História Antes Da Fama -- Segunda Geração. - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~fernandalemos

Postado
Categorias Avril Lavigne
Personagens Avril Lavigne, Personagens Originais
Tags The Vamps
Exibições 19
Palavras 1.053
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 1


Fanfic / Fanfiction Antes Da Fama -- Segunda Geração. - Capítulo 1 - 1

É assim que tudo começou!

P.O.V'S LAURA LAVIGNE SIMPSON.

Meu nome é Laura Lavigne, tenho um irmão gêmeo chamado Gustavo, minha mãe é Avril Lavigne e meu pai é Brad Simpson. Isso vocês já sabem, não é mesmo? Eu tenho dezessete anos. Mas daí você vai lá e diz: Nossa dezessete! É dezessete, essa é a reação de quem conheceu a mim e ao meu irmão há dois anos atrás quando os trigêmeos nasceram. Então, obviamente, eles têm dois anos de idade, né? Enquanto eu sou irritada, mas estudiosa e também meio que agressiva, Gustavo já é calmo, meio que delicado e definitivamente, não gosta da escola que nem minha mãe. Já os Gêmeos, mesmo ainda com a pouca idade que eles têm, já mostraram com quem se parecem. Analice é agitada, agressiva e se alguém a tirar a paciência, ela já que bater e matar a pessoa. Mas sempre está disposta a proteger - e bater também - em Carlos e Felipe. Completamente a minha mãe. Carlos é quieto, aparentemente é tímido, não fala muito nem faz muita bagunça e é muito quieto, mas se tirar a paciência ele explode quebrando, ou pelo menos tentando, quebrar e bater em todo mundo. Ele é completamente a cópia fiel do meu pai. Felipe não é calmo nem estressado, é os dois. Têm muita força para a idade mas quase não a usa, mas também sabe falar palavrões. É a cópia dos meus pais. É a completa mistura deles.

E, ah é, ainda falta o Hector Ricardo, o filho de dezessete anos que meus pais adotaram no começo desse ano. Ele é muito amigável e educado, reservado também. Adora ler, mas também ama falar palavrões. Pise no calo dele e você vai ver o que acontece!! É a completa cópia dos meus pai. 

Na noite as luzes da rua se foram
Eu vou ser o sol para que seus sonhos possam acontecer
Iluminar seu coração, sim
Iluminar seu coração
Iluminar seu coração, sim
Iluminar seu coração
Quando as ondas vão levá-lo para fora
Eu vou ser o som que afoga a multidão
Quando você chegar, sim
Quando você descer
Nós vamos, cantar, cantar, cantar

Temos este fogo em nós
Que corre mais fundo que o sangue
Então, se você duvida
Você já deveria saber

Não importa quais as estrelas você está observando essa noite
No topo do mundo ou sozinho em casa
Eu sempre vou estar lá para você
Eu sempre vou estar lá para você
Seja qual for o lugar, não importa onde você está
Mesmo quando a vida tenta tirar sua centelha
Nada que eu não faria
Para iluminar seu coração
Para você, para você
Vou acender seu coração
Quatro você, para você
Vou acender seu coração

Por um fio, apenas me segurando
Eu vou ser o único em que a caminhada é longa
Até no escuro, sim
Até que as quedas escuras
Até a escuridão, sim
Até que a escuridão caia
Luto por você quando você não acredita
Invado o reino e levo as chaves
Mesmo quando você não puder ver, eu vou acender seu coração

Não importa quais as estrelas você está observando essa noite
No topo do mundo ou sozinho em casa
Eu sempre vou estar lá para você
Eu sempre vou estar lá para você
Seja qual for o lugar, não importa onde você está
Mesmo quando a vida tenta tirar sua centelha
Nada que eu não faria
Para iluminar seu coração
Para você, para você
Vou acender seu coração
Para você, para você
Vou acender seu coração

Não importa o que traz amanhã
Nós temos um ao outro através de tudo
Não importa o que traz amanhã
Nós temos um ao outro que cantar, cantar, cantar
Não importa o que traz amanhã

Nós temos um ao outro através de tudo
Não importa o que traz amanhã
Nós temos um ao outro que cantar, cantar, cantar

Eu sempre vou estar lá para você
Eu sempre vou estar lá para você

Não importa quais as estrelas você está observando essa noite
No topo do mundo ou sozinho em casa
Eu sempre vou estar lá para você
Eu sempre vou estar lá para você
Seja qual for o lugar, não importa onde você está
Mesmo quando a vida tenta tirar sua centelha
Nada que eu não faria
Para iluminar seu coração
Para você, para você
Vou acender seu coração
Para você, para você
Vou acender seu coração
Para você, para você

Para você, para você''

Eu desci as escadas de casa já com a minha mochila nos ombros e os fones conectados ao celular. Como sempre, eu estava toda de preto e sim, eu sei que isso tem a ver por eu ser neta da escuridão. Ou pelo menos eu acho, né. Como sempre, Gustavo estava vestido tipo um palhaço, todo colorido. Estava com uma mochila vermelha, a camiseta laranja, calça jeans escura e o tênis da Nike verde. Hector estava, como sempre, todo de Branco. Felipe estava com uma caseta vermelha escura, quase que vinha, um jeans escuro e um tênis da Nike preto. O cabelo todo desarrumado e um óculos escuro pendurado em sua camiseta. Carlos estava com um tênis da Nike preto, calça jeans escura, uma camiseta branca e um tipo de coletinho vermelho xadrez. O cabelo em um topete perfeito e um óculos escuros cobrindo os olhos. Já Analice estava com um vestidinho preto de manga comprida, larguinho em cima e nas pernas dela grudado. Uma mini botinha preta e óculos de sol emolduravam seu rostinho angelical mas bravo ao mesmo tempo. O cabelo estava arrumado em um coque frouxo. {PS: Na foto de capa, eu coloquei a foto de Hector, Gustavo e Laura. Mas no próximo capitulo eu vou TENTAR colocar a foto dos trigêmeos..}. Meu deus do céu! Quanta fofura em três crianças só de dois anos!.

Eu joguei minha mochila no sofá, me joguei ao seu lado e peguei um livro de dentro da bolsa que antes estava pendurada em meus ombros. Eu li, mais ou menos, três páginas até eu ser interrompida por meu pai nos chamando para ir. Ele já havia colocado o resto de nossas malas no porta-malas do carro. {Não! DO jegue!}.

Guardei meu livro, me levantei e peguei minha bolsa e fui na direção do carro.



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