História Ao Fim do Sol - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Visualizações 6
Palavras 588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - Capítulo XX


Quando deu sete horas da noite, a mãe dele disse para voltar, que eles iam arrumas as malas para continuar com a viagem na manhã seguinte, então não podiam demorar. Eu não queria deixa-lo partir, dei um abraço forte e comecei a chorar. Ele me deu um beijo na testa e disse:

— Não chora meu amor, não aguento te ver assim. Pensa pelo lado bom, estamos nos vendo agora.

— Não quero ter que me despedir de você de novo!

— Relaxa. Vai tudo ficar bem, vamos se ver novamente nas próximas férias.

— Luiz, eu... –Sabia o que eu estava prestes a dizer, e não sei o porquê, mas era tão difícil falar, não sabia se o amor era recíproco, tinha medo da reação dele. Mas não podia esperar mais, então eu continuei– Luiz, eu amo você!

Ele me abraçou, sorriu e disse no meu ouvido:

— Vou te contar um segredo: Teve um dia que conheci uma garota, a gente ficou algumas vezes, eu estava me apaixonando por ela, mas ela teve que partir. No último dia em que passamos juntos, olhei fundo nos seus olhos e senti falta de ar, senti meu coração apertar, um arrepio nas costas. Ao olhar naqueles olhos, percebi que meu coração não pertencia mais a mim, e sim à dona daqueles olhos. O nome dela é Carla, mas eu costumo chama-la de Sol. – olhou nos meus olhos e continuou– Eu amo você!

Depois que ele disse isso, chorei mais ainda. Não queria perdê-lo, não me importava com mais nada, só queria sentir aquele amor. Nos beijamos intensamente, senti ficarmos quentes, então percebi o que estava prestes a acontecer. Ele tirou minha camiseta, eu tirei a dele, vi aquele corpo perfeito, o desejei tanto naquele momento. Cada toque seu me arrepiava, tiramos a roupa um do outro enquanto nos beijávamos. O jeito como ele me tocava, tão delicado e carinhoso, beijava cada parte do meu corpo. Não queria parar nunca, podia fazer aquilo por horas. Foi especial como em todas as outras vezes, ele fazia cada segundo ser perfeito. Mas ele precisava ir embora e eu não queria que sua mãe ficasse brava, então o deixei ir. Nos despedimos e meu coração foi junto com ele.

Fiquei um tempo pensando em tudo que aconteceu, então lembrei do Nathan, veio um sentimento de culpa por tê-lo deixado lá machucado, precisando de mim, enquanto eu estava transando. Fui para a janela do meu quarto fumar, estava quase explodindo de tensão com todos esses pensamentos me torturando. Então liguei para o Nathan, assim que ele atendeu eu disse:

— Nathan? Como você está?

— Estou bem.

— O que aconteceu?

— Nada.

O tom de sua voz era pleno, nem parecia a mesma pessoa que me ligou desesperada à horas atrás. Isso só fez meu coração doer mais. Me senti mal por não ter ido ajudá-lo quando podia.

— Onde você está? – Continuei dizendo

— Em casa.

— Espero que esteja bem mesmo. Qualquer coisa pode me ligar... depois nos falamos então.

Esperei ele falar alguma coisa mas não falou, o ouvir dar uma risada irônica e desligou o telefone. Percebi que ele ficou chateado ou bravo, mas não podia suportar a ideia dele assim comigo. Fumei o resto do maço de cigarro, estava me sentindo tão bem por ter visto o Luiz, não queria que o dia acabasse com um sentimento ruim por causa do Nathan. Um me levanta e o outro me derruba... Até quando vou aguentar isso? Deitei na cama e dormi, era melhor do que ficar acordada com meus pensamentos perturbantes. 



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