupação aparente. 

Eu não conseguia reagir. Ele estava lindo! Trazia nas mãos a câmera fotográfica profissional, e usava uma camisa social branca, contrastando com a gravata e calça preta. O sapato, muito bem lustrado, era de bico fino. Não faço ideia como o reconheci de imediato, mas foi como se eu voltasse ao passado.  Meu coração estava a mil, minha boca secou... e eu não tinha condições de piscar. Estava com toda a atenção presa àquele anjo, de olhos verdes intensos. Ele sorriu com seus dentes grandes, e sobrancelhas expressivas.

– Gabriela! - ouvi o chamado de Mads e quase soltei um grito.

– S-sim! - respondi, voltando-me pra ele, perplexa.

– Você tá bem, elsker?? De repente ficou distante. Ouviu o que eu falei? Eu estava dizendo que esse é Robert Andrew Kay, ele veio da Inglaterra para cá, assim como você fizera há seis anos atrás, especialmente para se candidatar ao nosso cargo. Não é esplêndido? - ia dizendo meu marido, e eu mal associava as palavras dele em ordem na minha mente. Apenas concordava com a cabeça. Ele continuou, sorrindo. - Robert, seja bem vindo. Minha esposa Gabriela vai te entrevistar, e depois te levará para fazer mais alguns cliques, tá bem? Fique a vontade.

Mads pousou a mão no ombro do menino, como quem deseja boa sorte, e atravessou o escritório. Se retirou. Quando fechou a porta, nos deixando a sós, eu senti o oxigênio se comprimindo ao meu redor. Robbie voltou sua atenção pra mim, e eu engoli em seco. Éramos eu e ele, sozinhos. O que eu devia fazer? Respirei fundo, e tentei me recompor. Ele sorria de canto de lábio, como se apreciasse meu desespero. Não iria ceder.

Levantei levemente o queixo, e me aproximei. Em silêncio, ajeitei a gola da camisa dele. 

– Robbie... - falei, me esforçando pra parecer calma. - Quanto tempo, anjo. Você cresceu.

– E você envelheceu. - ele disse, e o sorriso se abriu.

Eu tirei a mão dele, e fechei os punhos, esticando os braços pra baixo. 

– Mas continua linda. - concluiu. - Tá com quantos anos agora, Gaby? Quarenta?

– Quase isso. 

– Você se deu bem. - comentou, com a voz diferente da qual eu me lembrava. Seu timbre engrossou. - Casou com um homem rico, virou mãe... Tem uma família que ama. Quanta coisa mudou em seis anos. 

Procurei, concentrada, captar alguma espécie de maldade ou ameaça no que ele dizia. Mas estava tão abalada por dentro, que isso foi impossível. 

– Você veio atrás de mim? - perguntei, finalmente. - O que deu em você?? O que aconteceu?

– Muita coisa aconteceu. - ele disse. Estava mudado... sua ingenuidade habitual desaparecera. Não estava acanhado como de costume, nem envergonhado ou comovido comigo. Pelo contrário, exibia-se firme, seguro de si. 

– Eu sinto muito... - falei, sentindo-me péssima. A culpa esquecida voltava às costas. - Naquela noite... não quis te abandonar e fugir. Mas precisava... - assumi, o olhando com tensão.

Robbie deu um longo suspiro, e se adiantou um passo. Eu recuei, e meu corpo encostou na mesa às minhas costas. 

– Você acha que eu superei, Gaby?

– Acho que não. Mas eu não pude continuar. Precisei partir, havia conquistado o emprego aqui em Miami. 

– Se explica, pra que? Se sente culpada pelo que fez comigo? -  deu mais um passo, ficando bem perto.

– Sim... - assumi, apreensiva. Estava perturbada com aquela troca de papéis. Agora era Robbie quem me intimidava. - Me sinto arrependida. Não teve um dia que eu não pensei em você. Que eu não desejei voltar no tempo. - afirmei, desacreditando que estava tendo aquela conversa com ele após tanto tempo. 

– Do que você se arrepende? Da forma como me corrompeu?... Eu era só um idiota virgem. Era só um pirralho. - disse ele,  e franziu o cenho, me encarando.

Eu prendi a respiração.  Fiquei sem fala. O que diria? Ele estava me acusando... E não era pra menos. Era compreensível que estivesse com rancor. 

– Você tirou tudo de mim. - Robbie continuou, e levou uma mão para meu rosto. Senti seu toque... Depois de seis anos. Novamente, aquele toque. A mão dele estava maior, contudo, ainda possuía a mesma leveza. - Não faz ideia o que tive que suportar depois que você partiu. 

– Eu sinto muito.... - repeti. 

– Você não sente nada. Você só queria acabar comigo. - disse, embora as palavras fossem duras, ele continuava com a voz doce.

– Nunca. - neguei com a cabeça. - Eu nunca quis te fazer mal. Eu gostava verdadeiramente de você!

– Me amava? - perguntou, e deslizou a mão de minha face, para meus cabelos.

– Robbie... - chamei, confusa. Ele fixou os olhos em meus lábios.

De um segundo pro outro, Robbie me empurrou na mesa. Avançou contra mim, e juntou os corpos. Eu fui impulsionada, quase deitando as costas. Arregalei os olhos, assustada. O rapaz se enfiou entre minhas pernas, fazendo a saia social subir. Agarrou meus fios de cabelo, e com a outra mão, segurou minha coxa. Eu estremeci, surpreendida.

– Você me amava, Gabriela?? - insistiu ele, com os lábios faltando pouco pra tocar os meus. 

– Sim... - respondi. 

E então ele se adiantou sem hesitar. Me beijou, chocando a boca contra a minha. Eu segurei nos ombros dele, e abri ainda mais meus olhos. Cristo, eu devia estar preparada para aquilo. Contudo, foi tão repentino, desde a presença dele, até suas atitudes, que eu não encontrei minha usual estrutura.

Cerrei as pálpebras quando Robbie enfiou a língua em minha boca, e vasculhou ansioso. O beijo dele... não era mais o mesmo. Não possuía a antiga inocência. O que eu tinha feito com meu anjo? O anterior Robbie ficou pra trás, foi separado de mim na noite do parque, na noite que perdeu a virgindade. Ele ofegou, faminto e inquieto, ávido pra matar a vontade. Pelo jeito, estava com muita saudades. Eu retribui tentando acompanhar seu ritmo, nem querendo imaginar o que aconteceria se Mads invadisse a sala. 

A anterior Gabriela voltou à tona, e eu fui levada pela deliciosa lembrança de agarrar-me com aquele menino. Relaxei nos braços dele, e abri mais minha boca, para beijá-lo como se deve. Robbie percebeu minha aceitação, e apertou minha coxa, subindo a mão. Soltou meu cabelo, e procurou pelo decote. Puxou os botões da minha camisa, os arrebentando, e encontrou rapidamente meu busto. Descontrolado e impaciente, puxou o sutiã de qualquer jeito, e apertou-me no seio. 

– Aah... - eu gemi, e o soltei do beijo, sem fôlego. - O que v-você tá fazendo??

– Matando a saudades. - explicou o que já deduzia, respirando na minha face. - Fiquei seis anos sofrendo de vontade de você. Não foi nada justo me largar sozinho... - disse, e enfiou o rosto abaixo de meu maxilar. Passou a língua em meu pescoço, numa lambida molhada.  

– Não tive outra saída... - expliquei, sob a pressão dele. 

Robbie me empurrou  no meio das canetas e papeladas. Senti o seu volume da calça  friccionado em mim. Ele me soltou, e apoiou as duas palmas na mesa. Eu me larguei, sem saída. Robbie pressionou seu peso direto no quadril, de maneira que se esfregou ainda mais. Minha saia estava toda erguida, com o garoto entre minhas pernas. Ele estava claramente excitado, empurrando o membro endurecido na minha intimidade. Não guardei os gemidos, que saíram sem meu controle.  O olhei no rosto, admirada com sua transformação. Era difícil lidar com o baque da mudança. Ele sorriu, ainda de forma bastante infantil.

– Você não me deseja mais, só por que eu tô mais velho? - perguntou com o arfar denso.

–  Não é isso, só não é certo... Robbie. Eu tô casada, tenho filhos... 

– E era certo o que fazia comigo?

– Não...

Ele lambeu meus lábios, me enlouquecendo.

– Nunca foi certo, não é?  - ele passou as lambidas para minha orelha. - E é por isso, Gaby, que eu vou arruinar a sua vida, assim como você arruinou a minha.  - murmurou, e segurou na  minha calcinha. A puxou com tudo, e eu o agarrei, debaixo sua vingança.

Naquela hora dei-me conta que era a vez de Robbie. Era a vez dele, de me colocar em teste e em risco. E principalmente, era a minha vez de pagar pelo o que fiz. 


Notas Finais




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