História Anoitecer - A Volta Do Romance. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Tags Romance
Visualizações 23
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Livros e Respostas.


Fanfic / Fanfiction Anoitecer - A Volta Do Romance. - Capítulo 9 - Livros e Respostas.

Um sorriso estonteante pairava em meu rosto. Eu até cantarolava um “Lá,lá,lá” no banco de trás do carro.  O dia havia apenas começado, e nos meus planos para hoje, confrontar Cristhian era o primeiro.

 

- Parece estar feliz. Nessie enfiou a cabeça entre os dois bancos dianteiros.

- Bom, acho que ter um amigo em Forks, é um bom motivo para estar feliz. Arqueei minhas sobrancelhas ao final da frase.

- Hm parece que alguém gostou do nosso amigo Nessie.  Jake falou enquanto me observava pelo retrovisor.

- Já deu! Eu revirei os olhos.

- Tá bom, senhora estressada. Ela levantou ás mãos em rendição.

 

Todos os olhares foram atraídos á mim, quando apareci na sala ostentando um glorioso sorriso, todos os casais estavam dispersos na sala. E tia Cleidy solitária em uma poltrona lendo, o que parecia ser um livro.

 

 - Como foi o passeio minha sobrinha?  Um sorriso gentil surgiu nos seus lábios rosados por um gloss.

- Foi ótimo tia, La Push é extremamente linda!  Eu me sentei à poltrona oposta a dela.

- Huum, fico feliz que esteja gostando de estar aqui. Mais um sorriso.

- Obrigada tia, por tudo. E sim estou adorando estar aqui! A felicidade estava pintada em todos os cantos da sala e eu havia colorido.

- Eu adorava ir á La Push. Instantaneamente virei minha cabeça para encontrar uma Bella de olhar perdido em algum lugar.

Adorava? E por que ela não ia mais aquele local? Para não ser indiscreta, preferi não perguntar nada. 

- Eu fiz algo que você adorava quando era pequena!

- Huum, deixa eu ver? Bolo de chocolate! Eu comecei á rir.

- Vem! Vamos comer! Ela se levantou e me puxou pelo braço.

 

“- Tia, Tia! Já está pronto? Eu fiquei na ponta dos pés tentando ver o que se encontrava em Cima da mesa.

- Calma! Desse jeito você vai se encher de caries! Minha mãe me pegou no braço.

- Ninguém resiste ao bolo da minha irmã. Meu pai sorriu e abraçou tia Cleidy. “

 

Senti meus olhos marejados e uma lágrima escorrer pelo canto do olho. Tratei de limpa-lá com o meu polegar rapidamente.

- Obrigado tia, estava delicioso. Eu vou subir agora.

- Ok meu amor. Ela beijou minha testa e eu saí.

 

 

Não pude conter a curiosidade que me possuiu quando vi uma pequena sala biblioteca, com várias instantes cheias de livros. Eu adorava, na verdade ainda gosto muito de ler. Mas, no momento tudo que eu queria era um banho na banheira.

Liguei a torneira, e só o suave som que água reproduzia ao bater na banheira. Joguei sais e um bom sabonete liquido. Despi-me, desliguei a torneira e escorreguei dentro da banheira, deixando á água até a altura do pescoço. Ali me divertir com ás espumas, até conseguir relaxar. Enxagüei-me, coloquei um roupão e fui para o closet, coloquei um vestido preto, de mangas curtas e de colarinho branco, aberto na lateral da coxa e por baixo um pano tule.

 

 

Não pude conter a curiosidade que me possuiu quando vi uma pequena sala biblioteca, com várias instantes cheias de livros. Eu adorava, na verdade ainda gosto muito de ler. Mas, no momento tudo que eu queria era um banho na banheira.

 

Liguei a torneira, e só o suave som que água reproduzia ao bater na banheira. Joguei sais e um bom sabonete liquido. Despi-me, desliguei a torneira e escorreguei dentro da banheira, deixando á água até a altura do pescoço. Ali me divertir com ás espumas, até conseguir relaxar. Enxagüei-me, coloquei um roupão e fui para o closet, coloquei um vestido preto, de mangas curtas e de colarinho branco, aberto na lateral da coxa e por baixo um pano tule.

 

Em meus cabelos um coque bagunçado bastou. Calcei sapatilhas pretas foscas.             

Quando cheguei a biblioteca, para a minha surpresa Cristhian estava lá. Parece que finalmente o universo conspirou comigo. O interessante, é que mal parecia o Cristhian do dia anterior. Seu cabelos estavam bagunçados, e não perfeitamente penteado como no dia anterior. Vestia uma camiseta preta com o logo da Guns N’ Roses, uma calça de lavagem clara rasgada e sapatênis da Adidas.

Pigarreei antes de falar.

- Olá? Ele se virou segurando um livro.

- Nossa não esperava você aqui. Ele sorriu.

 

*

Stephanie foi a La Push junto á Nessie e Jacob. E que merda, visualizei justamente na hora que estava beijando Matthew Uley. Aquela menina mal havia chegado e já estava com aquele cachorro pulguento. Eu senti raiva, ou poderia ser... Não, eu me repreendo á pensar que estava com ciúmes de uma mortal que poderia ser minha a qualquer momento. Então era isso, eu iria mostrar á Matthew Uley que ela era minha, eu faria de tudo, eu não podia deixar aquele lobo nojento ter ela pra si. Que os jogos comecem. Então á voz dela calma e suave, mas parecendo um garfo arranhando um metal para mim.

Seu perfume embriagante de frutas vermelhas, mal era comparado com o cheiro do líquido vermelho que corria por suas veias. Prendi á respiração e me virei, encontrei olhos verdes delicados e um coque bagunçado, alguns fios escapavam e lhe caíam sobre a face. Sua coxa coberta apenas por um tule era um perigo para minha sanidade. Depois que lhe falei sobre minha surpresa de ela estar aqui, ela se aproximou. Seus dedos tocavam ás lombadas que os livros reproduziam na estante.

 

 

- Eu não imaginava que haveria um lugar assim aqui. O sorriso calmo em seus lábios, Cristhian o que você está fazendo? Se controle.

- Você gosta de ler? Perguntei, tentando saber um pouco sobre ela.

- Adoro, acho que ler é um refúgio depois de tudo que passei. Os olhos pareciam fixos em algum lugar. Indica-Me algum? Ela fez menção aos livros.

- Esse. Eu retirei Anjos e Demônios da estante e entreguei á ela.

Ela riu fraco e balançou a cabeça em negação.

 - Era de e imaginar. Ela me fuzilou com seu olhar verde, parece que a mortal já desconfiava de minha existência.

 

  Ela se sentou na poltrona e eu me sentei na oposta á sua frente.

- De que mais você gosta Stephanie? Ela levantou o olhar para encontrar o meu.

 

- Observar ás estrelas. Ela sorriu e baixou o olhar para o livro.

 

- Algum dia vou te levar em um lugar para vê-las. Minha voz foi um impulso, e eu não acreditava no que tinha dito, eu me imaginava com ela em dos mais altos pinheiros, em uma noite de lua cheia e várias estrelas no céu. Em um instante minha mente foi tocada por imagens embaraçosas: Ela e Matthew Uley se beijando, e agora eu me beijando com ela. Mas havia uma questão, aqueles pensamentos não eram meus... Eram dela! Aquilo era uma extensão do meu poder, eu podia ler ou sei lá, qualquer coisa vindo daquela menina frágil á minha frente. A voz dela me acordou da inércia:

- E você Cristhian, o quer fazer da vida? Ela arqueou as sobrancelhas.

 

Aquela pergunta, não fazia muito sentido. Eu podia ser várias coisas, eu tenho a eternidade. Mas, com toda certeza eu queria ser como Carlisle, adquirir imunidade contra o sangue humano e poder ajudar ás pessoas, eu nunca fui mal e nunca quis ser, mas aquela menina despertou um monstro dentro de mim.

 

- Médico, eu quero ser um médico, Quero ajudar ás pessoas. Peguei um livro de poesia em cima da mesa, ao final da frase.

 

Um sorriso estonteante surgiu em seus lábios carnudos. E que sorriso, como ela podia ser assim? Sorrir por tudo? Ela era um anjo, um anjo que eu queria pra mim. Queria tomar seus lábios e fazê-la minha, somente minha.

 

- E você? Dei um sorriso gentil.

- Não sei, eu tenho tanto pra viver ainda. Ela respirou fundo. Eu não sei o que vou fazer, porque eu não sei o futuro. Ela sorriu irônica agora e eu ri fraco.

 

Levantamos-nos ao mesmo tempo e acabamos nos batendo. Ela se segurou em meus ombros para buscar apoio. Minhas mãos seguravam sua cintura, um brilho estava em seu olhar e era impossível não beijá-la.

 

 



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