História Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 32


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe (Luiz 1227), Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Maria Luiza Ramos (MoonKase), Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, TazerCraft
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe "Luiz 1227", Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, MoonKase, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Anjos, Arthulia, Arthur, Batista, Cellbit, Cellps, Céu, Felps, Inferno, Jvnq, Jvtista, Lemon, Luiz, Mike, Mitw, Pac, Potterchan, Seres Sobrenaturais, Tazercraft, Terra, Yaoi, Youtubers, Yuri
Visualizações 138
Palavras 910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu Deus! Esse capítulo vai fazer você, Potterchan, conhecer sua nova família. Espero que goste. Amo vocês! 💕

Capítulo 32 - Arthur e Pac


Fanfic / Fanfiction Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 32 - Arthur e Pac

Pac

Eu não queria falar para o Cellbit sobre o garoto dos olhos brancos. Eu não queria. Mas eu fiz um juramento com Cellbit. Eu contaria tudo para ele. E ele contaria tudo para mim.

—Ta bom, Cell. Eu falo.

E contei para ele tudo. Sobre o garoto dos olhos brancos. Sobre como ele quase me estuprou na sala de zelador. Como Mike me salvou. Sobre a verdadeira história de Herobrine e o por que nunca conseguiria me livrar dele. Pois se eu reclamasse dele, ele poderia destruir o internato num instante.

Cellbit estava aterrorizado. Ele começou a chorar.

—Pac, por que não queria me contar isso?

—Eu não queria te preocupar. Já bastava o Mike.

Cellbit me abraçou. Eu me senti tão bem. Tão feliz. Tão... seguro.

—Pac, me prometa que vai me contar tudo. Não importa como nem o que, você vai me contar. Promete?

Eu o olho e digo:

—Prometo.

Cellbit

—Pac, vamos lá pra festa. Tem uma pessoa que eu quero te apresentar. E amigos da Potterchan. Felps disse que ajudou muito na elaboração da festa.

—Ok, eu vou lá chamar o Mike.

Eu olho para Pac maliciosamente. Ele cora na hora e me dá um soco no ombro.

—Ai, eu tava zoando, Pac. Não precisa me bater.

—Hahah, seu bobo! Vou lá chamar ele.

—Ok, eu vou estar lá na festa.

E vejo Pac indo na direção do quarto dele e do Mike. Continuava não gostava muito do Mike, mas Pac gostava muito dele. Ele amava o Mike. Eu tinha que aceitar.

Eu voltei para a festa, e senti algo me agarrar pela cintura e beijar meu pescoço. Era o Felps.

—Oi, Cellbito.

—Oi, Felpizinho.

Eu amava meu Felpizinho. Era assim que eu o chamava. E ele me chamava de Cellbito. Eu o amava. Ele me amava. Queria ficar naquele abraço pra sempre. Mas ele me largou e me beijou.

—Você achou o Pac e o Mike, Cellbito?

—Achei. Eles já estão vindo, Felpizinho.

—Ok. Vamos lá conversar com o Arthur é a Potterchan, Cellbito?

—Vamos.

E nos fomos. Arthur e Potterchan andavam bem juntos utimamante. A Potterchan me contou que eles se conheceram naquele dia no cinema. Ele tinha esbarrado nela e começaram a comversar. 

Eu mal conhecia o Arthur, mas eu gostei dele. Ele me lembrava o Pac, só que mais novo. Os dois eram amigáveis, meigos, sinceros, e sempre pensavam nos outros antes de si mesmo. Eram igualzinhos. Menos em aparência. Mas aparência e o de menos, personalidade vem em primeiro, né?

Arthur

Eu e Potterchan estávamos conversando sobre vários assuntos aleatórios. Até que o casal Cellps chegou. Eu os chamo assim. Afinal, agora, eles eram namorados. E põem namorados nisso. 

Desde que Felps pediu Cellbit em namoro, eles não se desgrudam. E o pedido foi apenas em duas horas. 

—Oi gente!

Diz Cellbit e Felps juntos. 

—Oi pessoal.

Diz eu e Potterchan juntos. Sinto ela me olhar e rimos muito. Eu amava a risada bela. Até que ouso Cellbit dizer:

—Arthur, quero que conheça meus amigos: Pac e... Mike.

Cellbit falou Mike com um mal-gosto. Acho que ele não gosta muito desse tal de Mike. Potterchan já tinha me contado sobre o  Mike. Ela falou que Cellbit não gostava muito do Mike por que Pac gostava dele. 

Pac era amigo deles. Potterchan já me falou bastante dele. Falou que Mike acabou arrancando sem querer uma asa do Pac. E como Pac era um anjo, acabou perdoando o Mike.

Potterchan vive me falando que eu era muito parecido com esse Pac. Que eu era simpático igual ele, que eu era legal igual ele, que eu era sincero igual ele, e que eu era amigável igual ele. 

Queria muito conhecer ele. Ele parecia ser muito legal. E se Potterchan gostava dele, eu também irei gostar. Até que Felps diz:

—Olha! Eles chegaram! Pac! Mike! Estamos aqui!

Sinto eles se aproximarem. E, de repente, eu sinto uma sensação estranha... Uma sensação boa...

Pac

Eu fui chamar o Mike e fomos juntos de novo para a festança. Estava muito animado e um pouco envergonhado. Mike foi contando umas piadas no caminho e eu ria muito.

Quando vejo Felps nos chamar, eu sinto uma sensação estranha... Uma sensação boa... Quando nos aproximamos, eu paralisou com o que eu vejo.

—N-não é p-possível.

Eu disse, bem baixinho. Acho que Mike ouviu e perguntou:

—O que disse, Pac?

Eu não respondi. Todos ficaram em silêncio e me olharam. Eu não liguei. Eu não tirei meu olhar daquele garoto. Era impossível.

 O garoto, que estava confuso, perguntou:

—O que houve? Por que todos estão em silêncio?

Eu me aproximo dele correndo e o abraço. Sinto lágrimas caírem dos meus olhos. Eu falo, gritando muito alto:

—ARTHUR!!!!

Arthur

Essa voz... Como é possível? Não ouso essa voz a anos. Que saudade. Eu sinto meus olhos se encherem de lágrimas. Eu o abraço e falei:

—Tarikzinho!!!!

Eu o abraçava cada vez mais forte. Mais e mais lágrimas saiam dos meus olhos. 

—Que saudade, Arthurzinho!!!! Onde você estava?

—Eu que pergunto!!! A quanto tempo, Tarikzinho!!!!

Nos afastamos do abraço. Eu estava tão feliz. Mesmo não podendo o ver, eu estava feliz.

Mike

O que eu vejo... Me deixou cheio de ciúmes. Pac abraçando outro. Não me segurei de raiva e cutuquei o ombro de Pac e perguntou com desgosto:

—Quem é esse, Pac?

Pac olha para o garoto e depois para todos. Ele apenas fala:

—Mike, esse é o Arthur, meu irmão.


Notas Finais


Ohhhh!!! Reencontro de irmão sempre é tão lindo, né gente? Então, foi isso, ktchau!!! ❤


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