História Antisocial - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Antisocial, Colégio, Originais
Exibições 38
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoas.
Tenho uma boa notícia é outras coisas para falar com vocês, mas tá tudo nas notas finais.
Espero que gostem.
Beijos.
💙💙💙

Capítulo 7 - A ameaça


Lara on:

Um feixe de luz,vindo da janela, atravessa a cortina e bate bem em meus olhos, me acordando.

Sinto um leve peso ao redor da minha cintura, levanto um pouco o lençol e vejo o braço de Axel ao meu redor. Um sorriso brota em meus lábios e por um minuto, parece que esqueci de todos os meus problemas.

Pego meu celular é vejo que são 13:00h da tarde. Dormimos bastante, devido a noite exaustiva que tivemos.

Meu estômago ronca alto. Me levanto com cuidado para não acordar Axel, que dormia serenamente. Pego uma toalha que estava pelo quarto, uma roupa e saio. 

Tomo um banho frio, pois gosto bastante de água gelada e também hoje está fazendo calor. Quando entro de baixo do chuveiro, as lembranças da noite passada parecem me acertar como um soco. Volto a lembrar de tudo, cada pequeno detalhe. As coisas que Rafael disse, foi talvez o que menos me surpreendeu. 

Quando dei por mim, lágrimas rolavam em meu rosto. Sempre soube que ele era um idiota, mas não esperava que ele fosse tanto. Talvez eu tenha amolecido com as poucas gentilezas que ele me fez. Mesmo ele dizendo querer ser meu amigo nunca botei muita fé nisso. 

"Isso não importa agora. Nunca nem cheguei a considerar amizade com ele. Mesmo assim o idiota insistia. Se ele acha que tinha chance de tranzar comigo, ele está muito enganado."– Penso.

E o beijo. Nossa, nem acredito. Meu primeiro beijo. Não passou de um leve encostar de lábios, já que Rafael resolveu atrapalhar, com aquela sua bipolaridade terrível que se apossava de seu ser. Mas mesmo assim, significou muito para mim. Foi com alguém que, de certa forma amo, Axel. Ainda não tinha parado para pensar no modo que a amava, mas naquela hora, queria tanto que ela não se afastasse e que nosso beijo se aprofundasse.

Me visto e saio do banho. Preparo um café com as coisas que ainda tinha em casa e me lembro que tinha que ir fazer compras. 

"Nossa! Nessa semana aconteceram tantas coisas que não estou acostumada, que acabei me esquecendo das compras."

Ouço som de passos e olho para o final da escada, vendo uma Axel de cara amassada, se espreguiçando. Ela estava linda, seu emaranhado de cabelos loiros parecia ter sido recém penteados. Mas não, Axel não penteia o cabelo ao acordar, aquilo era seu cabelo, naturalmente lindo. Nem percebi que a encarava.

- Bom dia flor do dia. – Ela diz. Sentia falta disso. Ela sabia que minha mãe dizia a mesma frase todas as manhãs e depois que ela morreu, Axel me deu muito apoio e passou a dizer a mesma frase.

- Bom dia. –Respondo com um sorriso. Sua presença me faz tão bem. – Acabei de fazer o café. Vamos comer? – Ela acente  om a cabeça.

Comemos em silêncio. Arrumo a mesa, lavo algumas louças. Deixo a cozinha arrumada pra só chegar e colocar as compras no armário.

- Vou fazer umas compras, estamos literalmente sem nada em casa. Quer vir comigo Axel?– Pergunto para a mesma, que estava sentada no sofá.

- Claro. Só vou tomar um banho e vestir uma roupa decente. Não vou sair por aí de pijama.

- Para de ser fresca. Ano passado, quando você vinha para casa, a gente saia de pijama na rua direto, parecendo duas mendigas. Mas tudo bem, vai lá. 

Caímos na gargalhada com meu comentário é ela sobe para se arrumar. Pego um cartão, que a minha tia sempre deposita uma quantidade de dinheiro. Ela não é muito presente, mesmo assim sempre manda dinheiro. 

Em poucos minutos Axel desse as escadas, já arrumada. Pega as chaves do seu carro e pergunta:

- Vamos?!- Afirmo movimentando minha cabeça e vou em direção a porta. Meu celular vibra em meu vibra, já que estava no silencioso e alguém toca a campainha.

Atendo meu celular ao mesmo tempo abro a porta.

Ligação on:

- Alô. Quem é?

- Então é verdade?! A princesinha está viva.– Falou a voz que parecia ser de um homem, mas estava com um efeito que deixa mais grave.

Ele desliga e eu fico de olho arregalados e petrificada, ainda com o celular na orelha.

Ligação off:

Ainda com o celular na orelha e saindo de meus pensamentos assustados, vejo Rafael parado com uma expressão confusa.

- Tá tudo bem?–Axel que estava logo atrás de mim me perguntou, me tirando do estado em que estava.– Você parece assustada.

Pisco algumas vezes, tentando me concentrar e formular uma resposta.

- E..e..eu não sei. Alguém.– É só o que consegui dizer.

- Depois falamos sobre isso. Temos visita agora. Mas espera, você não é o garoto de ontem a noite?–Perguntou se virando na direção de Rafael.

- A gente já tá de saída. Depois conversamos Rafael.– Digo antes dele responder e Puxo Axel para fora de casa.

- Mas é que você faltou a escola, fiquei preocupado. Pensei que pudesse te emprestar minhas anotações e...

- Não preciso de anotações, sou adiantada e também não é como se você realmente se importasse. Temos que ir Axel. Logo o supermercado vai encher.– O interrompo.

Axel entra em seu carro, no banco do motorista e me sento no de carona. Sinto meu celular vibrar novamente. Antes de conseguir fechar a porta Rafael entra na frente.

- Rafael! Já disse que conversamos outra hora!

Digo o empurrando e fechando a porta. Atendo a ligação.

Ligação on:

- Alô. Quem fala?

- Você é muito descuidada princesa.– Reconheci ser a vóz da pessoa da ligação anterior.

Cutuco Axel em seu braço, ela olha para mim e faço um sinal de silêncio, colocando um dedo nos lábios. Ponho a ligação no viva-voz.

- Deveria tomar mais cuidado, princesa. Se ficar atendendo todas as minhas ligações vou te achar muito fácil.

Axel pisa no freio de uma vez. Com os olhos arregalados e expressão de espanto, ela toma o celular da minha mão e desliga a ligação.

- Então foi por isso que congelou aquela hora?! – Ela perguntou mesmo já sabendo a resposta.

- Agora você me entende.– Respondo.

Axel liga o carro novamente e continua nosso trajeto em silêncio. Acho que ambas estamos assustadas.

Chegamos no supermercado e pego tudo o que preciso para duas pessoas passarem o mês. Pago e voltamos para casa. Organizamos tudo em seu devido lugar. Ainda em silêncio. Não falamos sobre a ligação e nem sobre o beijo de ontem, mas certamente quero ter um tempo para esclarecer as coisas em minha cabeça.

Rafael on:

Lara não veio para a escola hoje. Acho que ela está com raiva de mim, afinal, atrapalhei, possivelmente, o que era seu primeiro beijo. Não acho que ela tenha ouvido minha conversa no quarto.

Vou levar minhas anotações para ela. Pode ser que ela me desculpe e eu ganhe um bônus em simpatia com ela. Lara já está no papo.

Assim que saio da escola vou para a casa dela. Assim que toco a campainha ela abre, mas está falando ao telefone. Do nada ela fica com uma expressão de espanto. Não quero interferir demais em sua vida. Só tranzar com ela e sumir de sua vida.

Ela recusa minhas anotações mesmo eu tendo insistido. Aquela garota, a garota que tirou o primeiro beijo de Lara. Era para ter sido eu. 

De qualquer forma ela parecia estressada. Melhor falar outra hora com ela. 

Lara está sendo difícil e ainda tem a Fernanda, uma gostosa que sempre se joga em mim, que eu claramente comeria, mas antes quero a garota antisocial. Esse tipo de garota, é como um fetiche para mim, sempre me atrai.

Continua...





Notas Finais


Oi de novo. Bom espero que tenham gostado.
Desculpa, se acharem algum erro ortográfico.
Agora uma notícia feliz. Entrei de férias, então vou poder postar mais de um capítulo por semana. Uhuuul.
Eu queria definir alguns dias específicos para sair capítulo, mas ainda vou organizar isso direitinho e qualquer coisa aviso vocês.
Beijos.
💙💙💙


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