História Anjo negro - Capítulo 10


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Personagens Originais
Visualizações 115
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou! Sim a perte que demorou uma merda de vários dias para postar. Gente desculpa, mas a tia tava com probleminhas. Eu começava a escrever e nada saia, o capítulo parecia não ter sentindo.

Mas agora o negócio vai pegar fogo, algumas coisas vão começar a fazer sentido. Tipo o porquê do arcanjo Louis odiar tanto Marinette.

Capítulo 10 - Capítulo 10- Um pouco de ilusão.


Fanfic / Fanfiction Anjo negro - Capítulo 10 - Capítulo 10- Um pouco de ilusão.

                      ◇

        Marinette  Cheng 

Fiquei  sentada  em  um banco  qualquer  daquela  masmorra  escura, o  que  mais  me  chamava  atenção  era  que  as  celas  pareciam  vetrines  exibindo  os  mais  variados  estilos  de  roupas  de  cores  escuras. Chloe, a  loira  com  quem  fui  obrigada  a  ficar, me  encarava  pelo  o  cantos  dos  olhos. As  vezes  exibindo  um  sorriso  debochado  e  um  olhar  que  não  sube  decifrar, mas  que  ascendeu  o  meu  aviso  de  que alguma  coisa  não  muito  boa estava  pra  acontecer.

Me  levantei  e  comecei  a  andar  de  um  lado  para  o outro  sendo  acompanhada  pelo  o  olhar  da  loira  em  cada  movimento  meu.  Virei  para  um  lado  pronta  para  sair  do  alcance  de  Chloe  quando  esbarrei  em  alguém, bati  com  tudo  contra  o peito  de  quem  eu  reconheci  imediatamente, só  tinha  uma  pessoa  que  usava  aquele  perfume  que  chegava  a  embaralhar  meu  raciocínio. Levantei  a  cabeça  dando  de  cara  com  o  loiro, mas  uma  coisa  em  sua  expressão  fez  o  sorriso  que  brotou  involuntariamente  nos  meus  labios  desaparecer.

— Precisarmos  sair  daqui, agora! — disse  segurando  meu  braço  e  me  arrastando  para  a  unica  vetrine que  não  tinha  coisas  pretas, na  verdade  tudo  era  tão  branco  que  parecia  brilhar  de  uma  forma  angelical.

— Por  que ? — perguntei  e  antes  que  Chat  me  respondesse  Chloe  apareceu  em  nossa  frente, mas  dessa vez  a  roupa  dela  era  diferente. Ela  estava  parecendo  uma  abelha.

— Seu  idiota! Você  não  pode  dar  pra trás  agora, por quê  quer  defender  ela? — franzi  o cenho  sem  conseguir  entender  o  rumo  que  a  conversa  estava  tomando.

— Não  estou  defendendo, agora  sai  da  minha  frente — Chat  empurrou  a  loira  e  me  puxou  para dentro  da  vetrine  diferente.

— Hahahaha... Eu  e  seu  pai  já  desconfiavamos   dessa  possibilidade  Agreste, por  isso  um  pouquinho  de  ilusão — Lila  entrou  na  sala  com  uma  roupa  laranja  com  branco  e  uma  flauta  nas  mãos.

Quando  ela  tocou  a  flauta  a  cela  aonde  estávamos  ficou  escura  e  completamente  sem  nada, olhei  para  o  loiro  que  levou  as  mãos  aos  cabelos  e  os  puxou  para  trás. Ele  me  olhou  com  um  olhar  arrependido, tentei  entender  o  que  estava  acontecendo  e  cada  vez  eu  ficava  mais  confusa.

— Me  desculpa, espero  que  me perdoe  depois  — sussurrou  encostando  a  testa  na  minha.

— Pelo  o  que? Por  que  você  tá  se  desculpando?

— Mas  você  é  tão ingênua  Ladybug, me  explica  como  você  ia  para  o  céu  através  do inferno? Você   não  raciocinou  que  isso  não  tinha  logica? — Chloe  perguntou  fazendo  cada  peça  do  meu  quebra- cabeça  se  encaixar.

—  Primeiro  tivemos  o trabalho  de  converter  o  arcanjo  Louis para  o  nosso lado, depois  você  foi  muito  boba  em  confiar  num  demônio  e  ainda  vim  para  o  submundo — olhei  para  Chat  que  mantinha  a  cabeça  abaixada, eu  não  conseguia  acreditar, como  pude  ser  tão  burra?

— Agora   você  se  resolve  com  o  gatinho, Volpina  e  eu  precisamos  avisar  a  Howk  Moth  que  a  joaninha  tá  na  gaiola — ela  saiu  sendo  acompanhada  por  Lila  me  deixando  a sós  com  o  Chat.

— Mari...

— Não  toca  em  mim! Você  mentiu, eu  confiei  em  você  enquanto  seus  planos  todo  esse  tempo  era  me  trazer  para  essa  cova  de  leões — me  afastei  dele  e  caminhei  pela  cela, eu  precisava  sair  daqui  se  não  quisesse ser  uma  anja  morta.

—  Eu  me  arrempendi, deixa  eu  te  ajudar  a  fugir  daqui? — me  virei  para  ele  com  um  sorriso  cínico   nos  lábios.

— A  última  vez  que  eu  aceitei  sua  ajuda  você  me  trouxe  pra  cá, não  confio  em  você  e  não  farei  isso  nunca  mais. Eu  te  odeio! — quase  gritei  sentindo  as  lágrimas  grossas  rolarem por  minhas  bochechas, lágrimas  incolores, apenas  uma  água salgada  que  saia  dos  meus  olhos  sem  minha  permissão.

— Por  favor  me  perdoa, no  começo  eu  estava  fazendo  o  que  meu  pai  pediu  mas  depois... Depois  eu  acabei  gostando  de  você, gostando  mesmo — ele  colocou  uma  mão  na  minha  bochecha, mas  eu  tirei  com  força. Eu  não  queria  ver  o  loiro  nunca  mais.

— Não  chega  perto  de  mim. Eu. Te. Odeio com  todas  as  minhas  forcas. — falei  antes  de  correr  até  um  armário  que  tinha  no  canto  da  cela. 

Abri  a  porta  e  entrei  dentro  do  mesmo, estranhamente  a  parte  de  baixo  abriu e  eu  cai  numa  escada  enorme. O  meu  grito  de  medo  fora  quase  impossível  de  ser  evitado, porque  diabos  tinha  um  alçapão  em  um  guarda-roupa?

— Marinette! Marinette  o  que  aconteceu?  Você  tá  bem?— escutei  aquela voz  rouca  em  um  quase  grito  e  foi  impossível  evitar  que  mais  lágrimas  rolassem  por  minhas  bochechas.

Não  respondi  nada, apenas  me  levantei  sentindo  uma  dor  aguda  na  minha  asa esquerda. Droga! Desci  alguns  degraus  me  agarrando  nas  paredes, tentando  enchergar  alguma  coisa  naquele  breu.  Parei  quando  um  estrondo  de  algo  se  batendo  contra  o  chão  fora  escutado  logo  atrás de  mim, me  virei  rapidamente  e  corri  para  ver  o que  era.

— Adrien...— sussurrei  ao  reconhecer  o  cheiro  do  loiro — Adrien  responde.

Sacudi  o  corpo  dele  e  nenhum  som  fora  ouvido a  não  ser  o  da  sua  armadura  tilintando. Voltei  a  chorar  de  novo, por  mais  que  eu  estivesse  com  muita raiva  do  Agreste  eu  ainda  gostava  dele, gostava  de  mais. Me  abaixei  colocando  o  ouvido  perto  do   seu coração. Ele  estava  vivo!

— Marinette...— ele  sussurrou  descendo  uma  de  suas  mãos  por  meus  cabelos. Me  afastei  do  mesmo e  me  levantei.

Proucurei  a  parede  e  me  apoiei  na  mesma, agora  que  ele  estava  bem  eu  precisava   sair  daqui  e  voltar  para  o  lugar  daonde  nunca  devia  ter  saido. Esquecer  tudo  que  aconteceu, esquecer  Adrien  Agreste  para  sempre. Um  soluço  escapou  por  meus lábios   fazendo-me  perceber  que  estava  chorando  novamente.

Droga, como  eu  posso  ser  tão  idiota  de  continuar  chorando  por  aquele  idiota?

Alguma  coisa  agarrou  meu  pulso  e  me  puxou   fazendo eu  me  chocar contra  essa  coisa. Mais  especificamente  alguém.

— Adrien  qual  a  parte  de  fica  longe  de  mim  você  não  entendeu? — gritei  me  afastando  dele e  quase  caindo  por  pisar  em  falso  num  degrau.

— A  parte  que  você  tá  mentindo, a  parte  que  você  precisa  da  minha  ajuda  mesmo  eu  sendo  um  nada  perto  de  você, a  parte  que  eu  sei  que  você  sente  as  mesma  coisa  que  eu — disse  me  segurando  pela  cintura  e  me  aproximando  ainda  mais  dele — E  a  parte  que  eu  te  amo  e  não  seria  idiota  em  deixar  você  ir  embora  sem  saber  disso.

Não  consegui dizer  nada, nenhuma  palavra  saiu  quando  eu  abri  a  boca  para  tentar  dizer  alguma  coisa. 

— Eu  te  odeio— sussurrei enquanto  abracei  ele, apoiei  a  cabeça  em  seu  peito  e  o  apertei  enquanto  ele  fazia  o  mesmo. Deslizando  suavemente  a  mão  por  meus  cabelos.

— Precisamos ir, meu  pai  não  vai  demorar  para  chegar  aqui  acompanhado  do  arcanjo. — assenti me afastando  dele. Adrien  segurou  minha  mão  e  me  guiou.

— Pra  onde  vamos? — perguntei  enquanto  ele  me  guiava  naquele  escuro  sem  nenhuma  dificuldade.

— Encontrar  Hades, ele  precisa  saber  que  você  está  aqui — parei  abruptamente. De  novo  não.

— Adrien  por  farvor... — ele  colocou  o  dedo  indicador  em  meus  lábios  me  fazendo calar.

— Marinette... Você  não é  totalmente  anjo, voce é  uma zilliorit. Metade anjo, metade demônio — arregalei os olhos. Como isso aconteceu se é pecado um anjo se apaixonar por um demônio? Por isso meus pais morreram?

— E o que Hades tem aver com isso? — perguntei. Não tinha logica um anjo ir visitar o rei do submundo.

— Porque ele é seu pai.

Continua?


Notas Finais


Eita porra! Eu sei que por essa vcs não esperavam. O que acharam? Deixem seus comentários e não se esqueçam de favoritar. A tia ama de mais os bebês dela, tchau meus docinhos e até o próximo.


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