Hist√≥ria Anonymous ūüĒĻ Ruggarol - Cap√≠tulo 17


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Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Apenas surtem com esse capítulo

Capítulo 17 - "O que está acontecendo comigo?"


Quando uma sala de espera de um hospital havia se tornado tão deprimente? As expressões de todos ali estavam... Enfim inexplicáveis. Ruggero estava em pé e estava andando de um lado para o outro totalmente nervoso. Ele estava se sentindo culpado. Seus pais estavam com ele e sua mãe rezava para que tudo ficasse bem. 

Foi quando a imagem de uma mulher de meia idade apareceu, ela parecia agoniada e gritava com a enfermeira. 

— senhora, acalme-se por favor —A enfermeira disse mas a mulher estava irredutível 

Foi aí que a Ruggero a reconheceu, já havia visto algumas vezes Karol com ela. Era sua mãe. 

— a deixem em paz —Foi firme. A enfermeira assentiu saindo sem graça do local.

— onde está minha filha? —Ela já estava em prantos 

Ruggero não sabia bem o que falar, seu pai sabendo disse tomou a frente. 

— os médicos a levaram, disseram que qualquer coisa nos avisaria —Bruno falou

Carolina, mãe de Karol, fungou. 

— mas o que aconteceu exatamente? 

Essa era a parte mais difícil, explicar. Depois de Ruggero encontrar Karol naquele beco, ele não teve outra escolha a não ser pega-la no colo e leva-la para o seu carro onde dirigiu até o hospital onde sua família tinha um plano de saúde. Em seguida, ligou para seus pais e para a mãe de Karol que veio no mesmo estante. 

— eu vi um homem alto e completamente de preto saindo do local nervoso —Ruggero explicou— eu no mesmo estante fui em em direção ao local onde encontrei a Karol

— um homem? Você não  os falou sobre isso filho —Bruno colocou sua mão no ombro do filho

— é algo complicado pai, e eu não sei ao certo o que houve não podemos fazer sugestões precipitadas —Ruggero suspirou— o que importa no momento é saber se ela está bem

— tem razão —Antonella concordou— mas onde será que está esse médico meu deus? 

Foi então que o homem alto e de cabelos grisalhos apareceu segurando uma prancheta. 

— familiares de Karol Sevilla? —Ele perguntou fazendo todos se levantarem

— como está minha filha doutor?

— fizemos alguns exames nela, por sorte ela não foi molestada —Todos suspiraram— o corte foi profundo e tivemos fazer pontos, irá ficar uma cicatriz mas nada que um pomada não resolva. Ela levou muita chuva mas já estamos cuidado disso. Não se preocupem o estado dela é estável. 

— graças a deus —Carolina murmurou 

— podemos vê-la?—Ruggero foi o primeiro a perguntar

— sim, mas um de casa vez 

— pode ir primeiro, Carolina afinal é sua filha —Ela assentiu e antes de sair disse

— obrigado, você foi muito importante na vida da Karol —Ruggero franziu o cenho e viu a mulher sumir pelo corredor 

Bruno e Antunella se entrolharam. Ruggero parecia perdido em seus próprios pensamentos. 

O eu estava acontecendo com seu filho? 




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