História Antidepressants - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Drama, Romance, Tragedia, Violencia
Exibições 34
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem.

Capítulo 6 - Tired


Fanfic / Fanfiction Antidepressants - Capítulo 6 - Tired

Havia se passado uma semana, eu não conseguia mais contato com o Justin, eu entrei em um colégio pertinho daqui, era hoje que começava.

A gritaria encheu meus ouvidos, infelizmente, a voz irritante era familiar demais, já que era do meu irmão.

Chegou a manhã, tomei um banho e me aprontei para ir pra escola com uma calça jeans e um agasalho branco folgado, daquele com capuz.

Fiquei três anos me arrebentando de tanto estudar para que pudesse passar o último ano mais ou menos na calmaria. Minha primeira aula começava só no segundo horário, o que me possibilitava de dormir até curar qualquer coisa que eu tivesse feito na noite anterior.

Coloquei um pouco de cor nas bochechas, um pouco de sombra para os olhos e rímel. Armei meus cabelos castanhos para cima e fiz um rabo de cavalo.

A casa estava em silêncio, o que não era normal. Desci para a cozinha, onde o papai, trajando um terninho preto para ir trabalhar, estava sentado na frente de uma tigela de cereal de fibra. Havia um tempo que sua aparência não ficava assim, descansada quanto hoje. Chris estava sentado em frente a um prato com maçã fatiada, torradas e uma banana.

Fui até a geladeira, abri-a e fiquei olhando para o que tinha dentro. Em seguida olhei para o papai.

— Está com uma cara ótima — Disse  o papai dando um sorriso que chegava aos olhos.

— Estou? Oh. Obrigada. — Sorri suavemente fechando a porta, resolvi esquecer a comida. O relógio que ficava em cima do micro-ondas mostrava oito e vinte.

— Quer que eu vá com o Chris até lá fora esperar o ônibus? — Perguntei.

— Seria ótimo. — Papai comeu mais uma colherada de seu cereal. — Mas você não vai comer nada? — Ele me olhou com desconfiança dos pés à cabeça. — Tem bolo de mirtilo na despensa.

— Daquele que eu gosto? — Ele fez sim com a cabeça. Aquela ideia não pareceu tão ruim. Fui até a despensa, peguei um e um guardanapo.

— Chegou a hora de ir pra escola meu amor — Insinuei para o Chris.

— Vem. — Peguei a mão do meu irmão e a mochila dele, que passei por cima do ombro, e saí pela porta da garagem para que pudéssemos esperar o ônibus na entrada da garagem.

Ele estava matriculado em uma escola para menores. O ônibus dele chegava ás oito e meia. O que costumava acontecer era ficarmos todos distraídos com o esforço gigantesco que era necessário para aprontá-lo, e ele perdia o ônibus. Então, papai pedia para leva-lo para a escola.

O ar do inverno queimava-me as bochechas e os lábios. Olhei para o bolo e dei uma mordida. Nada era pior, na escola, que uma sala silenciosa e um estômago rosnando.

Quando, enfim, o ônibus foi chegando lentamente e parou.

— Bom dia, Chris — O motorista era um sujeito um sujeito um pouco mais velho, barrigudo e jovial chamado Felix, que sempre cumprimentava com um sorriso cintilante. Alex, a ajudante, uma senhora mais que parecia uma vovozinha, auxiliava colocando o cinto de segurança em algumas crianças que precisavam dele para ficar quietas durante o caminho.

Ele subiu no ônibus e me deu um sorriso e eu sorri de volta.

Sorrindo, olhei para os rostos distraídos das outras criancinhas no ônibus. Algumas fitavam o nada, e outras ficavam concentradas nas janelas.

Foi então que vi Justin do outro lado da rua. Minha vontade era perguntar para ele o que estava fazendo ali. Só que eu não conseguia encontrar minha voz. Ele repuxou as sobrancelhas, como se soubesse que eu estava com a língua travada, e se recostou contra a parede com um sorriso resplandecente.

O ônibus seguiu o caminho e deu visão para que eu pudesse ver o Justin por inteiro.

Fui para casa para pegar minha bolsa e falar com ele.

— Foi tudo bem para coloca-lo no ônibus? — Papai perguntou quando passei voando por ele. Fiquei procurando enlouquecidamente a minha bolsa.

— Foi, tudo bem, Tchau, Pai — Vi a bolsa no cabideiro que ficava na entrada da casa, agarrei-a e saí de novo, correndo antes que desse para tomar outro fôlego.

Justin não estava mais lá.

— Você não pode fugir de mim — Ri em silêncio, correndo.

— Não vou perde-lo de vista, Senhor Justin — Falei, e depois bufei. — Vou chegar ao fundo de quaisquer que sejam suas intenções, e vai ser hoje. Chega dessas aparições furtivas. Quero saber qual é a sua e o que quer.

Vi Justin de pé, sob uma árvore à margem do estacionamento. Eu não o vi virar, tinha ficado observando todos os passos.

Minha cabeça se esvaziou de pensamentos.

Quem será que ele é?

​Impulsionada pela curiosidade, fui caminhando a passos lentos, até chegar a um metro e meio de distância de onde ele estava. Seus cabelo macio cintilavam à luz do sol. A cor clara de sua pele quase se derretia junto ao tecido sedoso de sua blusa e de suas calças, o que irradiava um brilho suave e de aparência elétrica. Eu torcia as mãos frias e úmidas sem parar. Engolia a saliva. Buscava palavras, mas nada vinha à mente.

— Olá de novo — Ele me cumprimentou, e assim que sua voz preencheu o ar, minhas rugas de ansiedade se suavizaram.

— Não tem graça — Falei de um modo crepitante, excitado e confuso. A expressão agradável desapareceu do rosto dele. Seus olhos se estreitaram, confusos. — Você está me seguindo — Continuei — Não tem graça, e é bom que isso acabe — Cheguei mais perto, sentindo a coragem latejando por todo meu corpo. — Aposto que não pensou que eu viria atrás de você.

Ele espirou fundo. Ótimo. Ele respira. Senti a precipitação de alívio, mas ainda tinha um número demasiado de perguntas que precisavam de respostas para desconsiderar completamente o comportamento dele. Um rápido exame pelo braço dele: pelos ralos. Na lugar em que a blusa estava desabotada: pelos loiros e muita tatuagem. Passei a fitar-lhe o tórax, só pra ter certeza de que eu o via subir e descer.

Meu olhar subiu e encontrou o dele. Um sorriso torto ergueu-lhe os lábios. Outra onda de calor enrubesceu minhas bochechas e eu desviei o olhar, reunindo dignidade e postura.

— Eu tinha certeza de que me seguiria — Ele falou.

— Tinha? — Perguntei confusa.

Continua...

 


Notas Finais


favoritem e comentem amorecossss, beijsss


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...