História Antes Da Fama -- Segunda Geração. - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~fernandalemos

Postado
Categorias Avril Lavigne
Personagens Avril Lavigne, Personagens Originais
Tags The Vamps
Exibições 17
Palavras 647
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Corre pelas minhas veias.


Fanfic / Fanfiction Antes Da Fama -- Segunda Geração. - Capítulo 2 - Corre pelas minhas veias.

Adoro quando me invejam e me odeiam, porque ninguém inveja o feio e nem odeia o fraco.

P.O.V'S LAURA LAVIGNE SIMPSON.

Meu pai nos dirigia o carro, mamãe, obviamente, ia ao seu lado. Eu ai sentada ao lado da janela com Analice no meu colo, Gustavo ia na outra janela com Felipe em seu colo jogando um jogo de mãos besta e Hector ia no meio com Carlos em seu colo. Quando enfim nós chegamos ao lugar esperado, eu desci devagar do carro colocando Aninha no chão logo em seguida, numa reação imediada eu tampei minha cabeça e abaixei o rosto caminhando até atras do carro com Analice a minha cola. Esperei meu pai abrir o porta-malas do carro e peguei minhas coisas, em seguida me despedi deles com um breve aceno da cabeça e então entrei ali para ficar ali para, no mínimo, o resto do ano.

Se você pudesse sentir meu pulso agora
Ele estaria batendo como uma marreta
Se você pudesse sentir as batidas do meu coração agora
Elas te acertariam como uma marreta

Eu e meus irmãos, com exceção dos trigêmeos, é lógico, teríamos de ficar ali naquele internato para ''Podermos ter uma educação melhor e mais rígida''. Nada a ver, né? Enfim, meu coração batia que nem uma marreta, forte para caramba. Eu entrei no local de cabeça baixa e senti os olhares sobre mim, meus irmãos já haviam entrado. Eu fui caminhando diretamente para o meu quarto que eu teria de dividir com mais algumas garotas. Eu já ido ali com meus pais uma vez por causa da nossa inscrição e tal's, e por isso já havia conhecido a escola.

Eu entrei no quarto e vi que todas as garotas - que eu ainda não conhecia, obviamente - já haviam arrumado suas coisas e escolhido sua cama, e cada uma havia deixado uma coisa em cima da cama para demonstrar que tal cama era dela - ou dele - agora. Só havia restado duas camas. Isso significava que ainda havia mais uma garota para chegar.

Eu arrumei as minhas coisas na cama que eu escolhi, que no caso é a perto da porta. Para falar a verdade, quando você entra no quarto - que é gigante, ou melhor, a palavra ceta para descreve-lo é imenso. - a primeira cama que se vê é a minha. Acho que é por isso que nenhuma das outras garotas quis essa cama. Fiz que nem os outros, coloquei um objeto meu para provar que aquela cama era minha. Um livro. Não que eu seja Maria Vai Com As Outras, mas é só para mostrar para as outras garotas que entrarem depois de mim que aquela cama já tem dono, isso não é tão ruim assim, né?

Eu não admito


Eu finjo estar tudo bem
Mas a cada minuto
Em que estou com você
Eu sinto uma febre e não vou mentir
Eu começo a suar
Meu corpo está dizendo todos os segredos
Que ainda não te contei.

Saí do quarto e fui procurar meus irmãos, por acaso eu achei-os no ''pátio'' daquela ''escola'', no local que foi o caso do local no qual cujo eu procurei primeiro. (Ficou confuso, né?).

Eu me esforço para me conter

 O amor que corre pelas minhas veias

E o quanto ele circula.

 

Eu me esforço para me conter


O amor que corre pelas minhas veias
E o quanto ele circula

 

Se você pudesse sentir meu pulso agora
Ele estaria batendo como uma marreta
Se você pudesse sentir as batidas do meu coração agora
Elas te acertariam como uma marreta

Abracei o Gustavinho pelas costas e sorri ao ver ele se assustar com o meu toque.

Realmente. O amor que eu sinto por ele, Hector e os trigêmeos é incrível e gigante, e corre pelas minhas veias.


O amor que corre pelas minhas veias
E o quanto ele circula


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