História Anonymous Boss - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Personagens Originais, Tao
Tags Chanbaek, Kaisoo, Taoris
Exibições 80
Palavras 2.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu disse que iria voltar próxima semana. Mas eu não resisti.

Eu adc comédia e fluffy, as vezes eu solto umas piadinhas (sem graça, mas eu não me contenho) e umas coisas fofas) me desculpem, eu não aguento. Andinsidndjd.

Espero que gostem~ (Me perdoem se houver algum erro e me falem~)
Boa leitura.

(Leiam com o fundo escuro)

Capítulo 2 - New boss.


Fanfic / Fanfiction Anonymous Boss - Capítulo 2 - New boss.

Eu odeio fazer isso.


Durante toda a minha vida, eu sempre odiei locais que fediam, estavam sujos ou que eram desarrumados.


Eu estou em um lugar assim, era só entrar de fininho, parecer que foi um homicídio e pronto, estariam os maravilhosos 200.000,00 em minha conta.


Eu adorava quando pegava coisas desse tipo, coisas de família.


Minha cliente pediu para ficar em anônimo, me deixou um pouco intrigado, mas mesmo assim eu aceitei, a garota havia pego o namorado com a sua própria prima aos beijos.


A minha cliente ouviu que eles marcariam para se encontrar na casa de sua prima e rapidamente me disse o endereço, decidi não cobrar um preço muito alto, a voz da garota era tão irritante que eu tive vontade de desligar na hora.


O apartamento fedia a cocaína e vários cigarros de maconha estavam espalhados pelo apartamento velho. A garota morava no subúrbio, só traficantes moravam lá, um tiro ou outro não faria diferença.


Notei gemidos vindo de um cômodo e deduzi que eles estavam transando, chutei a porta fazendo-a abrir-se em um estrondo, o coreano de estatura baixa rapidamente se retirou de dentro da garota e tentou esconder sua intimidade, sorri em descrença e coloquei o indicador sobre os lábios falando mudamente para fazerem silêncio.


A menina já havia se levantado e colocou os lençóis ao redor do corpo.


“Que-quem é você?”- A menina perguntou com a voz irritante, minha cabeça chegou a latejar.


“Sentem-se”- Ordenei e ainda hesitantes os dois fizeram o que falei. - “Vocês dois não vão abrir a boca, ouviram? Não quero ouvir um píu, se não eu memso faço o serviço.”


Os dois rapidamente concordaram e a menina só faltava desabar em lágrimas, gemi em frustração. Começaria a mesma cena de sempre. Por favor, tenha piedade; Eu não quero morrer; Eu faço qualquer coisa.


Antes que algum deles falassem algo de irritante, tratei de apressar minha fala.


“Você, garota, quero você sem os lençóis no corpo e venha até aqui.”- Ela fez o que mandei e sorri cínico. - “Agora eu quero que você fique com os olhos fechados.”


A menina rapidamente me obedeceu enquanto as lágrimas ganhavam seu rosto. Chamei o garoto com o indicador e ainda meio receoso veio até mim.


Seu rosto estava vermelho por conta do choro e seu nariz estava escorrendo, minha cabeça latejou mais uma vez e eu comecei a amaldiçoar todas as minhas gerações passadas. História para outra hora.


Retirei da jaqueta preta que eu usava uma pistola Desert Eagle 50 e coloquei em suas mãos - as minhas estavam com luvas de proteção -, o garoto me olhou com dúvida e medo ao mesmo tempo.


Posicionei a pistola em sua destra e coloquei meu indicador sobre o seu, apertei o gatilho e o som alto ecoou por todo o quarto sujo. O grito do filho da puta foi tão alto que me fez dar dois passos para trás pela dor de cabeça que me atingiu.


“Me-meu Deus! Eu ma-ma-”


Antes que ele falasse eu peguei em sua mão mais uma vez e posicionei o cano em sua jugular, pressionei meu indicador contra o seu ouvindo o disparo e o coice que a arma deu, o sangue espirrou em meu rosto e em minha jaqueta. Gemi em frustração.


Tratei de posicionar a arma um pouco distante de sua mão, para mostrar que quando ele se matou a pistola escapou de sua destra e se afastou um pouco da mesma.


Fui direto para o banheiro e,  calmamente, limpei meu rosto e o meu pescoço - junto da minha jaqueta -, retirei da minha jaqueta um saquinho e coloquei dentro do mesmo as luvas, sendo uma delas sujas com o sangue podre do imprestável.


Amarrei a boca do saquinho e meti no bolso da jaqueta de couro, saio pelas escadas do fundo e pulo o muro que dava para a outra rua, começo a andar em direção ao meu apartamento enquanto falava com meu irmão pelo celular.


“Não é como se ele fosse uma pessoa chata!”


“Eu nunca falei isso, Kyungie.”


Meu irmão se chamava Do KyungSoo, ele era meu irmão por parte de mãe, Kyungie é o traficante mais procurado da Coréia do Sul, mas ele era tão cuidadoso que ninguém sabia seu nome ou como ele era, apenas o conheciam como D.O.


Ele nunca provou alguma droga nem nada, como ele sempre dizia: Só porque eu trabalho com isso não significa que eu preciso experimentar.


E eu concordava plenamente, não que eu já tenha experimentado qualquer coisa, as únicas que eu costumo experimentar não são drogas, são as pistolas e alguns rifles que ele traficava.


Eu não era louco de pagar uma boa grana em armas ou em belas facas para deixar na cena do crime, sem contar que eu não gostaria que eles dessem de cara com o fornecedor e me rastreassem, D.O é alguém que passa despercebido, e ninguém o conhece, o que sabem é que é para deixarem a mercadoria no parque e algum drogado vai buscar para deixar na porta do meu irmão.


“Mas insinuou, Hyung.”


“Eu só disse que o JongIn é uma pessoa difícil de lidar.”


“Mas e se ele realmente quiser algo comigo? O que eu faço?”


“KyunSoo, eu não sei como você deve reagir, eu nunca me declarei para um cara e nem recebi quelquer declaração, muito menos gosto de homens.”


“Era só uma pergunta retórica...”


Suspirei fundo, Soo nunca escondeu sua sexualidade e eu nunca me incomodei, mas ele constantemente me fazia esses tipos de perguntas em que eu não sabia responder. Eu sempre tenho uma resposta, e é ridículo quando não sei o que responder.


“Me perdoe, sim? É só que o seu hyung está com dor de cabeça.”


“Os caras eram barras pesadas?”


“Fangotes, KyungSoo. O imbecil deu un grito tão alto que minha cabeça latejou.”


O idiota do meu irmão começou a rir tão alto que minha dor de cabeça só aumentou, respirei fundo enquanto fazia uma careta pelo incômodo que a dor me causava.


“Você está com dor de cabeça, não é?”


“Estou.”


Ele desligou a ligação e eu dei de ombros, KyungSoo nunca foi de falar algo para terminar uma conversa por telefone, suspirei mais uma vez enquanto me dirigia ao apartamento.


Eu trabalhava em uma lojinha de manhã, de tarde como professor de uma escola para crianças e a noite como acertador de contas. Eu não gostava do meu trabalho noturno, porém muito menos desgostava. Eu gostava de trabalhar na lojinha e também na creche, mas o meu trabalho depois que escurecia era algo totalmente...Estranho para mim.


Meu nome não circulava por aí como Byun BaekHyun, o assassino de aluguel. Claro que não, uma pessoa possuía problemas e falava diretamente com ZiTao, eu nunca soube e acho que nunca vou saber como ele consegue todos os contatos das pessoa que precisam dos meus serviços. Sempre que eu perguntava ele respondia: Eu tenho meus truques, Byun.


Isso me frustrava, ele nunca me falava nada e eu sempre ficava revoltado com isso.


Caminhei um pouco mais rápido ao sentir o vento gelado bater contra meu rosto, respirei fundo e conprimentei o porteiro do prédio.


“Boa noite, senhor Choi.”


“Sempre chegando tarde...Você deve tomar mais cuidado, BaekHyun, as ruas estão perigosas hoje em dia, principalmente esse horário.”


“E como, tenha uma boa noite, senhor Choi.”


Fizemos um reverência em respeito e eu fui em direção ao elevador, apertei o botão do 10° andar enquanto sentia a dor de cabeça ao poucos ir diminuindo.


Assim que o elevador apitou, rapidamente saio do mesmo e vou em direção ao meu apartamento, número 50.


Eu morava em um bairro de classe média-alta, eu ganhava bem e era aceitável morar em um lugar como aquele, a quantidade de dinheiro que entrava por mês ou dia em minha conta era monitorada. Claro que não pelas pessoas corretas, afinal, a justiça viria até mim para querer saber como un professor que trabalha em uma lojinha meia-boca ganha mais de 90.000,00 por semana.


Destranquei a porta e entrei no cômodo limpo, arrumado e cheiroso. Apesar de sempre estar trabalhando, eu arrumava um tempo para a minha casa, sem contar que não era todo dia que eu tinha que matar alguém.


Tomei um banho rápido e vesti uma blusa de frio e só uma cueca boxer azul, meus pés estavam com um par de mais peludas, deixando-me live para andar descalço.


Fui até cozinha enquanto esquentava um pouco de yakisoba no microondas. Assim que deu o tempo certo,
tratei de comer tudo enquanto olha as mensagens no celular.


Tao- Talvez você consiga um novo cliente.”


Tao- Sei que já é tarde, mas acho que amanhã teremos a confirmação de um novo trabalho.”


Kyungie- A ligação tinha caído.”


Kyungie- Melhoras, hyung.


Kyungie- Tome alguma coisa, se necessário, boa noite.”


Kai: O Soo gosta de vermelho ou preto?”


Kai- KyungSoo*.”


Respirei fundo e ignorei a última mensagem, JongIn e meu irmão ficavam naquela enrolação de vai ou não vai há 4 meses, isso é muito cansativo, e KyungSoo fica soltando suspiros apaixonados toda vez que Kai passa por nós. Isso é tão chato.


Terminei de comer e fui em direção ao meu quarto, escovei meus dentes e deitei no colchão macio, não demorou muito para eu adormecer com uma estranha sensação de que algo estava errado.


(...)


“Crianças, silêncio!”- Falei um pouco alto, fazendo a turma do 1° ano B se calar na hora. - “Vocês precisam estudar bastante, as provas estão chegando e ninguém vai querer repetir de ano, não é?


Sorri com vontade ao ouvir o coro de alunos e alunas gritarem um “Sim” para mim. Comecei a dar a aula no quadro e quando eu estava começando a escrever a primeira questão da revisão para a prova, o diretor entra todo afobado na sala de aula.


“Boa tar-.”- Fui cortado pelo mais velho que me olhava receoso.


“BaekHyun, tem um senhor que exige falar com o você.”


Concorde e falei para as crianças se comportarem, que rapidamente eu voltava. Assim que comecei a andar junto com o diretor a sensação ruim, voltou, ignorei-a e apressei meu passo.


Assim que cheguei na sala do mais velho observei um homem - bem alto e loiro - parado em frente à mesa do homem ao meu lado, assim que ouviu o barulho da porta virou-se e eu juro ter visto um sorriso cínico em sua face.


“Este homem, o senhor YiFan, disse que precisava falar com você, Byun.”


Concordei e rapidamente vi o loiro sinalizar para o mais velho entre nós se retirar, ignorei sua audácia com o mais velho e olhei para YiFan com desdém.


“Quais são os assuntos que precisa tratar comigo?”


Ele soltou uma risada de deboche enquanto eu revirava os olhos, aquele cara me irritava.


“Vim te fazer uma proposta.”


“E qual seria?”


Rapidamente ele retirou um papel do bolso do sobretudo preto que usava e o estendeu para mim, o olhei interrogativo enquanto desdobrada o papel.


“O que eu farei com esse número de telefone?”


“É o numero em que te falarão da proposta.”


Revirei os olhos e suspirei pesado, YiFan ainda mantinha o sorriso debochado em seus lábios, irritado, resmunguei algo incompreensível e troquei o peso de un pé para o outro, demonstrando meu nervosismo.


“Você veio aqui, me tirar da minha aula, só para entregar um papel? Jura, YiFan?”


“Sim, BaekHyun.”


Ele piscou para mim enquanto se dirigia para fora da sala. Parei para pensar em como esse cara me irritava, céus, acabei de falar consigo e meu nervosismo já estava alcançando níveis impossíveis.


“Como sabe onde trabalho? E o meu nome?”


Ele soltou uma risada alta e debochada enquanto mantinha a canhota na maçaneta da porta.


“Apenas se contente com o número que está no papel.”


Bufei irritado, YiFan se retirou da sala rindo da minha raiva, revirei os olhos mais um vez e saí da sala dando de cara com o diretor Jun.


“Me perdoe, diretor, vou para a minha sala, ok?”


Ele concordou, ainda receoso, e eu fui direto para a minha turma, respirei fundo e agredeci aos céus por hoje não ter nenhum trabalho para mais tarde.


(...)


“Então, como ele era? O que ele queria? Será que ele quer que você faça algum serviço?”


Revirei os olhos - pela enésima vez naquele dia - e bufei irritado pela quantidade de perguntas que eram feitas de uma vez só.


“Eu não faço idéia, Tao.”


O chinês revirou os olhos e eu fiz o mesmo, me deitei mais ainda no sofá marrom vendo o moreno fazer o mesmo na poltrona em que estava.


“Mas você falou o nome dele, e disse também que o tal de YiFan lhe entregou un papel.”


Me levantei do sofá e fui em direção ao meu quarto, retirei o papel do bolso da minha calça e peguei meu celular que estava sobre o criado.


Voltei para a sala e sentei no braço da poltrona em que Tao estava, o chinês me olhou interrogativo e eu apenas ignorei seu olhar.


“Vamos ligar para esse número e ver a tal da proposta.”


Meu saeng concordou e eu disquei o número, fiquei vindo os toques e nada de atenderem, quando eu estava prestes a desligar e tentar novamente atendem o bendito celular me fazendo quase derrubar o meu.


Boa noite, BaekHyun.”


Fiquei surpreso ao saber que a pessoa do outro lado da linha tinha certeza que era eu, respirei fundo antes de responder.


“Boa noite...Eu liguei porque queria saber sobre a tal proposta.”


Ouvi o barulho de algo caindo do outro lado da linha, decido ignorar enquanto ouço a voz grossa falar mais uma vez, me causando estranhos arrepios.


“Eu sei disso.”


“É claro que sabe, foi você que enviou YiFan para falar comigo.”


Ouvi uma risada alta do outro lado da linha, me era familiar, provavelmente é o irritante do YiFan.


“Pois é...”


Coloquei o telefone no viva-voz e Tao soltou uma risadinha fraca ao ver minha cara de desdém.


“Então...A proposta, que tipo de trabalho seria?”


“O que você faz de melhor quando escurece, ué.”


Arregalei os olhos e ZiTao prendeu o ar, respirei fundo e tentei me acalmar para não demonstrar nervosismo.


“Do que você-.”- Fui interrompido, odeio isso.


“Vamos lá, BaekHyun, você sabe do que eu estou falando, eu gostaria que você fosse resolver definitivamente alguns dos meus...Problemas.”


Oh, céus.


Continue.”


“Não pagaram o que me devem.”


Olhei para Tao como se estivesse perguntando como ele não conseguiu o contato desse cara, ele fez uma cara de que não sabia de nada e eu suspirei pesado.


“Há várias pessoas, sem contar que eu preciso de outros tipos de serviços, mas esses eu não usaria tão cedo.”


Eu não trabalho para uma pessoa, e nem sei se posso chamar de trabalho, só faço o que me pedem e eu recebo.”


“E é exatamente isso que vai acontecer, irei te pagar por mês.”


Rolei os olhos e ri, Tao me acompanhou e a voz do outro lado suspirou.


“Um salário, me poupe, só me diga quem e eu lhe digo o preço.”


Você irá receber o quádruplo do que ganha por mês, mas você não saberá quem eu sou.”


Huang e eu paramos de rir na hora, respirei fundo e antes de responder fui interrompido.


Aceita ou não?”


A voz grossa e rouca - causando-me mais um arrepio - soou do outro lado da linha, me fazendo pensar antes de responder. Poderia se uma emboscada, e além de ele estar em anônimo, meu serviço teria que ser bem mais cuidadoso.


Olhei para o chinês ao meu lado e vi que o mesmo estava receoso, ele sorriu e sussurrou um “Vai fundo, Bae”, respirei fundo e devagar antes de responder totalmente confiante.


“Aceito.”


“Ótimo, YiFan sempre lhe dirá as informações necessárias.”


“Certo, e seu nome é?”


“Isso não será necessário, mas por enquanto, pode me chamar de PCY.”


Ele desligou a chamada enquanto Tao ria da minha cara incrédula, o cara nem falou o nome...Como eu odeio isso.










Notas Finais


*Eu pesquisei e fiz bastante conta, até que eu achei, me perdoem e me falem se estiver errado: o valor de W 200.000,00 em real é R$ 70.242,61*

É isso, espero que tenham gostado, até a próxima semana, de certeza akdnsisnskwns.

Kissus.


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