História Anjos e Demonios - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Drama, Romance
Exibições 5
Palavras 1.816
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olaaaaaaa. Ai gente chorando aqui com todos esses favoritos😢amo vocês ❤❤❤ mas vamos para o que interessa, aqui esta mais um cap espero q gostem

Capítulo 14 - Lizzie


  - como assim não esta achando ela? O que aconteceu?- Brad se levanta do banco indo em direção à Megan .

-olha a gente estava numa mesa perto da piscina e eu sai pra pegar mais bebida só que quando eu voltei ela não estava mais lá. Olhei em todos os lugares mas eu não achei ela.

- vamos procurar ela de novo. Mais gente olhando vai ajudar.- Jenny diz indo em direção à porta.

- você tem razão, vou falar com a celeste... ela pode nos ajudar .- Megan se refere a dona da casa pouco antes de sumir no meio das pessoas.

Jenny caminha com passos largos em direção à escada quando seu braço é puxado a fazendo girar na direção da pessoa que a puxou. Brad segurando o pulso da loira com força se aproxima de seu ouvido para dizer algo.

-eu olho lá em baixo. Fica aqui e verifica se ela esta no segundo andar, okay?- sua voz sussurrada em seu ouvido fez com que Jenny se arrepiasse dos pés a cabeça. Logo ele se afasta e ela faz um sinal que sim com a cabeça. Ele solta seu pulso e faz um sinal de telefone com os dedos antes de sumir escada abaixo.

Jenny pensava como sua voz tinha poder sobre ela. ‘não é hora para essas coisas. Foco’ disse para si mesma mentalmente rumando de volta para o corredor da direita olhando dessa vez em todas as portas que ela pudesse entrar.

Depois de muito tempo olhando em todos os lugares Megan encontra com Brad na beirada da piscina. Ambos haviam perguntado para as pessoas sobre a amiga mas as pessoas não ajudaram muito dizendo que a viram com um cara, depois disso ninguém mais os viu. Megan sente seu bolso vibrar. Sua tela estampava o nome “Jenny” , sem demorar mais ela atende quase gritando

-alô?

-oi... eh eu acho que ela esta aqui-Jenny diz do outro lado da linha.

-onde você tá?

-segundo andar corredor à esquerda na..... terceira porta antes de virar a direita.

Sem nem dizer adeus ou qualquer coisa Meg desliga o celular e faz um sinal para que Brad a seguisse. Juntos eles passam pelo aglomerado de pessoas indo diretamente para o corredor onde viram Jenny de longe esperando por eles. Correm em sua direção chegando rapidamente na garota.

-achou eles?- Brad diz com certo esforço.

-eles? Tanto faz... antes da festa começar eu olhei a casa e tinha 7 portas trancadas.

-e o que isso tem haver?- Meg diz colocando a mão sobre o peito

-tem haver que eu olhei de novo e só tem seis portas trancadas, e essa deveria estar trancada.

-Será que...? – os três se entre olham logo escancarando a porta e adentrando a sala. Era pequena com uma mesinha de centro mas tinha dois copos sobre a mesma. Brad corre pegando ambos e cheirando enquanto as duas iam em direção de uma porta dupla q tinha a direita da sala.

-um dos copos tem algum tipo de droga.- isso foi o suficiente para os três escancararem a porta dando de cara com uma cena nada agradável.

Lizzie estava deitada na cama desmaiada com um cara de quatro sobre a mesma. Jenny congelou no mesmo lugar ao ver a cena. Megan gritou o nome da amiga o que assustou o cara que estava sobre a garota. Ele tenta correr porem antes mesmo que desse um passo na direção para fora da cama Brad segura em sua camiseta social o puxando para fora da mesma.

Jenny acorda de seu transe e corre na direção da amiga desmaiada vendo que ela estava com as mãos amarradas por uma fita preta. Logo a desamarra o nó feito e com ajuda de Megan levantam a amiga a levando para fora da sala. Olhando para trás, Jenny se horrorizou com a cena de Brad socando a cara do homem. Ao ver o sangue na mão de Brad soltou a amiga imediatamente e correu na direção do rapaz tentando segurar seu braço.

-Brad! Para! Vai matar ele- gritando Jenny tenta segurar o braço do agressor mas tudo o que ganha foi um empurrão que a fez recuar dois passos.- EU DISSE PARA PARAR!!- grita com todas as suas forças que até fechou os olhos. Quando os abre vê que Brad havia parado de bater no cara que sangrava com o rosto todo inchado.

Rapidamente Jenny o puxa novamente, dessa vez seu corpo parecia leve como uma pena o que tornou mais fácil puxa-lo para fora daquele lugar.

Ao acharem celeste e contarem tudo o que aconteceu ela expulsou todos de sua casa chamando a policia e uma ambulância. Jenny ligou para Luna que chegou mais rápido que a polícia. Conversou com a celeste sobre o que havia acontecido e recomendou para a garota calma já que a menina chorava como se não houvesse fim.

CARRO

-ela já acordou? – Luna pergunta olhando pelo espelho para os adolescentes no banco de trás.

-não. acho que vai demorar mais um pouco.... talvez uma ou duas horas.- Brad dizia olhando no reflexo dos olhos da adulta.

-porque isso sempre acontece com ela.....- Megan deixava algumas lagrimas rolarem enquanto acariciava os cabelos da amiga adormecida

Luna levou cada um deles para suas casas. Lizzie iria dormir na casa de Megan que disse que cuidaria da amiga. Brad foi para a própria casa mas antes de sair do carro agradeceu a carona se despedindo das irmãs...

Durante a viagem nenhuma palavra foi dita. Jenny estava assustada de mais para falar e Luna com raiva demais.

Ao entrarem na casa a mais nova para no pé da escada como se esperasse por algo.

-quer falar sobre? – Luna é a primeira a dizer algo. Jenny balança negativamente a cabeça- quer um abraço?- pergunta mais uma vez recebendo uma resposta positiva da garota

Luna vai até a escada e abraça a garota que desabou em lágrimas no colo da irmã.

Ficaram naquela posição ate que a menor se acalmasse o que levou uma hora. Quando foram dormir era quase 3:30. Jenny levou um certo tempo para dormir. Já Luna teve que dormir no sofá pois Margaret havia ocupado sua cama. Dessa vez seu sonho não foi uma lembrança ou qualquer outra coisa. Apenas fechou os olhos, apreciando a escuridão.

Foi então que acordou. Já era manhã. Ficou parada deitada no sofá por 5 minutos antes de se levantar para mais um dia.

As três comiam o café da manhã em silêncio na mesa da sala de jantar.

-então... ninguém vai me explicar a choradeira de hoje mais cedo? – Marge dizia antes de beber um copo de suco.

-não quero falar disso agora. -foi tudo o que Jenny disse.

-de onde você tirou esse suco? E metade das coisas da geladeira?- Luna questiona a idosa

-de onde você acha?- replica recebendo um olhar surpreso das duas garotas.- eu comprei no mercado, suas estranhas.

-hahahahaha.- as duas riem com a reação da mais velha. Eram 6:30 o ônibus de Jenny passava as 7 em ponto.- você tem meia hora para terminar e estar na parada- diz Luna

Voltam a comer em silêncio. Após 10 minutos a campainha é tocada Luna levanta em menção de ir atender. Sem olhar no olho mágico abre a porta levando um susto ao ver Tomás parado em frente a sua porta.

Involuntariamente luna tenta fechar a porta mas é impedida pela mão do homem que segurou a porta forçando para que abrisse.

-o que você faz aqui?-pergunta ainda com a mão na porta.

-o que VOCÊ esta fazendo aqui? Essa é minha casa.- Luna desiste de fechar a porta

-ah... justifica as roupas....- ele diz pensativo

-você entrou no meu quarto?? – Luna já estava ficando com raiva daquela situação

- posso falar com Margaret?.

-Tomás! Veio cedo. -Marge surge de trás da Luna que mostra toda sua raiva apenas com um olhar. Luna sai da porta deixando os dois a sós.

-tenho uma reunião importante a tarde achei melhor vir agora mas não sabia que a casa não....era sua..- Tomás inclina um pouco para ver Luna que exibia seu dedo do meio para o cara.

-ah nada mais justo. Precisava falar com vocês dois mesmo. – Marge faz menção para que ele adentre a casa. O mesmo entra desabotoando o único botão de seu palito parando ao lado da escada.

Jenny sai da cozinha dando de cara com um homem de terno ficando surpresa com a sua beleza a ponto de permanecer imóvel.

-olá. Tomás- o homem estende a mão para Jenny

-oi...- Jenny segura a mão do homem notando que era forte apenas pelo aperto de mão.

-Jenny, você vai se atrasar. – Luna aparece atrás da irmã colocando a mão na base da coluna da garota e a guia para longe do homem parado na sua sala.

-quem era aquele? Que gato.-Jenny diz tentando olhar para Tomás mais uma vez

-pois é, seria ainda melhor se ele não tivesse apontado uma arma pra mim.-Luna a leva ate o ponto de ônibus

-meu deus! Você tá bem? Por que não me falou antes?-Jenny segura os braços da mais velha com um olhar preocupado.

-‘to bem, não queria te preocupar com isso. Enfim vai pra escola se der tempo a gente conversa um pouco

- okay. A gente se vê- despediram-se e logo Luna corre para dentro de sua casa para resolver logo o assunto do cara em sua casa.

-okay, quem vai me dizer por quê ele esta aqui?

-eu arrumei a sua casa e é assim que você vai me trata?- Tomás já estava no sofá junto de Margaret que aguardavam a volta da ruiva.

-obrigada pela casa- o sorriso na cara da ruiva era mais falso que o sorriso que a idosa oferecia na loja.

-de nada. Margaret me chamou aqui. Disse que tinha que falar com nós dois.

Luna se senta no sofá dizendo que naquele dia tinha os dois primeiros períodos livres, assim teriam menos problemas com o horário. 

-okay. Vocês lembram de ontem, ne?- acenam positivamente com a cabeça- Tomás havia me perguntado ontem quem esta atrás das chaves, como eu não sei quem são, achei que vocês pudessem saber.

-eu não sei nem por que eu ainda estou aqui.- Luna diz desviando o olhar para o chão.

-por isso, vou tentar faze-los lembrar de algo do passado de vocês.

  Tomás e Luna se olham por um tempo depois olhando para a idosa que esticou cada mão na direção de cada um ao seu lado. Demoram a entender que era para segurar a mão da idosa. De mãos dadas a velha começa a fechar os olhos e a falar coisas em uma língua desconhecida. Enquanto a velha recitava um antigo feitiço de memoria uma forte dor de cabeça ataca os dois mais novos na sala se tornando cada vez mais forte até os dois caem desmaiados no sofá.


Notas Finais


Bem é isso... espero q tenham gostado ate o proximo bjs na testa ❤


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