História Anti-Clichê - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Clichê, Comedia, Kimiyo, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 118
Palavras 1.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu não devia estar trazendo isso. EU NÃO DEVIA!!

Bem, na verdade, isto aqui era para ser uma obra original, mas sou tão indecisa para nomes que falei: Vai virar fanfic!
TCHARAM! Cá estamos!
Este capítulo era para ser o primeiro mesmo, mas ele não me pareceu um primeiro capítulo então o fiz de prólogo. Postarei sempre que possível, geralmente, uma vez na semana.

PLÁGIO É CRIME!
Não se esqueçam disso e, por favor, sejam originais. S2

Boa Leitura

Capítulo 1 - Prólogo


Hoje sentei perto do lago, no banco que tinha um alto poste bem ao lado. Ajeitei o blusão cinza que eu usava e liguei a câmera. Passei meu olhar por todos que passeavam em plena manhã de domingo naquele parque. Ao longe eu podia ver a enorme placa do café que era a maior referência para a minha casa, e então, trazendo minha visão um pouco mais perto, vejo um homem e uma mulher, corredores, que iriam se encontrar rapidamente.

A mulher parecia ser bonita, com longos cabelos castanhos e um corpo em forma – que acredito ser por causa daquelas corridinhas. O homem já era um pouco gordinho, mas parecia ser forte, e graças ao zoom da câmera vi que seus olhos eram verdes. Contei até três e, como mágica, a mulher torceu o pé, mas foi segurada antes de cair, pelo homem de olho verde. Os dois estavam um pouco envergonhados, e depois da mulher dar um sorrisinho tímido, o homem foi todo cavalheiro em lhe dar apoio para continuar pelo menos a caminhar. Em poucos minutos, os dois já estavam sentados em um dos bancos conversando e, claro, o homem demonstrava preocupação com o pé da mulher, esta que apenas sorria ainda tímida.

Gravei tudo. Mordi meu lábio inferior e voltei a procurar mais alguns casaisinhos. Avistei dois jovens que riam por terem as cordas das coleiras de seus cachorros enroscadas. O rapaz tentava soltar, mas um dos cachorros correu e o derrubou, e claro, a garota ficou toda preocupada e o ajudou a se levantar. Pronto. Em menos de dois segundos, a garota já havia corado e mexido no cabelo, o que era um sinal claro de que achara o garoto atraente.

Soltei um longo suspiro e estava prestes a terminar minha gravação, que seria quando os dois caminhariam juntos graças ao belo ocorrido entre os cachorros, quando tive certo infortúnio que parou bem na frente me impedindo de continuar com o que estava fazendo.

- O que temos para hoje?

Sorriu me entregando uma casquinha de morango com chocolate. O observei sentar do meu lado.

- Quase caídas e cachorros enrolados. Tudo terminando em conversas tímidas. – disse dando uma lambida no meu sorvete em seguida.

- Nada de lencinhos? – questionou debochadamente.

- Nada de lencinhos. – confirmei rindo.

Na sexta-feira passada, quando jantei com a família dele, vimos uma cena tão clichê e engraçada que ficará gravada na nossa memória por um longo tempo. Uma mulher, bem adulta – para não dizer velha -, deixou o lencinho cair assim que passou do lado de uma mesa cheia de rapazes. Aquilo era uma das coisas mais absurdas em pleno século XXI. Todavia, essa técnica ainda se mostra eficiente, e um dos homens mais velhos da mesa se levantou e foi atrás da mulher. Depois de meia hora que nenhum dos dois retornara para o restaurante, concluímos que iriam ter uma noite um tanto agitada.

- Você sabia que as pessoas podem te processar por direitos autorais?

- Sem motivos. – falei. – Não estou expondo ninguém, Uchiha, apenas gravo os padrões da vida. Isso é chato.

- Ah, desculpa senhorita anti-clichê. – levantou as mãos em redenção. Mas logo as abaixou. – Apenas acho que você deveria parar de observar tanto os outros e se concentrar mais em você.

- O que quer dizer? – arqueei uma sobrancelha.

- Que você não sabe arrumar o próprio cabelo.

Entregou-me seu sorvete com seu típico sorriso de canto e se levantou, indo atrás do banco e tirando a presilha do meu cabelo. Não tive nem tempo de questionar. Ele começou a arrumar os fios do meu cabelo de forma que não ficasse em meu rosto e fez um rabo de cavalo alto prendendo com minha presilha.

Sasuke Uchiha é o meu melhor amigo, mas também o garoto mais clichê que conheço. É o número um do colégio; capitão do time de basquete e um verdadeiro gênio, também é o garoto mais popular e cobiçado. Ele tem uma personalidade indiferente a tudo que é situação, mas às vezes, apenas para mim e para o Naruto – nosso melhor amigo -, se mostra divertido e até mesmo gentil.

- Não me importo com isso.

- Sei que não. – falou roubando uma lambida da minha casquinha e pegando a sua rapidamente.

- Abusado.

Tentei revidar roubando uma lambida do seu também, mas ele puxou a casquinha e fiquei parecendo uma boba. Ele ria e colocava um braço na frente para me impedir de avançar. Que garoto mais infantil! Se bem que eu não posso falar nada. Mas a alegria de pobre dura pouco e quase entro em desespero ao ver minha casquinha indo ao chão.

- Não. – choraminguei. O sorvete se esparramou todo no chão. Só fiquei aliviada por não ter sujado minha sapatilha, mesmo assim...

- Aqui.

Ele esticou sua casquinha de chocolate para mim. O encarei desconfiada e peguei minha câmera.

- O que vai vim depois? Uma declaração talvez?

Sorri debochando da situação clichê que se formou entre a gente. Qualé! Agora vou ter que corar e gaguejar enquanto ele lança um sorriso encantador? Mas ele não pareceu nem um pouco feliz com a brincadeira, sua expressão ficou semelhante ao em dias tediosos, e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Sasuke levantou o sorvete em direção ao meu rosto.

- Você enfiou um sorvete na minha cara? – elevei a voz indignada enquanto jogava a casquinha no chão. – Sasuke!

- Agora você não pode falar que isso foi clichê. – sorriu de canto.

Eu devia estar completamente vermelha agora, sem dúvidas, por raiva. Passei a mão no rosto tentando limpar um pouco e não pude deixar de notar todas as pessoas que nos olhavam, e cochichavam. Fiquei ainda mais brava e me levantei batendo o pé. Deixei aquele idiota para trás e nem me importei de olhar para conferir se ele continuava rindo ou se vinha atrás de mim. Por sorte, tinha um lavabo não muito longe dali, que ficava perto do banheiro aliás, e o usei para me lavar.

- Vai ficar bravinha comigo não, vai? – questionou com um tom de voz nem um pouco agradável. Ele ainda estava rindo da situação.

- Não enche Sasuke!

Terminei de lavar o meu rosto e comecei a resmungar por ter molhado um pouco o blusão que eu usava, mas o usei mesmo assim para me secar um pouco. Eu não tinha toalha, então improvisei. Sasuke me entregou a minha câmera que por um momento havia esquecido. Mas eu ainda o encarava, brava.

- Ei! Sem drama.

Aproximou-se me encarando com um sorrisinho sugestivo. Eu não entendia aquele sorriso. Mas eu entendia que aquela poderia ser a hora perfeita para a minha revanche, então, de forma nem um pouco sutil, joguei toda a água que podia caber em minha mão nele.

- Você é louca?! – gritou. Dei um sorrisinho maldoso.

- Não meu querido, sou apenas vingativa.

Ele me encarou bravo por poucos segundos, pois logo sorriu daquela forma estranha de novo. Céus! Que garoto bipolar.

- Se queria que eu tirasse a camisa era só falar.

Arregalei os olhos vendo que ele iria mesmo tirar a camiseta no parque. Em público! Corri para segurar as suas mãos antes que levantasse a camiseta e o olhei desesperada e, agora, vermelha de vergonha.

- Depois eu que sou a louca? – questionei quase num sussurro. Estava com medo de alguém ter presenciado aquilo.

Sasuke riu e me abraçou molhando ainda mais a minha roupa. Tentei me soltar, mas claro que o “chatonildo” era mais forte.

- Que tal irmos almoçar? Podemos falar da previsão clichê para amanhã no colégio. O “grande” primeiro dia. – sorriu enquanto afundava sua cabeça no meu pescoço. Quem visse acharia até que estamos namorando.

- Pode ser! – concordei. – Estou ansiosa para ver a garota nova que irá trombar no popular Uchiha e conquistar seu coração.

- Haha, impossível. – falou me soltando e começando a caminhar do meu lado.

- Sério? Só seja gentil e a ajuda a pegar os livros.

Ele revirou os olhos me fazendo rir. Ficamos conversando enquanto íamos em direção ao restaurante aqui perto, acho que umas três quadras pra frente.

Talvez eu deva começar uma oração, algo como: Cupido nosso que estás nas nuvens, venha com flechas boas para esse ano; acerte garotos com cérebros e que comprem chocolate, sejam eles caseiros ou de marca; Perdoa as cantadas idiotas assim como perdoamos as cartinhas com corações nos “is”; E não nos deixe cair nas mãos de mulherengos, mas livrai-nos da ilusão. Amém!

 


Notas Finais


O que acharam? *------*
Por favor, comentem o que acharam e também estou aberta a sugestões. É um projeto bem recente, então nem todas as ideias foram colocadas no papel para serem trabalhadas.

Espero que tenham gostado! S2
Obrigada por lerem!
Beijão


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