História Ao Fim do Sol - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Visualizações 12
Palavras 555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 25 - Capítulo XXV


Fanfic / Fanfiction Ao Fim do Sol - Capítulo 25 - Capítulo XXV

Tinha um sofá embutido de baixo da janela, fiquei sentada lá e o Nathan deitou com a cabeça no meu colo. Fiquei mexendo em seus cabelos, e ele quase dormiu de novo. Senti um alívio no coração, um sentimento bom de paz, que por incrível que pareça, foi por causa do Nathan. Quando ele fica totalmente sóbrio é a pessoa mais doce que alguém pode conhecer. Pensei em quantas pessoas desistiram dele sem compreendê-lo de verdade, e que sorte eu tive em dispor desta oportunidade.

Quando Amelia acordou, fomos tomar café da manhã com algumas pessoas da família que ainda ficaram por lá, depois me despedi e fui para minha casa me arrumar porque eu e o Nathan íamos ver jogo uma hora da tarde. Ele disse que o pub que íamos é do irmão do Jack, aquele seu amigo, por isso era tranquilo eu entrar.

O pub Plough ficava há quinze minutos de casa, pedi para que a minha tia levasse a gente. Nathan deu um cachecol do time para eu usar, já que eu iria assistir ao jogo, teria que ser caracterizada mesmo.

O jogo era do Arsenal contra West Bromwich Albion, assim que chegamos, o bar estava abarrotado de torcedores, a grande maioria era do Arsenal. Nathan pegou uma cerveja para nós, eu sentei num banco na frente do balcão do bar. Nathan não conseguia ficar um minuto sentado, levantava a cada posse de bola do Arsenal e ficava gritando, então ele ficou apoiado nas minhas pernas, mais fácil do que sentar levantar o tempo todo.

Assim que acabou o primeiro tempo, Nathan ficou xingando o time do West Bromwich Albion para provocar os poucos torcedores que estavam no bar, até que um homem veio em sua direção, era alto e musculoso, um braço dele dava os dois do Nathan, então esse homem pegou na blusa do Nathan e disse:

— Que merda que você está falando ai? Fala na minha cara agora, seu pirralho!

Nathan não disse nada, só fez cara de deboche, e eu fiquei apavorada. Olhei com cara de brava para ele, o lembrando que prometeu para mim que não iria brigar. Então ele disse:

— Qual é cara, não vim pra brigar!

— Pelo menos é esperto nisso!

O homem derrubou o Nathan no chão e saiu do bar. Me senti aliviada por não ter acontecido o pior e disse:

— Se você brigasse, eu ia sair daqui na hora e te largar sozinho, palhaço!

Nathan riu e me deu um beijo na bochecha. Enquanto esperávamos pelo segundo tempo, ele ficou tentando me explicar algumas coisas desse campeonato e eu fingindo que entendia.

Quase no final do jogo o Arsenal fez um gol, Nathan pulou de felicidade, gritou, abraçou estranhos, e minutos depois quando o jogo tinha realmente acabado, ele continuou com essas comemorações.

Quando saímos do bar, Nathan estava totalmente bêbado, eu fiquei um pouco alterada mas nada comparado a ele. Fomos andando de volta para casa, mas antes passamos no beco unsafe para fumar. Foi um dia bem agradável, aliás, a maioria dos momentos que passo com ele é agradável, e fico muito feliz por ter isso, essa liberdade, tranquilidade, adrenalina, vários sentimentos e sensações por momentos com uma única pessoa. Nathan é mais do que meu melhor amigo, ele é parte de mim, não me vejo mais sem ele.



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