História Ao Seu Lado - Capítulo 53


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Exibições 63
Palavras 1.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, essa linda da foto é a professora Sabrina que eu tinha falado para vocês.

Capítulo 53 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Ao Seu Lado - Capítulo 53 - Capítulo 7

Eles ficaram lá por cerca de uma hora. Depois foram nadar e esperaram um pouco até que se secassem. 

 Voltaram para casa na hora do almoço. Os pais de Ana haviam falado que ela deveria estar em casa para o almoço de domingo.

 Quando chegou, tomou uma ducha na entrada e se secou. Dentro da casa, seus pais e Diogo já estavam indo para a mesa. Ela subiu, guardou a bolsa e voltou para a sala de jantar.

 _ Ana: Desculpa por ter demorado.

 _ Mãe: Sem problemas, princesa.

 _ Diogo: Se fosse eu...

 _ Pai: Ela tem notas altas na escola, é responsável e merece sair com os amigos no domingo.

 _ Diogo: Com o namorado, não é?

 _ Pai: A sua irmã faz tudo certo. Só está se divertindo. O trabalho dela está sendo feito.

 _ Diogo: Claro! Joga na minha cara que eu sou um inútil!

 _ Pai: Você é!

 _ Mãe: Gilberto!

 _ Pai: Mas é verdade! O moleque não faz nada! Dorme e joga vídeo game o dia inteiro! Trabalhar e estudar que é bom, nada!

 _ Diogo: Você não quer que eu estude! Não quer pagar para mim!

 _ Pai: Não vou pagar! Vou pagar para você não estudar? Claro que não!

 _ Diogo: Quem disse?

 _ Pai: Presta um vestibular! Faz um ENEM! Dependendo da sua nota eu te matriculo em uma faculdade!

 _ Diogo: Mas o ENEM já passou! Até o ano que vem você vai continuar reclamando de tudo o que eu faço e não me dando dinheiro para nada?

 _ Pai: Não vou te dar dinheiro pra você ficar indo em festas!

 _ Diogo: Mas pra Ana ficar saindo com os amigos você sempre dá!

 _ Pai: Ela merece, você não!

 _ Diogo: Eu sou seu filho, ela não!

 _ Pai: Não repita isso, moleque!_ O pai de Ana estava ao lado de Diogo e, do jeito que estava, apenas virou a mão, que bateu com força no rosto do filho.

 _ Diogo: Quem você pensa que é?_ Diogo gritou.

 _ Pai: Sou seu pai e não admito que fale do jeito que está falando comigo!

 _ Diogo: Você é um velho de merda que fica fazendo todas as vontades dessa adotada!_ Ana, que já havia se levantado da mesa junto com a mãe, foi empurrada com força no chão pelo irmão, que correu até a porta e saiu.

 _ Pai: Ana!_ Ele correu e se ajoelhou al lado da filha_ Tudo bem com você?

 _ Ana: Tá..._ Ela passou a mão na cabeça_ Minha cabeça só tá doendo um pouquinho.

 _ Pai: Pega gelo._ Falou com a mãe de Ana_ Vem, Aninha. Eu vou te levar para o seu quarto.

  O pai de Ana pegou -a no colo e a levou até o quarto. Lá, ele a deitou na cama para descansar.

 _ Ana: A culpa foi minha, não foi? Eu estraguei o almoço de domingo.

 _ Pai: Não. O seu irmão estragou.

 _ Ana: Ele só quer um pouco de atenção. E, sinceramente, ele tem mais direito que eu.

 _ Pai: Não, ele não tem. Vocês são irmãos.

 _ Ana: Não, pai. Eu sou adotada.

 _ Pai: Não interessa. Eu criei os dois do mesmo jeito. Se ele ficou assim, você não tem culpa.

 _ Ana: Pai, faz um favor para mim? 

 _ Pai: Todos os que você quiser.

 _ Ana: Então_ Ela segurou a mão de seu pai_ Dá atenção para o Diogo e trata bem ele. Ele merece.

 _ Pai: Eu não vou fazer isso. Ele não é nem mais um adolescente para fazer graça. O seu irmão já é um homem e fica por aí fazendo graça que adolescentes fazem.

 _ Ana: Não o julgue. Ele não faz isso porque é mau.

 _ Pai: Mas eu não vou ceder, Ana. Não adianta. Não insista porque não vai dar certo.

 _ Ana: Tudo bem. Mas pensa direitinho em tratá -lo melhor.

 _ Pai: Vou pensar. Mas não garanto.

 _ Ana: O fato de você pensar pra mim já vale muito.

 _ Pai: Agora descansa, princesa._ Beijou -a na testa.

 ~Na casa da Fernanda...~

 _ Fê: Mãe!

 _ Mãe: Oi! 

 _ Fê: O papai vai me levar mesmo pra ver o Lucas semana que vem?

 _ Mãe: Não dá, filha. O seu pai não tem podido sair.  Tá trabalhando muito e não compensa ir no sábado pra voltar no domingo.

 _ Fê: Então eu vou comprar as passagens pra nós duas irmos de ônibus.

 _ Mãe: Fernanda, não dá.

 _ Fê: Por quê?

 _ Mãe: Não é fácil e nem barato ficar indo e voltando de ônibus. Não é tão perto.

 _ Fê: Mas o Lucas vem no próximo mês.

 _ Mãe: Então espere. Não estamos em condições financeiras para ficar viajando.

 _ Fê: Não é viagem. Eu tô indo ver o meu namorado. Você prometeu.

 _ Mãe: Fernanda... Fala comigo com sinceridade... Você acha mesmo que esse namoro à distância vai dar certo?

 _ Fê: Claro que sim.

 _ Mãe: Mas eu te digo que não. Você não vai poder ficar indo sempre ver o Lucas. Você tem aulas, provas, compromissos e não tem tanto dinheiro.

 _ Fê: Mas você prometeu...

 _ Mãe: Só pra te fazer feliz.

 _ Fê: Você..._ Ela começou a chorar _ Você é uma mentirosa! E quer saber de uma coisa? Eu tenho dinheiro! Eu compro a passagem e vou! 

 _ Mãe: E eu te proibo.

 _ Fê: Mas por quê?

 _ Mãe: Não quero te ver sofrer pela distância.

 _ Fê: Não entendo.

 _ Mãe: Daqui a algum  tempo a paixão vai acabar e vocês vão sofrer porque um não vai querer viajar horas para ver o outro todo o mês. 

 _ Fê: Mas é claro que não!

 _ Mãe: Fernanda! você não vai essa semana! Não sei se vai na próxima ou na próxima! Eu vou conversar com o seu pai e decidiremos.

 _ Fê: Eu te odeio!_ Fê saiu e foi até a casa de Ana, onde tocou o interfone.

 _ Mãe da Ana: Oi, Fê. Tudo bem? Por que está chorando?

 _ Fê: Problemas...

 _ Mãe da Ana: Posso te ajudar?

 _ Fê: Não precisa tia. A Ana ta em casa?  

 _ Mãe da Ana: Tá sim. Tivemos uma discussão horrível com o Diogo hoje e ele empurrou a Ana. Ela tá com um pouco de dor de cabeça.

 _ Fê: Posso ir vê -la?

 _ Mãe da Ana: Claro. Você parece estar precisando.

 _ Fê: Não sabe o quanto, tia.

 Fe foi até o quarto de Ana. Ela estava acordada.

 _ Ana: Oi, Fê. Por que está chorando?

 _ Fê: Ai, Ana... Minha mãe não quer que eu vá ver o Lucas.

 _ Ana: Por que?

 _ Fê: Ela meio que falou que eu tenho que voltar para a realidade. Que uma hora eu e o Lucas não vamos mais querer ir um visitar o outro. Que a gente vai acabar.

 _ Ana: Nossa, Fê. Sua mãe foi má dessa vez._ Ana a abraçou_ Vocês se amam e o amor de verdade não acaba nunca.

 Dois dias se passaram. Já era terça feira e Ana foi na hora marcada até a casa de Sabrina.

 _ Sabrina: Nossa, Ana._ Disse ela abrindo a porta_ Você é pontual.

 _ Ana: Sei o quanto você gosta de pontualidade então esperei na porta até dar o horário.

 _ Sabrina: Eu vi.

 _ Ana: Então por que não veio atender?

 _ Sabrina: Achei que você estivesse com vergonha de tocar a campainha.

 _ Ana: Você leva isso de vergonha a sério, né?

 _ Sabrina: Com você vai ser um tratamento de choque: Ou pede para ir ao banheiro ou faz xixi na calça, ou pede água ou vai ficar com sede...

 _ Ana: Vou lembrar disso...

 _ Sabrina: Então..._ Sentou -se no chão e olhlu para Ana, esperando que ela esboçasse alguma reação.

 _ Ana: P... Posso sentar?

 _ Sabrina: Sem gaguejar.

 _ Ana: Posso sentar?

 _ Sabrina: Fique a vontade._ Ana sentou -se_ Então... Hoje eu queria te conhecer. Fala da sua vida.

 _ Ana: Toda?

 _ Sabrina: Ai, garota. Você só tem 14 anos. Se eu tivesse que falar perguntaria se seria tudo.

 _ Ana: Ta. Mas o que quer saber?

 _ Sabrina: Tudo.

 Ana começou contando desde quando era mais nova até o presente: O namoro com Gu, a fuga, o acidente, a mudança, as brigas com o irmão...

 _ Sabrina: E eu achava que a minha vida era movimentada...

 _ Ana: Pois é, Sa...

 _ Sabrina: Oi?

 _ Ana: Sa...brina.

 _ Sabrina: Melhor assim. Pois é. Eu queria saber da sua vida só por curiosidade. Pra te conhecer melhor e para você se abrir. Esse é o primeiro passo.

 _ Ana: Meu Deus!

 _ Sabrina: O que foi?

 _ Ana: Conversamos tanto que eu já estou atrasada. Tenho que ir. Obrigada Sabrina!

 _ Sabrina: Tchau, Ana!

 Ana correu para sua casa. Sentia até um pouco de ar preso por conta da velocidade. Chegou em casa e abriu o portão ofegante. Um homem a esperava na sala.

 _ Ana: P... Perdão... Eu me atrasei._ Ela olhou para o rosto do homem que estava a sua frente e viu que era o mesmo do dia da fuga, no qual ela e Gu haviam batido enquanto corriam do bêbado_ Você?

 _ Marcos: É inadmissível chegar atrasada no primeiro dia de aula! Você não quer aprender? Acho que não! Se quisesse estaria aqui antes de mim!



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