História Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 34


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe (Luiz 1227), Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Maria Luiza Ramos (MoonKase), Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, TazerCraft
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe "Luiz 1227", Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, MoonKase, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Anjos, Arthulia, Arthur, Batista, Cellbit, Cellps, Céu, Felps, Inferno, Jvnq, Jvtista, Lemon, Luiz, Mike, Mitw, Pac, Potterchan, Seres Sobrenaturais, Tazercraft, Terra, Yaoi, Youtubers, Yuri
Visualizações 158
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu Deus. Cada vez mais os lemons vem chegando.

Capítulo 34 - Situação constrangedora


Fanfic / Fanfiction Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 34 - Situação constrangedora

Mike

Ainda não acredito que demonstrei meus ciúmes do Pac na frente de todo mundo. E pior, fiquei com ciúmes de um cara que é irmão do Pac! 

Eu tô envergonhado. Espero que Pac não tenha reparado e... nããão, Mike. É claro que ele reparou, seu imbecil! Pac é inteligente quando se trata de sentimentos. Afinal, ele é um anjo. Espero que ele não pergunte nada sobre aquele momento. 

Bom, falta seis dias para as aulas começarem. Todos já sabem em que salas vão ficar. 

Todo mundo já sabia em que sala iria ficar. Como eu era do primeiro do ensino médio, sabia que Felps, Pac e Cellbit estragam comigo.

Dois dias antes iriam ser lançados os nomes dos professores, horários de aula e colegas de classe. Haviam várias salas. Mas apenas uma para cada fase do ensino médio. O internato era gorganizado em salas com letras. Era bem assim a distribuição:

Sala A= Sexto ano
Sala B= Sétimo ano
Sala C= Nono ano
Sala D= Primeiro do ensino médio
Sala E= Segundo do ensino médio
Sala F= Terceiro do ensino médio.

E, tem 3 prédios para dividir todos em três turmas. Tem:

Três turmas de sexto ano.
Três turmas de sétimo ano.
Três turmas de nono ano.
Três turmas de primeirão.
Três turmas de segundão.
Três turmas de terceirão.

É assim que chamavam os três anos do ensino médio. O primeiro era primeirão, o segundo era segundão e o terceiro era terceirão. É bem mais fácil chamar assim. E bem mais maneiro.

Espero ficar na mesma sala que eles. Cada andar de cada prédio tinha três salas. Sexto, sétimo e nono ano ficavam no primeiro andar e primeirão, segundão e terceirão ficavam no de cima.

Tinha três prédios para os dormitórios e armários. Os outros lugares do internato eram quadras esportivas, jardins, pistas esportivas, bosques para passeio, lanchonete, refeitório, prédio dos professores, os ginásios, os auditórios, a enfermaria, a biblioteca e a floresta.

O internato era bem grande. Quase uma cidade. Não me impressionava de ser chamada de O Internato Oficial. 

Mas, quero muito encontrar o Pac. Faz tempo que não vejo ele. Até que eu ouso alguém bater na porta.

Pac

Nossa. Estava conversando a tanto tempo com Arthur que, quando ele foi embora, percebi que já era muito tarde. Fui correndo para o meu quarto com o Mike.

Mike... Eu ainda me sentia mal por sermos apenas amigos. Queria ser mais que amigo do Mike. Meu Deus! O que aconteceu comigo? Bom, se eu tivesse minha asa, eu chegaria rapidinho no quarto. Estava um pouquinho longe.

Minha asa... Tudo ficou diferente. Desde que eu perdi minha asa, o mundo mudou. Eu me sinto tão... tão... tão... fraco. Me sinto fraco. Nunca me senti como um ser forte, mas quando perdi minha asa, eu me senti tão fraco. Tão fracassado. Tão... inútil. 

Então, eu encontro meu irmão. Ele continuava sem enchergar. Eu percebi. Não vou contar pra ele sobre minha asa. Ele ia ficar muito triste. Ele já sofreu demais. Eu amo ele, afinal, ele é meu irmão. E sei que ele me ama também.

Eu fui descuidado. Quando o abraçei, ele podia ter percebido que eu estou sem uma de minhas asas. Acho que, por causa das emoções que ele sentia naquele momento, ele nem percebeu. Eu acho que é isso, pois eu fiquei assim. Deixei os sentimentos me controlarem naquele momento. Só percebi que agora que Mike ficou com ciúmes de Arthur.

Ah, Mike. Só agora que percebi que você ficou todo ciumento. Será que ele gosta de mim igual a eu gosto dele? Será que tenho chance? Será? Quem sabe?

Só sei que falta seis dias para a volta às aulas. Arthur me falou de seus amigos, Jvnq e Moonkase. Ele falou bastante sobre eles. Eles eram como uma segunda família. 

Jvnq, ou Jv, era um demônio que gostava de água. Ele disse que Jv veio de um lugar bem quente e seco, e por isso bebia bastante água.

Monnkase, ou Monn, era uma demônio que é muito engraçada. Ela é muito otimista, e ele me disse que ela consegue ver brincadeiras em tudo. Ela era muito divertida.

Ele também me contou que eles viver se trollando. Todos já pensavam que eles eram namorados. Mas eles demonstraram que não eram quando Jv começou a namorar a Livinha.

Eles pareciam muito legais. Queria muito conhecer eles. Vou entrar no quarto e percebo que a porta está trancada. Eu bato na porta e vejo Mike abrir.

—Oi, Mike! Tudo bem?

Digo, sorrindo e entrando.

—Tudo. E com você Pac? Onde você estava, por acaso?

Eu me sento na minha cama e ele na dele. Eu continuo sorrindo e digo:

—Eu to bem. Eu estava conversando com o Arthur. Faz tanto tempo que eu não via ele. Até achava que ele estava morto. Mas ele está vivo! E eu estou feliz!!!

—Ah, ok...

Mike diz, coçando a nuca. Bom, eu percebo que algo fedia no quarto. E, então percebo que era eu. Eu estava fedendo. Que nojo!

—Mike, acho que vou tomar banho, tá?

—T-tá...


Que estranho. Ele ficou corado depois que eu disse isso. Bom, gostando de mim ou não, esse corado nas suas bochechas estava estranho...

Bom, eu peguei minha toalha, que não era das maiores, e fui tomar banho. Já tinha guardado minhas coisas. Meu sabonete e xampoo já estavam no banheiro. Tomei meu banho e percebi que deixei minhas roupas limpas no quarto.

—Merda!

Bom, eu espero que Mike não esteja mais no quarto. Vou lá pegar minhas roupas.

Mike

Estava na minha cama lendo meu livro, O Código da Vinci. Era um livro escrito por um humano chamado Dan Brown, e nesse livro falava uma teoria dos humanos. Eu nunca fui um humano. Eu tinha nascido de uma família de demônios. Todos os humanos iam ou para o o céu ou para o inferno. Alguns ficavam no pulgatório e outros iam direto para a paz eterna. Eu estava no que os humanos chamavam de depois da vida. 

Até que sou tirado dos pensamentos por um barulho. Era Pac. Ele abriu a porta e estava só de toalha.  Ele me olhou e corou na hora. Eu também corei. Percebi que havia corado quando senti minha bochechas queimarem.

Pac estava paralisado. Eu estava sentado na minha cama, parasitado também. Podia ver cada traço de Pac. Ele tinha enrolado a toalha na parte de baixo, deixando todo seu peitoral a mostra. E a toalha não era muito grande. Se Pac virasse, aposto que eu conseguiria ver parte de sua bunda.

Percebi que Pac estava olhando atentamente não para meus olhos. Um pouco mais baixo. Mas ele estava me olhando. Percebi que ele estava suando e continuava paralisado. Eu fui abaixando minha cabeça para ver se conseguia observar o que Pac olhava tão atentamente. Percebi, então, que meu membro estava duro. Muito duro. Dava para ver claramente pelas minhas calças que eu estava com meu membro duro. Eu apenas consigo dizer:

—P-Pac... n-não é o-o q-que você e-está pensando e... n-na verdade, é-é... m-mas... n-não é...

Pac continuava paralisado. Que situação que eu me meti. Eu apenas pode ver que seu olhar voltou aos meus olhos. Sentia minhas bochechas arderem cada vez mais. Eu devia estar igual a um tomate. Só sei que Pac continuava paralisado. O que ele deve estar pensando?

Pac

O membro dele... está duro...

O membro dele... está duro...

O membro dele... está duro...

O membro dele... está duro...

O membro dele... está DURO!!!!

Meu Deus!

O membro dele está muito duro. Dá pra ver ele pulsando sobre a calça de Mike. 

Meu Deus!

O QUE EU FAÇO???

Mike

Vejo que Pac começou suar cada vez mais. Eu me levanto e vou para perto dele.

Pac

Ele se levantou!!!

Ele se levantou!!!

Meu Deus!!!

O que ele vai fazer?

Mike

Eu chego perto de Pac e falo:

—Ah, Pac...

Ele não responde. Ele não conseguia responder. Vejo que ele suava muito. Sua pele estava branca. Até pra ele.

Pac

Eu não conseguia falar!!!

Meus lábios não se mexiam!!!

Meu Deus!!!

O que eu faço???

Mike

—Pac, tudo bem?

Vejo que ele estava cada vez mais pálido e cada vez ele suava mais. Eu segurei seus ombro e falei:

—Pac, fala alguma coisa! Por favor! Você está me preocupando!!!

Pac

Ele está preocupado comigo! Ele se importa comigo!

Eu percebo que meus lábios voltaram a se mover. Eles abri um pequeno sorriso. Eu consegui falar, ainda meio envergonhado da situação:

—E-estou bem. Obrigado. Eu vim pegar minha roupa. E-eu não sabia que você ainda estava no quarto. M-me desculpa.

—Que é isso, Pac? Eu que devia  me desculpar, por causa... disso...

Ele diz apontando para baixo. Eu dou uma pequena risadinha, mas eu ainda estava envergonhado da situação que me meti.

Bom, eu me virei para pegar minha roupa, pois não queria continuar muito tempo com aquela toalha. Sentia minha bunda toda de fora. Tomei cuidado para não derrubar a toalha. Eu ainda estava meio corado.

Fui procurar minha mochila com minhas roupas. Eu não achei. Percebi que eu falei baixinho:

—Onde tá minha mochila? Onde?

E, acreditem ou não, eu pude piorar a situação.


Notas Finais


Então, foi isso, ktchau!! ❤❤


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