História Anonymous - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Chanbaek, Homofobia, Não Gosta Não Leia
Visualizações 28
Palavras 872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, perdoem os erros♡
Boa leitura!

xoxo♡

Capítulo 2 - A segunda mensagem


Fanfic / Fanfiction Anonymous - Capítulo 2 - A segunda mensagem


Anteriormente...

"Vamos Brincar? Se não quiser, vai ser uma pena quando sua mãe descobrir que o filhinho dela é gay. Então, vamos brincar? -BBPH"

Atualmente...

Chanyeol On

Olhei para os lados desesperado, tentando achar alguém suspeito, mas não tinha ninguém, nenhuma alma viva.
Quem foi o imbecil que mandou isso? Só pode ser trollagem.

" Quem é você e o que quer comigo? "

Enviei essa mensagem mas a pessoa não respondeu. Eu fiquei parado pensando, quem pode ser? Será que é... Baek??? Não pode ser, ele é homofobico, mas acho que nao faria algo do tipo.
Fico mais um tempo no balanço até que ouço passos, me viro e não vejo ninguém, viro novamente e sinto um pano com algo muito forte, depois disso, só vi escuro...

Acordei e percebi que estava em um lugar desconhecido por mim, tentei levantar, mas na hora que fiz força para subir, senti meu braços serem puxados novamente para baixo, ai que percebi, estou acorrentado, não só nos pulsos, mas nas pernas também. Tentei puxar meus pulsos, mas parei quando senti um líquido escorrer sobre o mesmo. Era sangue. Me desesperei e tentei gritar, mas percebi que tinha una fita na minha boca. Ouvi passos, me encolhi em um canto da sala, escutei um pequeno rangido, olhei diretamente para a porta e quando a porta abriu totalmente, apareceu um homem, todo mascarado, ele estava todo de preto. Ele chegou perto de mim e pegou um balde e despejou em mim. Era água, água com gelo. Eu tremi.
Ele pegou um cinto e bateu com ele minhas costas, eu gritei, mas o som foi abafado por causa da fita. Ele continuou a bater com o cinto em mim, bateu com ele em minhas coxas, em meu abdômen, em meu tronco e em meu rosto.
Ele não satisfeito, jogou mais um balde de água em mim. Gritei novamente, mas dessa vez, foi por causa da ardência.
Ele soltou uma risada macabra, veio por trás de mim, eu percebi que ele tirou algo afiado de seu casaco. Na mesma hora eu senti o objeto encostar em minhas costas, ele pressionou o objeto que eu julgo ser uma faca e fez uma linha. Eu gritei, gritei muito. Aquilo doia, era a pior dor que eu ja senti.
Quando ele se deu por satisfeito, ele deu as costas e saiu da sala.
Na mesma hora que ele saiu, senti um balde de álcool cair sobre mim.

-- AHHHHHHH -- Gritei, mas que merda, da onde saiu aquele balde? Olhei para cima e percebi que tinha uma pessoa me olhando, ela usava uma máscara de palhaço e Céus, eu tenho medo de palhaço, na mesma hora, virei a cara. Senti meu celular vibrar e não sei como consegui tirar a corda, mas eu consegui e na mesma hora vi uma mensagem daquele mesmo número.
Tremi, tremi dos pés a cabeça.
Peguei o celular com as mãos trêmulas e digitei a senha.

" Como está se sentindo? Está doendo muito? Isso foi pouco. Você é um gayzinho de merda. Não merece ficar vivo. Você é tão fraco. Cuidado, tenho olhos em todos os lugares --BBPH"

Eu senti as lágrimas descerem e eu olhei de novo para cima, só tive tempo de tocar o celular, para não molhar e senti mais um balde de álcool ser despejado em mim.

-- AHHHHH, PARE POR FAVOR. ISSO DÓI -- Doía, mas não doía mais que meu coração. Eu olhei novamente para cima e vi o palhaço rir. Taquipariu, eu vou ter pesadelos com esse coisa.

Eu realmente, não sei porque isso está acontecendo comigo. Por que comigo? O que eu fiz para merecer isso? Eu me odeio, eu me odeio por ser diferente, eu me odeio por ser assim.
Se eu não tivesse me apaixonado por Baek nós estaríamos passeando por ai, estaríamos no parque, no shopping, em qualquer lugar.
Eu comecei a chorar mais ainda, enfiei meu rosto em minhas pernas, comecei a soluçar. Depois de um tempo, eu olhei para cima e o palhaço não estava mais lá, eita orra, para onde ele foi?
Eu deitei no chão, e ouvi aquele barulho irritante de corrente andando e já sabia o que estava por vir.
Senti novamente o álcool em meu corpo, eu fechei os olhos e fiz de tudo para não gritar.
Olhei para meus ferimentos e vi que estava saindo sangue. Peguei minha camiseta e pus em cima dos piores machucados.
Eu estava com fome, não comia desde ontem, eu acho que foi ontem, não sei que dia é hoje. 


Eu apenas fechei os olhos e me permiti dormir.

2 Horas Depois

Acordei ao sentir um negócio quente em minha pele.

-- AI MERDA! ISSO DÓI! -- Gritei ao ver que era vela derretida, abri totalmente meus olhos e me espantei ao ver o palhaço, vai para a pota que pariu, que susto.

O vi dar um sorriso macabro. Eu quase gritei novamente.

-- Por que você está fazendo isso comigo? -- Perguntei soluçando e ele respondeu

-- Porque é bom -- Ele disse com sua voz grave e grossa.

Ele saiu correndo e me deixou sozinho.
Senti meu celular vibrando e o peguei.

" O jogo começou idiota -- BBPH " 

Notas Finais


ByeBye ♡

Até amanhã!

xoxo♡


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