História Anjo Problemático - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Exibições 32
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA LÁ QUEM BATEU RECORD DE POSTAGEM DHSAUIDHAUSIDHASUID
alô alô grazadeus
ESSA GOING SEVENTEEN TÁ ACABANDO COMIGOOOOOOOOOOOOOO

Capítulo 11 - Contra-tempo; Sul da Suécia.


 

-Woozi, se continuar assim a gente vai ter que comprar uma escada maior.

-Mas eu disse que quero colocar o quadro ali em cima!- O mais baixo bateu o pé no degrau da escada e a mesma balançou o fazendo se desequilibrar um pouco.

-Jihunnie você vai cair!- Passou a página do jornal e cruzou as pernas calmamente, não adiantava falar com ele, ele não ia dar ouvidos mesmo. Olhou de relance para seu esposo e ajeitou os óculos, sorrindo de lado ao ver a bunda redondinha empinada.

-Mas eu quero colocar o maldito quadro ali em cima!- O mais baixo disse entre dentes, ainda com a mesma ideia na cabeça, apontando para o local específico e logo depois olhando para Hoshi com uma expressão desolada.

-Não é mais fácil pedir pra mim?- Hoshi perguntou ainda de olho no jornal.

-Nem fudendo.- A resposta veio rápida e sem rodeios.- Espero que um dia entenda que a minha carência de altura não me deixa impossibilitado  de colocar um mísero quadro na parede.-  Hoshi riu nasalado e deixou o jornal de lado, tirou o óculos lentamente e se levantou, caminhando até o pé da escada.

-Deixa disso.- Disse com um tom de voz brincalhão.- E vem aqui comigo.- Mudou sua voz costumeira pra um tom sexy, ficando  rouca e baixa do nada. Aquilo fez o mais baixo estremecer e olhar para baixo ainda com a bunda empinada, sabia que sua bunda era uma das várias coisas que deixavam Hoshi louco e sabia muito bem como o marido gostava daquelas situações baixas, além de gostar muito de provocar o maior.

-Aah pelo amor de Jesus luz, Hoshi! Me deixa terminar aqui! Depois, se você quiser, pode me fuder até de ponta cabeça!- O menino disse concentrado em pregar o quadro na parede, pretendia se fingir de desentendido até o último segundo.

A verdade era que Hoshi adorava o senso de humor azedo de Jihun, sua complexidade em ações e conversas, adorava como o mais baixo não tinha freios na língua, adorava aquela bunda redonda e branquinha, adorava acordar de manhã abraçado com ele, de como o menor odiava que ele ficasse meloso, de quando o mais baixo ficava manhoso e fresco do nada, quase como se fosse uma TPM masculina, de quando acordava primeiro que si e o acordava com cutucadas nas costelas, com os olhinhos inchados, implorando por atenção silenciosamente. Enfim, adorava tudo sobre seu esposo.

-Eu não quero esperar!- O mais alto esticou os braços e enlaçou a cintura de Jihun, o puxou para baixo e pegou o menino no colo com uma leveza inacreditável, o virou para si e instantaneamente o mais baixo enlaçou suas pernas no quadril alheio. Quando seus olhos repousaram sobre o rosto do outro, viu na boca do garoto um biquinho adorável, os olhos felinos ficando semi cerrados. Daquele jeito Jihun parecia ter 8 anos.

-Você tem mesmo que pensar que toda vez que te pego no colo e você me sente duro significa que eu só quero transar?- Hoshi perguntou caminhando de volta para o sofá, se sentando com o amado em cima de si. O pequeno não respondeu, apenas se encolheu, aumentando o biquinho e virando o rosto.- Eu não penso só em sexo.- O mais alto afirmou com leveza e deixou rosto pender para o lado.- Eu também gosto de ficar te olhando, e de ficar agarradinho com você sem fazer nada, e de te imaginar gemendo, mas isso não tem a ver especificamente com sexo porq-

-Cala boca... Eu já ouvi demais.- Disse tentando suavizar o tom de voz e esconder a vergonha em algum canto de si.

-Olha pra mim.- O mais alto pediu e o mais novo olhou.- Eu quero te beijar.- O mais alto confessou, sorrindo ao ver como o menino ficou vermelho.

-Não é como se você precisasse pedir permissão...- O mais baixo deixou a frase no ar e o encarou com a mesma intensidade. Havia 2 anos que estavam casados e morando sozinhos no Sul da Suécia, bem de frente pra uma floresta enorme, tinham uma típica casa de madeira escura com chaminé, aquele era o sonho de Jihun e no inverno o garoto ficava o dia todo sentado de frente pra lareira lendo um livro e tomando whisky. A casa era espaçosa, a sala era grande e com sofás marrom escuro, uma TV grande na parede e uma decoração impecável. A cozinha, o banheiro e o quarto também eram grandes, não eram enormes, mas para duas pessoas era mais que suficiente, sem contar os quartos de hóspedes e o porão, e o mais inacreditável é que era tudo perfeitamente organizado e limpo, e tudo tinha aquele estilo meio boho meio vintage que os dois gostavam.

O mais alto sorriu de novo e beijou Jihun sem rodeios. O beijo e as bocas já eram totalmente conhecidos. Conheciam cada parte do corpo alheio com muita precisão, mas o tesão e o amor nunca diminuíam, acho que pelo fato dos dois sempre inovarem em tudo, odiavam mesmice e coisas sem graça. Jihun suspirou pesadamente quando Hoshi sugou sua língua e começou a brincar com seus mamilos por cima da blusa branca.

-Ah Hoshi- suspirou.- O quadro...- Se lamentou e olhou para o amado.- Eu queria terminar de pregar.- Afirmou com a voz doce e voltou a o beijar com intensidade. Hoshi riu no meio do beijo, porque o esposo era sempre muito imprevisível e bipolar, mas ele amava tudo aquilo. Tirou a blusa de Jihun e parou para observar como a pele era branca e macia, sorrindo quando avistou as costumeiras marcas roxas esverdeadas espalhadas sorrateiramente pelo tronco alheio, passou a mão devagar em cima das mesmas e viu o menor se arrepiar, se lembrando instantaneamente dos flashs da noite anterior.

-Nossa, eu te amo tanto.- Disse sem pensar, e ficou com medo de receber um tapa. Mas como disse, Jihun era bipolar, então apenas sorriu de lado e abraçou o pescoço alheio.

-Eu também te amo, amor.- E selou os lábios no do outro.

Ah! Hoshi amava os estalos e barulhos molhados que faziam ao se beijar, adorava como o ar ficava quente, sentia seu amor emanar de si e ficava feliz e contente quando sentia o menor, que sempre era avoado e estressado, ficar calmo perto de si, em seus braços. Não sabia explicar oque sentia por Jihun, mas sabia muito bem que envolvia paixão e adoração.

Voltou a beijar o menor com intensidade, sabia que Jihun era vergonhoso e ficava deslocado quando o beijo começava a ficar muito intenso, mas naquele momento ele não conseguia parar, e na verdade não queria, mas por respeito, ia tentar acalmar os ânimos mais uma vez. Enlaçou as mãos no tronco de menino com força e o fez sentar em cima o membro duro, gemendo sôfrego com a sensação maravilhosa que se espalhou pelo corpo instantemente. Sentiu Jihun se retesar e o segurou com um pouco mais de força, tentando passar segurança e sentiu as mãos geladas e suadas do menino se perderem em seus fios negros, sabia que ele estava ficando nervoso, mas seu corpo estava quente e macio como nunca, além disso a luz nublada do dia entrando pela janela da sala batia no tronco dele e só servia para o deixar ainda mais branquinho como leite.

Aquilo era loucura.

O amor era uma loucura enorme.

Bem na hora em que desceu os beijos para o pescoço do menino, sentindo que iriam acabar em perdição mais uma vez,  e as mãos para o cós da calça de seu moletom, se sentindo vitorioso por avançar tanto em um horário que Jihun considerava como impróprio, o tablet que estava ao seu lado começou a vibrar e tocar igual louco.

Ignorou 1, 2, 3 vezes, mas o maldito não parava de vibrar.

-Atende.- Jihun foi curto e grosso e saiu de cima do colo do mesmo, se sentando ao seu lado e respirando fundo, ajeitando os fios de cabelo mais rebeldes. Hoshi fechou a cara no mesmo instante. Quem era o filho da puta que tinha estragado o melhor momento do seu dia? Pegou o tablet e viu as chamadas no skype.

Era JeongHan.

Atendeu quando menino ligou pela quinta vez, sentindo uma enorme vontade de estrangulá-lo pela vídeo-chamada. Achava que era horrível um indivíduo não ter inventado uma maneira de se bater de verdade em alguém on-line em pleno século 21.

-Espero não ter atrapalhado.- JeongHan disse com um sorriso enorme quando viu Hoshi emburrado e Jihun sem camisa ao seu lado encarando o marido com um sorrisinho.

-Tudo bem.- Jihun disse.- Eu ia tentar parar ele pra terminar de pregar o meu quadro.- E gargalhou quando ouviu o marido murmurar com pesar para si mesmo algo em relação sobre ele ainda lembrar do quadro.

-Temos uma surpresa!- SeungCheol apareceu ao lado de JeongHan sorrindo, estavam deitados sem camisa de bruços na cama. Algo na mente de Hoshi apitou e uma ideia de que eles estavam fazendo algo semelhante passou por sua cabeça. 

-Vamos fazer uma visita!- JeongHan afirmou com uma animação invejável. Hoshi trocou a carranca por um sorriso enorme no mesmo instante. Estava morrendo de saudades dos amigos!

-Mas não é bem pra relaxar.- SeungCheol disse e os dois se encararam.

-Tem a ver com aquilo.- JeongHan fez uma careta e olhou para o namorado. Jihun e Hoshi sabiam exatamente do que os meninos estavam falando. No mesmo momento se retesaram e deram as mãos com força, tentando passar segurança um para o outro.

-A encontraram?- Jihun foi o primeiro a perguntar, com a voz meio embargada pela falta de uso e pelo medo que começava a subir por sua garganta.

-Não.- A resposta de SeungCheol veio rápida e os dois murcharam de alívio no mesmo instante.- Por isso vamos precisar de vocês. Estamos indo daqui a 2 dias.

-Seu idiota, mas e as camas?- Jihun prendeu a respiração com força e quase morreu com o anúncio repentino.

-Pelo amor de Jesus luz cara! Vocês tem três quartos de hóspedes!- SeungCheol fala com aquele ar de "vai lavar a casa da cachorra né meu!"

-A gente ainda nem deu a pior notícia.- JeongHan ri arteiro.

-Já perceberam que tudo piora com vocês por perto?!- Hoshi se manifesta, dizendo aquilo num tom de desabafo.

-Espero que você vá se ferrar.- JeongHan responde no mesmo tom.

-Dá pra calar a porra da boca?!- SeungCheol diz rindo, mas tinha uma pontada de verdade em sua voz.

-Tá. Mas então.- JeongHan limpa a garganta.- Tem uma menina com a gente.
 


Notas Finais


Vim na paz


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