História Antes de tudo... - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Asgore Dreemurr, Gerson, Personagens Originais, Toriel, W. D. Gaster
Tags Undertale
Exibições 2
Palavras 2.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Milhões de desculpas , mas o pc estava bagudo e só consegui arrumar ele nessa semana, então para compensar eu vou postar esse e o outro entre amanha cedo. e mais uma vez desculpa!

Capítulo 5 - Somos amigos.


O ar cálido de hotland conseguia  cobrir todos os cantos até as divisas, a temperatura que o local permanecia diariamente, incomodava os mais peludos que viviam no local, ao mesmo tempo agradava os mais despidos por sua natureza. O cheiro de enxofre sempre estava presente o que não parecia incomodar a maior parte dos habitantes da escaldante terra. Por mais que tentassem, não conseguiam compreender como em apenas uma caverna poderia ter tantas variações de climas ambientais sem afetar a fauna e a flora do local. A caverna possuía variações de plantas e animais da superfície, e ao mesmo tempo várias espécies difíceis de encontrar vivas ou seus fosseis na superfície. A caverna para os humanos, poderia se comparar a um conto de fadas, mas para os que foram trancafiados nela, é apenas uma prisão misteriosa, que esperam e sonham com o dia que poderem sair dela e rever a beleza que a superfície proporciona para seus habitantes.

      Não que fosse um tipo de maldição para William, ele até gostava do local, não conseguia entender alguns "monstros" que acham o local desagradável. Não que ele nunca quisesse ficar preso para sempre, mas se fosse ficar, deveria achar os pontos positivos que o loca poderia oferecer, que por sinal começou a aumentar conforme a humana mostrava os locais que conheciam, ela parecia até um mapa quase completo de waterfall, só não era completo, pois, a pequena não conhecia as cavernas submersas, mas que poderiam pedir por mais conhecimento da parte do Karke que adorava a presença da criança. Nunca esperava que a humana fosse tão amigável, ela seria uns dos poucos seres a se preocupar com ele depois da morte de sua família.

      Tinha um ser em particular que se importava com ele, um grande amigo, o qual divide um dos gigantes quartos do orfanato onde moravam. Claro que por terem muitos órfãos depois da guerra, eles não seriam os únicos a dividirem o quarto, junto com eles aviam quatorze outros meninos, todos da mesma idade.

      - Você está me escutando? - estalava os dedos tentando chamava a atenção de William.

      - Pode falar! –dava atenção para seu amigo, enquanto pegava alguns livros de sua cabeceira.

      - Aonde você vai todo dia? – questionou curioso

      - Eu vou para diferentes locais durante a semana! Não daria para especificar qual deles você quer que eu relate? - respondeu zombando da pergunta. Enquanto caminhava para a única saída do quarto. 

      - HOJE?- especificou irritado com a atitude do esqueleto.

       - Irei para waterfall, quer vir junto? -parado em frete a porto perguntando para seu amigo, o qual sem pensar muito resolve seguir o esqueleto, sem questionar mais.

                                                                           ***

      Em uma pequena casa na capital, sai uma menina correndo desesperada em direção a hotland. Por todos que ela passava a cumprimentava com carinho e com piadinhas. Era um dos bairros pobre que a capital tinha, por mais que comparado às ruínas, o bairro era considerado um paraíso para muitos.

      Os seres que a viam correr, não intendiam como ela era tão rápida, para um esqueleto seria difícil correr dessa maneira, tinha momentos que ela parecia voar. Não seria a toa, que era a melhor em treinamento físico da futura corte.

      Rapidamente já estava na metade do caminho de hotland, iria fazer uma surpresa para Asgore, aproveitar o último dia de férias para saírem para algum lugar, ou seria mais divertido levar ele para visitar o castelo e assim visitar “ELE”.

      A poucos metros do orfanato onde era seu destino inicial, a menina avista duas figuras saindo de dentro do edifício,  a primeira sendo um esqueleto com roupas pretas e vermelhas, e o outro sendo a cabra insegura, que por algum motivo estava saindo por vontade própria, o que não era comum vindo do próprio, se não fosse arrastado por alguém, ou ter alguma responsabilidade como a escola ou o treino,  não sairia de seu quarto por nada. Deveria ter um bom motivo para ele sair por livre e espontânea vontade. Seja qual for River iria descobrir.

      - AAAASSSGOOOORE! - River gritava correndo em direção, a cabra.

      - R-R-River? O que você está fazendo aqui? - Asgore questiona assustado com a presença de sua amiga. 

      - A ONDE VOCÊ VAI? POSSO IR JUNTO? – ignorava totalmente as perguntas que a cabra fizera. 

      - Não precisa gritar, estamos aqui do seu lado! - a cabra tampava suas orelhas felpudas com suas patas.

      - FALA LOGO! - novamente ignorou o que seu amigo pedirá. 

      - Eu não sei!

      - ME RESPONDE! - agarrou uma das mangas da blusa de Asgore em seguida fazendo um hane-makikomi mais perfeito que poderia conseguir, deixando Asgore caído no chão. 

      - Eu não sei, eu juro! - choramingava da dor.

     - M-E! R-E-S-P-O-N-D-E !-gritava ainda mais, pegando Asgore caído no chão e o posicionando para fazer um glorioso kata-guruma. - FALA LOGO!

     - EU NÃO SEI! - falava eufórico, prevendo o golpe que iria receber de sua amiga. - Só estou seguindo ele! - apontava para William que estava estático vendo aquela "luta livre".

      Num simples encarar de olhos, William podia ver que a menina era pior que seus pesadelos sobre guerra, se perguntassem para ele, "como você imagina a morte?”, sem dúvida, falaria que a menina a sua frente é a reencarnação da morte.

      A menina largando brutamente Asgore no chão, o qual grunhiu de dor pela queda. River caminha em direção do esqueleto que por sua vez sentiu todas as suas vértebras se contorcerem do arrepio que a presença dela manifestava. E os adultos ainda falavam que Leira era um demônio. Se Leira fosse um demônio, essa menina seria o rei deles! 

      - V-V-V-Vamos para waterfall, e-e-encontra um amiga minha. - respondeu tentado se esconder com as próprias mãos.

     - Só isso! Pensei que era algo mais importante! - virou-se para cabra caída no chão, tentado se levantar. 

      - você quer ir junto? -balbuciou Asgore ainda com dificuldade de se ergue. 

      - Claro! Vamos logo! - aceitou o convide "obrigatório" e em seguida saiu correndo a frente dos dois meninos assustados. 

      - A avisamos? - o esqueleto perguntou para seu amigo o ajudando levantar.

      - Não,... Ela vai descobri que está indo para o lado oposto! - respondeu, aceitando a ajuda. -É só ficar aqui esperando, que ela irá percebe! 

                                                                             ***

       Em waterfall, na residência dos irmãos Gui, estava uma bagunça cheia de folhas, livros, lápis entre outras coisas pelo quartos e sala, sapatos jogados em cima do sofá e das camas desarrumadas, farelos de biscoitos caseiros se espalhava pela cozinha e pelo corredor. A bagunça estava tão grande, que Gerson olhava para os cantos de cada cômodo tentando encontrar sua irmã perdida no meio daquele furacão de roupas, farelos, e vários objetos.

        Gerson bebia café em uma xícara vermelha e grande, quando ouve um barulho vindo do quarto da humana, caminhava em direção do barulho com cautela para não pisar em nada de valor. Quando chegou a frente do quarto, se depara com uma pilha enorme de roupas da criança.

         Do meio da pilha a pequena criança aparece com os olhos marejados procurando nos quatro cantos do quarto, indo da direita para esquerda, em cima do guarda-roupa e em baixo da cama. Gerson olhava ela procurando desesperada por alguma coisa, se recordava da última vez que a casa ficou bagunçada daquela forma, foi na primeira vez que forram morar em waterfall há quase sete anos. Um sentimento de nostalgia profundo invadia o coração de Gerson ao se lembra de leira em seus braços dormindo, seu rosto inocente, como se fosse à primeira vez que a pegasse no colo. Daria muitas coisas só para vivência tudo de novo, a primeira palavra, as risadas, as noites em claro, o primeiro passo,  tudo os primeiros momentos que aproveitou com a pequena humana. 

       - O que você está procurando Leira? - perguntou curioso para a criança preocupada. 

       - Minha capa de chuva! - exclamou a humana com os olhos marejados. -Você a viu?

       - Ela deve estar para lavar. - respondeu tomando um longo gole de café - ela estava suja com lama da última vez que você saiu com..... William. - falou irritado com o nome do garoto. -Mas por qual motivo, você a quer agora? 

      - Vou sair com o William! - a cara de desgosto que Gerson tinha só aumentou ao ouvir a resposta de sua irmã.

      A pequena humana sempre saia com sua capa de chuva. A vez que sairá sem ela, permanecia com algum chapéu variado, os principais era um chapéu de palha e uma toca de com formato de panda. Outras vezes nem com chapeis ela queria sair. Os chapeis era uma forma de defesa para ela. Com eles, ela conseguia cobrir o rosto e assim os monstros não a encarava. Sentia-se incomodada por ser a única humana no local, os monstros sempre falavam coisas horríveis para mesma, que a única solução era ouvir e se esconder das péssimas palavras que eram denominadas a ela.

      - vai não? – chorosamente foi feito o pedido. Gerson estava esperançoso que com está tentativa, seria fácil a ela desistir de sair com aquele...."estorvo".

     - Vou sim! - poderia se ouvir as esperanças de Gerson ser despedaçadas com a resposta que ouvirá. - Não fica triste, irei voltar cedo e ficarei o resto do dia todo com você! - tentava consolado seu irmão!

      - ok!- suspirava a tartaruga. - Vem cá, seu furacão ambulante! - estendeu seus braços, oferecendo um abraço apertado para a criança que aceitou sem pestanejar. - Mas primeiro arruma está bagunça! 

      - Esta bem. - saindo dos braços do irmão,  a criança começa a arrumar a bagunça o mais rápido que podia. 

      Alguns minutos depois a pequena humana terminava de arrumar a própria bagunça, enquanto corria para um lado e pro outro, Gerson observava atentamente a criança que algumas vezes caia com a face no chão ou batia um das partes de suas pernas nas quinas dos moveis espalhados pela casa. 

      Ao finalmente termina de arrumar a casa, Leira prepara uma nova cesta de piquenique, cheia de frutas variadas, William talvez ficasse chateado, afinal ele amava as torradas caseiras. Terminando todas as tarefas a criança se apressa em direção à porta que da sala, que era a única que dava acesso ao quintal.

      - Já estou indo! - avisava sua saída para seu irmão, que agora impedia sua passagem. 

      - Não está se esquecendo de nada?- perguntou para a menor, em resposta a criança pula em seu colo e dando um beijo estalado em seu rosto. - Tome cuidado! - a humana afirma com a cabeça voltando ao chão e seguindo seu caminho. Gerson por sua vez, apenas observa a criança correndo porta a fora pelos corredores pouco iluminados de waterfall. 

                                                                              ***

      Depois de mais algumas "brigas" e várias apresentações de "luta livre", os três adolescentes  conseguem chegar perto do ponto de encontro. 

     - Sabe qual é a pior parte. - William começava uma conversa amigável com Asgore, percebendo que a "morte" já estava com uma distância boa para não ouvirem a conversa que teriam. - Ela me ameaçou, me bateu e até agora eu não sei o nome dela, e ela muito menos o meu. 

     - Ela é lerda, bruta e preguiçosa. Mas... -a cabra encara seu amigo. - Ela tem um bom coração. - voltava seu olhar para frente,  onde Riverman estava andando observando tudo que podia, não conseguia se lembra de qual foi à última vez que visitaram waterfall.  - Quando você a conhecer melhor, verá que ela é amável e até mesmo inocente.

      - Inocente! Ela? - questionou para a cabra. 

      - Do que vocês estão falando? - perguntava sussurrando à menina encarando os dois.

       Os dois amigos agora estavam espantados, não esperavam que a "morte" estava do lado deles. Mãos suadas, corpos tremendo de pavor, olhos arregalados, palavras pressas nas gargantas dos dois, qualquer palavra errada poderia ser o fim de suas vidas. O sorriso macabro que Riverman, matinha só aumentava com o silêncio,  suas órbitas eram escuras e profundas apenas uma faísca alaranjada saindo delas. 

      Asgore e William deveriam pensar em alguma coisa rápida se passasse mais um minuto eles estariam mortos. Mal conhecia a menina e já sabia do que ela era capas de fazer para conseguir o que queria. Como Asgore sobrevive todo dia nos treinamentos perto dela.

      Quando William já estava sem esperanças,  percebe ao longe uma figura se aproximando, se fosse quem ele estivesse pensando, estariam salvos. Era um tiro no escuro, mas para quem já estava presenciando a morte, uma aposta dessas não mudaria muita coisa. Sua única chance era essa, colocaria todas suas esperanças nela. Apenas esperava que isso funcionasse.

       - Ei! Olha é minha amiga! Ela chegou! - decidiu ariscar na hipótese. Ouvindo isso, tanto Asgore quanto Ravel, olham em direção que William apontava.

       Surpreenderam-se com o que viam, queriam há muito tempo conhecer ela, mas não imaginava que seria logo agora, se "ELE" souber que estavam prestas a ver ela pessoalmente, era bem provável "ELE" sair correndo não importando de onde  estava só para ver a tão famosa criança humana, ou como chamavam-na “praesidium”. O pior seria se, Gerson ou Malvis souberem que estavam prestes a quebrar a primeira regra, que fizeram quando souberam da pequena humana. Se soubessem de algo, o castigo seria pior que tudo que já presenciaram. 

      - Cheguei! - com a respiração descompassada a humana fala alegre para William que se surpreende comas vestes que a pequena usava. 

       Não era comum ver ela sem suas galochas e sua capa de chuva que cobria quase seu corpo por inteiro. Par ser mais específico o esqueleto nunca tinha visto ela sem esses “itens” ante. Em vez de seu costumeiro traje,  a criança trajava uma jardineira rodada de tecido marrom, com vários desenhos cenouras branca espalhada por todo seu pano; uma blusa branca com as mangas chegando até seus pulsos; cabelos em marias-chiquinhas um pouco fronhas jogadas para frete de seus ombros, e ao topo de sua cabeça avia um chapéu de palha com uma simples tira vermelha. Os três adolescentes, por sua vez, estavam assemelhando ela com uma boneca de porcelana ou algo relacionado.

       - Como... Ela... É... FOFAAAA! - River agarra a humana enquanto gritava eufóricas palavras irreconhecíveis para os presentes no loca.

       - Gente essa é Leira! - o esqueleto apresentava à humana, sendo espremida no Abraço ossudo da menina esqueleto. 

       - Oi! - a criança cumprimentava. 

       - Tem como larga ela, River? - perguntava Asgore enquanto ajudava o amigo a separarem as duas. 

       Depois de alguns minutos, a adolescente decide se separa da pequena criança.

      - Bem como estava dizendo... - o esqueleto recomeça as apresentações. - Está é mina amiga, Leira Gui!

       - Muito prazer! - a humana se apresenta segurando as barras de sua saia e se curvando.

       - E este é meu amigo e colega de quarto, Asgore Dreemurr. - apontava para a cabra ao seu lado, cujo qual apertou com delicadeza a  mão da humana. - E a menina ali... Para falar a verdade, eu também não se seu nome. 

      - há é mesmo eu não me apresentei para você né, gyhahahahha. - a menina ria, finalmente percebendo que o único que sabia de seu nome era seu companheiro de combate. - meu nome é Riverman Skeleton.

      - Não se preocupe, ela é desatenta da maior parte das coisas! - Asgore explicava a situação psicológica de sua amiga.

      Ao longo da conversa surgiram diversas várias brigas, risadas, discussões e muita luta livre, as quatros criaturas se decidem em devorar os alimentos que a humana carregava em sua cesta. Por quanto tempo ficaram conversando.

      Nem ao menos observava uma figura que passará por perto os observando e rindo de suas brincadeiras e conversas que estavam tento. A figura parou só para observa-los, se divertia com as risadas e discursões que faziam. A figura estava tentando se aproximar dos quatros, mas sua timidez falava mais alto, não conseguia ter foças para dar uma iniciativa de amizade. E foi com sua timidez que resolve seguir seu rumo às rotinas. 

       - Talvez algum dia... Eu tenha coragem o suficiente. - sussurrava a figura para si própria enquanto voltará a caminhar. 

    *-------------------*

      “Nos quatro somos amigos?”

         “Claro!”

           “para sempre!”

               “isso é uma promessa!”



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