História Apaixonada pelo inimigo - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Família, Paixão, Romance
Exibições 47
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiin, pessoinhas lindas <3 Voltei com mais um capítulo, talvez o mais esparado até o momento... (segredinho, hahaha)
Obrigada a todos os comentários do cap. anterior, eles me motivaram MUITO a escrever este!! Espero que estejam gostando!! <3

Capítulo 12 - Capítulo 12


Os divertimentos pela noite não pararam no jantar e algo me dizia que a escuridão lá fora iria longe. Depois de comermos e lavarmos a louça resolvemos assistir um filme e claro que não poderia ser outro gênero a não ser o tão amado terror. Gostei da ideia? Talvez. Nos ajeitamos nos sofás dispostos pela sala do apartamento e esperamos o “cineminha” começar. Matheus e eu conseguimos nos deitar em um único sofá, o maior, enquanto Felipe se esticava em outro menor, mas não menos confortável. Aliás, parecia que o loiro estava se sentindo em seu quarto ao deixar seus músculos todos descontraídos.

A “obra cinematográfica” que era assistida por nós pela TV fora escolhida pelos garotos, e é óbvio que não era uma das melhores. Em algum tempo já conseguia ver Math abrindo e fechando os olhos. Não demorou muito para o mesmo se pronunciar.

-Gente, posso ser sincero? – Nossos olhares se voltaram para ele com um ar de dúvida – Não estou mais aguentando de sono aqui, daqui a pouco vou capotar...

-Vai dormir, brother. Só vou terminar de assistir esse filme que está da hora e também já vou – Felipe respondeu sem pestanejar.

É brincadeira que ele está gostando desse filme tosco, não é?

-Vou sim, estou cansadão! – Meu irmão se levantava enquanto falava – Boa noite para vocês. Ah... Não esquece a visita amanhã, ok, Manu? – Assenti espreguiçando-me no enorme sofá que agora era só meu.

Os passos de Matheus iam ficando cada vez mais distantes, fazendo com que as barulhentas ações do filme fossem a única fonte de áudio. De esgueira lancei um olhar para Lipe, o menino estava com os braços cruzados e aparentemente resolveu soltar aquele sorriso maravilhoso, que só ele tem, ao assistir as cenas brutais.

-Dando risada enquanto assisti o carinha tentando matar a mulher? – Perguntei como se não quisesse nada – É para eu começar a ter medo de você também?

-Bom humor reinando, é? Gosto assim! – Sorriu de canto ao fitar-me com seus olhos azuis.

-Como se você tivesse que gostar de alguma coisa, não vim para terra para agradar ninguém não, meu bem – Desdenhei revirando os olhos.

-Que mania feia essa sua... – Arqueei a sobrancelha notando seus movimentos. Ele estava mudando de posição, agora se mantinha sentado com um pouco de inclinação – Revira os olhos por tudo, heim, marrentinha?

-A vida é de quem mesmo? Ah, claro... Minha! – Fiz uma careta supérflua – Então me deixa em paz, garoto!

-Pode ser... – Sua feição passou de pensativa para total divertimento – Mas talvez eu não queria te deixar em paz – O mesmo levantou-se lentamente do local o qual estava e foi se aproximando da minha zona de conforto.

Perigo? Logicamente!

-Mas o quê?! – Franzi o cenho quando Felipe se “apoderou” de um espaço vazio ao meu lado.

-Falei que não gostaria de te deixar em paz, bonitinha! – Aproximou-se ainda mais de min e em um momento de descuido meu ele conseguiu formar uma “armadilha” entre nós. Seus braços estavam fortemente apoiados na espuma macia de forma que seu rosto ficasse na mesma altura que o meu – Sua respiração... Hum... – Sorriu novamente. Por que diabos ele tinha que ser tão lindo?! – Está um pouco...

-Não está um pouco nada! – Tentei me rebater entre seu corpo, sem sucesso – Me solta, moleque! – Disse ainda com os movimentos bruscos.

-Você quer mesmo sair daqui, Manuela? Sério?! – Em um ato mais íntimo arrastou com leveza seu nariz em minhas bochechas, que a essa hora deviam estar coradas. Minha respiração estava sim ofegante e robusta, como alguém não ficaria nessa situação? – Além do mais... – Pausou o carinho quando chegou com sua boca encostada em minha orelha – Fizemos um trato um dia desses, lembra?! Se você não fizesse uma boa comida eu poderia pedir tudo que eu bem entendesse... – Sussurrou perverso.

-Nós não chegamos nem a provar a comida, Felipe! – Baixei a guarda quando senti suas mãos tocarem meus braços com delicadeza. Eu estava, sem dúvidas, desnorteada de tanto... desejo?

-Isso mesmo. O que me dá total direito de poder pedir qualquer coisa por não ter nem provado – Voltou com o rosto à frente do meu e agora mais do que nunca eu sabia que estava perdida. Totalmente.

Aqueles olhos azuis da cor do céu fitavam-me de um jeito ímpar, o qual nunca tinha experimentado antes. Parecia que no momento minhas reações haviam sumido e meu corpo não estava sendo comandado por mim. Um sentimento intenso brotou dentro de meu peito e só o que eu sabia olhar, além de sus olhos, eram seus lábios desenhados por mão aveludadas.

-E-eu... – Tentei sibilar sem muito empenho, minha voz já se encontrava fraca para fazer tal ato.

-Peça para eu parar... – Colou nossas testas permitindo que seu maravilhoso perfume entrasse em por minhas narinas – Que eu não movo um músculo a mais.

Caraca, eu quero que você se mova. Quero sim!

-Hum... Er... – Puxou-me mais para si ao me ver enrolar as “palavras” – Felipe...

-Oi? – Sua voz era leve e serena, sendo possível sentir seu hálito quente de encontro com minha pele mais fria. Aquilo era bom, muito bom!

Escutei um suspiro saindo de sua boca aparentemente macia. Ele estava satisfeito com todos os efeitos que causara em mim, estava mesmo. O julgaria? Claro que não, o menino tinha habilidade, e das grandes ainda por cima.

Vagarosamente pude confirmar o que havia imaginado antes, seus lábios eram macios feito cetim. Não conseguia pensar em mais nada que não fosse o “aqui e agora”. Todas nossas desavenças pareciam ter sido apagadas e jogadas à um universo paralelo, ou será que nós dois é que estávamos em um universo paralelo?

Nada disso importava agora. Exatamente nada.

Seu beijo era calmo, apostando em um cuidado sem igual. O gosto de sua carne em minha boca conseguia retirar suspiros entrecortados de mim, aquilo era inigualável.

Céus!

Desmanchei-me em seus braços fortes, acomodando meu corpo de forma que não precisasse cessar aquele glorioso espetáculo entre nós dois. Meus joelhos, agora, estavam dobrados sofre o sofá de modo que eu conseguisse igualar um pouco nossa diferença de altura. Minhas mãos mergulharam em seus fios de cabelos sedosos e ali ficaram por longos períodos, enquanto as grandes mãos de Lipe subiam pelas minhas costas cobertas pela fina camada de blusa até achar o local ideal, a esquerda em minha cintura e a direita acariciando ora minha nuca ora meu cabelo.

Sua língua massageava a minha sem nenhuma pressa, como se aquele momento fosse durar para sempre. Aliás, nenhum de nós tinha pressa, pelo contrário, era perceptível que queríamos prolongar o toque por mais algum, muito, tempo. Os movimentos eram leves e se encaixavam perfeitamente um no outro, seria sua boca moldada para a minha?!

Isso não era errado, era?!


Notas Finais


E ai, heim? O que acharam do tãaaaaaaao esperado momento? Trégua boa essa deles, né? hahahah
Espero que estejam gostando, e qualquer sugestão e opinião são bem vidas demais!!
Comentem o que acharam e se querem mais!! Prometo tentar voltar rapidinho!! <3
Beijão!!


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