História Anjos e Demonios - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Drama, Romance
Exibições 6
Palavras 2.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Descuullpaaa. Hj o dia foi cheio quase esqueço. Ocupada com indo na casa de uma amiga.

Capítulo 15 - Memorias


  LEMBRANÇA

Luna abre seus olhos levantando seu corpo percebendo que estava deitada na cama de alguém. Observa ao seu redor reconhecendo o quarto ‘é o quarto do meu sonho e daquela memoria’ levanta de sua cama para avaliar melhor o quarto. O lugar era imenso com seu formato cilíndrico. O teto era bem alto com um lindo lustre de cristal, mas suas velas não estavam acesas.

Uma grande janela se localizava à esquerda da cama e ao olha-la tem a mesma visão de seu sonho. Uma enorme escuridão com um pontinho brilhante ao fundo. Vira-se novamente, de costas para a janela, vê uma porta de madeira de mais ou menos 2 metros e meio. Ao lado da porta havia um guarda roupa bem antigo. Enquanto caminhava em sua direção viu que o chão era repleto de belos tapetes.

Ao abrir o armário, sua visão se encheu de belos vestidos em tons escuros. Mas não vestidos bufantes ou chamativos. Simples, elegantes sem qualquer tipo de brilho.

A porta é aberta assustando Luna que deu um pulo fechando rapidamente o armário. Uma mulher surge pela porta indo em direção a cama ignorando Luna. Só então percebeu que havia outra pessoa deitada na cama.

-senhora?- a mulher que trajava uma armadura simples tenta acordar a moça na cama.

-hum. – recebe apenas um gemido como resposta. Luna assistia a cena fazendo o máximo de silêncio possível evitando até respirar muito.

-localizamos o homem que queria. Ele esta no salão principal aguardando a senhora.- a mulher informa com eficiência permanecendo ao lado da cama aguardando uma ordem.

-estarei lá.

Assim a mulher sai do quarto sem dizer mais nada. Depois de algum tempo uma outra mulher surge do meio de tecidos de ceda vermelhos. Seus cabelos eram brancos avermelhando nas pontas. Sua pele era quase cinza de tão branca. Ela sai da cama, pelada, caminhando lentamente na direção de Luna.

-ai meu deus. Olha não sei como vim parar aqui, eu só .....- antes de terminar vê que a mulher a atravessa como se fosse um fantasma. A mulher segue em direção a ultima porta do guarda roupa a abrindo. Sem entender muito Luna a segue.

-você não me vê? -Luna tenta se comunicar mais uma vez porém sem sucesso. A mulher pega um vestido preto de manga longa gola V o vestindo com agilidade. Depois tira de dentro do armário uma escova que parecia ser adornada em ouro, escovando seu cabelo longo.

Após estar pronta volta até sua cama porem algo que Luna não havia visto era um criado mudo pequeno de madeira próximo a ela. Abrindo a única gaveta que tinha retirou o mesmo colar que Luna usava. A ruiva olha para o próprio pescoço afim de verificar só o colar estava com ela, o que de fato estava.

A mulher abre se direciona para a porta passando pela mesma, Luna decide segui-la. Descendo escadas, andando por corredores intermináveis finalmente chegam ao tal salão. Era grande e bem espaçoso, em uma das pontas tinha 4 tronos vazios. Entrando pela lateral da sala se encontram com um homem de vestes sujas, aparentava ser velho e tinha um chapéu em mãos.

-olá senhor. Eu o chamei aqui hoje para conversarmos sobre seu primogênito.- a mulher diz chamando a atenção do pobre homem que a olha com devoção.

-meu menino... não o vejo à dias, ele fez algo?- sua voz saia fraca e assustada. ‘O que será que assusta esse pobre homem’

-senhor, seu filho apareceu aqui no castelo exigindo uma luta contra um dos guardiões. Tens sorte de não ter sido a mim ou ao mais velho.

-pelos deuses!- o homem aperta com força o chapéu em mãos.

-infelizmente, ele foi morto durante a luta. Gostaria de informa-lo o quanto antes para evitar duvidas. Também devo informa-lo que soube de sua morte pelo próprio guardião horas depois dele já ter sido enterrado. – a mulher diz sem piedade para o homem que deixou lagrimas sair de seus olhos.

-não entendo como isso é ter sorte.- seu rosto se torna pura raiva enquanto luna via aquela cena com tristeza no olhar. Estava triste pela frieza que a mulher demonstrava e pela perda do homem.

-sorte, senhor, por que se fosse eu, teria humilhado ele em meio a cidade cortando sua cabeça na frente do senhor. E se fosse o mais velho... você e toda a sua família estariam mortos servindo de comida para os outros vampiros famintos.- a mulher se vira voltando pelo mesmo caminho que veio – esta enterrado no jardim dos mortos ao lado de uma macieira. Ouvi dizer que era a sua favorita. Fiz questão que fosse enterrado lá. -Luna via a mulher de frente quando um sorriso maligno se formou em seu rosto ao dar a ultima informação.

Passando por Luna deixando o homem sem qualquer sinal de arrependimento. Luna era invisivel naquele lugar por tanto consola-lo não era uma opção.

De volta ao quarto da mulher, ela estava parada olhando o horizonte negro tudo que Luna pensava era como aquela mulher teve a coragem de dar esse tipo de notícia com tanta frieza.

A porta é mais uma vez aberta porem era um homem que surgia por ela. Logo de cara reconheceu aquele homem, era Tomás. Tomás de seu sonho. Viu aquela cena toda se repetir sem acreditar. ‘era isso o que eu precisava ver? Eu mesma sendo escrota com um pobre homem?’ o que não sabia era que essa lembrança não acabava ai.

-por quê está assim, tão pensativa?- Tomás da lembrança diz fazendo carinho na cabeça que descansava em seu peito.

-imagino você criando um filho nosso assim.- apreciava o carinho com os olhos fechados.

-assim como?

- lutando até a morte toda vez que ele lhe desafiar.- luna para para pensar no fato de que aquela era para ser ela, e estava falando sobre ter filhos com Tomás... ‘ew. Nem morta!’ (N/A: tadinha nem viu a imagem que eu escolhi para ele hihi).

- dês de quando quer ter um filho?- ele se afasta para olhar em seus olhos.

-ora quero que alguém carregue meu colar quando eu morrer.- ela desfaz o abraço cruzando os braços.

-nós não morremos e você sabe disso.- ele tenta se aproximar novamente porém a mulher vira de costas.

-não ouviu o que o mais velho disse? Tem alguém com poder o bastante para matar demônios.- tenta ignorar o fato do homem estar beijando seu pescoço.

Ele a roda a pegando no colo com brutalidade. Só então Luna percebe que além da mulher estar descalça o vestido tinha aberturas laterais.- não somos demônios comuns. E mesmo que ele tente, temos guardas, vampiros, monstros e nós três juntos para nos defender. Nada chegaria até nós.- Luna que observava em silêncio começa a sentir dor de cabeça tão forte quanto antes de apagar. Os dois em sua frente sorriem um para o outro antes de tudo se tornar um borrão.

REALIDADE

Levanta assustada quase ficando em pé. Olha ao redor rapidamente vendo que estava em sua casa sente seu coração desacelerar. Margaret olha para a garota com surpresa no olhar. – funcionou mesmo....

LEMBRANÇA

Tomás abre seus olhos vendo um céu negro. Se levanta batendo a poeira de sua roupa, olhando ao redor não encontra nada familiar. Ao virar-se depara com sua imagem segurando um homem pelo pescoço o quebrando logo em seguida. Se assusta com tamanha brutalidade, mas já estava acostumado a ver a si mesmo fazendo esse tipo de coisa.

Solta o corpo do homem no chão que se transforma em poeira formando um pequeno montinho preto com cinza em cima do campo de areia. Tomás fica ao lado do seu outro eu apenas olhando para o montinho. ‘ cara eu era muito forte’ pensava quando uma mulher aparece ao seu lado. Usava um vestido vermelho escuro sem mangas com gola alta.

-mais um?- diz cruzando os braços olhando para o mesmo ponto que seu outro eu.

-ele havia me desafiado para uma luta. Achou que podia ocupar o meu lugar.- diz sem tirar seus olhos do vampiro morto. Tomás passou a observar a mulher. Seu rosto tinha algo que lhe era familiar.

-vou falar com a família.- a mulher se retira indo em direção ao castelo. Seu outro eu a acompanha um pouco mais atrás. Passam por uma mulher vestida com uma armadura que recebe a ordem de pegar os restos do homem morto e colocar em um jarro de porcelana.

Caminharam pelo castelo silenciosamente enquanto Tomás os seguia observando cada detalhe do castelo. Ao atravessarem todo o castelo saem pela porta da frente descendo um grande lance de escadas. Passavam por varios demônios e vampiros que reverenciavam para eles quando passavam. Caminharam por uns quize minutos ate chegarem à um imenso prédio atrás do castelo.

O lugar estava quase vazio, apenas algumas pessoas lendo livros- esse lugar é novo...- Tomás olha para todos os lados e tudo que via era livros e mais livros em prateleiras infinitas. Toma como a biblioteca da cidade em que seu outro eu vive.

Andam pelos corredores feitos por prateleiras ate acharem uma escada em espiral que subia infinitamente. Depois de um longo tempo perdido subindo essas escadas entram numa sala totalmente limpa de pessoas. Ampla e com uma mesa de centro os tres camiam ate o cento da sala. Ao chegarem ao centro colocaram suas mãos em uma pedra negra que tinha na mesa fecharam os olhos. Tomás sentiu que deveria fechar seus olhos tambem para dar certo seja lá o que eles querem fazer.

Assim foi feito e um som estranho de asas batendo e um cheiro de fumaça subiu pelas narinas de Tomás. Ao abrir os olhos viu dois homens parados do outro lado da mesa. O mais alto usava uma túnica preta seus cabelos pentiados para tras tinham a mesma cor de sua barba media que estava bem cuidada por sinal. O outro homem por outro lado usava um terno moderno calça jeans tênis e uma blusa cinza escura, seu cabelo mais bagunçado como jamais vira um cabelo ser.

-matado vampiros de novo? – o menor dizia rodando a mesa- assim não vai sobrar nada para você guardar...

-ele...- tenta se justificar porem é interrompido pela mulher familiar.

-sobre o que quer falar lorde?- a mulher acompanha o homem com os olhos.

-haha, sim sim. Você pode falar lara eles enquanto eu busco algo?- o menor se dirige ao barbudo da sala que acena positivamente com a cabeça. Logo o tal “lorde” some no ar

-bem... enquanto fazia uma de minhas viagens à terra...- o cara reaparece do nada com uma garrafa de whisky na mão e um copo.- achei corpos de demônios mortos.

-isso é normal. Demônios tem um ciclo eterno de vida humana. Morremos e renascemos.- a mulher diz apoiando as mãos na mesa. ‘serio, quem é ela?’

-seria isso se esses demonios que eu achei não tivessem renascido.- o mais alto diz cruzando os braços. Tomás começa a entender que aquilo era sério. Não sabia como ou por quê, mas era.

-já falaram com a morte?- é a vez de seu outro eu falar

-sim. E ela jura ter levado esses demônios para o mundo dos mortos.- o lorde, depois de seu primeiro copo, se pronuncia. – o problema é que na teoria só eu e a luz podemos matar vocês mas de alguma forma esse cara ou mulher descobriu como fazer e agora vai comecar a matar gente por ai sabe se lá o motivo.

Silêncio. Todos absorviam a informação obtida, pensando em alguma forma de impedir ou fazer algo contra esse cara.

-podemos fazer o seguinte. Lorde, você fala com a luz e vê se acha algo, e já os avisa sobre esse assassino de demônios. Ele pode saber matar anjos também. – lorde com seu como de whisky cheio ate a metade pisca para os companheiros antes de sumir- você irá averiguar o castelo. Verifique se é seguro.- diz para a mulher de cabelos brancos.- e você vai conseguir informações com os seus amiguinhos famintos-aponta agora para Tomás guardião. ‘cara mandão. Só porquê é o mais velho’.

-e você? Vai voltar para a terra?

-sim. Vou procurar por mais corpos ou pistas. Aparentemente ele só matou lá.- diz pouco antes de sumir também.

Ficam a sós. Tomás ia até a escada mas percebe que sua memoria não o acompanhava resolve parar e assistir ao longe

-sozinhos novamente. – Tomás inicia a conversa.

-novamente? Já não fizemos isso?-a garota diz chamando a atração do outro Tomás que se perguntava o que eles já fizeram.

-nunca me canso de fazer com você- um sorriso malicioso surge no rosto de ambos tomas começa a entender do que se trata mas antes que qualquer coisa viesse a acontecer tudo vira um borrão e sua cabeça latejava como nunca.

REALIDADE

-funcionou mesmo....

Abre seus olhos puxando o máximo de ar que seus pulmões conseguem assustando as duas mulheres ao seu lado. Ao olhar para Margaret percebe que voltou para a realidade. Por outro lado quando seu olhar se cruzou com o de Luna lembrou imediatamente da mulher de cabelo platinado de suas memorias.

  ‘Seria ela?’


Notas Finais


Bem aqui esta. Antes tarde do que nunca né kkkkkk bjs amores agora é maratonar minhas series


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