História Anjo Delicado - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Andrógeno, Boyxboy, Gay, Homossexualidade, Romancegay, Tortura, Travestismo, Yaoi
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Palavras 2.985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Minha nossa, desculpem o meu atraso!!! Prometo postar o próximo mais cedo!
Desculpe os errinhos e boa leitura :3

Capítulo 4 - Capítulo 3 - Burra


 - Calma pequeno, vamos fazer isso devagar...

Passeando os dedos pela minha barriga, com uma sutileza maravilhosa, ele beijou o topo do meu ombro enquanto ajeitava-me em seu comprimento. Não haveria penetração ou qualquer outro toque, pelo menos nada diferente do combinado. Sean sustentou meus braços em seu tronco duro, me fazendo abraça-lo por trás com as mãos em volta de sua cintura, para obter o equilíbrio perfeito. Ele se movimentou entre nossos corpos apenas para endireitar-se, ajustando o meu corpo ao seu.

- Lembra-se do que fizemos da última vez? – Perguntou ele.

Assenti rapidamente já fechando os olhos.

- Ótimo meu amor, então pode começar.

Estava com minhas costas coladas em seu peito esculpido, com o pênis dele balançando incansavelmente rente a minha entrada. A quanto tempo ele esperou por esse dia? Desde a última vez que eu o vi... provavelmente dei a ele muito tempo para planejar tudo.

Descolando as minhas costas de seu peito, elevei minha bunda até o comprimento de seu pênis, fazendo questão de abrir bem minhas pernas, mostrando toda a minha entrada. Sean gemeu alto assim que encaixei a fenda do meu buraco no começo de seu pênis. Podia até sentir o leite pegajoso saindo da uretra.

- Isso... – Suas mãos passearam por minhas costas – Devagar.... Para baixo.

Então entrei de vez naquele jogo. Deslizei toda a extensão da minha bunda em seu pau, fazendo a cabecinha travar algumas vezes em minha entrada, apenas para vê-lo delirar. Eu esfregava e esfregava o grande pênis de Sean em minhas bolas e principalmente em meu buraco, que já estava um tanto melado por conta do leitinho que Sean não conseguiu segurar.

- Nick, chega.... Preciso que me chupe.

Havíamos combinado isso também. Chupar ele. A primeira vez que nos encontramos ele tinha me dito que nunca encontrara um homem tão atraente igual a mim. É claro que não. Que tipo de garoto usa maquiagens, roupas coladas e continua irresistível? Sim, eu sim. E eles gostavam tanto disso.

Sentir que você está pegando alguém do mesmo sexo sendo que este – eu, em questão - se parece muito com o sexo oposto fazia a cabeça de um homem explodir de tesão. Nunca foi difícil para mim ter o homem que quisesse, mesmo muitos deles serem um segredo, eu não me importava contando que eles continuassem me dando atenção.

- Venha, venha... – Sean afastou minha bunda de seu pênis – Preciso agora meu amor.

Como eu amava escutar meu amor sendo sussurrado por seus lábios. Sean Baker, desde que botou seus olhos em mim foi impossível não me apaixonar. Eu com apenas dezessete anos, e ele com vinte e sete... Sean foi tão direto comigo. Nunca recebi uma proposta tão espontânea e radical como a dele.

"Quer dormir comigo?"

Fez meus olhos arregalarem na primeira vez. Mas Sean foi cortês, sorriu de canto completamente envergonhado por sua proposta, me pedindo desculpas logo em seguida: "Me desculpe, não sei o que deu em mim". E eu apenas gargalhei. Lembro do rosto aflito que o homem mostrou, com certeza essa foi a primeira vez que ele entrara nesse tipo de situação. Pelo menos com um homem.

Retirei minhas nádegas de seu pênis inchado e virei meu corpo ficando de frente para ele. Sean sorria luxuriosamente enquanto colocava as mãos na minha cintura e me aproximava de sua intimidade. De minha boca, um pequeno fio de saliva escapava. Meus lábios estavam tão lambuzados por minha própria saliva que estava até com medo de encharca-lo. Por isso, com muita delicadeza, segurei o pênis grosso em minhas mãos, levantando bem a minha bunda. Iria chupa-lo de quatro... Ou de qualquer posição que ele quisesse.

Abri meus lábios e deixei minha língua despencar de minha boca. Toquei a cabeça de seu pênis e fiz movimentos circulares em volta da mesma, fazendo com que Sean se contorcesse desesperadamente. Sorri muito satisfeito, afinal, aquele homem sentia muito prazer quando estava comigo.

Nos encaramos por um tempo... E ele sorriu para mim. Seus dentes brancos alinhados e suas covinhas me cativaram desde o começo. O cabelo loiro amanteigado e seus olhos cristalinos me fizeram perder o chão assim que se focaram em mim. Mr.Baker era como todos o chamavam...

Sean era um homem formado. Com uma carreira esplêndida no ramo médico e um excelente professor e doutor. Eu nem mesmo havia ingressado na faculdade para ficar a parte do quão incrível ele era. E realmente era. Algumas semanas atrás, quando pensava para qual faculdade eu iria, uma das garotas de meu último ano tagarelava sobre a faculdade de medicina e do incrível Sean Baker. Não me interessou nem por um momento, na verdade, conversar sobre a porra da faculdade estava me estressando demais. Mas então, passeando pelo o campus de uma universidade qualquer, conversando sobre cursos e cursos, profissões e trabalhos a parte, o corpo torneado de Sean atravessou o meu. Seu braço passa por minha cabeça em uma tentativa de segurar o toldo que cairia sobre a minha cabeça. O olhei assustado e ele gargalhou.

"Você está bem?"

Abri minha boca e deixei seu pênis a invadir, logo fechando-a e sugando o máximo que pude. A pressão que eu fazia era deliciosa – tinha consciência disso – Tão deliciosa que Sean segurou delicadamente minhas madeixas enquanto deixava escapar um grandioso suspiro.

- Olhe para mim Nick, não desvie seu olhar agora. – Ele mandou.

Abri bem meus olhos enquanto o chupava com devoção. Enfiava tudo em minha garganta, até o final. Meus olhos até lagrimejaram do intenso esforço que eu estava mantendo para continuar com seu pênis na minha boca. Apenas mais quatro chupadas dessa e Sean se desfez em meus lábios, pingando para fora deles e deixando seu leite cair sobre o lençol.

Assim que levantei minha cabeça, senti o sêmen escorrendo para o meu queixo, mas Sean foi mais rápido e logo agarrou meu rosto e o conduziu até a sua língua. Ele lambeu todo o resto de sêmen de minha face. Passou sua língua por meus lábios, bochechas e queixo. Assim que terminou ele parou por um momento e admirou meu rosto corado, levou seus lábios ao encontro dos meus e me beijou de um jeito tão possessivo e dominador que meus braços fraquejaram.

Sua língua em contato com a minha, seu perfume e suor misturados com o meu.... Aquela dança perfeita e sincronizada que fazíamos com nossas bocas era o suficiente para ama-lo cada vez mais. Sim, acho que o amava. Sorri entre o beijo e mordi o canto de seus lábios, liberando nossas bocas e sorrindo para ele.

- Desculpe deixar escapar tanto assim... – Me referia ao sêmen derramado na cama.

- Não se preocupe meu amor, o importante é que foi ótimo, não é mesmo? – Perguntou alegremente.

Assenti muito feliz.

Sean continuou a me observar com seu sorriso maravilhado, dei um gritinho alegre e ele logo me puxou para um abraço e um beijo longo e molhado na bochecha.

- Você é a coisa mais linda que existe – Disse ele – Vou sentir tanta a sua falta.

E logo minha felicidade começou a morrer. Ele percebeu isso e logo escondeu meu rosto na curva de seu pescoço. Sim, ele iria embora. Voltaria para Chicago nesse final de semana e só retornaria assim que o liberassem do acordo de transferência. A academia de medicina havia oferecido tantas oportunidades para ele no início da carreira, que agora, o mínimo que ele podia fazer era ajuda-los a todo custo.

Sean iria embora... Mas nós já tínhamos conversado sobre isso também.

Mesmo estando ciente que essas últimas semanas foram apenas uma diversão, ainda não me sentia preparado para encarar a realidade e dizer adeus a Sean, porque no final seria a mesma coisa de sempre.

Todos eles iriam embora.

●ω●

Faziam exatamente sete minutos que estávamos caminhando pelo pátio do estacionamento. Já havia engolido minha saliva muitas vezes, preparando-me para qualquer pergunta espertinha que ele me fizesse. O silencio predominava tanto que eu era capaz de escutar o seu cachecol de cashmere balançar ao longo da caminhada.

Suspirei alto assim que meu celular vibrou. Era Amy, provavelmente. Com medo de parar e ser repreendido, deixei o celular vibrando até que o próprio Diego parou.

- Acho deveria atender.

Não houve qualquer gentileza em sua voz, muito pelo contrário, foi tão seco quanto antigamente. Até agora eu havia evitado manter o contado visual, mesmo sabendo que Diego não tirava os olhos de mim desde que chegou, eu não daria o braço a torcer olhando para aqueles olhos nebulosos e enxergar a mesma coisa de sempre.

- Vou deixar vibrar.

Não, eu não fazia a mínima ideia da coragem que eu tive em responder isso a ele. Só a presença de Diego me tornava incapaz de entrar no ataque, apenas me deixando na defensiva. Talvez os anos escuros da minha vida tenham me mudado.... Não, me mudaram em tudo.

Mamãe foi quem mais sofreu.

Quando Diego havia terminado de destruir a minha vida dentro daquela sala, quando mais nenhum gemido foi escutado e as minhas lagrimas secado, Diego simplesmente retirou uma toalha de dentro de uma das gavetas e começou a me limpar. Eu não me mexia, apenas ressonava de olhos fechados recusando-me a dizer qualquer coisa. Ele dobrou minhas roupas e as colocou ao lado do meu corpo, que ainda permanecia em cima da mesa. Antes de deixar a sala ele beijou minhas costas nuas, agarrou sua câmera e fechou a porta. Deixando meu corpo morto para trás.

Assim que cheguei em casa, duas horas depois do ocorrido - as 3:47 da manhã - foi que eu percebi que eu havia sido estuprado. E pela primeira vez eu me senti a puta mais nojenta de todo mundo. Não lembro exatamente do que aconteceu assim que abri a porta do meu quarto. Acho que cai na cama, ou fui no banheiro... Mas eu lembro que chorei até não aguentar mais.

Quando minha mãe acordou na manhã seguinte a primeira coisa que fez foi me acordar. Ela estava tão alegre naquele dia... Disse que sairíamos para almoçar e depois assistiríamos um filme no cinema, mas ela percebeu que eu não estava afim assim que abri meus olhos. Tenho que agradecer as aulas de teatro no ensino fundamental, consegui ocultar o meu estado de espirito por três semanas consecutivas, até eu começar a cortar a minha panturrilha para esconder os roxos que não sumiam.

- Por que deixou seu cabelo branco?

Sai de meus devaneios assim que lembrei de Diego.

Eu apertei meus braços contra o corpo. Não conseguia acreditar que depois de um ano ele agiria normalmente. Na minha mente fértil, a volta de Die na minha vida já era esperada, quer dizer... Ryan havia reprovado em algumas matérias, portanto teria que refazê-las. Die e Ryan são melhores amigos, obviamente eu veria esse monstro alguma hora, mas confesso que não esperava que seria dessa forma.

Diego Muller era um homem grosseiro e metido. Antes mesmo de me perder naqueles olhos verdes - assim que iniciei minha vida universitária - eu já havia escutado algumas coisas sobre ele. A forma que ele tratava as mulheres e de quantas comia por noite, fez o meu interesse nele ficar ainda maior. Afinal, nunca tive problemas com homem nenhum.

Me atrevo a dizer que Sean foi minha maior conquista. E realmente foi. Um médico completamente sério e másculo, nunca pensei que cairia na minha sem eu nem mesmo ter feito nada. Sim, como eu amava Sean. Apesar de saber muito bem que um homem como ele nunca trocaria o emprego por um garotinho como eu, eu não podia deixar de ama-lo. E pensei nele todos os dias até encontrar Diego. Meu maior erro.

- Eu não sei, quis deixar mais claro. – Respondi à pergunta anterior.

Em silencio novamente, eu fiquei. Eu não precisava encara-lo para saber onde seu olhar se direcionava. Claro que não.

Dois anos de sofrimento. Dois anos de repercussão entre idas e vindas de Diego, para no final acabarmos aqui novamente. Juntos. Quando tudo começou, eu tinha apenas dezessete anos – faria dezoito em breve - e Die tinha vinte e um. Um homem feito e bem-dotado, em todos os sentidos, afinal, não bastava ser apenas filho do reitor, mas tinha que ser um dos melhores alunos de medicina. Ele havia transferido seu curso de medicina para outra universidade nos seus últimos dois anos de curso. Simplesmente deixou o campus de seu pai, e foi embora para outro. No fundo - acredito eu - que Diego tenha feito isso para escapar de todo o assédio que ele sofria por ser filho do dono. Mas... mesmo não estando na mesma universidade que a minha, seus melhores amigos estavam e eu também, não é mesmo? Logo, ele poderia continuar a afundar a minha vida cada vez mais.

- Soube que vai se formar agora no final do ano.

Ele disse descontraído.

Assenti e forcei um sorriso curto e fraco.

- Sim, será no final do ano, junto com a festa de formatura.

Então olhei para ele.

Seu rosto parecia entristecido, com algumas olheiras arroxeadas e várias linhas de expressão que eu não sabia dizer de onde vieram. Na verdade, o observando agora, não me pareceu tão assustador quanto antes, talvez a barba escondesse um pouco toda a imagem criada na minha cabeça, enganando e me fazendo acreditar que tudo estava bem agora. Que ele havia melhorado.

- Por que voltou? – Minha voz saiu fraca e incerta, mas não me intimidei, continuei a fintar seus olhos com expectativa.

- Eu queria te ver.

Neguei rapidamente.

- Mas eu não quero te ver. Nunca mais na minha vida. Já conversamos sobre isso.

Die fungou fortemente.

- Precisava saber sobre a sua saúde.

Arregalei meus olhos.

- O que? Sobre a minha saúde? – Perguntei incrédulo.

Não podia ser. Não agora, depois de um ano inteiro sem ver seu rosto ele vem com seu papo de saúde...

- Essas cicatrizes nos seus pulsos e nas suas coxas tem acontecido a quanto tampo? – Perguntou ele – Você tem cortes bem profundos na pele, eu diria que... dois ou três anos vem acontecendo. Sua mãe acha que é um tipo de depressão congênita, mas nos dois sabemos muito bem de onde isso vem...

Meu coração apertou.

- C-como s-sabe sobre m-meus...?

Ele suspirou.

- Bom, alguém teve que cuidar de você quando tentou se suicidar. Alguém teve que limpar as suas feridas e acalmar a sua mãe.

Meus olhos se encheram de lágrimas.

- Eu disse a você, dois dias depois que nós havíamos feito, para que você me falasse sobre a sua saúde. Eu pedi isso a você, e mesmo assim me desobedeceu mentindo para mim.

- Eu não menti para você – Disse mais alto – Eu simplesmente não quis te dizer nada, porque você não é ninguém para exigir nada de mim! – Gritei na última frase.

Die arregalou os olhos.

- Antigamente você não levantaria a voz, você morreria de medo, o que foi agora? Vai fingir que é homem? Nem as lágrimas consegue segurar.

Então eu surtei.

- Três anos foi o tempo que você levou para destruir com a minha vida. Se não era você, eram seus amigos babacas me ameaçando toda a hora com aquela porra de vídeo! Mas quer saber? Mostre, mostre para todo mundo o que aconteceu dentro daquela sala. Mostre a porra do estuprador que você é!

Die ficou quieto.

- Por sua causa, eu quero estar morto agora. Por sua causa eu tenho vergonha do meu corpo... – Deixei as lagrimas escorrerem – Não a um dia em que eu não chore desejando nunca ter conhecido você.

Abaixei meu corpo ficando agachado, colocando as mãos sobre o meu rosto enquanto respirava fortemente e tentava esconder as lagrimas. Escutei um breve movimento em minha frente junto a um afago no cabelo. Separei minhas mãos do rosto e encarei seus olhos verdes marejado em lagrimas.

Die estava...? Não, não...

- Quando sua mãe te trouxe nos braços naquela noite, eu não acreditei que era você – Ele começou esfregando os dedos pelo meu cabelo – Fazia tanto tempo que eu não via sua pele... aquelas cicatrizes... estavam lá por minha causa.

- Die... – sussurrei fracamente.

Ele sorriu tristemente deixando uma pequena lagrima escorrer.

- Você me deixou tão obcecado... desde a primeira vez que eu te vi. Fui longe demais quando tratei você daquela forma, e para isso não existe perdão.

- Die... – Sussurrei novamente.

- A minha pergunta é: Por que eu não consigo esquecer você? Por toda a brutalidade e monstruosidade que eu fiz naquele dia. Minha mente ainda pesa tanto... Mas...

- Para... – Eu disse.

- Tudo me faz voltar em você. É mais forte que eu – Ele disse lentamente – Existe alguma maneira de pagar por todos esses anos? Eu faço tudo o que quiser.

E nesse momento eu senti seus dedos contornando meus lábios. O perfeito recorte da minha carne em suas mãos, completamente dispostas a ele, sem nem mesmo reclamar. Senti seu corpo chegar perto do meu, quase encostando os lábios.

- Qualquer coisa, me diga o que você quer... – Ele sussurrou encostando seus lábios com os meus.

- Hum... – Respondi fechando os olhos – Tem algo qu...

- Diga... – Ele sorriu de canto.

Eu suspirei.

- Voc...

E antes de responder, os faróis de um carro se acendem. Assim que olho para o lado vejo Oliver e William abrindo as portas e gargalhando fortemente. Me afasto de Diego e o vejo sorrindo. O mesmo sorriso de três anos atrás.

- Você continua tão burra quanto antigamente, não é? Princesa.

Meu corpo se desequilibra e eu caio no chão.

- Hum... – Diego passa a língua pelos lábios – Não importa quanto tempo passe, você ainda vai me querer. Boneca tola.

Arregalei meus olhos compreendendo tudo.

- Vamos dar uma volta? Quero que conheça a minha casa.

E naquele momento, eu cai na mesma conversinha de três anos atrás. 

No mesmo truque. 

Sua maldita sedução.


Notas Finais


Caralho em... HSAHSHAHSAH
Espero os comentários!!!!
Beijos bebês e até o próximo
Micha ♥


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