História Anoitecer - A Volta Do Romance. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Tags Romance, Saga Crepúsculo
Visualizações 60
Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 8 - O Beijo.


Fanfic / Fanfiction Anoitecer - A Volta Do Romance. - Capítulo 8 - O Beijo.

Observei minunciosamente cada detalhe do quarto. Quando Matthew voltou ao quarto e me rendi a tentação de olha-lo, seus olhos tinham uma pitada de malícia e por um momento ás borboletas que viviam em meu estômago transmitiam um friozinho.

- Você está linda. Um sorriso pintou em seus lábios e eu ruborizei.

- Temos Que Aceitar Que A Camisa Ajudou. Dei um sorriso de lado, enquanto balançava a cabeça em negação olhando pros meus pés.

Ele se jogou contra a cama pesadamente, deixando do joelho para baixo, fora da cama. Também me joguei contra o móvel, sem me importar com a camisa que subiu quase revelando a cueca boxer que eu vestia.

- Senhorita Stephanie, você está muito triste. Ele me encarou sério. Bem, acho que a algo que posso fazer para deixa-lá feliz novamente.

Por um instante achei que ele fosse me beijar, quando se aproximou lentamente. Meu rosto queimava, enquanto o sangue se espalhava por ali. Mas ao contrário do que eu imaginei, Matt fincou dois dedos em cada lado da minha cintura, fazendo movimento circulares. E em uma reação automática, comecei a rir freneticamente, minha respiração falhava e eu sentia que a qualquer momento fosse morrer sem ar.

- Matt... Po-por fa-favor... Pa-para... Eu disse entre as risadas.

Quando ele parou, nós já estávamos no  topo da cama e eu mal havia percebido. Seus cotovelos estavam fincados na cama, na altura da minha cabeça. Eu estava ofegante e ele também. Seus olhos agora possuíam bem mais malícia, ele estava em cima de mim e por um momento era só meu.

Seus lábios se aproximaram, e ele mordeu o meu inferior. Eu engoli em seco, e vi o divertimento que havia em seus olhos agora. E então ele me beijou, com o mais sujo desejo. Selvagem, forte, seu perfume amadeirado impregnando-se em minhas narinas. A sua mão direita, agora estava segurando minha cintura contra a cama. Nossas línguas estavam numa batalha épica. Só paramos quando o ar faltou.

Ficamos imóveis, sua mão ainda estava na minha cintura com imensa força e com toda certeza mais tarde ficaria uma pequena marca roxa de seus dedos. Ali estávamos nós, cada um com seus devaneios e ás respirações ofegantes se encontrando. Mas a verdade é que não podíamos ficar assim, por isso fechei os olhos procurando o elemento que era mais difícil nesse instante, o ar. Não havia ar puro no local, era só desejo, malícia. O calor que vinha do seu corpo, me fez tomar coragem. As palavras saíram, não exatamente da boca. Mas, literalmente de algum lugar perdido no meu corpo. Algo que dizia que não era Matthew quem eu queria.


- E-eu não quero me envolver com ninguém agora. Comprimi meus lábios ao final da frase, mas sem abrir os olhos temendo me render aqueles olhos castanhos chocolate.

- Relaxa, gata. Abri os olhos só para encontrar um sorriso lateral bem cafajeste. Quem ta falando em se envolver aqui, é você. Ele piscou.

- Mesmo assim Matthew. 

O empurrei para o lado com a minha mão esquerda, fazendo o cair.
Me levantei num salto, observando novamente o mural.

- Gosta deles? Olhei em sua direção, arqueando as sobrancelhas, uma mão minha era apoiada no mural e outra pousava na cintura.

- São como se fosse minha outra metade. Um sorriso sem mostrar dentes apareceu nos lábios dele, e eu procurei algum sentido naquela frase.

Olhei novamente a comôda em Carvalho, e um livro jazia ali. A capa era marrom bem escura, e havia apenas um símbolo como título, era o mesmo da tatuagem do ombro de Matthew.

- O que é isso? Peguei o livro, e me sentei sobre a cama.

- São as lendas do nosso povo. Os quileutes. Sua voz soava séria, com certeza, aquilo era muito importante para ele. Abri o livro, e encontrei uma máscara representando os " frios ". Por algum motivo - desconhecido. - eu estava curiosa sobre o assunto.

- Frios? Permaneci com olhos fixos no livro, porque ele estava tão perto! Emanando seu calor e eu queria beijá-lo novamente.

- Curiosa você em? Ele riu fraco, suas mãos começaram a passear pela minhas costas e pequenos arrepios surgiram. Os frios, são inimigos naturais dos lobisomens.

- Por favor Matt, eu não estou entendendo nada! Me explique melhor. Eu coloquei minhas pernas na cama em forma de borboleta. Ele também se sentou de frente pra mim na mesma posição. 


- Bom, vamos lá. Seus olhos tinham uma pitada de divertimento. Os meus ancestrais, os quileutes. Éh, vejamos, eles de acordo com as lendas, podiam se transformar no grande lobo. Sua voz engrossou no final da frase, dando um ar assustador e engraçado.

- Ok, então eles eram lobisomens? Essa parte eu entendi, mas e os frios? Mostrei o livro a ele apontando para a máscara.

- Os frios, são vampiros, nós... Ou melhor meus ancestrais, matavam vampiros.

- Ai que interessante. Fingi um bocejo. Então, e as bruxas aonde entram nessa história?

- Stephanie, você não sabe o que diz.

Ele circundou suas mãos em minha cinctura, me levando até ele. Envolvi minhas mãos no seu pescoço.

- Então o que o senhor lobisomem vai fazer com a vampirinha aqui? Falei contra seus lábios e prendendo as risadas que pareciam incontroláveis no momento.


Ouvimos duas batidas na porta e pulei do seu colo num salto.

- Matthew, Eu trouxe um lanche! Era Emily e por um acaso eu estava com a camiseta do filho dela.

Ele correu e abriu a porta. E ela apareceu com uma bandeja, com um prato com dois sanduíches e dois copos com um líquido laranja.

- Ah, não precisava senhora Emily. Opa, só Emily! Caímos na risada e ela nos entregou os sanduíches.

- Bom, quanto á você aposto que está com fome. Já Matt, melhor nem dizer...

Ele fez uma careta, enquanto nós riamos. Temos que aceitar que o sanduíche estava maravilhoso, e o suco? Bom , foi o melhor suco de laranja que eu bebi!

Depois de terminarmos o lanche, Matt saiu para buscar minhas roupas. E eu pude me distrair com meus devaneios.

Parte de mim estava completamente atraída por Matthew Uley, outra dizia que a pessoa certa á se envolver era Cristhian Cullen. Mas, e aquela linha de expressão? Nojo, ódio e maldade na mesma pessoa. Podia comparar os dois como se Cristhian fosse um céu tenebroso, escuro, ante-tempestade. Cheio de raios a cair, saindo pelas nuvens carregadas pelos mais pesados pingos de chuva. Eu queria tocá-lo,oh céus! Como queria fazê-lo! Já Matthew, era aquele fim de tarde calmo, tocado por várias cores, um fim de tarde num verão em uma cidadezinha pequena. E pra mim, nunca houve graça nesse fim de tarde!

Matt voltou e me tirou desses devaneios. Ele trazia as roupas no braços, e meus coturnos amassados - Concerteza ele havia colocado-ás na secadora - . Depois que vesti minha roupa e dei algum jeito no meu cabelo, que no momento estavam um tanto rebelde. Ao sair do pequeno banheiro, ouvi o motor do carro de Jacob e Nessie se aproximar.

- Bom, acho que é hora de ir. Enfiei minhas mãos no bolso da calça.

- É. Não ganho nenhum beijo de despedida? Ele Deu aquele sorriso cafajeste.

- Idiota. Eu revirei os olhos,enquanto ria fraco.

- Ok. Ele levantou ás mãos em rendição e então percebi que agora ele estava vestido em uma camisa vinho. Primeiro as damas. Ele estendeu ás mãos em direção á porta.

- Oh, que cavalheiro. Eu abri a boca em forma de "O" e coloquei a mão no coração.

Atravessamos o pequeno corredor e então descemos á escada.

- Como uma pessoa pode ter medo de trovões? Ele falou me observando, um sorriso lateral apareceu em seus lábios.

- Como alguém pode acreditar em vampiros e lobos? Eu ri fraco.

Havíamos chegado no início da escada, Emily, Jacob e Nessie, nos olhavam espantados.

- Obrigada Emily, o lanche estava maravilhoso! Á abracei e trocamos beijos na bochecha.

- De nada, querida! Apareça mais vezes! Ela sorriu gentilmente, segurando minhas mãos.

- Tchau, Matt. Sussurrei as palavras em seu ouvido, enquanto o abraçava demoradamente.

- Tchau, Cullen. Ele sorriu, e eu sei um tapinha em seu ombro.


E eu havia adorado conhecer La Push,  Emily e principalmente Matthew Uley.

Notas Finais


Esse cap demorou um pouquinho, porque ele tinha que ser perfeito. Mas, cá entre nós, não foi tão perfeito. É isso aí! Comentem favoritem e indiquem!!


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