História Anjos e Demônios - Capítulo 27


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Cellps, Malepok, Mitw
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Palavras 431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Achei um lugar com bom sinal de internet do vizinho. Está mais rápida.
#Aleluia
#AmoVocês
❤❤❤

Capítulo 27 - Pai?


Fanfic / Fanfiction Anjos e Demônios - Capítulo 27 - Pai?

—Temos um pacto?

Herobrine não tinha escolha. Ou ele aceitava, ou ele via o irmão morrer. Era uma vida pela outra. Herobrine já sabia o que fazer.

—Temos um pacto.

Diz Herobrine, apertando a mão do ser de olhos brancos, que dá um sorriso de satisfação.

—Muito bem. Boa escolha, rapaz.

—Herobrine. Esse é meu nome. Herobrine.

O ser o olha, surpreso.

—Herobrine, né? Bom, Herobrine. Nosso pacto já está feito. Agora, para assumir meu lugar, tem que fazer uma simples coisinha...

—O que? Eu faço de tudo para salvar a vida de meu irmão!

Fala Herobrine, impaciente. O ser o olha, segurando as risadas. Herobrine não entendia, apenas o olhou e falou:

—Que foi? Disse algo engraçado?

—Herobrine, você faria qualquer coisa para salvar seu irmãozinho?

Herobrine estranhou a pergunta. Mas apenas respondeu:

—Qualquer coisa.

O ser o olha com aqueles olhos brancos. Ele, então, falou:

—Para conseguir os olhos, você terá que fazer jorrar sangue da pessoa mais importante da sua vida com as próprias mãos. E, então, você terá que beber o sangue dessa pessoa. Foi isso que todos os anteriores a mim fizeram e eu também. E agora, é a sua vez de fazer o ritual de sacrifício.

Herobrine paralisou. A pessoa mais importante para ele era... seu irmão. Ele teria que bater no próprio irmão e beber do próprio sangue de seu irmão.

—Que foi, Herobrine? Não falou que faria qualquer coisa pra salvar a vida de seu irmão? Até mesmo que isso signifique bater nele pra depois boutar a vida dele? Que irônico, não?

O ser falou, sarcasticamente. Herobrine queria pular em cima dele, mas não podia. O ser ainda sorria. Herobrine não sabia o que fazer, mas suas pernas só conduziram até o irmão, que estava todo machucado.

"E-eu não q-quero... m-machucar... meu i-irmão... m-mas... é p-pelo... b-bem dele..."

Quando Herobrine chegou perto de Lucas, ele parou e olhou o anjo todo machucado. Seu sangue estava seco. Herobrine não queria machucar mais ainda o irmão. Podia mata-lo. Mas teria que fazer aquilo só para salvar a vida do irmão.

De repente, o silêncio é cortado com um grito de alegria vindo do anjo que, agora, estava abraçando Herobrine.

—Hero! Que bom que está bem! Eu não acredito! Estou tão feliz!!!

Herobrine não se mexia. Não sabia como fazer aquilo. O anjo se soltou no abraço e olhou para os olhos de Herobrine, e, bastante preocupado, perguntou:

—Irmão... você vai fazer isso mesmo?

"Como ele sabia? Como? Eu não falei nada?"

—C-como sabe?

O anjo suspirou, e apenas falou:

—Por que meu pai me contou.


Notas Finais


Tá quase acabando a história de Herobrine e quase voltando para o cotidiano. Espero que gostem. Então, foi isso, ktchau!!!!❤❤❤


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