História Anjo Negro - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~poesia

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo
Personagens Personagens Originais
Exibições 6
Palavras 743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gentem, essa fic brotou na minha cabeça, não me pergunte como. Espero que gostem

Capítulo 1 - Passado


Meu nome é Liza  e eu vou contar a minha história.

Desde que eu me entendia por gente, apanhava da minha mãe com cinto, computador ou até mesmo madeira. Foi assim que eu aprendi a suportar a dor para o desgosto da minha mãe.

Porque eu apanhava? Por ser igual ao meu pai. Ela me culpava por ele ter sido obrigado a se separar dela. Como se esse o meu propósito de vida ~sintam a ironia~. 

Sempre soube que era uma semideusa, minha mãe não se preocupou em esconder, filha de Thanatos, até porque essa era a única razão para a minha tatuagem de nascença (foto da capa da fic) são as minhas asas, mas nunca tive a oportunidade de usa-las, pois sempre fui limitada a dois cômodos: o meu quarto e a sala de estudo quando a professora particular estava.

Um dia quando eu tinha 7 anos consegui escapar do quarto e fui em direção a porta da frente da casa que eu já tinha visto de canto do olho. Ao chegar lá alguém bateu furiosamente na porta como se não fosse a primeira vez que fazia isso.

Abri imediatamente e cinco homens entraram na minha casa. Um deles perguntou:

- Onde está Lucy Collens?- fiz uma careta ao ouvir meu odiado, por mim mesma, sobrenome.

- Você acha que eu gastaria meu tempo procurando pela minha mãe?- perguntei

- Sua mãe não te deu educação menina?- pertugou o mesmo  que provavelmente era o chefe dos cinco.

- Não, mas ela me ensinou como dar uma chicotada.- respondi.

Minha mãe chegou correndo e meu um tapa. Nem me importei.

- Menina idiota como escapou do quarto? E por que abriu a porta?- perguntou ela

Não respondi, só saí do caminho entre minha mãe e os homens. Eles sorriram e os outros quatro trataram de imobiliza- la enquanto o quinto pega uma faca e finca no coração dela e um sorriso brota nos meus lábios. A sensação de sua morte era boa e aconchegante. "Pai" pensei.

Os homens se viraram para mim provavelmente esperando me ver encolhida ou chorando, mas como eu estava de braços cruzados e sorrindo eles assumiram a cara de chocados.

- Muito obrigada por matar minha mãe e permitir que eu assistisse.- então eu abri minhas asas, corri para fora da casa e voei.

Nunca tinha feito isso antes, mas é para isso que servem os instintos. Tentei me lembrar se minha mãe tinha dito algum lugar seguro para pessoas como eu até eu ouço uma voz na minha cabeça "Vá para São Francisco lá é o lugar mais próximo onde você vai achar um local seguro: o Acampamento Júpiter".

Nessa hora agradeci mentalmente minha professora particular por ter me ensinado geografia.

Quando eu finalmente cheguei à São Francisco foi fácil ir até o acampamento já que consegui sentir de longe a presença de vários semideuses.

Quando "aterrissei" fui procurar por ajuda. Uma mulher muito legal que tinha uma filha da minha idade resolveu me ajudar. Permitiu que eu banhasse e comesse na sua casa e me deu uma blusa de manga comprida, calça e bota para cobrir as cicatrizes. Me indicou que procurasse a ex pretora Reyna.

Achar ela foi mais fácil que achar o acampamento, pois aparentemente todo mundo a conhecia. Mas confesso que esperava uma mulher idosa talvez de cadeira de rodas não uma mulher bonita de no máximo 22.

Cheguei perto dela e puchei um pouco seu vestido estilo romano para chamar sua atenção. No mesmo momento sua face se encheu de fúria por algum motivo até notar a minha presença. Se ajoelhou ao meu lado e perguntou:

- Quem é você querida?

- Meu nome é Liza.- respondi

- Quem são seus pais e por que não está com eles?- perguntou

- Meu pai é Thanatos e minha mãe morreu na minha frente a poucas horas e então recebi instruções do meu para vir para o Acampamento Júpiter.- respondi calmamente.

- Me desculpe pela sua mãe.

- Por que? Gostaria que ela continuasse me batendo até eu não ser mais forte o suficiente e morrer sem sangue?- perguntei ofendida mostrando as cicatrizes.

- Também tive uma infância difícil- riu sem humor- venha conhecer minha esposa. Vamos resolver em qual acampamento ficará e com quem.

- Esposa? Legal! Ela é bonita como você?

A cara dela era hilária, mas aparentemente decidiu não falar nada. Me pegou no colo e me levou para alguma direção que eu não vi, pois com o balanço dos braços de Reyna enquanto ela andava e o fato de eu não ter dormido havia horas eu caí no sono.


Notas Finais


No próximo capítulo vou descrever a Liza OK? OK.


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