História Anxiété - Capítulo 1


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Categorias B.A.P
Tags Angst, Ansiedade, Bap, Drabble, Suícidio, Yongguk
Exibições 29
Palavras 299
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Universo Alternativo
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Impatience


Minhas mãos começam a transpirar.

Meus batimentos cardíacos aceleram duas vezes mais que o normal, consigo senti-lo quase rasgando o meu peito.

Meu estômago revira de ponta cabeça e começa a reclamar, é parecido como um incêndio dentro dos meus órgãos.

Os pensamentos todos confusos não consegue encontrar um caminho certo que seja a calmaria.

Eu começo a entrar em desespero. Procuro algum modo para descontar minha agonia, mesmo que seja rasgando o lençol fino de minha cama.

Meus olhos marejados de lágrimas torturadas por meu próprio psicológico, essas que escorregam com uma melancolia sem igual.

O inferior sendo tão maltratado como minhas coxas que ganhavam filetes vermelhos na região antes arranhada.

A dor começa a ser presente em cada partícula do meu corpo, ela toma todos os pensamentos relaxantes e as idéias para sair desse ciclo sem fim.

O medo possuí cada parte que seja menor que ele, desde alegria até um sorriso fútil estampado por algum motivo esquecido.

Eu preciso arrumar algum fim para acabar com esse sentimento amargurado.

O meu orgulho de estar sendo vencido por um nervosismo é inigualável, eu odiava ser atacado sem motivos e ser derrubado como uma folha seca em uma árvore decorada por cores.

E aos poucos, a ansiedade vai matando cada parte viva ainda existente dentro de mim.

Ela mata o suor trêmulo das minhas mãos; os batimentos corridos que se formavam no meu peito; a respiração sem uma sequência fixa.

E por último, ela faz meu psicológico atingir cada pensamento e lembrança antiga, com o propósito de me destruir lentamente.

Minha visão escurece e toda minha força é arrancada de forma bruta e obrigatória.

Um corpo cansado caiu no chão e foi encontrado com uma caixa de comprimidos róseos e azuis espalhados. 

 

Eu não me matei.

 

Eu fui assassinado.



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