História Anjo Diabólico - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Anjos, Chanbaek, Comedia Romantica, Demonios, Exo, Misticismo, Romance, Yaoi
Exibições 109
Palavras 2.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiin, td beleza?
Voltei mais cedo do que eu esperava, porque minha provas ainda não acabaram e minha alma está sendo sugada pelo meu cu. Não é brincadeira, essas provas têm que acabar logo, tô ficando louca.
ENFIM, ISSO NÃO IMPORTA, O QUE IMPORTA É PUTARI... O CAPITULO.
Bora ler. Revisei que nem minha bunda, então deve ter alguns erros, mas quem liga? ♡
AAAH! A última parte do capítulo está em itálico porque a narração fica em 3ª pessoa, mas... isso vai ser óbvio, então... tô quieta.

Capítulo 3 - Agindo como um não-Chanyeol


Fanfic / Fanfiction Anjo Diabólico - Capítulo 3 - Agindo como um não-Chanyeol

 

Capítulo 3

Agindo como um não-Chanyeol

 

Estava sentado em um sofá velho, porém fofo, com a cabeça inclinada pra trás e os olhos fechados.

Podia ouvir meus amigos conversando com Baekhyun. Quando eles descobriram quem era o garoto lindo vestido como um modelo fotográfico, quase caíram pra trás também. E eu teria caído de novo, se já não estivesse sentado, quando ele se apresentou como meu amigo.

Fala sério, né? Ele me seduz como um cantor de cabaré e depois me beija, aí some por uns dias e a próxima vez que nos vemos ele está fazendo um boquete em alguém sabendo que eu o espionava. Então de repente ele aparece como vizinho dos meus hyungs e diz que somos amigos. Eu nem conheço ele, mas já acho que ele é doido.

De qualquer maneira, eu estava tonto demais e não tinha um pingo de coragem de jogar aquilo na cara dele. E também, meus amigos não sabiam sobre a quase orgia que aconteceu no vestiário da minha escola. E, se depender de mim, nunca saberão.

Agora eu tinha que ficar deitado aqui pra não vomitar, porque, de acordo com Baekhyun, que nem idade pra ser médico tinha, eu podia ter tido uma concussão. Que tipo de adolescente fala “concussão”?

Sim, estou de mau humor. Estou esquecido em um sofá estranho enquanto meus amigos riem de alguma coisa que Baekhyun disse.

Ai meu cu.

E se ele estiver falando sobre o que eu vi ontem?

Claro que nenhuma pessoa sã contaria que foi espionada enquanto pagava um boquete pra um atleta.

Eles riram de novo. Me irritei e me levantei pra ir até eles.

O mundo deu uma cambalhota e eu tombei pro lado, caindo sentado.

— Aish, eu disse pra não levantar — Baekhyun caminhou até mim e se agachou na minha frente.

Puxei ar pra brigar com ele, mas quando o olhei ele parecia uma pessoa completamente diferente.

Tipo, ele tinha a mesma cara, mas seu sorriso malicioso e seus olhos hipnotizantes não estavam ali. Na minha frente só estava um garoto lindo com um sorriso meigo e olhos bondosos. Pisquei confuso e olhei para os meus amigos. Estava na cara que eles se encantaram com Baekhyun.

— Vem, vamos voltar pro sofá. Desse jeito, vai acabar vomitando. Você tem que descansar.

Deixei que ele me levasse de volta e me colocasse deitado. Então ele abriu um sorriso fofo e andou até o meu time.

— É, ele ainda está tonto. É melhor ele ficar deitado por um tempo.

— Tudo bem — Xiumin disse. — Se quiser, o levamos para o nosso apartamento. Parece que você ia sair.

— Ah, eu acabei de chegar, na verdade. Estava procurando meu celular e pensei que ele havia caído na escada, mas já o encontrei no sofá.

Os outros soltaram risadinhas concordando. Encaravam Baekhyun com cara de tontos.

— Podem deixá-lo aqui, não tem problema nenhum. Eu fico de olho nele.

Eu sou o quê? Um bebê?

Eles se entreolharam rapidamente. Claro que eles não me deixariam, nós tínhamos uma partida de LOL pra jogar.

— Ah, então tá bom — Chan falou e os outros concordaram.

OI?

— Você parece entender muito de concussões — Luhan comentou. — Aposto que vai cuidar melhor dele do que nós.

Os encarei embasbacado. Eles estavam me deixando com um estranho! E eu estava ferido! Que belo time eu arrumei.

— Chanyeol, qualquer coisa, estamos do outro lado do corredor — Xiumin falou.

Eles pegaram a garrafa de coca e os petiscos, se despediram e saíram abrindo sorrisos idiotas pra Baekhyun, que soltou uma risada bondosa e fechou a porta, parando de costas.

Me sentei.

— O-olha, Baekhyun, você não precisa ficar me olhando. Eu estou legal, foi só um tombinho. Eu caio toda hora...

Ele se virou e se encostou à porta, cruzando os braços. E lá estava seu sorriso malicioso.

— Tem certeza que não quer que eu te olhe, Chanyeol? Estranho... eu pensava que você gostava disso.

Engoli em seco. Ele soltou uma risada baixa e se desencostou da porta, andando lentamente na minha direção.

— E-eh... não é isso, é-é que...

É-é que...? — ele me imitou.

Então se sentou ao meu lado e levou a mão até a parte de trás da minha cabeça, passando os dedos por entre meus cabelos. Quase suspirei, era bom.

— Estou sentindo um galo aqui — ele disse em voz baixa. Estava bem próximo de mim. — Isso pode ser um problema. Acho que vou precisar te observar com muita atenção, Chanyeol.

De repente, agarrou meu cabelo com força e se inclinou pra mim.

— Não se preocupe — sussurrou em meu ouvido. Me arrepiei. — Não estou zangado. Na verdade, não pensei que você fosse capaz de fazer algo daquele tipo, Chanyeol.

Estremeci. Por que ele insistia em dizer meu nome daquela maneira? Eu me sentia tão... tão... tentado.

Isso não pode ser humanamente possível. Ele, com certeza, havia sido enviado do inferno pra me tentar e roubar minha alma. E eu estava deixando!

Respirei fundo e o empurrei pra longe. Então me levantei, peguei minha mochila e corri cambaleante em direção à porta, pretendendo sair. Ouvi Baekhyun soltar uma risada.

A porta estava trancada.

Me virei contra a porta e encarei Baekhyun. Ele estava sentado no sofá, com as pernas cruzadas e o sorriso diabólico na cara. Trinquei os dentes. Olhar pra ele daquele jeito me deixava tão... faminto.

— O que foi, Chanyeol?

— Pare de me chamar assim! — gritei irritado. Eu me sentia zangado de uma maneira estranha, como se um animal dentro de mim estivesse preso em um quarto desconhecido, arranhando as paredes tentando sair.

Seu sorriso diminuiu e ele me olhou curioso. Então se levantou e caminhou até mim.

— Então como quer que eu te chame? Channie? Yeollie? Talvez gatinho assustado?

Ele parecia estar zombando de mim. Apertei as mãos em punho, ouvindo o animal interior rosnando, compelido pelas provocações alheias. Isso nunca havia acontecido, e olha que eu já fui muito provocado nessa vida.

— Não quero que me chame de nada! Quero que abra essa porta e me deixe sair! — falei em um impulso.

Ele parou na minha frente. Já não sorria mais. Estremeci e me esforcei pra não perder a compostura. Não podia desabar agora que fiz algo inacreditavelmente não-Chanyeol.

— Agora! — Falei com firmeza, liberando aquela pequena quantidade de energia desconhecida que me restava.

Ele continuou me olhando por um momento, então sorriu. Não o sorriso malicioso, nem o sorriso meigo. Apenas um sorriso natural.

Baekhyun levantou a mão. Segurava a chave. A peguei rapidamente e me virei, abrindo a porta.

Antes de sair hesitei e o olhei. Ele ainda sorria. Não fez mais nada. Só ficou me olhando parado ali.

Fechei a porta e corri para as escadas, com minha casa como destino em mente, e uma confusão mental de dar dor de cabeça.

 

 

Alguém me explica que merda eu tenho no lugar do meu cérebro, por favor?

Quando um garoto gato, sexy e safado se oferece quase que de bandeja pra alguém como eu, que não está em posição de escolher, o alguém não reclama e aceita o que o outro tem a oferecer de bom grado!

Enfiei a cara no travesseiro e soltei um grito abafado. Eu havia entrado em pânico, era isso. Tudo o que estava acontecendo comigo nunca passou pela minha cabeça. Nem nas minhas fantasias mas pervertidas. É normal eu ficar apavorado.

Mas eu precisava ter fugido? Pra onde vai minha moral agora?

Acho que não importa. Baekhyun deve fazer parte de algum grupo que está querendo me zoar. Talvez aja até câmeras. Eu não deveria levar isso tão à sério.

Me levantei e fui pra frente do espelho que havia na porta do guarda-roupa. Encarei meu reflexo procurando qualquer coisa que podia ser atrativa pra alguém. Eu era alto, algo valorizado na Coreia, mas era muito desengonçado. Tinha orelhas de abano que eu tentava esconder com o cabelo (bagunçado e sem graça).

Tinha algumas espinhas no rosto, eu nunca soube como cuidar da pele e não tinha ânimo pra isso também. Então escondia parte do meu rosto com a franja e uns óculos quadrados gigantes.

Suspirei e me sentei ao pé da cama. Não tinha nada ali que alguém poderia se interessar. Muito menos alguém como Baekhyun, que parecia um astro de cinema adolescente.

Voltei a me deitar na cama e me encolhi, tentando ficar o menor possível. Talvez, se eu fosse pequeno, as pessoas não reparariam tanto em mim e não me julgariam com olhares.

Ou talvez, se eu desaparecesse, não teria mais que me preocupar com nada disso.

 

 

Algo fazia cócegas no meu nariz e atrapalhava o meu soninho. Esfreguei a cara com a mão e me entreguei ao mundo dos sonhos de novo.

Até sentir novas cosquinhas. Resmunguei e esfreguei a cara no travesseiro.

Dessa vez, senti algo ser enfiado no meu nariz. Abri os olhos, irritado, e dei de cara com Kyungsoo. Gritei de susto e pulei pra trás, caindo da cama.

Me sentei e esfreguei o rosto. Olhei em volta, vendo meu time ali no meu quarto.

— Até que enfim a bela adormecida acordou — Chen falou sorrindo.

— O-o que estão fazendo aqui? Que horas são?

Me levantei coçando a cabeça.

— São quase nove — Luhan falou. — E nós viemos saber como você está.

Franzi a testa.

— Eu estou bem... pra que tanta preocupação?

— Baekhyun disse que você insistiu em ir embora, mas que estava passando mal —Luhan falou. Parecia zangado. — Como você sai assim, sozinho, depois de sofrer um acidente daqueles? Podia ter desmaiado no meio da rua, ou ser atropelado por um caminhão, ou cair em um beco e alguém sequestrar você pra vender seus órgãos no mercado negro. O que você estava pensando, Chanyeol?

Encarei Luhan confuso.

— Eu estou ótimo. Não estava passando mal coisa nenhum, Baekhyun mentiu só porque eu fugi...

Calei minha boca quando percebi que falei demais. Torci para eles não terem notado.

— Como assim você fugiu? — Chen perguntou boquiaberto.

Merda.

— Ahn? Quem disse fugiu?

— Para de tentar fazer a gente de besta, garoto, desembucha! — Xiumin ralhou.

Bufei.

— E-eu fugi — admiti. — Mas vocês não deviam ter me abandonado lá!

— Ah, vai me dizer que você não gostou de ficar sozinho com o Baekhyun — Kyungsoo sorriu.

Os outros concordaram rindo.

— Ele é gostoso mesmo — Chen comentou e se sentou na cama. — E é de verdade, você não estava delirando.

O encarei indignado. Chen girou os olhos.

— Ah, nem vem fazer essa cara de cu. E você exagerou na parte do “incrivelmente sensual”. Tá que o garoto é lindo, mas você o descreveu como um deus do sexo, e ele é mais fofo do que sexy.

— Iih... já tá caidinho — Xiumin riu.

Eles começaram a me zoar e eu os mandei calar a boca.

— Claro que não, eu só... fiquei encantado por um momento. Mas já passou. E na frente de vocês ele foi outra pessoa.

— Ah, Chanyeol, não tem problema você enxergar ele de outra maneira — Kyungsoo disse. — Se você está apaixonado, ele vai parecer a pessoa mais incrível do mundo pra você.

Era só o que me faltava.

— Eu não estou apaixonado! Ele é louco! Ele me encurralou e quis tirar satisf... — ai, porra — quis... me agarrar de novo!

Eles me olharam atentamente.

— Você está escondendo alguma coisa — disse Chen.

— Com certeza ele está escondendo alguma coisa — Xiumin concordou.

— Parem de pegar no meu pé! Olha, eu não estou escondendo nada, não estou apaixonado pelo Baekhyun e, com certeza, não estou inventando nada sobre ele. Ele é insano, fingido e pervertido.

— Mas...

— Nada de mas!

Cruzei os braços e fiquei emburrado. Tinha que demonstrar que todas aquelas acusações estavam me irritando. De alguma forma, eu queria mostrar pras pessoas que não estava gostando de alguma coisa, em vez de só concordar para agradar.

Naquele momento, tentar agradar meus amigos à custa da minha dignidade, não era meu objetivo. Franzi as sobrancelhas quando percebi isso. Eles continuavam em silêncio, e comecei a pensar que estavam irritados comigo.

— Bem... se está tudo bem com você e seu coração — Chen falou irônico —, nós já podemos começar a jogar.

— É, você avacalhou a partida de hoje mais cedo com sua concussão — Kyungsoo zombou. — Agora é melhor pegar seu notebook e colocar esse jogo pra carregar, porque nós temos uns cus virtuais pra chutar.

Eles começaram a pegar seus notebooks e a se espalhar pelo quarto. Os encarei por um momento, surpreso por terem lidado bem com a minha recusa não usual em cooperar. Luhan me chamou, perguntando se eu havia perdido outro parafuso quando bati a cabeça e ficado mais lerdo do que antes, depois mandou eu me mexer. Eu ri e fui pegar meu notebook.

Estava me sentindo melhor.

 

 

Naquela rua estreita, em frente à casa pequena e alta, ele observava o seu guardado com um sorriso satisfeito e animado no rosto. Fazia um bom tempo que não escolhia um guardado, e mais tempo ainda que não se sentia empolgado em realmente ajudar alguém. Ele suspirou e começou a andar pra longe da casa, sentindo a ligação recente e pulsante. Dessa forma, saberia exatamente quando e aonde ir.

Ele chegou à velha ponte mal iluminada e solitária. O rio deslizava preguiçoso, quase parecia sonolento naquela noite fresca e enluarada. Ele se sentou na grade de proteção e deixou os pés penderem no ar, balançando-os distraído, e sorrindo com a tranquilidade da paisagem.

Uma leve movimentação ao seu lado, no começo da ponte, chamou sua atenção. Ele olhou para a confusão de moitas que cresciam descontroladas à margem do Han. Elas balançavam suavemente com a brisa. Mas ele sabia que algo mais espreitava por ali. Algo que o observava em silêncio.

E dessa vez, não era divertido.

 


Notas Finais


NOSSA QUEM SERÁ QUE ESTÁ NA PONTE NINGUÉM SABE.
Tá, vocês sabem quem é, não vou fazer suspense. Só pelo o que está na moita. E não, não é a Mariquinha.
Gente, o que estão achando, me digam PORFAAA! Essa fanfic tá saindo não sei como ahaickdnfksncjd pq ainda acho q escrevi ela muito do nada. WHATEVER
Espero que estejam gostando. Beijo no nariz *3* até!


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