História Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 35


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe (Luiz 1227), Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Maria Luiza Ramos (MoonKase), Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, TazerCraft
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Luiz Felipe "Luiz 1227", Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, MoonKase, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Anjos, Arthulia, Arthur, Batista, Cellbit, Cellps, Céu, Felps, Inferno, Jvnq, Jvtista, Lemon, Luiz, Mike, Mitw, Pac, Potterchan, Seres Sobrenaturais, Tazercraft, Terra, Yaoi, Youtubers, Yuri
Visualizações 150
Palavras 1.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A situação constrangedora part 2.
Amo vocês! ❤❤❤❤

Capítulo 35 - Reaprender a voar


Fanfic / Fanfiction Mitw- Anjos e Demônios- O começo do caos - Capítulo 35 - Reaprender a voar

Mike

Pac se virou e pude ver parte de sua bunda. Aquilo fez meu membro ficar mais duro. Eu soltei um leve gemido, mas Pac não ouviu. Só sei que, de repende, vejo Pac falar baixinho:

—Onde tá minha mochila? Onde?

Até que ouso um estrondo. Vejo que a toalha que Pac estava vestindo voou para o outro lado do quarto.

Isso quer dizer que... 

Sim! Olho para o chão e vejo Pac pelado. E o pior não é isso. É sim, a posição que ele caiu. Pac estava de quatro. Sua bunda estava empidana na minha direção. Não tinha como não ver a parte de trás de Pac naquela posição.

Só sei que meu membro ficou mais duro, me fazendo de gemer alto. Olho para o rosto de Pac e vejo que ele estava vermelho igual a um tomate. Ele me ouvir gemer.

Pac

QUE VERGONHA!!!

QUE VEXAME!!!

QUE CONSTRANGEDOR!!!

Acabo de ouvir Mike gemer. Ele estava gemendo!!!! E o pior é que o seu membro está maior do que antes.

Senti minhas bochechas corarem. Estava paralisado de novo. Eu queria me mover, mas não conseguia!!! 

Socorro!!!

Até que Mike veio em minha direção.

Mike

Pac parecia que tinha paralisado de novo. Estava muito vermelho. Vejo gotas de suar cair pelo seu rosto. Eu preciso ajudá-lo.

Fui em sua direção. A cada passo eu sentia meu membro pulsar cada vez mais. Me segurei para não gemer. Não queria constranger mais o Pac. E também não queria me constranger. 

Peguei o braço de Pac e o puxei gentilmente. Ele se levantou, ainda envergonhado.

Nossos rostos estavam bem perto. Pac estava olhando pro chão. Eu estava olhando para seus lindos olhos pretos. Olhos iguais as trevas e que mantinham tanta vida... Lindos olhos. 

Então, eu fui na minha mochila e peguei uma muda de roupa. Eu entrego ela ao Pac e falo:

—Até você achar sua mochila, pode usar uma de minhas roupas.

Coloquei as roupas na mão de Pac. Ele olhou para as roupas e depois pra mim. Ele deixou escapar um pequeno sorriso e disse, ainda envergonhado:

—O-obrigado.

Então, ele entrou no banheiro e vestiu a roupa. Eu voltei para minha cama e percebo que meu membro já estava diminuindo. Ainda bem. Pego meu livro de novo e começo a ler.

Pac

Ufa! Finalmente acabou essa situação. Espero que nunca mais aconteça isso. Nunca mais! Estava no banheiro com a muda de roupas que o Mike me emprestou.

Era uma camisa de manga longa com listras pretas e cinzas escuro, uma calça jeans cinza rasgada nos joelhos e um tênis preto. E também tinha uma box preta.

Me lembro o dia em que os meus pais mais atuais, ou seja, os senhores Lange, me deram um box e eu não sabia o que era. Eles me explicaram que box é tipo uma cueca, só que era como um short. Me lembro que, em vez de chamar de box, eu chamava de short-cueca. Hehe, bons tempos.

Eu coloquei a roupa. Eu não curtia muito preto, por isso não gostava de meus olhos e meu cabelo. Mas, devo admitir que, eu gostei da roupa, mas não via a hora de encontrar as minhas roupas. Mike usava roupas de números maiores que as minhas, mas aquelas roupas couberam direitinho. Por que será?

Mike

Ouso a porta do banheiro abrir. Desta vez, em vez de ver o Pac pelado, eu vejo ele com a roupa que eu emprestei.

Ele estava lindo. Todo pretinho! Do jeito que eu sempre sonhei em ver ele. Parecia um sonho... não! Era uma sonho. Afinal, era o Pac.

—O que você achou, Mike?

Ele me pergunta, com um sorriso envergonhado no rosto e do a mão no ombro. Eu abro um sorriso e digo:

—Você está limpo, Pac.

As palavras escaparam da minha boca. Vejo que Pac parou e corou. De repente, ele começou a rir. 

—Ah, Mike. Você é uma piada. Vamos sair?

—Pra onde?

Pac abre um largo sorriso e fala:

—Pra onde o vento nos levar.

Não entendi o que ele disse, mas eu fui.

Pac

Eu estava ainda meio envergonhado do que aconteceu no quarto. Mas espero esquecer, e nunca mais lembrar. Nunca!

Mas águas passadas não movem moinhos. Estava com um grande plano na cabeça. Sei que pareça impossível o que eu quero fazer, mas eu vou tentar.

Estava disposto a fazer tudo. E escolhi Mike para me ajudar. Não conhecia
muito bem o internato, então pedi para Mike me levar para qualquer pista de vôo que ele quiser. Acho que ele estranhou o pedido, mas me levou.

Chegando lá, ele me pergunta:

—Pac, o que você quer com fazer nessa pista de vôo?

Mike me diz, meio que olhando para minha única asa. Mas eu não deixei de me animar. Estava muito feliz com minha ideia.

—Mike, eu quero que você me ajude a voar!

Mike

O que?

Pac estava louco?

Só podia ser! Voar? Como ele ia voar?

Será que eu o deixei traumátizado por causa do lance no quarto?

—PAC, MAS COMO? VOCÊ SÓ TEM UMA... asa...

POR QUE EU FALEI ISSO?

POR QUE?

MIKE SEU BURRO!!!

Mas Pac parecia não se abalar. Ele ainda a estava muito feliz.

—Eu sei, Mike. Parece impossível. Mas não é. Com a força de Deus , tudo é possível. Até voltar a voar.

Pac não deixava de ter razão. Ouvi dizer que, com muito esforço, você pode fazer o que quiser. Mas não deixava de ser uma ideia de louco.

Bom, como eu amava Pac, eu aí dizer para ele que aquela ideia era louca e que eu não iria ajudar ele a fazer algo que ele com certeza ia se machucar. Respirei fundo e, quando eu ia dizer, vi a cara de Pac. Uma cara tão fofa. Parecia a cara de um cachorro sem dono e abandonado para sempre. Eu tentei resistir a aquela carinha, mas... acabei cedendo:

—Tá, Pac. Você venceu. Em que eu posso te ajudar.

Pac deu pulinhos de alegria.

—Ótimo! Sabia que você iria me ajudar. Vamos começar?

 


Notas Finais


Reaprender a voar e a mesma coisa que reaprender a amar. Então, foi isso, ktchau!!!!


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