História Anti - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais, Suho, Xiumin
Tags Anemilha Is Back, Chansoo, Maçonaria, Tô D Volta
Visualizações 57
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oioioi
Gente, me desculpa pela demora para atualizar. Acontece que já tinha escrito esse capítulo a muuuuito tempo, mas também o perdi várias e várias vezes e tive que reescreve-lo pelo menos mais umas 3. Enfim. Por conta disso também não revisei, então se tiver algum erro, me desculpa.
Boa leitura <3

Capítulo 3 - As estrelas estão em lugares iguais






É tristemente peculiar compreender que, aquele derramamento de sangue, manchando a lua de vermelho numa madrugada incessante, fora o que destruira muitos sonhos em questões tolas de segundos a outros.

Errar é humano, portanto, diga-se de passagem que aqueles tais atos eram dos mais imperdoáveis às visões dos próprios irmãos, dito isso numa linguagem espiritualista, a alma deixava-se de relevar e seguia rumo ao ódio sem um obstáculo sequer. Corrompido pela dor, o oráculo daquele coração passava a chamá-lo de traidor.

Sê do mais horrendo, aqueles choros de desespero ou o choque da pancada. Entalado sob um ônibus, tal elogio ao qual chamavam de Park Chanyeol estava, ensanguentado de seu próprio odor, agora emanando o cheiro constante de melancolia e solidão, prestes a deixar para sempre aquele mundo onde habitava do ser tão amado. Agora só, nem sequer as cordas vocais lhe davam forças novamente.

Com o metal contorcido por destruir suas pernas, não era capaz de sentir tanta dor uma vez já as tendo perdido. Com a cor preta o sangue se misturava, indicando nitidamente a perda daqueles membros. Ao pouco que se ouvia, estavam os gritos de Kyungsoo, chamando por si e, aparentemente ileso. Torcia com todas as únicas e últimas forças de seu coração para que, de fato, ele estivesse bem. 

Apenas o que se lembrava, era da forte batida, em seguida a capotagem ao carro pelo qual andavam, agora preso nos contorços daquele grandioso ônibus prestes a incendiar. Contaminado pelo deveras medo presente ao seu redor, passou a compreender plausivamente que as reportagens eram fakes em tratar das catástrofes, e que os deboches sobre perda de vidas eram tão quanto absurdos e hipócritas uma vez preso naquela mesma situação.

Seria calúnia dizer que não desejava livrar-se daqueles cacos de vidro, nos quais uma vez já foram as janelas, de seu corpo, portanto parecia impossível, ainda mais quando aquela voz amada, vinda de olhos negros esbugalhados e lábios grossos, passou a tomar-te ainda mais os ouvidos com os gritos de socorro:

— Tirem-o dali! Irá pegar fogo!

E podem-se dizer, que aquelas foram as últimas palavras escutadas de Park Chanyeol por muito tempo...




Levantando num pulo, aqueles raios solares finalmente tiveram o prazer de reluzir nos olhos brilhantes aos quais aquele lindo rapaz tinha. Parecendo que suas orelhas estavam ainda mais expostas, a respiração descompassada tornava em lentamente voltar ao normal, mesmo jazendo ali o pânico que dificultava. 

Mas quando sentiu os fios ruivos levemente acastanhados tocarem-lhe a testa, teve certeza de que estava de volta. E ainda mais ao olhar à sua diagonal e encontrar ali, bem ali, aquele mesmo amado ao qual sonhou ter perdido.

Você está bem, Channie? — perguntou Do, ajoelhado, levemente inclinado à Park, segurando uma bandeja com pão sobre as coxas.

E-estou sim... — fraquejando, cospe uma resposta qualquer, tentando enganar a si mesmo de que nada fora assustador. — Eu... só tive um pesadelo.

Deixando a bandeja ao lado, Kyungsoo senta-se junto de Chanyeol, tocando sua mão pouco coberta pelo lençol branco de tecido fino, num semblante preocupado e cuidadoso, querendo daquela forma, apenas com os belíssimos olhos aos quais portava, confortá-lo nas tais palavras: — Me desculpe, foi porque acordei muito cedo e o deixei sozinho, não é? Esqueci-me completamente deste seu problema de ficar sem ninguém.

Não! — respondeu repreendendo-o. — Não é nada disso, já superei esse trauma. — abaixou a cabeça, e Do sorriu com a expressão desolada de Chanyeol e deveras fofa, com aquelas feições amáveis e doces cobrindo-lhe a pele.

Então tudo bem. Coma, preparei algo perfeito para o nosso aniversário de noivado.

Oh sim! Como ousava haver esquecido! Estavam completando um mês desde o pedido de casamento vindo por parte de Soo! Era uma data tão especial quanto seu próprio aniversário. E agora, apenas lhe restaria a culpa por não possuir nada à dá-lo.

Ah! Eu esqueci! — tocou sua própria testa, repreendendo-se.

Não se preocupe, Channie. Eu já tenho tudo agendado.


(........................)


Seria levemente assustador dizer que aquela noite a qual apreciavam delicadamente envoltos pela segurança e aconchegancia do automóvel era deveras semelhante à que, a poucas horas antes, Chanyeol havia sonhado. 

Portanto não queria pensar em nada como "oh meu Deus!, tive uma premonição". Repetia, assim, incessantemente em sua cabeça, que tudo aquilo não se passava de seu subconsciente pregando-lhe uma peça, é que as estrelas estavam em lugares completamente diferentes.

Não era Kyungsoo quem dirigia, na verdade, era um desconhecido, e jazia um vidro escuro a sua frente para que tivessem uma certa privacidade. Encantado e ao mesmo tempo, pasmo com a luxúria que aquele carro de marca esbanjava, Park sentia-se levemente intimidado pelo noivo pelo qual tivera preparado algo tão especial.

Os braços e mãos envoltos traziam a ambos um abraço torto quente, perfeitamente confortáveis nos bancos de couro, cada um apreciava a estrada de um ponto diferente. E ah!, aquela estrada. Não diria tratar-se de uma via movimentada, contraditoriamente, era uma rua estreita e sem muita iluminação, trazendo até um certo medo ao inocente - àqueles casos - coração de Chanyeol. Isso, o fazendo perguntar a mesma coisa pela milésima vez:

Ainda estamos indo mesmo? — olhou para Kyungsoo de uma forma com que passasse confiança.

Shh! É segredo! Não posso te contar. — repreendeu. — Mas já estamos chegando, não se preocupe.

Entre o longo e tortuoso silêncio e o tom levemente amedrontador que Do passava naquele instante, Chanyeol preferia o silêncio. Pela primeira vez em três anos de relacionamento, Park sentira medo do tom curioso de Kyungsoo. Normalmente o questionavam exatamente sobre isso, por ele parecer sádico e louco às vezes, porém completamente cego pela paixão, jamais ligou.

Ah, e também jamais ligaria. Pois aquele instante de bipolaridade quanto aos seus próprios sentimentos passou tão rápido ao ponto de nem conseguir raciocinar direito.

Permanecendo a andar, daquela mesma forma, numa velocidade que passava a assustar ao rapaz de deveras lenta, finalmente param. Portanto, ao sê do cenário, jazia absolutamente nada. Um único borrão negro coberto por mato alto e desgastado, decerto consequência das enchentes que decorriam por aquela região da Coreia.

Saindo ao frio então, apenas assim Chanyeol conseguira compreender o porquê de tê-lo trazido ali, e especificamente ali, no meio do mato.


Quando tornou a cabeça ao seu redor, além dessa mesma escuridão, avistara, nada mais nada menos do que a própria.



A maçonaria.


Notas Finais


Agora que a fic vai começar de verdade rç
E os capítulos vão ficar maiores rç
Até

tt; @ihbinnie


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