História Annoyance - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hayes Grier, Magcon
Tags Emma Roberts, Nina Dobrev
Exibições 128
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


desculpem, está sem banner pq meu pc quebrou gente

Capítulo 22 - He's back


Point of view: Kenedy

Talvez eu exagere ás vezes, talvez não tenha necessidade disso tudo apenas por uma mensagem. Mas e se Aaron fizesse alguma merda em relação a isso? Tinham mil e uma possibilidades, uma delas era Aaron esganar Hayes mais do que eles já costumam fazer isso. Só que dessa vez seria muito pior, sem dúvidas.

Mas também não tinha porque ele ter pegado o meu celular e feito isso. É uma coisa que não tem respeito algum, afinal, quem gosta de pessoas enxeridas? Larguei-me de todo mundo, Nash passou a mão na testa e eu sabia que ele estava me achando um saco por estar complicando mais ainda a relação de Aaron e Has.

Enfim, estava realmente tudo muito bom pra ser verdade. Enfiei as mãos no bolso, e fui caminhando aceleradamente para casa.

Mil assuntos e pensamentos vinham á mente, mas obviamente eu me desviava daqueles que envolvia algum dos meninos, até porque chega de confusões por hoje. Amanhã podemos continuar, talvez.

Por que sempre que estamos sozinhos andando pela rua á noite, tudo parece mais ameaçador? Ás vezes eu olhava para trás, como se alguém estivesse me seguindo. É sempre essa sensação estranha, a de que as pessoas te olham e que comentam algo. Mas eu simplesmente ignoro, mas ai eu penso, será mesmo que eu deveria ignorar? E será mesmo que essa sensação é apenas coisa da minha mente?

Com tudo que vinha acontecendo, agora, definitivamente, eu estou arrependida de ter saído sozinha. Onde eu estava com a cabeça? Meu pai pode estar por ai, até mesmo pode estar atrás de mim ou da minha mãe que o colocamos na cadeia.

Era melhor voltar para o shopping e ir com algum dos meninos? Nem que seja com um desconhecido que não tenha cara de um serial killer. Eu me sentiria mais segura mesmo se estivesse apenas com um cachorro na coleira.

Para descontrair, peguei meu celular do bolso e liguei o visor. Estava tarde, bem tarde. Cada vez mais escuro e mais “ameaçador”. Desbloqueei, e vi as notificações

Hayes: Eu sei que fui errado e que você deve estar me xingando e me odiando nesse exato momento, mas eu não fiz “por mal” Kenedy. Me entende por favor, eu já te disse que te queria só pra mim. E eu passarei por cima de quem for para te ter comigo. Você obviamente com essa sua mente maluca vai pensar “Como você me ama se me conhece a tão pouco tempo?” Eu também não sei Kenedy. Você me deixa maluco com cada sorriso, olhar, palavra. Sua voz me deixa completamente louco de amor por você e espero que você não fique brava comigo por muito tempo. Eu estou apaixonado por você, e eu te quero mais que qualquer um Aaron da vida. Deixe-me te explicar, você não conhece ele. Ele se faz de sonso, de besta e de vítima, apenas para eu sair como o errado de toda a história. Aaron sabe provocar, e vai continuar com isso. Kendra, você me conhece e sabe que sou um baita de um pavio curto. Mas eu sou assim com coisas que eu sinto ciúmes e que são minhas ou irão ser. E essas coisas, eu geralmente costumo amá-las mais que tudo. Você é uma dessas pessoas que eu amo, e amo demais. Princesa, meu coração está tão apertado de ter te visto sair sozinha e nem mesmo poder ir atrás de você. Eu estou muito preocupado e espero que você esteja bem, afinal, se não estiver, irei me sentir culpado para o resto da minha vida. Garota, toma cuidado porque se você ganhar um arranhão sequer, eu ficarei com um peso enorme na consciência. Mais do que já estou. Me entende por favor anja, eu te amo! Nunca faria nada para o seu mal, apenas para o nosso bem. Pode me achar possessivo, ou sei lá, muito grudento. Eu vou te proteger quando e onde puder. Se depender de mim, eu te guardo num pote de vidro. Fica bem pelo amor de Deus, eu te amo, mais uma vez. Caso você pense em voltar, eu estarei aqui no shopping por mais uns cinquenta minutos, volta pra mim, por favor amor.

 

E tinha mais uma mensagem. Só que não era de Hayes, e sim do Aaron.

 

Aaron: Ei gatinha, não queria ter causado toda essa confusão. Mas e ai, me diz, quando nós podemos nos ver? Estou sentindo saudades de você, saudades de quando conversávamos e trocávamos papo normalmente sem o idiota do BabyHayes vir tentar me bater. Esse garoto definitivamente acha que é seu dono né minha princesa? Enfim, eu te amo e quero te ver logo hein. Beijos amor, até em breve. Quando responder, me diz um dia pra mim ir na sua casa, termos uma tarde, e uma noite (principalmente a noite em bebê) pra nós relaxarmos e curtirmos bastante.

 

Obviamente eu senti o grau de diferença das mensagens, enfim, eu voltaria para o shopping. Mas porque “voltaria?” e não “vou voltar”? Simplesmente porque no segundo que eu virei para trás, tinha uma pessoa ali. Na verdade, duas, paradas, me olhando. Meu coração acelerou e eu pensava que ele ia sair pela boca. O que eu ia fazer? Uma das pessoas inclinou a cabeça para o lado, como se fosse apoia-la no ombro. Dei alguns passos para trás, e então comecei a correr. O que adiantou? Completamente nada. Até porque assim que me virei, o carro preto havia me fechado na outra rua.

Eu obviamente entrei em pânico. Passei a mão pelos meus cabelos e não sabia pra onde corria, então o meu tempo de correr se esgotou. Um dos caras me segurou por trás, o outro apenas parou há alguns centímetros do meu rosto. Minha respiração estava mais ofegante do que nunca, como se eu tivesse corrido uma maratona. Estava suando frio e a ponto de ter um infarto ali mesmo.

Os dois estavam de máscara, um deles até fantasiado. O que me deixava mais com medo ainda. Até ai, eu não sabia quem era, se era quem eu temia ou alguém que estava apenas me dando um susto.

Então o homem na minha frente tirou a máscara, mas a escuridão do local não me ajudou a identificá-lo.

— Achou mesmo que ia me prender para sempre? — a voz estremeceu-me, me fez gelar e imediatamente eu fechei meus olhos com força. — Eu voltei, e esse é apenas o começo do inferno que irei fazer com sua vida, filha.


Notas Finais


Deixem-me explicar o sumiço. MEU NOTEBOOK QUEBROU! E também tive alguns bloqueios, semanas cheias e muitos trabalhos pra fazer. Eu amo vocês e peço para que independente da demora, continuem lendo, eu demoro, mas não abandono.


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