História Anonymous - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Lily Collins
Exibições 299
Palavras 6.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hi lovers

Capítulo 50 - 48-Audrey


—Você conhece a piada do Pônei?

Dylan perguntou e eu apenas mexo a cabeça em forma de negação sem olhar para ele.

—Pô nei eu!

Dylan cai na risada da sua piada extremamente sem graça. Revirei os olhos sem ainda, olhar para ele desde que chegou em meu quarto a alguns minutos. E claro que o indivíduo está aqui por pura, irritante, insistência dele.

Dylan para de rir aos poucos percebendo que eu, não estou em clima de rir e que obviamente, não achei sua piada engraçada. Sinto o olhar dele sobre mim praticamente me analisando. Eu dou de ombros e continuo a fitar a rua sentada em meu estofado azul debaixo da janela.

Ouço meu celular apita avisando que recebi uma mensagem, e já presumo quem deva ser, pois eu estava falando com a pessoa a alguns minutos. Apenas ignoro. Eu não realmente estou com a mínima vontade de falar com o Believe depois do que aconteceu hoje...

Depois de Justin ter me beijado...

Eu até respondi ele para não ser mal educada, mas eu realmente não estou afim. Eu sei que ele não tem culpa de nada mas quando eu fico "mal" eu acabo descontando em tudo e todos.

Esse é um grande defeito em mim—entre muitos, claro. Mas sou assim, eu acabo "culpando" as pessoas por algo supérfluo que não tem nada a ver com os meus motivos.

Meu celular apita mais umas duas vezes. Eu continuo ignorando.

—Deve ser Chris ou Ryan te mandando mensagem. Não vai ver?

Perguntou Dylan que se encontrava esparramado na minha cama. Olho finalmente para ele com tédio.

Sério que ele pensa que só existe ele, Chris e Ryan na minha agenda de contatos do WhatsApp?

Ok que eu não sou muito social, mas não tanto a ponto de só ter três pessoas para conversar vía mensagem. Eu tenho mais minha mãe e Believe por exemplo. Talvez, não tenha muitas pessoas mas mesmo assim, eu tenho mais gente para conversar!

Mesmo que tenha um que não o conheça ainda...

Bufei e pego o celular que estava a minha frente e desbloqueio o mesmo vendo umas três mnsagens de Believe.

Believe: Não espera!

Believe: Droga!

Believe: Eu sou realmente um completo idiota.

Já ia apagar suas mensagens mas vejo que ele ainda continua digitando e, por curiosidade continuo olhando a tela.

Believe: Me desculpe Audrey...

Encaro com o senho franzido o visor do meu celular com a mensagem estranha que ele acabara de me mandar. Por que ele está me pedindo desculpas? Pelo o que eu me recordo ele não disse nada que me deixasse mal o suficiente para me pedir desculpas...

As vezes eu o acho super estranho. E me pergunto o por que, desde a primeira mensagem, eu ter continuado conversando com uma pessoa da qual eu não sei quem é até agora. Eu na certa bloquearia como já fiz diversas vezes de primeira.

Mas por que dessa vez eu não fiz desde a primeira mensagem? Assim como Justin, nele também tem uma coisa que me instiga. Eu quero tanto o conhecê-lo um dia, e dar os belos tapas que eu estou devendo a ele.

—Eram eles, não eram?

Perguntou Dylan com curiosidade em seu tom de voz.

—Não.

Repondo apenas e bloqueio a tela do meu celular com a mensagem apenas visualizada.

—Então quem era?

Ele perguntou instigado.

—Mensagem de operadora do meu plano.

Menti, ainda não é o momento para compartilhar esse meu "segredo"  com ele. Apesar de sermos melhores amigos...

—Ahh tá bom. O que você tem?

Eu o olho irritada por ele está começando a fazer o que eu tanto detesto: Me encher de perguntas.

Mesmo que sua pergunta tenha sido em um tom preocupação, ao mesmo, me pareceu vazia. As pessoas nunca perguntam "o que você tem"  porque elas querem saber realmente o que está se passando com você. E sim, por pura curiosidade. Isso se aplica a Dylan agora.

—Para de me olhar assim Audrey—Dylan tacou um dos  travesseiros contidos em minha cama, que estavam a seu alcance, em mim—Parece que você quer me bater—ele completou.

Bufei e taco o travesseiro em Dylan de volta com certa brutalidade. O mesmo agarra na hora e eu gruni por ele ter um reflexo tão bom apesar de sua miopia. E isso o torna um tanto estranho.

—Nossa o que você andou comendo? Está fortinha.

Ele zombou deixando o objeto de lado.

—Dylan da pra ir embora? Não estou com a mínima paciência hoje de aturar suas palhaçadas.

Ele ergue uma de suas sobrancelhas e se levanta ficando sentado com as pernas cruzadas.

—Se eu fosse embora de todas as vezes que você mandou e precisava de mim ao mesmo tempo...

Estalei a língua no céu da boca voltando a olhar a rua pela minha janela.

Quem disse que eu preciso dele?

—Sério Audrey o que você tem? Sua mãe disse que você chegou tarde da escola hoje e, foi direito para o seu quarto e, está aí olhando para essa janela mofando. Ela me ligou e me mandou vir aqui para ver se eu te tirava desse quarto.

Eu sabia que tinha dedo da minha mãe!

Eu odeio quando ela não respeita meu espaço. Por que se eu cheguei da escola a mais ou menos uma hora e não falei com ninguém e subi direito para o meu quarto. É por que eu quero ficar sozinha, não?

Mas parece que ela e nem Dylan entendem isso.

—Cheguei tarde por que peguei detenção—expliquei olhando para ele.

—Só isso?

—Só isso.

Falei somente isso afim se finalizar essa conversa.

—Sei que tem muito mais coisa—Dylan se levantou vindo em minha direção parando em minha frente logo a seguir.

—Pode começar a contar.

Ele mandou autoritário.

—Me obrigue.

Resmunguei.

—Tá bom. Você que pediu...

Dylan deixa a frase no ar e antes que eu pudesse prostestar. Ele começou a fazer cosquinha em mim. Começo a gargalhar contra a minha vontade sentindo ao mesmo tempo nervoso.

Eu odeio que façam cosquinha em mim.

—PARA...DYLAN...PARA...

Falei histérica com a voz cortada pelo ar que estava começando a me fazer falta.

—Me conta o porque de você está assim e o porque de você ter ficado na detenção. Aí eu paro.

Ele impôs sua condição enquanto eu continuava a rir descontroladamente.
—Tá... Bom...Eu falo...EU FALO IDIOTA...

Dylan para de fazer sua sessão de tortura com cosquinhas e, eu sinto a pressão que estava em meu estômago se aliviar e o ar passar por meus pulmões normalmente.

—Você. É. Um. Idiota.

Espraguejei pausadamente recuperando o ar enquanto Dylan sorria vitorioso.

—Vai começar a me contar ou eu vou ter que fazer mais cosquinha?

Ele ameaçou e eu fiz que não com a cabeça e suspirei em seguida.

—Eu fiquei na detenção por eu ter corrido com... —comprimi os lábios ao ter que falar o nome daquele ser.

—Depois de eu ter corrido com Justin naquele corredor—completei e logo continuei—Antes claro de termos  entrado no refeitório. Betty, aquela inspetora chata, nos pegou e nos puniu a ficar depois da aula arrumando os livros na biblioteca. Por isso cheguei tarde.

—E mais o que? Me conta mais.

Ele fez um gesto com as mãos me incentivando a terminar de falar.

—Depois da aula eu e Justin fomos para a biblioteca arrumar os livros. Tudo estava ocorrendo normalmente até que...

Não consigo terminar de dizer pois o que aconteceu hoje entre mim e Justin invade minha mente com tudo.

—Te peguei.

Ele diz e abre aquele sorriso inteiro que entrava em harmonia com seus olhos o deixando tão lindo...

Que diabos eu estou pensando?

—Não fuja de mim...

Justin sussurrou com uma voz rouca como uma súplica ao ver que eu faço menção em me afastar novamente. Ele suavemente toca uma de suas  mãos em minha cintura e me aproxima mais a ele, prendendo meu corpo ao seu. Assim como ele fez quando formos ao parque...

Ele leva sua mão para o meu rosto vaga deslizando com as pontas de seus dedos sobre o mesmo parecendo desenhar meus traços. Logo seu polegar acaricia minha bochecha me causando uma sensação de serenidade. Justin deixa de alisar minha bochecha e leva suas mãos
para a minha nuca.

—Não irei...

Respondi baixo o olhando no fundo de seus olhos.

Meu coração a essa altura estava quase rasgando meu peito, aquele frio na barriga estava começando a surgir me deixando sem saber como agir e pensar.

Sustento meu olhar sobre Justin até seu rosto se aproximar mais do meu com uma cautela da sua parte. Sua respiração que já se misturava com a minha me deu a percepção de que a distância entre nós era menor do que deveria ser. Eu havia aproximado meu rosto sem me dar conta e mesmo assim eu não conseguia me afastar.

—Audrey...

Prendi a respiração ao ouví-lo susurrar meu nome. E ainda eu não conseguia respirar quando Justin roçou a ponta de seu nariz ao meu.

Era isso mesmo que estou fazendo? Ahh que se dane!

O calor de seu corpo me envolvia de uma forma junto de seu perfume que me deixou tonta e tudo o que eu pude fazer era me deixar levar e enroscar minha mãos em seu cabelo macio.

Ele fechou seus olhos e eu fecho os  meus lentamente e, sinto seus lábios se apertaram contra a minha bochecha vagarosamente, o canto da minha boca e, por fim meus lábios.

Isso foi o suficiente para uma porção sensações se explodirem dentro de mim.

Entre abri os lábios e levei minha língua de encontro a dele. Era o melhor beijo que eu havia sentido e provado. Era calmo e com vontade de ambos. Acho que no fundo eu estava querendo que isso acontecesse mais que tudo. Só não admitia até estar em seus braços o beijando como agora.

E por aquele momento eu achava isso certo. E como é certo!

Sinto Justin sorrir entre o beijo e me apertar mais contra seu corpo como se eu pudesse fugir a qualquer hora.

Ahh não mesmo!

Continuamos nos beijamos até eu perder o fôlego, e a noção de onde eu me encontrava. Eu não tinha mais a minha sanidade para pensar. Justin separou seus lábios dos meus sem pressa. Eu abri meus olhos o vendo me fitar, ele encosta sua testa na minha ofegante e desliza uma de suas mãos em minhas costas enquanto a outra apertava minha cintura.

—Justin...

Sussurrei seu nome ofegante.

—Shiii, só me beije.

Levo minhas mãos até seu rosto e sem pensar pressionei sua boca contra a minha mais uma vez. E outra. E novamente sem querer que acabasse.

Abri meus olhos novamente como se tivesse despertado de um sonho bom o vendo dessa vez sorrindo, mas um sorriso diferente e com um olhar distante que eu tentava decifrar mas não conseguia. Eu sentia que ele havia mudado de um segundo para o outro naquele instante.

Seu sorriso foi desaparecendo aos poucos. Eu o encaro confusa ainda em seus braços. Ele balança a cabeça em negação como se tivesse reprovando alguma coisa em sua mente e solta minha cintura e me afasta dele.

—Eu, eu, quer dizer, eu tenho que ir—Justin disse rápidamente se embolando nas palavras.

—Mas...

Ele me interrompe pegando em minha mão e olhando em meus olhos com...Com tristeza?

—Não, não diga nada, tchau.

Ainda não entendi o porque dele ter feito isso. De ter praticamente corrido de mim. Várias hipóteses se passaram pela minha cabeça enquanto eu saia da escola até chegar eu chegar em casa e, vir para o meu quarto onde eu me encontro agora com um mongol, vulgo meu melhor amigo, me enchendo a paciência.

Eu não acredito que deixei isso acontecer.

Mas claro que na hora que tudo aconteceu, eu não estava pensando direito. No momento parecia algo bom, algo certo que eu realmente queria e que eu tinha vontade de fazer...

Ele me fez eu me sentir especial por alguns instantes, como se nada existisse naquela biblioteca apenas nós dois. O que eu esperava depois de termos sessado o beijo era que, não sei, talvez ele sorrisse ou algo do tipo para me dar a liberdade de sorrir também. Mas não, ele tinha que ter ido.

O pior disso tudo, era que eu deveria estar sentindo raiva ou semelhante por ele.

Mas eu não consigo.

Eu só sei sentir frustração. Frustração por saber que eu acreditei que um garoto como ele iria querer algo como um garota como eu:

Estranha, bipolar, estranha e bipolar.

Por que ele tem que ser tão fechado na dele?

Talvez seja isso que me atraiu em Justin. Um garoto com pinta de bad boy lindamente lindo.

Mas o que ele tem de lindo ele tem de misterioso, estranho, bipolar, que beija maravilhosamente bem e...

Argh o que eu estou pensando?

Eu queria ter feito o eu sempre fazia quando algum garoto tentava me beijar. Empurrá-lo e dar um chute no meio do que ele tem no meio das pernas.

Ele bem que está merecendo isso....

Só de me lembrar daqueles lábios rosados e macios em contato com os meus já começo a sentir um calor em minha pele...

—Você está apaixonada Audrey.

Falou subconsciente.

Ahh não mesmo! Eu me recurso depois do que ele fez. Eu me recuso!

—AUDREY!

Gritou a voz de Dylan no meu ouvido me causando um zumbido irritante em meus tímpanos.

—Aí que droga! Me deixa!

Esbravejei me levantando desviando dele.

—Audrey você já está me deixando aflito o que aconteceu?

—Eu e Justin nos beijamos e depois ele saiu estranhamente correndo de mim. Satisfeito?

Despejei as palavras irritada e com dor de cabeça pelo mongol ter quase estragado minha audição. Ele demonstra está surpreso mas logo põe um sorriso sacana no rosto.

—Bem feito.

O olho incrédula. Não acredito que ele irá me dar um de seus sermões...

—O que?

—É pelo Justin que você está nessa bad provisória toda?

Ele perguntou e eu não repondo.

—Quem cala consente.

Ele falou cantarolando.

—O que eu disse para você não se deixar levar? 

Ele me advertiu também relembrando do que ele disse hoje mais cedo na escola.

—Ahh fala sério Dylan!—começo a andar pelo meu quarto de um lado para o outro—Olha eu já te contei por pura pressão sua. Quer que eu faça o que?

Perguntei com sarcasmo.

—Que pare de ser trouxa.

Ele foi com um semblante sério.

—Pode deixar amiguinho.

Falei com ironia em meu tom de voz.

—Você pare de ser irônica comigo mocinha—ele estreita os olhos para mim—Mas ok, vocês se beijaram por que deve ter rolado aquele clima super mega ultra climático entre vocês certo?

—Que clima mega ultra climático o que! Deixa de viadagem Dylan! Só aconteceu. Só isso.

Falei me sentindo desconfortável com essa conversa.

—Tá bom, mas por que ele fugiu de você? Cara que tipo de garoto foge depois de ter beijado uma garota? Eu sei que foi você que ele beijou...

O fuzilou com o olhar fazendo o mesmo soltar um risinho sem graça. Eu estou me sentindo muito melhor com as palavras dele, nossa muito melhor!

—Mas a pergunta que não quer calar é: Você está gostando dele?

Ele perguntou me deixando pensativa. Eu estou? É tudo tão confuso. Ok talvez não seja nada confuso. Por que se você está se envolvendo de alguma forma com certa pessoa, você sabe o que sente por ela certo? Mas claro, que, isso não se encaixa à mim.

Eu não sei o que está se passando com meus sentimentos. Por que depois desse beijo tudo se tornou um enigma difícil de se desvendar. Aliás o que eu sinto por ele? Eu pensava que era só mais uma atração besta até beijá-lo. Mas e agora? O que eu realmente sinto? Ele é o primeiro garoto a ter esse efeito sobre mim. É assustador e ao mesmo tempo bom...

—Pra falar a verdade eu não sei.

Repondi com sinceridade e abracei meus próprios braços e olhei para baixo. Eu odeio ficar assim. Odeio me sentir vulnerável.

—Hey cabelo de fogo vem cá.

Dylan abre os braços em minha direção e apesar de eu querer um abraço amigo sou orgulhosa demais a ponto de permanecer parada. Ele revira os olhos e anda alguns passos em minha direção e me abraça.

Apesar de Dylan ser um idiota na maioria das vezes ele sabe como acalmar alguém. Me acalmar 
quer dizer.

—Você sabe que no fundo ele é um idiota que está te machucando aos poucos sabe? —ele apoia o queixo no topo de minha cabeça e afaga meus cabelos.

—Ele não está me machucando. Só foi um beijo idiota.

—Ahh você é muito teimosa—ele exclamou me fazendo sorrir de lado sem que ele perceba—Eu estou te avisando Audrey...

—Dylan já chega tá legal?—o cortei—Você é bem menos estranho calado.

Murmurei e envolvo meus braços em volta dele. É raro um momento nossa assim. Posso contar no dedo, eu acho, de quantas vezes nos abraçamos para valer.

—Olha eu só quero o seu bem. Nós praticamente nascemos juntos e eu te considero como uma irmã que nunca tive pra mim. Eu só fico com receio, pois sei que isso tudo, os sentimentos os momentos e os acontecimentos é muito novo para você. Você nunca ficou assim por um garoto como o Justin.

—Ahh falou o super experiente!

—Não posso ser o mais experiente. Mas eu já levei foras de diversas garotas, umas que já me apaixonei e outras que só tive uma atração. E todas de alguma forma me fez ficar mal comigo mesmo.

Ele confessou. Ergui meu olhar para cima surpresa o olhando com um meio sorriso no rosto.

Eu nunca achei que Dylan ficasse triste por alguém, ele mostrava sempre quando alguma garota lhe dava um fora, uma frieza e ao mesmo tempo uma zombaçao que dava a entender de que ele já tinha superado.
Eu estou me sentindo tão egoísta agora. Caramba quantas vezes ele esteve mal e eu o ocupava com meus problemas?

—Você nunca contou isso pra mim. Você sempre dava a entender que estava tudo bem e ia para próxima como diz.

—É por que eu tenho o dom de fingir que está tudo bem quando estou quebrado por dentro.

—Está dando vontade de te guardar em um potinho e colocar na minha prateleira do lado da minha cama.

Afinei minha voz o fazendo rir.

—Você assusta assim sendo fofa. E, o foco aqui é você e não eu. Continuando: Justin é estranho.

—Ele não é estranho, só diferente.

—Volto a repetir: Ele é estranho. Que tem um ar carregado.

—Deu pra ser pai de santo agora Dylan?

Dou um tapa em suas costas.

—É sério Audrey você não sente?

—Eu sinto outras coisas perto dele. Ar carregado não.

Pensei dessa vez, ainda bem, graças a Deus, só para mim. Se eu falo isso em voz alta Dylan me zoa até 2040.

—Não, não sinto.

—Audrey, Audrey você...

—AÍ QUE BONITINHO!

Exclamou duas vozes em coro. E logo viro meu rosto, já que estávamos de costas, vendo Chris e Ryan parados no batente da minha porta.

—Fiquem assim, calma que só falta focar a foto. Diga: Momento fofo!... —Chris Disse assim que puxou seu celular rapidamente de seu bolso e tirou uma foto de mim e Dylan abraçados e com certeza com uma cara de tédio.

—Ficou linda a foto desse momento épico!

Ryan disse puxando o celular das mãos de Chris analisando a foto e rindo ao mesmo tempo.

—Quem deixou vocês entrarem?

Perguntei cruzando os braços assim que me desfiz do abraço de Dylan.

—Sua mãe?

Reponde Ryan fazendo uma cara como se fosse óbvio.

—Vou ter uma conversinha com dona Kayla depois...

Falei fazendo uma nota mental.

—Sua mãe está mais gata que o normal hoje.

Falou Chris com um sorriso sacanagem no rosto.

—Para de tarar a minha mãe seu safado!

Dou um tapa em seu braço e o mesmo reclama me chamando de "bruta".

—Desculpe atrapalhar o momento mais estranho que já vi até agora em minha vida. Mas sua mãe está chamando todos nós para comer bolo.

Falou Ryan.

—É bolo de que?

Perguntou Dylan com interesse. Esse aí falou em doce já começa a brilhar seus olhos. Uma coisa que somos muito parecidos. Amamos doces.

—Chocolate.

Repondeu Ryan.

—Estamos esperando o que? Vamos logo, andem, andem!

Dylan começou a nos empurrar para fora do meu próprio quarto de forma desesperada parecendo que o bolo iria acabar a qualquer momento ou criar vida própria e sair andando por aí.

[...]

—Posso saber por que você chegou tarde hoje da escola?

Perguntou minha mãe com as mãos na cintura assim que eu e os três patetas chegamos na cozinha.

—Eu disse para você que estava encrencada e que ficarja depois da aula na mensagem.

Me sentei em umas das seis caderias vagas na cozinha.

—Mas não pensei que  fosse tão tarde assim. Você chegou estranha, passou feito um furacão e se trancou no quarto. Se não fosse por Dylan acho que você nem estaria aqui agora.

Disse minha mãe com um tom de repreensão.

—Hey por nós também!

Chris parecendo ter se ofendido por minha mãe ter esquecido dele e de Ryan.

—Ahh sim, por Dylan, Chris e Ryan. Os três mosqueteiros. Me desculpe.

Ela disse se retratando para Chris e o mesmo sorrir mostrando está satisfeito.

—Aconteceu alguma coisa que queira me contar Audrey?

Perguntou minha mãe, notando que eu ainda não havia respondido sua pergunta, se virando para a bancada ao lado da pia pegando a forma de seu bolo recém feito e saído do forno e, colocando sobre a mesa. Os olhos dos três patetas chegavam a brilhar. E até os meus estavam assim. Minha mãe pode não ser muito boa para fazer certos pratos, mas falou em bolo ela faz com perfeição.

—Vai me contar ou não?

Ela perguntou e voltou a se virar de costas abrindo a porta do armário da cozinha pegando pratos, talheres, copos e logo os colocando sobre a mesa. Dylan a ajuda também já que está mais perto.

Eu às vezes não entendo minha mãe. Ao mesmo tempo que ela é liberal ela é uma espécie de mãe super protetora. Isso as vezes me assusta.

—Eu fiquei em detenção por ter corrido no corredor.

Expliquei.

—Nossa por causa de uma coisinha dessas?

Ela perguntou torcendo o nariz em reprovação me fazendo rir.

—Tia ela ficou na detenção com o Justin. Os dois que ficaram correndo que duas gazelas pelo corredor.

Fuzilei Dylan com o olhar e mexi os lábios sem imitir algum som querendo dizer: "Se você disser mais alguma palavra você irá ver".

—Justin é?

Ela disse com um sorrisinho no rosto. O mesmo sorrisinho de mãe maldando as coisas.

—Pera aí como assim?

Perguntou Chris confuso com a boca cheia já atacando o bolo de chocolate.

—Pelo visto você sempre fica contando as coisas mais para o Dylan do que para nós.

Ryan disse com os braços cruzados e uma cara fechada.

—Claro né, por que eu sou amigo dela a mais tempo que vocês.

Provocou Dylan com um sorriso convencido no rosto.

—Como se tempo de amizade definisse alguma coisa.

Rebateu Ryan revirando os olhos a provocação de Dylan.

—Claro que sim, nesse caso com certeza define.

Retrucou Dylan que havia pego uma fatia de bolo e logo dando uma garfada no mesmo levando a boca.

—Olha aqui vocês parem tá ok? E Dylan da um tempo aí .

Repreendi os dois e afundei meu corpo em minha cadeira não estando afim de ouvir a ladainha e os ataques de ciúmes dos dois.

—É tão bonitinho isso tudo.

Comentou minha mãe e eu ergo uma de minhas sobrancelhas.

—Mãe não comece por favor.

—Mas eu não disse nada.

Ela levantou as mãos como se quisse se livrar de minha acusação. Eu sei muito bem que ela vai começar já já a me encher de perguntas.

—Ahh, nós vamos a uma loja de instrumentos daqui a pouco no centro.

Do nada Ryan afirmou e eu o encaro.

—Quem disse que vou?

Perguntei com deboche.

—Olha minha amiga, você não está em condição de não querer nada. Já basta você não ter contado para nós essa história aí de você e do Justin na biblioteca.

—Tá bom, eu vou—bufei. Logo hoje que não estou muito afim de sair de casa—Mas pra que vamos em uma loja de instrumentos?

Perguntei curiosa me servindo uma fatia de bolo.

—Chris quer comprar um violão.

Repondeu Ryan apontando para Chris que se deliciava com o bolo de minha mãe.

—Chris não sabe tocar nenhum instrumento pra que ele iria querer um violão?

Perguntei sarcástica levando um pedaço do bolo a boca.

—Nem eu sei. Mas é melhor que um unicórnio.

Ryan diz me fazendo rir.

—Hey eu vou aprender a tocar quando eu comprar um!

Disse Chris e eu nego com a cabeça. As vezes ele inventa cada coisa que meu Deus.

—Aliás são que horas?

Chris perguntou de boca cheia e o rosto sujo com farelos do bolo.

—São 18:30 por que?

Falei assim que olhei ao relógio na parede da cozinha.

—Temos que ir logo! A loja vai fechar!
Ele exclamou se levantando limpando a boca com as costas das mãos. E faz nós nos levantarmos também cutucando nossos ombros.

—Vocês nem terminaram de comer o bolo.

Minha mãe falou.

—Guarda pra mim Tia Kayla.

Disse Chris a fazendo rir e assenti.

—Deixa eu escova os dentes primeiro e para de me cutucar!

Reclamei dando um tapa em sua mão e me levanto da cadeira.

—Tá mas vai logo!

Olho com tédio para ele e sigo em direção a escada subindo a mesma apressadamente por pura pressão de Chris.

[...]

—Bem feito Ryan, quem manda não prestar atenção por onde anda.

Disse entre risos olhando para Ryan saído no chão com as mãos no joelho esquerdo por ter tropeçado por conta de alguma que esbarrou nele. Chris e Dylan estavam ao meu lado quase passando mal de tanto rir.

E eu como uma boa amiga deveria o ajudar, mas aí é que está o pequeno o problema:

Amigos ajudam, melhores amigos ficam rindo e depois vão ajudar.

—Ha ha muito engraçado Audrey.

Ryan estalou a língua no céu da boca se levantando com certa dificuldade. Eu vou o ajudar estendendo uma mão em sua direção.

—Olha eu pelo o menos te ajudei.

Falei em minha defesa assim que o puxei dando impulso para o mesmo levantar com mais estabilidade.

—Eu ainda não entendi como você caiu de se jeito Ryan. Do nada. Parece uma banana podre.

Brincou Dylan assim sessou sua risada como Chris também.

—Aquele cara de bicicleta que esbarrou em mim.

Reclamou Ryan irritado.

—Essa loja que você quer ir é aonde Chris?

Perguntei, poisestávamos andando a algum tempo e já passamos por diversas lojas e não encontramos a que o Chris quer ir.

—Parece ser aquela lá da frente.

Ele apontou para uma loja do outro lado da calçada. Ela por fora pra mim não me causou nenhum tipo de curiosidade, pois era só mais uma com decoração padrão dos estabelecimentos daqui do centro de  Seattle.

Atravessamos a rua ao mesmo tempo ouvindo as reclamações de Ryan e seu joelho magoado e assim que paramos em frente à loja, analiso a vitine da mesma com letras em néon anunciando desconto de alguns porcento na comprar de qualquer instrumento e, logo a cima um letreiro preto junto de um fundo branco, com as letras decoradas com notas musicais escrito "Scooter Musical".

—Vamos entrar antes que a loja feche! Eu quero meu violão!

Falou Chris com entusiasmo nos empurrando, o mesmo logo abriu a porta e passou por ela entrando na loja assim como eu, Dylan e Ryan também.

Chris olhava por todos os cantos com curiosidade igual uma criança quando entra em uma loja de brinquedos louca para fuça por aí.

Já eu, olhava em volta do local sem nenhum interesse. Pra mim parecia mais uma loja qualquer de música. Com violões pendurados na paredes, discos de vinil enfeitando o teto, todo o quanto é tipo de instrumento espalhados pelo local. O ambiente tinha um aspecto velho mas ao mesmo tempo novo.

Eu na verdade nem queria ter saído de casa. Alguma coisa estranha dentro de mim agora está me dizendo que eu não deveria ter vindo. Eu odeio quando tenho uma de minhas intuições. Pois elas nunca falham.

—Posso ajudá-los?

Ouvi uma voz rouca fazendo eu parar de encarar meu all star e levantar a cabeça imediatamente surpresa com os olhos arregalados em não acreditar em quem estava na minha frente.

Eu sabia que não deveria ter me só vindo.

—Isso só pode ser brincadeira.

Mumurei baixo.

O vendo agora, eu não pensei que fosse tão estranho o olhar depois do que aconteceu entre nós dois. É uma sensação esquisita junto de um frio no meu estômago que estou sentindo agora.

—Josten! Não sabia que trabalhava aqui!

Dylan exclamou e foi em direção a Justin passando o seu braço em volta do pescoço dele.

Acho que a cara séria que Justin está fazendo seja pelo fato de mais uma vez Dylan ter errado seu nome. E com certeza, propositalmente.

—É Justin—ele corrigi Dylan e se desvia do mesmo—E pois é, eu trabalho aqui.

Justin completou com tédio em seu tom de voz e me olha novamente. Eu não conseguia parar de olhá-lo. Parece que eu estou em um estado paralizado. Eu não estou acreditando que de tantas lojas de música ele trabalha logo nessa daqui. Ahh pelo amor!

—Oi Audrey.

Justin falou me analisando de cima a baixo me deixando desconfortável.
Ele continua me olhando talvez esperando que eu o responda.

Se eu não conseguia sentir nada por ele agora eu estou sentindo. Eu estou sentindo raiva. Sério que ele fala como comigo assim como se nada tivesse acontecido? Ahh claro ele fugiu, eu não poderia esperar menos vindo dele.

—Hum...— balbucei procurando uma reposta para lhe dar ao em vez se um: Oi Justin.

—Tchau!

Falei rapidamente e a única coisa que consigo fazer é me virar e andar em direção a porta da loja em passos largos e sair em seguida.

Olho de um lado para o outro para atravessar a rua e começo a andar quase correndo querendo ir para o mais longe possível daquele ser idiota completamente beijavel...

—O que eu estou pensando sobre ele? Argh eu sou uma idiota!

Me martirizei em voz alta não me importando com as pessoas que passavam por mim e me olharam estranho.

—Audrey espera!

Ouço alguém me gritar e me viro vendo Justin do outro lado da calçada. O mesmo logo atravessa a rua para à minha frente.

—Olha, me desculpe...

Seus olhos me transmitiam uma culpa vindo da parte dele. Mas eis a questão. Culpado por ter me beijado ou por ter saído correndo?

E sério que ele só me chamou para pedir desculpas? Eu estou com vontade de xingar ele e mandar enfiar essas "desculpas" em um lugar nada apropriado.

—Está desculpado. Tchau.

Faço menção em dar as costas para sair andando novamente mas ele me impede segura meu braço.

—Olha temos que conversar.

Ele afirmou.

—Temos?

Me fiz de desentendida soltando sua mãos de meu braço.

—Você sabe que temos.

Ele voltou a afirmar insistindo em ter uma conversa que eu não queria começar lá.

—Olha se for por ontem eu...

—Olha vamos esquecer o que aconteceu ontem.

Ele me cortou e falou na minha frente o que me deixou perplexa.

—O que?!

Tento não alterar meu tom de voz e ao mesmo tempo assimilar o que ele acabara de dizer.

—Eu agi por impulso. Foi um erro.

Era isso mesmo que eu estou entendo? Primeiro ele me beija, foge, me pede desculpas, e depois me diz que foi um erro? Meu Deus!

—Ahh concordo—tento demonstrar indiferença em meu tom de voz me olha sem entender—Realmente beijar você foi um erro. Não me leve a mal. Você é bonito até, mas não faz o meu tipo. Não temos nada a ver.

Apesar de querer transparecer por fora de que eu não não me importo. Por dentro eu estava a ponto de gritar.

—Precisamos ter algo a ver para nos beijamos?

Ele questionou cruzando os braços.

—Depende da situação.

Dou de ombros erguendo uma de minhas sobrancelhas.

—Está usando isso como uma desculpa.

Ele riu pelo nariz de modo convencido.

—Não estou usando nada como desculpa.

Retruquei.

—Parece.

Ele disse com a voz mais baixa me fazendo revirar os olhos.

—Olha como você disse, você agiu por impulso e eu também. Então dependendo da situação como aconteceu com a nossa. Nos deixamos levar.

Sorrir cínica.

—É talvez...

Ele descruza os braços coloca as mãos nos bolso e me olha parecendo querer dizer algo a mais. Mas parece que está exitando em dizer e se permanece calado.

—Talvez não, com certeza—o corrigi—Vamos apenas esquecer?—sugeri.

—Esquecer é impossível

Ele murmurou na intenção de não me fazer escutar mas foi falho eu ouvi com todas as palavras.

—O que?

Perguntei surpresa.

—Nada.

Ele tentou disfarçar com um sorriso torto em seus lábios.

—Hum.

Dou de ombros.

—Você ficou chateada?

Ele perguntou se aproximando alguns passos a minha frente e eu recuo pra trás e ele percebe e se distância um pouco de mim.

—Com o que?

Perguntei mesmo já entendendo sua pergunta.

Óbvio que eu não estava chateada com ele. Eu nem sei o por que de eu ter chegado a cogitar a ideia se querer ficar "mal"  por ele. Aliás não teria motivo. Foi só um beijo e nada demais. Isso, nada demais. E talvez por eu nunca ter passado por isso, fiquei com um misto de surpresa com um belo ponto de interrogação no rosto quando ele havia" fugido" de mim. Mas chateada?

Não.

—Com o que eu disse que aquele beijo foi um impulso e um erro.

—Não por que você disse a verdade não é mesmo?

Repondi calmamente. Justin me encarou com a testa franzida.

—É, é sim—ele suspirou—Então, amigos?

Ele sugeriu estendendo a mão esquerda na minha frente. Encaro a mesma e com um sorriso forçado aperto sua mão.

—Amigos!

Falei enquanto balançava nossas mãos e logo soltei sua mão.

—Olha me desculpe mais uma vez, eu não sei o que me deu por ter fugido. Eu não deveria ter feito isso com você e...

—Justin já passou. Chega. Página virada.

Sorrir para ele sem descolar os lábios. Eu não iria mais pensar na bobagem que aconteceu e no que aquele beijo havia dispertado sensações em mim.

Como eu página virada.

—Eu acho que já vou indo.

Anunciei e Justin sem dizer nada balança a cabeca concordando.

—Mas e seus amigos que ficaram lá na loja?

Ele perguntou logo depois. Acho que só Dylan saberia o real motivo para eu ter ido embora. Chris e Ryan com certeza amanhã irão me encher de perguntas não só por agora mas assim pelo o que aconteceu na biblioteca.

—Você faz um favor pra mim?

Perguntei receosa o olhando.

—O que?

—Diga pra eles que eu estava passando mal e fui pra casa por favor?

—Tá bom—ele concordou—Nos vemos amanhã na escola?

Perguntou e eu assenti. O silêncio se propaga por nós em alguns instantes. Mas logo eu tratei de quebrá-lo.

—Hum...Acho melhor eu ir. Tchau.

Ele olha para o outro lado parecendo incomodado com alguma coisa e olha pra mim novamente e acena com a cabeça. Eu dou um meio sorriso e me viro começando a caminhar a alguns passos até que escuto a voz de Justin me chamando fazendo meu coração começar a desconpemsar em suas batidas.

—Audrey!

Ele me chamou novamente. Me virei o olhando esperando o mesmo falar alguma coisa.

—O que?!

Falei com a voz um pouco alta por conta da distância em que estávamos.

—Nada, esquece. Tchau, nos vemos amanhã.

Justin se virou sem me deixar respondê-lo me deixando mais uma vez com um ponto de interrogação na cara. Qual é o problema dele e por que ele age assim?

Fechei os olhos e os abri novamente sentindo uma sensação esquisita dentro de mim, não é como se se fosse um pressentimento ou uma intuição. Estava me causando um arrepio e me fazendo soar frio.

E por más que eu tente negar, eu sei quem a pessoa culpada por me causar todos esses meus "sintomas"

Justin Bieber.

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Esse capítulo ficou big big big Gigante. Nossa eu estava inspirada kkk.

Os próximos capítulos serão uma mistura de mensagem com a narração da Audrey. Mas acho que não vai ter nada demais ou irá não sei ainda. E acho também que vai ser um pouco menor dos que eu costumo postar. Não sei ainda.

Espero que tenham gostado.

Bjs de Nutella! 😘















Notas Finais


Kisses 😘


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