História Ao Passado - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Akatsuki, Boruto, Naruto, Passado
Exibições 90
Palavras 1.529
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpe a demoraaaaa!
Por que você não coloca um tracinho antes do "san", "kun", "sama", "chan"? Ai gente, fica feio!

Boa leitura

Assistam Bleach e shippem IchiHime! (Não me venham com spoiler pq eu to no 167, mas eu já sei que eles ficam juntos!)

Capítulo 6 - Uma possivel pista e um barulho no meio da floresta


Fanfic / Fanfiction Ao Passado - Capítulo 6 - Uma possivel pista e um barulho no meio da floresta

- Parece com o Sasuke. – Digo, observando o chão enquanto caminhava.

Eles são muitos parecidos! É um Sasuke feminina, ttebayo. Chuto uma pedra que estava em meu caminho, que acaba acertando Sakura-chan. Ela se vira para mim, com uma cara demoníaca! O que eu fiz para merecer isso, kami! Ela suspira algumas vezes antes de pronunciar algo, isso significa que eu estou salvo, por enquanto!

- O que você quer dizer com “Parece com o Sasuke-kun”? – Perguntou ela com uma sobrancelha arqueada.

É “Parece com o Sasuke”, não “Com o Sasuke-Kun”, oras! 

- A  garota de agora a pouco, se parece com o Teme. – Explico.

Sakura parece pensar antes de responder algo. Como minha futura esposa é inteligente e paciente!

- É. Tem razão. – Concorda ela.

Volto meu olhar para Sasuke, que caminhava observando o chão. Tomara que caia.

- Não diga coisas idiotas, Naruto. – Responde Sasuke em seu tom rude de sempre.

Tomara que ele morda a língua e fique uma semana sem poder falar, DATTEBAYO! É, tô certo.

- Ei, minna. – Chama Sakurachan, fazendo eu e teme a olharmos. – Vocês não acharam estranho como aquele garoto loiro tirou o casaco e o colocou na menina? Foi como se estivessem escondendo algo. – Pergunta ela, receosa.

Uou! Sakura-chan é bastante esperta! Forte, linda e inteligente! O que mais esperar de minha futura esposa?

- Ela devia estar com frio. Vamos. – O Teme Responde, ignorante.

Eu vou bater naquela merda que ele chama de cara!

Enfim, caminhamos, praticamente, por toda a vila. Como era época da primavera, várias pessoas caminhavam pelas ruas com flores em suas mãos. Eu não entendo: Por que compram flores se depois ou vão murchar ou jogar fora? Muito complicado, ttebayo...

Ao virarmos a rua, cai de bunda no chão por causa de um pivete! Oras, por que ele não olha por onde anda? Levanto minha cabeça dando de cara com a Sasuke feminina e um garoto loiros de olhos azuis. Ele me lembra a alguém, mas não me recordo no momento.

- Desculpe, desculpe! – Pedia Sakura-chan para os dois enquanto ajudava a garota a se levantar. Porque a desculpas, ela nem caiu, ttebayo, fui o único! – Olha por onde anda, baka! – Gritou Sakura-chan, dando-me um cascudo.

- ISSO DOI, SAKURA-CHAN! – Digo, massageando o local ferido.

Volto meu olhar para os dois, que tinham a cara fechada. Já o Teme, parecia analisa-los.

- Tudo bem. Obrigado. – Diz a garota, pondo seus cabelos negros para trás. Kamisama, ela se parece muito com o teme, mas não é uma revoltadinha!

Ouço Sasuke resmungar algo e viro-me para ver o que ele queria dizer.

- O que foi, teme?

- Já me bastava um Naruto, agora outro! – Comenta ele, virando a cara.

Olho para os dois meninos a minha frente. O loiro havia virado a cara, provavelmente pelo comentário de Sasuke. Outro arrogante, era só o que me faltava...

- Quais os seus nomes? – Pergunto na cara dura. Comigo não tem isso!

Levo, novamente, um cascudo de Sakurachan. Por que ela faz isso?

- Deixe disso, baka! – Diz ela, furiosa. – Desculpe. – Pede novamente aos dois.

- Somos apenas visitantes. – Responde o loiro, ainda com a cara fechada. Será que os pais dele não o ensinaram bons modos?

Bufo, recebendo a atenção de todos. Vejo o olhar da morena cair sobre mim. Ela é muito parecida com o Teme!

- Algum problema nana... – O loiro lhe dá uma leve cotovelada. – Naruto-san?

San?

- Como você sabe o meu nome? – Pergunto, vendo o olhar dela se arregalar.

Ela suspirou abrindo um sorriso em seguida, um pouco forçado.

- Você me disse. – Respondeu ela desfazendo o sorriso e fechando a cara, assim como o loiro.

Por que ta todo mundo fechando a cara, ttebayo?!

- Não disse não. – Afirmei, dando um passo à frente.

Vejo que o loiro faz o mesmo, a pondo atrás de si.

Algo pousa sobre meu ombro, firmemente. Devagar, viro a cara para ver quem era. Era Kakashi sensei. KAKASHI SENSEI? O QUE ELE FAZ AQUI?!

- AAH! – Grito, tropeçando e caindo ao chão. O vejo coçar a nuca, envergonhado.

- Gomen ne, Naruto. – Pede ele. – Ora se não é a menina de antes. Como vai? – Perguntou após virar-se para a mesma. – E vejamos... você eu ainda não vi. – Comentou. – Quem você é?

O loiro pareceu ficar surpreso ao ver Kakashi sensei a sua frente. Após uma leve cotovelada da Sasuke feminina, o loiro, que estava extático, pareceu “voltar” ao mundo real.

- Eu?... Eu sou o... – Ele gaguejava e parecia enrolar em suas falas.

Estávamos a frente de um estabelecimento, esse que saiu outro loiro, o que eu havia visto mais cedo junto ao meu time.  

- Algum de vocês tem dinheiro para emprestar? Está faltando um pouco. – Pergunto e explicou para os dois a minha frente.

- Cla... claro! Vamos entrar para ver. Até mais! – Disse a menina, puxando ambos os loiros para dentro do estabelecimento.

Naruto Off

Boruto On

 

Essa foi por pouco!

Assim que Rokudaimesama chegou, eu paralisei. E com Sarada parece ter sido a mesma coisa. A sorte foi que Inojin estava ao lado e nos salvou, sem querer, mas salvou. Entramos dentro do estabelecimento, sendo puxados por Sarada, que estava bastante agitada. Em uma das mesas, mais ao fundo, Shikadai e Chōchō se encontravam sentados na mesma. Enquanto ele, praticamente, dormia, ela olhava algo no cardápio.

- Você nos salvou, Inojin! – Digo, sentando-me ao lado de Shikadai.

- Aceito dinheiro como agradecimento. – Diz ele, tomando o cardápio Chōchō. – As coisas aqui são muito caras! – Reclama ele, revirando todo o cardápio.

- Que fome! – Reclama Chōchō com a mão sobre a barriga. – Esse preço por um dango? Isso não existe!

Suspiro, pegando um dos cardápios. Meu deus! O que é isso, ttebasa!

Ao ouvir um beep, tiro meu celular do bolso. Incrível! Aqui tem sinal de internet!

- Se você está pensando que aqui tem sinal de rede, pode tirar seu cavalinho da chuva. Esse barulho é do bluetooth do Shikadai. E guarda isso antes que alguém veja! – Informa Sarada, pegando em minha mão e a abaixando.  – Liguem. – Pede ela, e assim todos o fizeram.

 

Venham, agora!

Ordena ele, parecia ansioso. Metal Lee, mesmo sendo bastante eufórico, nunca havia ficado desse jeito.

O que aconteceu?

Pergunta Sarada, observando todo o restaurante. Ela estava sendo cautelosa. Ela não queria outra confusão como a de antes, Kakashi quase nos descobriu.

Possível pistas dos Nukenins.

 

Explica Mitsuki, no tom calmo de sempre. Com um aceno, todos saímos correndo do restaurante. Ao chegar a porta percebi que Chōchō não estava conosco. Ao me virar, me deparo com uma das cenas que eu mais temia dês que descobrimos estar no passado.

- Olha por onde anda! – Grita ela, enfurecida. Tia Ino nunca foi das mais amáveis, mas nunca foi nervosa a esse tanto, só com Inojin.

Seu cabelo estava mais curto e sua franja não estava colada na parte direita de seu rosto, mas, ainda sim, mantinha o rabo de cavalo que sempre usava.

- Ino, não faça isso! – Pede um homem, que fumava um cigarro. Esse eu não conheço.

Tia Ino bufa cruzando os braços e virando a cara. Cabeça dura ela.

- Ino...

- Desculpa! – Pediu ela, derrotada.

- Tudo bem. – Chōchō sorriu para a mesma.

Vejo um vulto passar ao meu lado, era Shikadai. Ele vai em direção a Chōchō e a segura pelo braço, pronto para leva-la, mas tio Chōji fala algo chamando a atenção de todos.

- Parece o Shikamaru. – Comenta ele. Shikadai engole seco. – Você tem um irmão? – Pergunta ele para tio Shikamaru enquanto apontava para Shikadai, que segurava o braço de Chōchō.

- Não. Que problemático. – Dizem os dois ao mesmo tempo, para se encararem logo após. Mentiria se dissesse que não tive de segurar a risada.

Consigo ouvir o homem do cigarro soltar uma leve risada. Cara, quem é esse? Espera! Ele é o sensei deles?

- É o cara que morreu! – Exclamo. Puta merda, falei alto demais e no lugar errado.

Os olhos de todos se viram para me encarar, inclusive os cinco que conversavam.

- Estamos com pressa. Até mais! – Diz Chōchō, puxando Shikadai.

Ao saímos do restaurante, ambos suspiram, lançando um olhar mortal em minha direção logo após.

- Melhor irmos, não? – Digo, já a frente.

Corremos em direção ao grupo, que estava mais à frente. Mitsuki e Lee estavam perto da floresta da morte, local proibido para todos os genins, que só podiam entrar com autorização. Ambos se apoiavam a grade que havia em volta do local.

- O que acharam? – Pergunto, já próximo a eles.

Lee aponta para dentro da floresta e sai andando em direção a mesma. Mesmo estando clara, parecia ser bastante perigosa. Ao chegarmos em um determinado local, percebo um clone de Mitsuki no local. Não! Esse era o verdadeiro Mitsuki. O Mitsuki que estava do lado de fora já havia desaparecido.

- É um pedaço da roupa de um dos nukenins. A mulher. – Revela ele, apontando para o pedaço ao a chão.

- O que? – Diz Inojin, chegando mais perto. Entretanto, um barulho faz com que ficássemos a alerta.

- Quem está aí? – Pergunta Sarada, com uma kunai em suas mãos.


Notas Finais


Eu nunca mais faço qualquer um que não seja o Boruto ou a Sarada como narradores! Meu deus! Demorei porque eu não estava conseguindo escrever com o Naruto narrando. AI DEUS!

Vem gente: https://spiritfanfics.com/historia/coisas-banais-da-vida-6604853
I.A.K (Internal Academy of Konoha) está abrindo suas portas para mais um ano letivo, recebendo alunos de alta classe social e claro, bolsistas que provem que merecem estudar nessa escola.
Mais uma historia clichê? Talvez.
Mas cada um aqui possui a sua própria historia.
Seja a da mãe que, supostamente, abandonou os três filhos para viver ao lado de outro homem.
Do pai que não tem tempo para sua filha, fazendo a mesma crescer pelos mimos das empregadas. A mãe? Está morta. Por quem? Pelo pai, obvio.
Ou até mesmo do clássico em que o homem se separa de sua mulher para se casar com outra, dando uma madrasta a suas duas filhas, e uma irmã, claro.
Mas você já ouviu aquele que a bela moça some de casa, apenas deixando uma carta onde dizia que não aguentava mais aquela vida e tendo que cuidar de suas filhas? Acho que já. E o que acontece depois disso? É obvio! O homem, com toda tristeza, começa a transar com suas queridas “empregadas”.
Também tem a da mãe que está sempre trabalhando e acaba não podendo dar devida atenção para as suas queridas filhinhas. Tanto que nem sabe a idade de cada uma direito.
Bom, são varias historias. E eu ficaria horas aqui só para poder conta-las por inteiro.
Mas sabe qual é a que mais me intriga?
A doce menina que pega o namorado da sua melhor amiga.

https://spiritfanfics.com/historia/uma-mudanca-em-minha-vida-6977568

Casa nova. Escola nova. Família nova. Veio como uma bomba; sabe? Eu, realmente, não esperava que tal coisa acontecesse em minha vida, em justas férias. Mas é isso que pode se esperar com os pais separados há anos. Como, praticamente, todo ser humano, minha mãe precisava de alguém ao seu lado e esse alguém foi: Namikaze Minato. Um homem que perdeu a esposa após o parto do filho, cujo nome eu não sei. Minha mãe e Minato namoram há cinco anos, e, por fim, decidiram-se casar.

Uma semana: Era isso que eu tinha, apenas uma semana até me mudar para outra cidade, a fim de morar com minha mãe. É meu ultimo ano escolar, e eu pretendo fazer faculdade e decidi fazer faculdade em Tokio. Mas porque não terminar meu ano escolar aqui em Osaka? Quero me acostumar com Tokio e minha mãe ficou tão animada. Alem de: Ela queria que eu virasse amiga de meu “irmão”.


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