História Anything Could Happen (season 2) - Capítulo 36


Escrita por: ~

Exibições 71
Palavras 1.407
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!! 😍❤️

Capítulo 36 - Let's see what the future holds!


5 anos depois...

POV Kylie

Nem acredito que estou indo para Milão, o lugar que gira em torno da Moda. Agora que eu estou formada e trabalhando para a Vogue, minha carreira está realmente deslanchando. Os últimos cinco anos foram uma batalha e uma correria só. Me dediquei realmente a faculdade, fiz vários amigos e conheci gente muito importante. Quando eu consegui um estágio na Vogue no último ano de faculdade, eu quase infartei. Eu sempre amei essa revista, ficava babando nas roupas e nas matérias sempre que comprava uma. E agora, eu estou à caminho de Milão, em nome da Vogue, para a semana de moda. Eu não podia estar mais feliz! Estou dentro de um avião agora, para fazer escala em Nova Iorque e estou tão empolgada que estou com vontade de vomitar. "Calma, Kylie... Calma!", pensei comigo mesma. 

Não vejo e nem falo com os meus amigos do Brasil, já faz algum tempo. Não tenho tido muito tempo pra ficar de papo furado, sou uma pessoa importante agora. A única com quem eu falo é a Cece e ela também anda ocupada sendo uma das melhores arquitetas dos Estados Unidos. Sinto falta de todos eles, inclusive do Justin. Não sei até hoje porque ele foi embora sem se despedir de mim. Isso ainda me dói muito, mas tive que seguir com a minha vida e espero que ele tenha feito o mesmo. Nunca deixarei de amá-lo. Minha mãe está namorando há 3 anos com o vice-presidente da empresa e isso me deixa muito feliz, porque com a minha vida corrida, não queria que ela se sentisse sozinha. 

Sinto o avião se preparando para pousar e já me dá aquele friozinho na barriga. Estou na primeira classe, então sou uma das primeiras a sair. Peguei minha bagagem de mão e minha bolsa e saí do avião. 

POV Justin

Aqui estou eu, formado e esperando meu avião pousar. Estou aqui para expandir meus negócios, já abri uma boate no Brasil, que é considerada uma das melhores e agora estou querendo fazer uma aqui. Tenho empreendedores loucos para patrocinar minha boate e nada melhor do que no estado onde tudo acontece! Consegui tudo o que eu queria... vários carros, dar uma vida melhor pra minha mãe, até reformei o sítio da minha vó, nunca a vi com um sorriso tão grande no rosto! E por algum motivo me pego pensando na Kylie... O que será que ela anda fazendo? Desde que fui embora quando ela estava no hospital, há cinco anos, não troquei uma palavra se quer com ela. Bom, mas acho que ela deve estar fazendo algo grande e bom, porque ela é assim.

O avião está pousando e todos no avião podem sentir o tranco quando as rodas já estão no sólo. O avião para e todos os passageiros descem. Pego meu celular e vejo o horário, destraído dou um encontrão com alguém.

— Ah me desculpe... - olho pra pessoa e pisco os olhos para saber se não estou vendo uma miragem - Kylie?

— Ai meu Deus! Justin! - ela sorri - Como você está? Quanto tempo que não nos vemos!

— Faz bastante tempo mesmo né? Eu estou bem e você? - disse feliz

— Eu estou ótima! O que faz aqui? - ela perguntou interessada

— Eu estou para abrir um empreendimento aqui. Uma boate! - eu sorri

— Uma boate? Sério? Que maravilha! Fico muito feliz que tenha achado seu caminho.

— Bom, você sabe como eu sou, adoro uma festa! E você? O que tem feito? - algumas pessoas passavam por nós nos xingando porque estavámos na passagem - Acho melhor sentarmos em algum lugar. - achamos um banco próximo e nos sentamos, repeti a pergunta

— Eu me formei na faculdade de moda e consegui um trabalho na Vogue. Estou indo para a semana de moda em Milão. Estou fazendo escala aqui. - ela sorria em cada palavra que dizia

— Poxa! Isso é maravilhoso! Você sempre foi muito boa em se vestir e até nos desenhos que você fazia quando era criança. Sempre soube que você tinha o dom! - eu sorri pra ela

— Ah, que fofo da sua parte! - fizemos uma longa pausa

— Eu só... hum... Queria dizer que, eu lembrei, enquanto meu avião estava para pousar, do dia em que eu fui embora sem me despedir... Eu não queria ter feito aquilo. Mas eu entrei no quarto aquele dia e vi você e o Patrick se beijando e você sorrindo pra ele como nunca havia sorrido pra mim e percebi naquele momento, que o melhor a fazer era te deixar ir. - isso pareceu ter pego ela de surpresa, ela me olhava confusa

— E por que você foi até meu quarto?

— Porque sua mãe havia me dito que eu sempre fui e seria o seu melhor namorado e que ela gostava muito de mim e me fez pensar que nós sempre pertenceríamos um ao outro. E eu queria te falar isso, pra que nós pudéssemos tentar mais uma vez. - ela já não estava mais com a feição confusa, na verdade ela estava com os olhos um pouco marejados, mas logo isso sumiu também

— Sei... eu fiquei muito magoada quando soube que você tinha voltado pro Brasil sem se despedir, eu realmente precisava de você naquela época. Eu fiquei muito traumatizada depois daquilo e mesmo depois que eu saí do hospital, eu tinha medo de sair de casa. Minha mãe me levava e me buscava todos os dias na faculdade e a Cece sempre vinha ficar comigo. Demorou um tempo para eu me recuperar e eu realmente precisava de você. Não teve um dia naquele ano em que eu não pensei em você. Mas sabe, eu tinha que seguir em frente com a minha vida, não podia mais ficar pensando no que poderia ser.

— Eu entendo perfeitamente. Foi isso o que eu fiz, segui com a minha vida, com muita dificuldade, é claro... 

Eu estava sentindo algo que há muito tempo não sentia, parecia que o amor que eu sentia pela Kylie, estava revivendo dentro do meu peito e pude sentir que o mesmo estava acontecendo com ela, só pelo olhar. 

— Mas enfim... como anda o coração? - ela perguntou

— Meu coração pertence aos negócios nos últimos cinco anos. - demos risada - E o seu?

— Depois de você, eu não consegui namorar ninguém, pra ser sincera. - ela corou

— Mas... e o Patrick? - agora tinha ficado curioso

— Ah, eu gostava do Patrick, mas não foi um namoro de verdade. Depois de uma semana que eu saí do hospital, nós terminamos. Parece que eu estava sonhando com você todas as noites e chamando o seu nome. Ele não aguentou e terminou comigo. Nós terminamos de uma maneira boa, ainda bem. Mas nunca mais falei com ele também.

— Uau... por essa eu não esperava! - e não esperava mesmo, estava bem surpreso - Que bom que vocês terminaram bem. 

Fizemos uma pausa muito longa e nos olhamos por alguns instantes. Eu só pensava em agarrá-la e beijá-la, mas sabia que não podia fazer isso. 

— Atenção passageiros do vôo para Milão A2348, dirigir-se ao portão 12. - a voz de uma mulher soou nos alto-falantes

— Acho que é a minha deixa! - Kylie disse - Quer saber de uma coisa? - fiz que sim com a cabeça - Eu volto de Milão em uma semana, anota meu número novo e ai quando eu voltar, você me liga e ai podemos relembrar o passado. - ela piscou pra mim

— Anoto sim, isso seria maravilhoso! - sorri pra ela

Trocamos os números de celular. Ela se levantou e então só ai pude ver a mulher que ela se tornou. Continuava com o mesmo corpo curvilínio, ela usava uma vestido preto que o realçava. Eu estava hipnotizado e ela me olhava sem entender nada.

— Justin? 

— Oi... Desculpa... É só que você está linda!

— Você também está! Sempre foi! - ela sorriu

Nos despedimos com um abraço e eu dei um beijo no canto da boca dela, ela sorriu.

— É pra me ligar hein? - ela brincou

— Eu não perderia essa oportunidade por nada! - sorrimos

E então ela se foi, seguiu para o portão 12 e eu para o ponto de táxi. Encontrá-la depois de tanto tempo me fez muito bem e poder falar com ela sobre o que aconteceu aquele dia me tirou um peso enorme. E agora... vamos ver o que o futuro nos reserva!

 


Notas Finais


Último capítulo, babyssssss!! Queria agradecer MUITO a todo mundo favoritou e comentou... sei que fui negligente com a fic, mas espero que de alguma forma eu tenha conseguido compensar! Amo vcs, beijos 😘❤️


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