História Anonymous - Primeira Temporada - Capítulo 24


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Tags Adolescente, Aguslina, Karol Sevilla, Lionel Ferro, Mensagens Anônimas, Michaentina, Romance, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Visualizações 385
Palavras 710
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como eu disse a uma menina que me perguntou antes, essa aposta envolvera muitas coisas que irão servir para o desenvolvimento da história. Uma boa história tem que ter um certo suspense, ninguém vai colocar tudo de uma vez em poucos capítulos. Em relação aos capítulos pequenos, como eu disse no primeiro capítulo a Fanfic é texting ou seja por mensagens, na verdade a Fanfic gira em torno disso como o próprio nome já disse e a sinopse também. Espero que tenha explicado bem

Obrigado pelas visualização e vamos ao capítulo😘

Capítulo 24 - O que nós fizemos?


Roupas espalhadas pelo quarto e um pacote de camisinha rasgado em cima do criado mudo, aquilo era só o começo. A dor de cabeça que estava por vim seria bem pior. O sol frio das seis da manhã já adentrava por meio das cortinas que foram deixadas abertas na noite anterior. 

Um barulho não muito alto foi ouvido seguido por uma vibração no criado mudo. Karol bocejou e semi cerrou os olhos tentando se acostumar com a claridade. Seus olhos estavam mais claro, quase em um azul. Com um pouco de dificuldade, Karol estendeu o braço pegando seu celular e em seguida vendo a hora. 

8:23am

E foi nesse momento que ela arregalou os olhos levantando-se em um pulo da cama, fazendo Ruggero que estava ao seu lado resmungar alguma coisa sem sentindo. 

— droga, droga, droga —Karol repitiu diversas vezes 

A de olhos verdes levantou o lençol branco e assim percebendo que ela estava completamente nua. Karol colocou a mão na boca em descrença e ao mesmo tempo surpresa. 

— para de se mexer —Ruggero disse com o rosto contra o travesseiro mas logo se levantando com a maior cara de sono

— olha só o nosso estado e você quer que eu pare de me mexer? —Karol quase gritou incrédula 

— calma ué —Ele se sentou na cama com um ar de diversão no rosto

— COMO VOCÊ PODE RIR DISSO? —Karol gritou dando-lhe um tapa em seu braço

— eu não estou rindo, só acho que você devia se acalmar —Ruggero explicou— afinal isso é algo normal 

— mas não com você —Ruggero franziu o cenho confuso— a minha mãe vai me matar

Karol se levantou ainda com o lençol cobrindo seu corpo e começou a recolher suas roupa a indo para o banheiro.  

Ruggero balançou a cabeça negativamente pegando sua cueca e algumas roupas saindo do quarto para o banheiro que ficava no corredor. 

[...]

— mas o que está acontecendo aqui? —Karol perguntou assim que Ruggero estacionou o carro em frente a sua casa

Exatamente dois carros de polícia junto à outro carro que ela reconheceu ser do seu padrinho. 

Sério mesmo? 

— eu não acredito —Karol disse enquanto colocava a mão na testa em descrença logo saindo do carro 

Seu padrinho logo a reconheceu suspirando em alívio e indo em direção a mesma.

— onde você estava? Sua mãe está louca a sua procura —Ele falou um pouco agoniado e também em repreensão 

— é... 

— bom dia sr...? —Ruggero desejou educadamente perguntando logo em seguida 

— Fernando Cisneros —falou cruzando os braços e olhando para Ruggero ameaçador— e você quem seria? 

— Ruggero Pasquarelli, é prazer conhece-ló—Ruggero sorriu

— você é um Pasquarelli? —Fernando arqueou uma sobrancelha 

— sim, eu sou

— pode me explicar o que a minha afilhada estava fazendo na sua casa? 

Karol e Ruggero se entreolharam. 

— fomos fazer um trabalho e acabamos passando do tempo —Fernando assentiu 

— usaram camisinha pelo menos? —Foi direto ao ponto fazendo Karol ficar envergonhada

— Padrinho! 

— eu conheço vocês jovens, vocês brincam vai pra casa um do outro apenas pra estudar 

Foi quando a mãe de Karol apareceu em meio ao turbilhão de policiais que estavam na porta. 

— Karol. Sevilla. Onde. Você. Estava? —Falou pausadamente e foi aí que Sevilla percebeu que iria morrer a qualquer momento— sabe o quanto eu pra você? Eu estava achando que algo pior tinha acontecido garota

— mãe calma me escuta, pra que tantos policiais? 

— como pra quê? você ainda pergunta, eu estava quase tendo um infarto por não saber onde você está —Ela diz incrédula— ah, então você estava com o Ruggero não é? —Disse após perceber a presença do garoto prendia o riso atrás de Karol 

— como está sr. Sevilla? —Ruggero perguntou com um ar de diversão 

— agora bem melhor —Suspirou— aceita um café? 

Fernando rolou os olhos. 

— vou falar com os policiais e dizer que eles já podem ir —Fernando falou logo em seguida saindo

— eu acho melhor eu ir, meus pais também devem estar preocupados —Ruggero falou

Karol assentiu. 

— então até mais? —Ruggero perguntou com um mero sorriso no canto dos lábios

— até mais —Karol retribuiu 

Depois de uma leve troca de olhares Ruggero finalmente entrou no carro com um sorriso bobo nos lábios. 

Ele estava se apaixonando... 




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