História Antes do Amanhecer - Capítulo 5


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Categorias Divergente
Personagens Andrew Prior, Beatrice "Tris" Prior, Caleb Prior, Christina, Eric, Ezekiel "Zeke" Pedrad, Natalie Prior, Tobias "Quatro" Eaton
Tags Divergente
Exibições 47
Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey my lovely people
Tudo bom iniciados?
O capítulo saiu mais cedo porque amanhã não vai dar para mim postar, vai ser um dia corrido então trago mais um capítulinho.
Nínguém respondeu minha pergunta sobre playlist então se quiserem só dizer (pode ser tanto no youtube quanto no spotify).
Espero que gostem e só avisando peguei partes do livro.
Nos vemos nas notas finais

Capítulo 5 - Chapitre quatre


Fanfic / Fanfiction Antes do Amanhecer - Capítulo 5 - Chapitre quatre

*Leia as Notas por favor*

& Beatrice &

Nesses últimos dias as coisas vêm piorando gradativamente até parece que as forças superiores estão querendo me ferrar mais do que já ferraram tipo Tobias parou de falar comigo de novo isso é a parte mais difícil de saber já que de uma hora para outra ele parou de olhar na minha cara nem mais fala comigo e o motivo não faço a menor ideia justo ele que veio com aquele lance todo se voltarmos a ser amigos e blá, blá, blá.

E todo o pessoal se distanciou como se eu tivesse alguma doença muito contagiosa que eu estou começando a acreditar que tenho mesmo alguma coisa e também claro os pesadelo não param de me assombrar.

E todo esse lance do teste de aptidão ser daqui seis dias não ajuda em nada o porquê e eu tenho medo de ser uma coisa que eu li em muitos livros como uma coisa ruim isso seria uma “DIVERGENTE” tipo hoje em dia acredito que isso não seja uma coisa tão ruim assim só espero não ter que deixar tudo e todos só por uma besteira de não me encaixar um uma maldita facção.

Eu entro no parque com com todo esses pensamentos na minha cabeça que acabo esbarrando em alguém que, tipo seria a pessoa que eu menos queria ver agora e quem seria o felizardo não tão feliz assim Eric isso já virou brincadeira do destino só pode NÉ.

-Oi, querida Beatrice-ele diz isso com um sorrisinho sarcástico.

-Oi Eric-digo amargamente

-Olhe por onde anda careta

-Tchau Eric.

Saio não estou afim de ficar de papo com ninguém muito menos com ele logo vejo a roda gigante, o parque ele tem duas parte o lado recém-construído que é tudo novo e o antigo que meio que pertence a audácia, mas eles só usam no jogo caça bandeira e lá é o melhor lugar para pensar então vou em direção a segundo lado e começo a escalar a roda gigante é mais fácil do que parece já que eu não tenho medo de altura.

Logo vem na minha cabeça o que minha mãe me disse uma vez que ser da audácia não é tão complicado quanto parece você só precisa fazer as escolhas certas e eu acabo me pergunto como minha mãe sabe disso será que ela era da audácia se isso for verdade nem sei como eu iria reagir se ela me disse-se essa informação e além do mais porque eu só estou pensando nisso agora como eu sempre digo coisas estranhas sempre acontecem e isso é estranho muito estranho e meus devaneios só acabam quando vejo uma figura de roupa preta perseguindo uma menininha que não deve ter mais que 07 ano o que será que ela está fazendo aqui quase 22:00h. Eu logo pulo da onde eu estava que não era assim tão longe do chão uns 3 metros, meu pé arde mas ignoro e começo a correr e alcanço a menininha e pergunto:

-Você está bem?Quer ajuda?

-Moça me ajuda tem alguém atrás de mim.-Diz ofegante e chorando

-Calma vem onde você mora?

-Eu moro na franqueza.

Eu a peguei no colo e sai correndo um pouco lento demais e percebi pelo canto do olho que o cara que eu sei lá quem estava seguindo a gente.

Eu segurei a menina mais forte que podia até que “BUM”, quase caiu levando a menina junto também não era pra menos eu carregando outra pessoa é bastante inusitado mas tudo bem corri tanto que eu não conseguia mais sentir meus pés.

Consegui avistar a sede da Franqueza ,a Chris mora aqui, passei a ponte e parei na porta vi um policial conversando com uma mulher cheguei perto e coloquei a menininha no chão ela correu para a mãe suponho eu depois disso só senti debaixo de mim pedras.

Acordei com um bip no meu ouvido olho para o lado e vejo meus pais e meu irmão com roupas cinza que normalmente só usamos em momentos festivos e a ficha cai alguma coisa aconteceu para eu estar em um hospital naquela noite que eu ajudei a menininha.

Tento falar, mas parece que não tenho voz alguma.

-Pessoal o que eu estou fazendo aqui?E por que vocês estão de cinza? –falo tão rouco que parece a mulher do Google.

-Oi filha é... Você se lembra de que estava ajudando alguém?-pergunta minha mãe

-Sim eu estava no parque e eu vi uma menininha correndo de uma figura preta então eu fui ajuda e a levei para sua casa.

-Filha você está aqui desde aquela noite porque você tinha se machucado feio tinha uma perfuração na panturrilha esquerda suspeitamos que quando você foi ajudar a menininha a pessoa devia estar armada ou que quando você caiu espetou em alguma coisa também  bateu a cabeça o que te deu um galo gigante e os médicos queriam ter certeza que não era algum coágulo no cérebro, e estamos de cinza porque daqui a pouco começa o teste de aptidão.

-Eu quero sair daqui agora-digo e já vou tirando os fios conectados a mim e enfermeiras entram no quarto me segurando eu olho para meus pais e uma lágrima escorre e eles param em frente de uma enfermeira e meu pai diz:

-Solta ela agora se está tudo bem agora não tem mais porque ela estar aqui-assim que ele diz elas me soltaram e me ajudam a andar até ao banheiro ,me arrumo o mais rápido que consigo minha perna não ajuda muito, mas dá  para andar.

Saindo do hospital devidamente arrumada com o rigoroso coque, roupas cinza; meu pai dirige para a escola onde o teste vai ser aplicado.

Chegando lá nossos pais ficam esperando do lado de fora porque eles não podem entrar e Caleb me ajuda a andar já que aquele ferimento me impede de andar sozinha.

Nos sentamos do lado de fora das salas,mas logo nossos nomes foram chamados vou em direção a porta indicada abro a porta e já me deparo com uma sala toda espelhada e eu tento ao máximo ignorar .

-Porque que os membros da abnegação não gostam de espelhos?

-Porque nós achamos que isso é vaidade um sinal de auto complacência

-Hum tudo bem meu nome é Tori, senta ai.

Sentei-me e olhei para o que ela estava fazendo acabei vendo sua tatuagem e fiquei curiosa para saber o significado.

-O por que da águia?

-Para alguém da abnegação você é bem curiosa; a águia significa a superação do medo que eu tinha do escuro.

Ela me deu um copo com um líquido transparente e me mandou beber conectou alguns fios na minha cabeça e eu apaguei quando acordei não estava mais na sala de teste.

Acordei em uma sala espelhada que parecia não ter fim e uma voz do nada apareceu e disse:

-Escolha, escolha.

Do meu lado apareceram três bandejas uma com um pedaço de queijo, outra com uma faca e a terceira com um pedaço de carne e aquela voz continuava a dizer:

-Escolha, escolha.

Mas eu me virei e as bandejas tinham sumido e do nada eu vejo um cachorro vindo em minha direção à única coisa que eu penso é me ajoelhar e é isso que faço, mas quando abro os olhos o cachorro está parado sentado na minha frente eu faço um carinho em sua cabeça e nem percebo uma menina aparecer até ela dizer:

-Cachorrinho!

E o cachorro sai atrás dela só penso em proteger ela então saio correndo atrás dele também e quando estou perto o suficiente pulo em sua direção e tudo some quando volta estou em um ônibus e um homem com um jornal me pergunta:

-Você conhece esse homem?

Eu sinto que o conheço, mas não vou dizer.

-Não

Parece que eu tenho uma necessidade de protegê-lo mesmo não o conhecendo

-Vou perguntar de novo você conhece esse homem?

-Não, não e não.

E com isso eu acordo de novo, mas dessa vez na sala do teste com Tori me olhando assustada.

-Qual o resultado?

-Você tem que sair daqui agora.

-Não espera qual foi o resultado eu preciso saber

-Você precisa ir agora

-ME DIZ QUAL FOI O RESULTADO!

-Seu resultado foi... Abnegação, Erudição e Audácia, você é uma coisa muito perigosa que ninguém deve saber você não pode contar para seus pais, você é o que chamam de DIVERGENTE.

-Como assim, o teste deveria mostrar a qual facção eu pertenço não me dar isso.

-Mas o teste não funcionou com você agora vá para casa e não conte nada para ninguém.

-Como isso é possível, eu não devia estar sentindo medo não é mais igual à antigamente que todos eram julgados, então por que Tori me olhou daquele jeito.







 


Notas Finais


Então meu povo eu sempre agradeço e não vai ser hoje que isso vai mudar
Agradecendo a todos que leem a história muito obrigado,não fazem ideia de como eu fico feliz quando chega notificação de comentário,favorito ou quando eu vejo o número de exibições serio obrigado mesmo.
Termina aqui a parte sentimental :D
Relembrando que neste capítulo contem algumas partes do livro.
Não mudou os dias de postagem(foi uma exceção)
Desculpa qualquer erro.
Um beijo e um Queijo
Até o próximo capítulo (*mão acenando*)


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