História Ao Haru Ride - (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Ao Haru Ride, Bangtan Boys (bts)
Exibições 39
Palavras 3.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA QUEM CHEGOU DEPOIS DE MESES? EU MESMO. Vou confessar, não posto na maioria das vezes porque tenho preguiça de escrever. Mas muitas vezes que eu acho um dia, eu estou ocupada. Mas prometo que terei mais compromisso. ME COBREM.

Enjoy, e me perdoem os erros de português.
(Relembrando algo importante, itálico é para pensamentos.)

Capítulo 4 - Page 3


Fanfic / Fanfiction Ao Haru Ride - (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 4 - Page 3

Estava andando pela escola ao lado de duas meninas que acho que não posso chamar-las de amigas.

– Qual é a nossa próxima aula mesmo? – Perguntou uma delas.

– Matemática? – Não tinha certeza, falei mesmo assim.

– Qual vai ser a utilidade da matemática na nossa vida? – Respondeu uma delas já saindo, enquanto eu olhava fixamente para Taehyung oppa.

Ele estava ao lado de seus amigos, observando um deles bater no outro.

– Francamente – lamentou um deles. – Já disse para não tocar no meu cabelo!

– Ei! Pare com isso! – Reclamou o menino que apanhava.

Taehyung oppa apenas observava sorrindo, enquanto fitava-o. Ele me pegou olhando.

Quando nossos olhos se encontravam, sempre olhávamos para outro lado...

E depois, olhávamos novamente. O Kim era assim comigo no fundamental. Ninguém mais sabia sobre os momentos que passamos juntos.

Eu corria pela escola. Eu queria ver o Kim. Eu queria falar com o Kim!

Corri a escola inteira e parei nas prateleiras de sapatos, achei que ele estaria lá.

– Essa é a prateleira dos sapatos dos estudantes de curso avançado. – Falo comigo mesma observando em volta para ver se o encontrava.

– Quem está procurando? – Escuto sua voz atrás de mim e me viro para olhá-lo.

Passei alguns segundos observando-o e sentindo meu rosto queimar.

– Kim! – Sorrio em sua direção deixando-o confuso. – Estava te procurando! Quero te contar uma coisa.

– O que? Fez as pazes com suas amiguinhas? – Perguntou ele colocando a mão no pescoço e fechando os olhos.

– Não, isso não deu certo. – Ele abre os olhos espantado. – Mas acho que é normal nem tudo que tentamos fazer dar certo, não é? Então vou começar outra vez do zero. Acho que é melhor assim! – Levanto meu rosto para olhá-lo nos olhos e sorrindo.

Ele me olhou por um tempo e abriu um sorriso.

– Que bom – ele falou sorrindo.

– Kim! – seu irmão se aproxima, chamando nossa atenção. – Ei, eu ainda estava falando com você. – Ele falava diretamente com Kim, até me ver e apontar pra mim com uma expressão feliz. – Ei, você não é aquela garota?

– Oie – falo engraçado olhando pra ele.

– Se for sobre aquilo, já era. – Kim voltava ao assunto deles dois. – Desista.

– Não é só isso! – Disse o Pr. Nam ficando irritado. – Como eu estava dizendo, hoje eu vou cozinhar, então, por favor, fique em casa.

Aquilo me deixou morta de vergonha.

– E também vou dormir lá.

– Dormir?! – soltei sem querer.

Será que eles são... Ah, espera... Eles são irmãos.

– Idiota. No que estava pensando? – Perguntou Kim puxando minha bochecha esquerda. Ele se aproximou do irmão. – Pensei que era inteligente suficiente para saber que éramos irmãos, ou tem Alzheimer?

Seu irmão começou a rir da minha cara.

Passei momentos repensando na merda que eu fiz até o Pr. Nam voltar sua atenção para eu e Kim.

– Vocês estão namorando? – Perguntou sorrindo maliciosamente.

– O quê?! Namorar alguém que come mais que eu? Jamais. – Zombou de mim.

– Mas você me amava no ginásio!

Ele se virou pra mim sorrindo.

Você que me amava – disse olhando pra mim.

– Mas você disse que também me amava! – Me aproximei.

– Ah, é mesmo? – Ele se aproximou mais. – Eu menti. Foi coisa no momento.

– O quê?! – Estava ficando irritada enquanto Pr. Nam apenas observava com brilho nos olhos. – Mas você olhou nos meus olhos!

– Tem certeza que não é porquê VOCÊ não parava de olhar pra mim?! – Kim estava ficando irritado e seu sorriso desapareceu. Ele suspirou se acalmando. – Não seja idiota. De qualquer forma, isso não é importante agora. – Disse saindo.

– Foge mesmo! – falei alto e escuto Pr. Nam começar a rir. – Pelo menos íntimos vocês são. É... Senhorita... – Ele me chamava.

– _____ ______ (N/A: seu nome e sobrenome) – falo virando-me.

– Que nome bonito. S/n, é? – Disse sorrindo. Até repetir meu nome várias vezes tentando se lembrar de algo. Depois de uns sete S/n’s, seus olhos brilharam e ele se aproximou de mim sorrindo abertamente. – Ah! S/n!

– O PROFESSOR ESTÁ DANDO EM CIMA DE UMA ESTUDANTE! – Gritou Kim para que todos ali o ouvisse.

Rolou vários “O quê?!” pela escola inteira. Pr. Nam se distanciou olhando em volta, ele estava nervoso.

– Não... Eu não estava! – Ele disse, mas eu já estava ligada a outra coisa.

Logo depois de falar isso, Kim me puxou pelo pulso e me fez correr, deixando a escola longe de vista.

(POV’s S/n off~)

– _____ ______, não é? – Namjoon relembrava.

“_____ ______” estava escrito no caderno de Kim Taehyung, ele escreveu enquanto estudava e circulou aquele nome, algo que parecia precioso naquele momento pra ele.

– _____ ______? – Perguntou Namjoon ao ver o nome no caderno, deixando Taehyung morto de vergonha e desespero. – Quem é ela?

Taehyung abraçou o caderno, completamente corado

– Não olhe!

– O que? É uma garota que você gosta?

– Cala a boca!

 

(POV’s S/n on~)

– Então você não mora com o Pr. Nam? – Perguntei enquanto caminhávamos juntos.

– Por enquanto, já que somos professor e estudante na mesma escola.

Kim segurava minha mão, me guiando como algo precioso que havia se perdido.

– Kim, você saiu de casa sozinho?

– Não... Meu irmão saiu. – Ele respondia parecendo mais triste do que frio.

– Então, você já voltou pra sua antiga casa?

– Sim.

– Com a sua mãe? – Perguntei, mas ele desta vez demorou um pouco para responder.

– Só eu. – Suspirou.

– Por que não muda o nome da sua família...

Fui interrompida quando ele parou de andar.

– Já chega. Você é muito chata. Nada disso é da sua conta.

– N-Não é da minha conta? – Ele se virou pra mim e eu apontei para meu pulso que estava sendo segurado. – Você que me arrastou até aqui.

Ele parou um pouco e soltou meu pulso bem devagar. Eu o olhei nos olhos e vi sua expressão triste.

– Pronto. Eu te soltei. Agora está tudo bem, não está?

Kim. Por que... Agora mesmo estamos olhando um para o outro... Mas sinto que ele não está olhando para lugar algum.

Coloquei minhas mãos em seus braços.

– Você não queria que eu te soltasse? Então... Me solta.

Cadê o coração do Kim?

– V-Você... Sumiu do nada e apareceu do nada... Eu quero perguntar muitas coisas! – Falo abaixando minha cabeça. Puxei sua blusa e comecei a chorar. – Tem tanta coisa que eu não consigo parar de pensar!

Ainda apertava seus braços e chorava cabisbaixa.

– Você é muito chata. – Ele disse fazendo-me levantar a cabeça. – Já disse pra não chorar. – Disse num tom triste e abaixou sua cabeça e apoiou-se em meu ombro. – Desculpa.

Eu fiquei espantada.

– Kim?

– O festival de verão. Naquele dia no Parque Sankaku. Você me esperou?

Eu não consegui me segurar. Lembrei-me daquele dia e uma lágrima escorreu pelo meu rosto.

– Esperei. Esperei muito. – Eu já soluçava.

– É. Desculpa. Pensei que você odiava garotos, então...

– Aquilo foi... – Tentei explicar, mas ele não deixou.

– Não. Mesmo assim eu queria ir ao Parque Sankaku naquele dia. Mas logo depois das férias de verão, começamos a ter problemas em casa. – Ele ainda estava apoiado em meu ombro e eu segurava seu braço esquerdo. – As coisas ficaram complicadas. – Ele levantou sua cabeça e me olhou nos olhos. – Desculpa por não ter te encontrado naquele dia.

Eu o olhei e ele estava sorrindo.

– Kim...

É mesmo. Muitas coisas aconteceram na vida do Kim. Mais do que na minha. Mas mesmo assim eu...

– Desculpe. Eu fui insensível e perguntei de mais. – Abaixei minha cabeça pedindo perdão.

– Tudo bem.

Ficamos nos olhando por um tempo.

– Quer ir pra casa? – Perguntei.

– Sim.

Continuamos nossos caminhos, desta vez com as mãos soltas.

– Então... – Naquele momento eu e Kim nos separamos, cada um segue seu rumo. – Eu tenho que ir nessa direção. Então...

– Claro – disse acenando com a mão.

Ele já andava em sua direção dando as costas para mim.

– Kim! – Chamei sua atenção. – Você está ansioso pelo jantar de hoje à noite, não é?

– Hein?

– Não diga “Hein?” – digo. – É o Pr. Nam que vai cozinhar pra você, não é?

– Ah, é mesmo. – Ele disse passando a mão na cabeça. – Meu irmão vai lá em casa.

Começo a rir dele e aceno feliz.

– Até mais! Bye Bye! Eu a observava voltar para casa sorrindo.

Estou tão feliz, o Kim falou dele pra mim.

(POV’s S/n off~)  

Kim a observava voltar para casa sorrindo. Até se lembrar dos ocorridos e seu sorriso se desfazer por completo. Fechou seus olhos, e impediu que o choro voltasse.

Enquanto isso, Namjoon esperava pelo irmão na mesa. Estava tudo pronto. Tudo perfeito. Mas o irmão não foi, e o deixou sozinho por muito tempo.

Na parede da casa de Kim, estavam marcas na madeira. Aquelas marcas de altura de cada idade. De Namjoon e Taehyung.

– Seu irmão está te esperando. – Namjoon olhava tristemente para aquelas marcas. – Sempre.

Enquanto isso, Taehyung estava na beira do rio, sentado na grama, onde passava a maioria das noites, olhando para o céu.

(POV’s S/n on~)

Sim. Se perder alguma coisa, é só construir outra vez. E dessa vez com mais cuidado. A partir de hoje, vou reconstruir do zero.

Estava lendo a lista das salas. Repetia meu nome várias vezes, procurando onde S/n poderia estar.

– Ah, achei. Classe 2.

Olhei mais, para ver quem estava comigo e vi “Makita Yuuri” e “Murao Shuuko”.

– Makita!

Vai começar hoje.

Parei em frente a minha nova classe.

Certo! Vamos começar.

Entrei na sala e olhei em volta, até que Makita me chama.

– S/n! – Ela diz acenando de forma fofa.

Acenei de volta, quando senti um menino parar atrás de mim.

– BELEZA! – Disse engraçado. – MURAO! Estamos na mesma classe de novo! Que bom te ver!

– Olá.

– No nosso primeiro ano, você disse que não queria se lembrar de nada sobre sua antiga classe. Mas não vou deixá-la dizer isso sobre sua classe do segundo ano! De jeito nenhum!

Eu observava aquele menino falar com a tal Murao, quando ouvi Kim se aproximar.

– Já vi que tem um arrogante na nossa sala.

Ele parou atrás de mim, eu me virei e sorri abertamente (por dentro).

– Kim!

– Oi.

Estou na mesma sala que o Kim?

*x*

Está começando. Não vou me envolver em amizades onde eu tenha que fingir quem eu não sou. Agora estou numa sala nova, vou começar tudo, literalmente do zero.

– Ei, como é sair das aulas avançadas para as aulas normais? – Perguntavam ao Kim, desviando-me de meus pensamentos.

– Como assim? – Kim ficou confuso.

– Você não está pensando algo do tipo... “Por que eu tenho que ficar junto desses idiotas?”

Kim apenas fitava aquele garoto com um olhar de desprezo. Que jeito chato de falar. Idiota.

– Como assim? Não sou nenhum gênio. – Respondeu Kim. – No Ginásio, eu quebrei a cabeça de tanto estudar. Quando entrei no Colegial, relaxei um pouco. E quando vi, minhas notas caíram totalmente. – Kim estava sorridente.

– V, você é irmão mais novo do Pr. Kim, não é?

– Sim. – Kim estava muito legal, muito mais legal com eles do que é comigo. Confesso que fiquei com inveja daqueles garotos, eles faziam o Kim abrir um sorriso como o de antes dele sumir.

– Vocês não se parecem! – Comentou um dos meninos.

Nossa, ele se saiu bem nessa. Ele é mesmo bom de papo.

Eu olhava para o Kim a todo o momento, quando ele me pegou olhando e deu a língua pra mim e logo depois sorriu.

Kim me olhava sorrindo.

– O que foi? – Um de seus amigos percebeu que ele sorria aleatoriamente.

– Ah, nada.

Como assim? Ele está no primário? Abri um sorriso. Parece com ele daquela época...

Enquanto pensava no Kim, Makita entra na sala acenando pra mim, o que me deixou incrivelmente feliz.

– Bom dia! – Falei educadamente.

– Bom dia! – Ela me respondeu com um grande sorriso nos lábios.

– Ei, ei. – Algumas garotas nos chamaram a atenção, por mais que elas não estejam falando conosco. – Está vendo aquela garota? – Aquilo fez o sorriso de Makita desaparecer. – Ouvi dizer que no primário, todas as garotas a evitaram.

– O quê? Por quê? – Perguntou uma das meninas.

– Não sei. Mas deve ser algo importante, não é?

Makita sentou na cadeira como se nada estivesse acontecendo. Ela está fingindo que não está incomodada, não é?  É muito fácil influenciar a opinião das pessoas, né? Lembrei-me de minhas antigas amigas. Eu também estou incluída.

JÁ SEI! Posso criar uma atmosfera em que a Makita não fique excluída!

Levantei-me da cadeira rapidamente e animada.

– Ei, Makita! – Chamei sua atenção e tirei meu celular do bolso. – Olha, olha! É aquilo que você me deu.

Ela me olhou com brilho nos olhos e sorriu.

– Você está usando? Obrigada!

– Não, eu que agradeço!

As meninas olhavam pra gente.

– O quê? Ela conversa normalmente. – Comentou enquanto nos observava.

– Eu não a achei ruim. – Comentou a outra.

Boa! Está dando certo! Agora é só continuar...

– Ah, aquela menina! No final do primeiro ano, soube que ela brigou com outras meninas da classe. – Dessa vez falavam de mim.

– Ela é uma pessoa ruim? Ela tem uma personalidade forte...

– Ela é uma delinqüente? Sério?

Eu posso ter personalidade forte, mas não sou delinqüente! Espera! Eu acabei de criar uma atmosfera que eu sou a excluída?!

Murao chamou a atenção de todos quando entrou na sala, com sua cara de desanimo.

– Murao! B-Bom dia! – Tentei ser legal e fazer amizade com ela.

– Bom dia.

Eu a fitei e percebi que não deve ser difícil conversar com ela.

– Murao...

Fui interrompida pela mesma que colocou fones de ouvido e começou a ler um livro. Aquela aura de “Não fale comigo outra vez”. Ela me bloqueou!

– Murao! – Aquele menino de hoje mais cedo se aproxima novamente. – Bom dia! O que está lendo? O que está ouvindo? – Foi ignorado com sucesso. E tentou novamente. – Eu estava pensando, temos sorte de estarmos na mesma sala outra vez.

Tentativa de conversa fracassada. Vai acabar refletindo em mim também, então pare com isso! Brinquei comigo mesma.

– Aé! Outro dia eu fui fazer compras e... – Me distanciei para não escutar mais aquela conversa. Senti os olhos de Kim sobre mim.

Bateu o sino. Acho que não estou indo muito bem...

– Como é sua nova sala? – Alguém se aproximou e me chamou a atenção.

– Ah, é... – Era o Pr. Nam, ele sempre estava usando blusas fofinhas de um urso. Ele se aproximou mais para que possa me olhar nos olhos. – Bem, como posso dizer... Não está dando muito certo.

– Que tal ser voluntária como representante de classe? – Perguntou animado.

– Não sirvo pra essas coisas. – Falo balançando a mão.

– Sua vida colegial vai acabar rápido. Existem coisas que você só pode fazer agora. Deveria aproveitar ao máximo. – Ele sorria como sempre, aquele sorriso encantador.

Eu sentei do lado de fora para lanchar e pensei sobre sua proposta.

– É mais fácil falar do que fazer... – Comentei comigo mesma.

– Que clima! – Kim comentou me observando sozinha no banco.

– Kim...

– Está triste? – Perguntou olhando diretamente para meus olhos.

– Não consigo dar o primeiro passo. – Ele se aproximou bem mais, para que possa conversar comigo. – Me chamaram até de pessoa ruim.

Ele soltou uma risada.

– Claro, eu sei que você é uma pessoa muito indecisa.

– Isso não melhora nada. – Comentei sentindo minhas bochechas queimarem.

– Mas eu não estava tentando te deixar melhor. Você falou que ia começar do zero, e é assim que vai começar?

– É que já percebi que não tem jeito.

– O que está acontecendo? Se desistir tão rápido assim, ninguém vai se importar. – Ele deu meia volta, dando as costas pra mim. – Mas se não desistir, ninguém vai se importar também. Afinal, ainda não começou ainda. – Ele virou sua cabeça para me olhar. – Faça o que quiser.

Ainda não começou nada. Eu ainda não comecei nada. Se eu quiser começar algo novo... É claro que vou precisar de mais força que o normal para fazer com que tudo dê certo.

“Representantes de classe” e “Representantes de evento” estava escrito na lousa.

– Nenhum candidato? – Perguntou o professor olhando para todos da sala. – Quanto mais tempo demorarem, mais vão demorar para chegar em casa.

Todos murmuravam, mas nenhum se voluntaria para tal dever. Quando levante minha mão lentamente para cima.

Porque não dá pra fazer alguma coisa... Se ficar esperando acontecer!

Todos da sala olharam pra mim, espantados.

– S/n?! Você quer?

– Sim!

– Certo. _____ ______, nossa representante de classe feminina. S/n pode continuar com os procedimentos.

– Claro – digo levantando-me da cadeira e indo em direção a frente da classe. Senti o olhar de Kim espantado.

Eu quero começar uma coisa!

Eu escrevi meu nome no quadro e comecei a falar com a classe.

– Certo. Preciso escolher um representante masculino. – Levantei meu braço animadamente. – Algum candidato?

Todos desviaram o olhar, fazendo-me abaixar meu braço.

– Alguém que queira muito animar essa classe comigo? Por favor!

– Eu não me importo. – Ouço a voz de Kim e vejo sua mão levantada.

Kim!

– Se não tiver mais ninguém, pode ser o V! – Tentei disfarçar que estava feliz com isso.

Todos da sala aplaudiram. O que fez com que um sorriso abrisse em meu rosto.

– Muito bem, V. Por favor, junte-se a mim com os procedimentos.

Ele se levantou e escutei um “Vai lá, Kim!”. Ele estava ao meu lado quando percebeu que eu o observava.

– O que foi?

– N-Nada... – Fiquei vermelha. – O-Obrigada.

– Idiota. Eu só queria que escolhessem logo para irmos pra casa. Vamos escolher logo o resto. – Ele virou-se para a classe. – Precisamos de três representantes de eventos! Alguém quer?

Desta vez, foi mais rápido. Makita ergueu sua mão.

– E-Eu quero.

– Makita? – Perguntei maravilhada. – Você quer? Obrigada! Vai ajudar muito!

– E então? Faltam dois. – Kim chamava novamente.

Aquilo me deixou espantada, eu não esperava ninguém, muito menos que Murao levantasse a mão.

– Murao? – Perguntei com um sorriso nos lábios.

– Eu serei uma representante de eventos.

Murao... Se ela está dentro, então o próximo será...

– Sim! – Aquele menino levantou-se da cadeira todo animado. – Eu também quero ser um representante de evento!

Sabia.

Eu escrevi o nome de todos, na ordem no quadro, e nos colocamos na frente da classe. Eu, Kim, Makita, Murao e o menino que ainda não sei o nome.

Foi muito rápido. Mas é um grupo bem forte! Olhei para todos nós.

– Certo. Os representantes de classe e de evento terão que participar do treinamento de liderança.

– Treinamento de liderança? – Perguntei ao professor que agora falava.

– É uma oficina noturna. O professor Namjoon que cuida disso.

Eu olhei para o Kim e ele ao mesmo tempo olhou pra mim, eu estava me cansando daquilo.

– O que foi? Quer dizer alguma coisa?

– N-Não. – Digo desviando o olhar e sorrindo.

Está começando. Eu estou começando! Uma coisa que só posso fazer agora! De agora em diante... Com esses membros!


Notas Finais


Espero que tenham gostado e não fiquem com raiva de mim, vou tentar ser uma autora melhor...


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