História Another World: Transcendentes - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Another World, Drama, Ficção, Original, Romance, Transcendentes
Visualizações 1
Palavras 613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem :3

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Another World: Transcendentes - Capítulo 5 - Capítulo 5

- Então, o que você ia dizer? – Ela se vira para mim perguntando. Droga! Achei que ela tinha esquecido.

- Er...Eu...

- Calma. Relaxa. Eu não vou achar muito estranho. Eu já vi um OVNI sabia?

- Sério?

- Sim, quando eu era pequena, e estava na casa dos meus avós.

- Ah...bem...não sou exatamente um ET. – Comecei sem ter muita certeza de como terminar, mas aqueles olhos me encarando daquela forma... hipnótica. – Somos meio que primas distantes.

- Uau! ... – Exclamou ela. – Continue.

- Olha, está bem, você me convenceu, mas tem que me prometer não conversar sobre isso com ninguém. – Disse tirando o artefato da mochila.

- Prometo. – Ela respondeu e guardei o artefato de novo. – Vai até ser melhor se sairmos daqui, vem, essa hora atrás do campo de futebol sempre fica vazio, não vão nos incomodar lá. – E me puxou pela mão.

 

Ela me guiou até o local. O clima estava fresco, só algumas nuvens no céu. Ela sentou numa parte gramada e me sentei ao lado dela.

- Agora pode continuar, como assim primas distantes?

- Nós, os Kardovs...

- Peraí, só queria dizer que adorei esse nome. – Disse me interrompendo. Eu sorri e ela acompanhou meu sorriso.

- Então...vivíamos aqui no Mundo que vocês chamam de Terra. Fomos os primeiros habitantes daqui. Criamos o DNA humano. – Ela me olhava com um certo espanto, mas ao mesmo tempo compreensiva. – Os Humanos se desenvolveram, e durante alguns milhares de anos conseguimos viver em harmonia, mas os Humanos começaram a querer se rebelar e não aceitar as ordens dos nossos Regentes. Houve muitas brigas. Então os Regentes decidiram se mudar para uma outra parte da galáxia. Mas continuaram a observá-los de perto. Esse é o meu trabalho, observar vocês. Existem os Observadores, Pesquisadores, Engenheiros, Mensageiros, Professores, Militares e os Regentes: Heror, o mais velho, Liror o do meio e Maror o mais novo.

- Nossa...parece esses filmes de ficção científica...

- Sim...

- Então, se você é uma Observadora, o que veio fazer aqui?

- Eu e meu irmão Keya, somos os observadores mais novos, desde que nossos pais morreram num acidente...

- Sinto muito...

- Tudo bem...Heror queria que meu irmão viesse, mas eu não deixei e pedi para vir no lugar dele. Acharam que alguém mais novo se misturaria com os Humanos sem problemas. Um dos mensageiros, perdeu esse artefato tecnológico enquanto “brincava” quando fugiu pra cá. Um irresponsável. E ainda querem me casar com ele...

- Casar? ...mas, pelo tom de sua voz, não parece que você quer isso.

- Eu não sei. Estou confusa no momento. Gostaria de deixar meus pais orgulhosos, mas...eu não sei... – Respondi abaixando a cabeça.

- Tudo bem...um dia você vai saber. – Ela me abraçou. – Talvez eu até ajude. – E me deu um sorriso.

Eu realmente achei que ela iria me achar louca. Boa parte dos Humanos são bastante céticos. E ela estava sendo muito compreensiva, e também se mostrando interessada por tudo isso. Eu estava começando a confiar nela.

- Então...o que exatamente esse artefato faz?

- Não me disseram.

- Você não faz nem ideia?

- Na verdade, não. Agora que o encontrei, tenho que usar o Software de Comunicação para os Pesquisadores me transportarem de volta. – Ela me olhou surpresa e seu olhar foi ficando triste.

- Tem mesmo que voltar assim tão rápido?

- Eu deveria...

- Eu estava gostando muito de te conhecer. Queria conhecer mais. – Eu também estava gostando de conhecer ela e pela primeira vez tive a sensação de não querer me despedir do Mundo. Ou melhor, dela.

- Talvez eu possa ficar mais um pouquinho. – Eu disse. – Como fonte de observação aproximada. – Tentei disfarçar.


Notas Finais


Laya se interessando... ^^ rs


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