História Anjos e Demônios - Capítulo 46


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Anjos|demônios|amor|disputa
Visualizações 100
Palavras 1.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, criaturas que surgiram do além! Bom dia pra vocês!



Boa leitura'h♥

Capítulo 46 - A conversa.


Fanfic / Fanfiction Anjos e Demônios - Capítulo 46 - A conversa.

《♡¤|Suga narrando|¤♡》

Era de madrugada, ouvi batidas na porta do meu quarto.

--QUEM OUSA ACORDAR MINHA ILUSTRE ALMA?!-- Berrei ainda deitado na cama.

Jin: Levanta logo dessa cama, e abre essa porta antes que eu arrombe com o meu chinelo!-- Ele disse impaciente.

--Aish, se não for algo importante eu juro que viro assassino.-- Resmunguei pra mim mesmo e fui até a porta.

Jin: Eu ouvi isso.-- Disse assim que olhou na minha cara. Ele entrou no quarto sem eu deixar e se jogou na minha cama(lê-se: vida), que audácia.-- Mas acontece... que o assunto é importante...-- Ele disse calmo. Suspirei.

--Fala.-- Me sentei na ponta da cama. Ele se sentou e me encarou.

Jin: O assunto é a S/n.-- Ele disse sério. Não disse nada, sei onde ele quer chegar.-- Você... Os demônios insinuaram que... que você é ou era interessado nela...-- Ele suspirou.-- O que não faz nenhum sentido, já que você sempre diz por aí que ela é ridícula, retardada, louca e precisa ser internada em um manicômio.-- Disse ele rindo. Ele ia continuar mas eu não permiti.

--Exatamente...-- Ele soltou um suspiro de alívio e me interrompeu.

Jin: Ah, nossa, por um momento eu...--O cortei.

--Cala a boca, eu ainda não terminei de falar.-- Disse sério. Ele se calou.-- Ela é tudo isso mesmo e eu realmente acho que ela precisa se tratar... mas é isso que eu gosto nela. Ela é diferente... Não se parece com as outras meninas, ela é mais interessante.-- Fiz uma pausa.

Jin: O que...-- O interrompo.

--Não terminei ainda.-- Disse ríspido.-- Eu gosto dela sim. Na verdade, eu sempre gostei. Eu a amo.--O queixo dele caiu.-- Amo desde que ela abriu a porta daquela sala e nos viu ali, conversando. Ela era a mais bonita, e eu gostei dela de início, por conta disso. Depois, eu a conheci. E vi a pessoa que ela era, louca, retardada, ridícula, mas ela é doce, gentil, engraçada e tem um bom coração. Ela também é inteligente. E tão fofinha...-- Suspirei pesado.

Jin: Suga... Você tá me dizendo que você é apaixonado pela minha namorada?-- Ele estava boquiaberta.

--Estou. Mas eu me apaixonei, bem antes de vocês começarem a namorar.-- Disse firme. 

Jin: E por que nunca disse isso a ela?-- Ele perguntou.

--Eu não tive coragem. Era total certeza de que ela ia me rejeitar... depois do que fizemos com ela, eu tinha certeza que ela lá nunca ia aceitar meus sentimentos...--Olhei minhas mãos, elas estavam tremendo.-- Mas aí... vocês começaram a namorar... no início, eu não achei que isso pudesse acontecer... ela aceitou os seus sentimentos... Você assistiu tudo, não fez nada para impedir, e ela mesmo assim...-- Pausei.-- Ama você.-- Ele me olhou assustado.-- Ela é mesmo uma pessoa incrível.

Jin: Você não pode gostar dela.-- Ele me interrompeu. O encarei sem nenhuma expressão no rosto.--Porque eu amo ela, e ela me ama.

--Será que ama mesmo, Jin? Será que você AMA mesmo ela?-- Questionei deitando a cabeça pro lado. Ele me lançou um olhar raivoso.-- Jin, já que você diz "amar" a S/n... Vou te fazer uma pergunta...-- Ele assentiu.-- Se pudéssemos voltar para casa... para o céu. Você sabe que teria que deixa-la, não sabe? Você voltaria conosco... ou você ficaria com a garota que "ama"?-- Dependente da resposta, Jin vai me decepcionar muito... ele ficou em silêncio. Abriu a boca para falar algumas vezes, mas não disse nada.-- Como eu pensei...-- Neguei com a cabeça desapontado.

Jin: Não, eu... Yoongi...-- Eu não deixei ele continuar.

--Saia do meu quarto, Jin.-- Apontei para a porta. Ele se surpreendeu e não moveu um músculo.-- Ok, ok... Não vai sair? Tudo bem, eu saio.-- Me levantei e sai batendo a porta. Como ele pode demorar tanto para responder essa pergunta?! Se a fizessem para mim, eu responderia sem nem precisar pensar. Eu não trocaria a S/n por nada, nem pelo céu. Desci as escadas correndo, eu precisava sair de casa um pouco. Assim que pus os pés para fora de casa, eu sai correndo. Eu não sabia onde iria, mas eu ia. Corri, corri, corri e corri mais ainda. Quando me dei conta, estava em frente a casa de Baekhyun. O que eu faço aqui? Em um ato involuntário vou até a porta e toco a campainha, só posso estar louco. Demora um pouco, mas ouço passos arrastados. Provavelmente a pessoa estava dormindo. A porta é aberta.

Baek: Yoongi? O que faz aqui? E de pijama?! Aconteceu alguma coisa com a S/n?-- Eu vou fazer a mesma pergunta à ele. Ele gosta dela, eu sei. Mas será que gosta a ponto de não querer voltar.

--Ela está bem. Eu vim porque... quero te fazer uma pergunta.-- Disse sério.

Baek: À essa hora?-- Franziu as sobrancelhas.-- Ok, entre...-- Deu espaço para que eu entrasse.-- Vem, vamos conversar aqui no sofá.-- Me guiou até o sofá. Me sentei e ele fez o mesmo.

--Você gosta da S/n.-- Afirmei.-- Se tivesse a chance de voltar para o céu, você voltaria, ou ficava aqui, com ela.-- Eu não tinha certeza do que ele ia me responder, mas fui direto ao ponto. Ele piscou duas vezes surpreso.

Baek: Eu ficaria. Meu dever, sempre foi proteger ela... mas quando a conheci pessoalmente, eu não queria mais voltar para o céu. Eu fui o anjo da guarda dela por anos... e eu parei de tentar voltar, porque se ficasse aqui, ficaria perto dela.--- Essa resposta me surpreendeu. Suspirei.

--Você é mesmo melhor que ele...-- Ele não intendeu.-- Fiz esta mesma pergunta para ele, e ele não soube responder.-- Disse frustrado.-- Eu também... Também amo a S/n.-- Disse de uma vez. Ele não me parecia surpreso.

Baek: Você ficaria aqui também; não?-- Assenti.

--Bom, era só isso. Tchau, volte a dormi.-- Me dirigi para a porta e sai de sua casa sem mais nem menos. Não voltei para a casa. Não quero voltar, não agora. Fiquei andando por algumas horas. Baekhyun ficaria... Jin não soube responder. Se ele diz amar tanto ela, porque pensou tanto? Quando me dei conta, eu estava entrando na rua dela. Me virei para voltar mas parei. O que eu vou fazer? Eu só posso estar louco... me virei e fui rumo a sua casa. O quarto dela era no segundo,mas andar, e tinha uma janela. Perfeito. Revelei minhas asas e alcancei sua janela. Tentei abrir, mas estava fechada por dentro. Não tive outra alternativa se não bater. Bati duas vezes, nada. Bati de novo, desta vez, mais forte. Ela finalmente acordou. Olhou para os lado confusa e quando me viu, se assutou e correu até a janela abrindo a mesma.

S/n: Suga?! Tá fazendo o que aqui essa hora? Vem, entra!-- Ela saiu da frente e eu entrei. Ela estava vestindo um pijama fofinho do pikachu. 

--Você fica fofa com esse pijama...-- Ela ficou corada, eu sorri.

S/n: O que faz aqui?-- Perguntou se sentando na cama com perninhas de índio.

--Vim ver você.-- Ela pareceu surpresa com a resposta. Me sentei ao seu lado na cama.

S/n: Me ver? Eu achei que você nem gostava muito de mim, sabe, fica  dizendo que eu sou chata e talz...-- Ela disse confusa.

--Na verdade, eu gosto. Não, amo.-- Ela arregalou os olhos.

S/n: VOCÊ O QUE?-- Ela gritou mas eu tampei sua boca.

--Não grita, Aish!! Eu só disse que te amo, não que vou te matar.-- Disse revirando os olhos. 

S/n: Que brincadeira de mau gosto, francamente Min Yoongi.-- Ela cruzou os braços. Eu ri.

--Não é brincadeira. Já devia ter falado isso à muito tempo, antes de você se apaixonar pelo Jin.-- Ela piscou diversas vezes.-- Eu tinha medo, de você me rejeitar, afinal o que fizemos com você, não foi pouco.-- Ela não falava nada.-- Você já sentiu raiva de mim?-- Essa era uma pergunta óbvia, claro que ela já sentiu. 

S/n: Sim, de todos vocês.-- Ela balançou a cabeça positivamente.

--Quem você odiava mais?-- Ela ficou pensativa. Olhou para o chão, depois para mim.

S/n: Pra falar a verdade, eu odiava mais o Jin.-- Essa resposta me surpreendeu.-- Sabe, ele assistiu tudo, e não fez absolutamente nada.-- Ela parecia distante, mas então sorriu.-- Mas aí, eu conheci vocês e vi que vocês não eram maus! E eu passei a ve-los como amigos.-- Outra coisa me surpreendeu.

--E se apaixonou pelo Jin.-- Completei. Ele fez uma expressão de "Aah"

S/n: Eu não pretendia isso, sério... Também não pretendia admitir que você era legal, e eu admiti.-- Que?

--Quando isso?-- Ri.

S/n: Eu não disse isso para você, mas para os meus amigos eu disse.-- Ela riu.-- Você... me ama, mesmo? Isso é sério?-- Ela perguntou curiosa.

--Sim. Eu tentei não amar você porque você ama o Jin, mas não adiantou, meu coração não me obedece. E eu não tive coragem de falar isso nunca porque eu sabia que não tinha chances...-- Disse calmo e triste.

S/n: Aah... mas, sabe, é...-- Ela parecia procurar algo para dizer. De repente, começou a chover.-- Ah, não, não, não, não!! O universo tá querendo o meu cu, só pode! Mas que merda! Tinha que chover logo agora? Sério, Deus, pode me levar, tô falando!-- Eu não aguentei e tive que rir. Ela começo a me bater.-- Não ri de mim, não tenho culpa de ser medrosa!-- Ela fez biquinho.

--Tá parei.-- Disse me livrando de seus tapas.

S/n: Agora, você vai ficar aqui comigo até eu dormi porque foi você que me acordou.-- Eu fiquei sem palavras.-- Vou me deitar e você vai cantar pra mim até a chuva passar, ou até eu dormi.-- Ela se deitou na cama e se cubriu.-- Anda... cante.-- Disse ela seria. Eu ri. Ela deu um tapa no meu braço.

--Tá bom, tá bom...-- Eu cantei para ela. Era uma música que eu mesmo escrevi. O nome era I Need U



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