Hist√≥ria Anonymous ūüĒĻ Ruggarol - Cap√≠tulo 15


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Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - "Por que você faz isso?"


— caralho, eu tô cansado —Ruggero resmingou jogando a caneta azul em cima da mesa e esfregando com as duas mãos o seu rosto

— isso se chama preguiça —Karol falou ainda, enquanto escrevia 

Ruggero bufou. 

— por que você é assim? —Ruggero perguntou fazendo Karol parar de escrever o olhando confusa

— eu não sei do que você está falando

— é claro que você sabe, nerd santinha ao extremo —Ruggero resumiu e Karol rolou os olhos— não acha que já chega

— olha só, sr. Centro do universo —falou irônica— a vida é minha, eu decido se quero mudar ou não você não deve se intrometer nisso

Pasquarelli a olhou por alguns estantes e soltou um pequeno riso. 

— para de me olhar —Karol falou entre dentes

— ah é? Por que eu faria isso —Se aproximou mais dessa vez colocando os dois braços em cima da mesa 

— se você tem amor ao seu rosto me obedeceria Pasquarelli —Karol forçou um sorriso

— você não faria isso

Karol deixou a caneta de lado e encarou Ruggero. 

— parece que o jogo virou não é mesmo? —Karol disse sarcástica— não duvide de mim 

Uma troca de olhares começou. O verde no castanho, uma combinação exótica. Parecia que eles queriam desifrar todos os enigmas um dos outros em apenas trocas de olhares sarcásticos e talvez... Desejo? 

Mas não, Karol não queria entrar no joguinho de Ruggero. Ela sabia muito bem que tipo de garoto ele era e com certeza não era dos melhores. Mas a verdade também era que Karol era diferente, ela tinha medo de se magoar por isso nunca entrou em um relacionamento. Sabia muito bem que não poderia confiar em nenhum garoto, muito menos em Ruggero. 

Foi quando em um ato rápido, Ruggero totalmente seguido pelo impulso a beijou acabando de vez com o espaço entre eles. Karol foi pega de surpresa mais uma vez. 

Mas por que ele sempre tinha que fazer isso? 

O beijo foi parecido com o outro, eles não pensaram naquele instante apenas fizeram. A língua movia em sincronia em uma dança alucinante. 

Nenhuma garota jamais o beijou assim, aquele beijo sem dúvidas era realmente diferente. 

Foi quando o barulho de uma trovejada foi escutado e Karol acabou pulando na cadeira por conta do susto e separou o beijo. 

E uma forte chuva começou. 

— minha mãe vai me matar —Karol disse ofegante 

— nós nos beijamos e você diz apenas isso? Que a sua mãe vai te matar —Ruggero diz um pouco incrédulo e ofendido 

— o que você quer que eu diga? Que foi o melhor beijo da minha vida? Faça me um favor Ruggero, foi apenas um beijo que eu disse que não quero que se repita —Karol foi firme e fria— por que você sempre faz isso? 

— eu sou achei que... 

— não Ruggero —Karol o interrompeu— eu conheço muito bem você e sei do seu tipinho e o que você faz com todas as garotas, não quero ser mais uma

Ele suspirou pesadamente. Aquelas palavras haviam o tocado tanto... 

Karol guardou suas coisas apressadamente em sua mochila em seguida indo em direção a porta da biblioteca. 

— para onde você vai? —Ruggero perguntou levantando-se

— para minha casa —Foi rude 

— nessa chuva? Eu te levo —Ruggero disse 

— mas nem em mil anos, eu sei muito bem ir sozinha, e além do mais não está tão forte 

E um relâmpago iluminou o céu. 

— sério? —Perguntou irônico— não seja teimosa tá? Eu só vou pegar o meu casaco e iremos embora

— mas... —Tentou contestar mas foi interrompida 

— mas nada Sevilla. Pode me esperar na sala se quiser, eu já volto! 

E então Ruggero sumiu por entre as enormes escadas de sua casa. Karol bufou de raiva batendo o pé no chão como uma criança birrenta. 

Não havia ninguém na sala, a chuva estava forte mas seu orgulho era maior do que esperar Ruggero. Foi então que em um impulso ela ajeitou ainda mais a mochila em suas costas e saiu da casa sem ninguém ver. 


Notas Finais


Oh garota teimosa hein? Vocês acham que a Karol foi muito fria? Dêem sua opinião sobre o que irá acontecer bjssssss😘😘😘


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